Archive | Janeiro 2012

31 de Janeiro recordado na Assembleia da República

Minha nota pessoal: Foi há 4 anos, na Véspera do Centenário do Regicídio, que meu estimado amigo, Pedro Quartin Graça, na altura, como Deputado da Nação, fez esta histórica alocução.

Fonte: Estado Sentido

Benção Apostólica para a Infanta Centenária

LER
Esta tarde celebra-se uma missa de acção de graças pelos 100 anos de Dona Maria Adelaide de Bragança, no Mosteiro dos Jerónimos.
A Infanta Dona Maria Adelaide de Bragança, neta do Rei D. Miguel I, cumpre hoje 100 anos de vida e recebeu uma Bênção Apostólica especial do Papa Bento XVI.
O Papa recorda o “fecundo século de vida” e elogia o “notável exemplo de tenacidade, coragem e inteligência ao serviço da fé e da Igreja, com clarividente devoção, não abdicando nunca da adesão a Cristo, com risco até da própria vida.”

No decreto fala-se do facto de D. Maria Adelaide ter sido detida pela Gestapo e condenada à morte, primeiro, e depois ao degredo na Sibéria, “mas, quando em liberdade, entregou-se sempre, inexcedivelmente, ao apoio às vítimas dos bombardeamentos, servindo como enfermeira nos locais e nas alturas de maior perigo.”

Por fim, é referida a criação da Fundação D. Nuno Álvares Pereira, da qual ainda é presidente e que criou quando veio finalmente para Portugal, através da qual ajudou centenas de famílias e crianças.

“Como prova de paternal reconhecimento por tão altruístas virtudes, fé inabalável, amor e dedicação ao Evangelho, Sua Santidade concede a Bênção Apostólica e une-se, de coração, a Vossa Alteza, a toda a família e a quantos se associam à celebração de acção de graças por tão feliz Centenário Natalício”.

O decreto é assinado pelo Núncio Apostólico em Portugal, Monsenhor Rino Passigato. O mesmo núncio estará presente esta tarde numa missa de acção de graças a celebrar nos Jerónimos, seguida de jantar.

Para além desta distinção papal, Dona Maria Adelaide recebe também uma condecoração do Presidente da República.

Hoje é dia de Festa!

Chegar aos 100 anos de Vida – e que Vida!!! – não é para todos. Pelo Exemplo de abnegação, coragem e entrega aos outros, colocando-se sempre em último lugar, Sua Alteza Serenissima, a Senhora Dona Maria Adelaide de Bragança Van Uden, Infanta de Portugal, Neta de El-Rei Dom Miguel I e Tia de Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e Herdeiro do Trono de Portugal, merece da minha parte, não só como Monárquico, mas sobretudo como Português, um enorme motivo de Orgulho em poder partilhar a minha Felicidade neste dia Histórico, e único nas nossas Vidas. Que Deus abençoe a Nossa Querida Infanta, Grande Senhora de Portugal, Dona Maria Adelaide!


Hoje também temos que celebrar a Vitória Monárquica no Porto, contra uma Tentativa de proclamação da república a 31 de Janeiro de 1891. Foi a Vitória do Estado de Direito que era a Monarquia contra tentativas de subversão do Estado. O Governo de Sua Majestade o Rei Dom Carlos I conseguiu repôr rapidamente a ordem e o Estado de Direito. Infelizmente, é um facto, passados uns anos, em 1910 o mesmo não se iria conseguir. Mas não deixa de ser importante realçar que a tentativa de derrube da Monarquia a partir do Porto, nesse dia 31 de Janeiro de 1891 não foi conseguida!

Pelo que hoje, é um dia claramente Monárquico! Hoje é o primeiro de muitos dias Monárquicos, até à Vitória Final!

MAS MAIS UMA VEZ, VIVA A NOSSA INFANTA DONA MARIA ADELAIDE! VIVA A MONARQUIA ! VIVA PORTUGAL!

TOMA!

Por João Gomes de Almeida, in O Ouriço

Quem como o Rei?

 
Se dividirmos os Estados democráticos em estáveis e instáveis, de acordo com o critério da continuação ininterrupta de democracia política desde a I Grande guerra, chegaremos à curiosa conclusão de das 12 ou 13 democracias estáveis do mundo 10 são monarquias.
Esta constatação de Seymour Martin Lipset, conhecido cientista político, a nível mundial, é a prova irrefutável da necessidade e urgência da monarquia nos dias de hoje, mais ainda, se pensarmos que 8 destas monarquias representam os países mais desenvolvidos da Europa ocidental.
Esta ideia da democracia associada à monarquia, embora antiga de séculos, é ainda hoje olhada de soslaio por muitas pessoas que consideram existir nesta associação ma contradição profunda. Esquecem-se porém que, exceptuando a ocupação durante a II Guerra Mundial, nunca um regime autoritário vingou nos Países monárquicos europeus, neste século.
O mesmo não podemos dizer relativamente às repúblicas, em que os casos alemão, espanhol, português, grego, italiano, francês, e russo são exemplos por demais evidentes. Vamos ainda mais longe ao afirmar que a origem destes regimes autoritários está precisamente na queda das monarquias nesses países e na consequente instabilidade política, financeira, económica e social que se lhe seguiram.
Tudo isto acontece porque “o desenvolvimento natural da democracia exige a presença de um poder não nascido das contingências políticas. Em república, os partidos e os grupos de pressão tendem a actuar como correntes a um poder absoluto. Em monarquia pelo contrário, a autoridade independente que cabe ao Rei torna possível o confronto leal e aberto entre as mais diversas forças sociais, políticas e ideológicas. O Rei é o princípio libertador, como o disse Francisco Sousa Tavares. Por isto tudo, a monarquia e democracia antes de se hostilizarem, complementam-se. Hoje a Europa ocidental está em paz e não se temem ocupações. No entanto nunca o receio pela perda de soberania e identidade nacional foram tão profundas como agora. O “sonho europeu” é cada vez mais uma realidade. A integração faz-se a um ritmo avassalador e os estados europeus interrogam-se sobre o futuro enquanto nação. Mais uma vez aqui os países monárquicos encontram-se em vantagem. a figura unificadora do Rei é o garante de uma identidade histórica que não se quer perdida.
Quem como o Rei pode assegurar a integridade do seu País apesar das vontades autonómicas e regionalistas, das diferenças étnicas, da diversidade social, política e cultural como acontece com a Bélgica, a Espanha, a Holanda, o Reino Unido e tantas outras monarquias? Ninguém.
O Rei encarna a história e assume-a inteiramente, porque simboliza a unidade do povo no respeito por todas as suas diferenças e para além dos seus conflitos. É pois, em torno da Instituição Real que o povo se une, porque nela se reconhece.
A Monarquia estabelece com a Nação um laço permanente, sempre visível e legítimo, que funciona como pólo aglutinador a que se recorre sempre que necessário. Como disse Ivam Illitch: “na hora do desastre só o enraizamento na história pode dar a confiança necessária para transformar o presente”.
Por tudo isto e por ser também, no dizer de Henrique Barrilaro Ruas, “uma afirmação ética, cultural e até estética, um exemplo vivo e próximo” a Monarquia é necessariamente moderna. Urge pois restaurá-la.
Quem com o Rei?………
Autor: João Morais, Universidade de Coimbra.

Publicada por PPM-Braga

O Presidente da Causa Real “francamente contente” com o fim do 5 de Outubro

O presidente da Causa Real assumiu-se nesta quinta-feira “francamente contente” com a provável eliminação do feriado da República, que “divide o país”, mas lamentou o fim do 1.º de Dezembro, uma celebração consensual e sem “base ideológica”.

“As pessoas, quando olham para estes dois feriados, tentam criar um balanço entre aquilo que é a Republica contra aquilo que é a Monarquia. Claramente, é um balanço que não existe”, disse à Lusa Luís Lavradio, para quem o 5 de Outubro (data da implantação da República em 1910) “divide profundamente o país, e dividiu na altura, e surgiu na consequência do assassinato de um chefe de Estado de Portugal”.

Luís Lavradio sublinhou que sempre considerou “quase um abuso” a celebração do 5 de Outubro e disse ficar “francamente contente”por ser abolido como feriado nacional.

Já o 1.º de Dezembro, que assinala a restauração da independência em relação a Espanha em 1640, “pelo contrário, não é um feriado com base ideológica, nem com base divisória”.

“É um feriado que une o país à volta de uma questão que para mim e para a Causa Real continua a ser muito importante, que é a nossa independência enquanto país e enquanto nação. Tenho obviamente muita pena que se tenha suprimido esse feriado, mas a Causa Real e eu próprio não deixaremos de continuar a celebrá-lo e a celebrar os heróis da Restauração e aqueles que consolidaram, e a muito custo, a nossa independência enquanto país”, acrescentou o presidente da Causa Real.

O Governo anunciou hoje que vai propor aos parceiros sociais a eliminação do 05 de Outubro e do 1.º de Dezembro da lista de feriados obrigatórios e de igual número de feriados religiosos. O objectivo do Governo é contribuir, com esta medida, para o aumento da produtividade.

O presidente da Causa Real ressalvou que “do ponto de vista político, do ponto de vista económico”, entende “perfeitamente a ideia do Governo” e apontou o caso da Inglaterra, que decidiu que os feriados se celebram à segunda-feira, uma opção que, disse, “talvez seja mais efectiva do que suprir alguns feriados”.

Comunicado do Núcleo de Cascais da Real Associação de Lisboa

Exmos Srs.

Como presidente do nucleo de Cascais da Real Associação peço encarecidamente que ajudem divulgando o mais possivel mais esta aberração do sr.. silva, pois ele não merece uma casa de ferias em Cascais pois nada tem feito pelos Cascalensses.

Como sabe, o Palácio da Cidadela foi recuperado e está neste momento aberto a visitas. Mas, contra tudo o que é aceitável, a presidência da república teima em manter o controle do espaço e de o transformar em mais uma residência oficial do Sr. Silva, preparando-se para o encerrar definitivamente a visitas a partir do próximo mês de Fevereiro.

Ora, o Palácio é em primeiro lugar Real… e depois é um equipamento essencial para a consolidação da marca turística de Cascais e da transformação do Estoril num dos grandes destinos da Europa.

Com os melhores cumprimentos

José Paulo Beltrão Serra Pinto

Fé não. Pragmatismo monárquico.

Os portugueses têm um estranho vício de olhar para a monarquia como uma utopia, ou se preferirmos uma fé. Não a rejeitam com frontalidade, mas desconfiam sempre de que não é viável. Por isso digo, no nosso país não há verdadeiros republicanos, tirando aqueles que foram presidentes da república, o próprio presidente e alguns políticos que ainda o ambicionam ser. Ser ou não republicano não é sequer um tema sério – principalmente quando analisamos os 100 anos de herança deste regime em Portugal, quem é capaz dos defender?

Podem dizer-me que há vários historiadores que sempre que o tema se levanta correm de imediato às televisões a desenrolar uma série de feitos da república, nomeadamente no ensino, nos direitos das mulheres, na separação da igreja do estado e por aí adiante. Será que estes feitos são realmente da república? Ou será que são feitos de um povo e da força da modernidade? Também não aconteceram noutros países monárquicos? Parece-me que sim.

Mas voltemos ao tema. Ser monárquico hoje em dia não é nada fácil. Somos herdeiros de um passado histórico de vários bravos resistentes anti-república que em muitos casos se aprisionaram (e muitas vezes apregoaram) a um estereótipo do monárquico que ainda hoje permanece na cabeça da maioria dos portugueses. Para a maioria do povo, somos todos aristocratas ou com pretensões a tal, betinhos, católicos radicais, antiquados, estudámos em colégios e temos como grandes hobbys a tourada e o hipismo.  A verdade é que ser monárquico já não é nada disso e a única coisa que nos une enquanto monárquicos é apenas uma: achar que a chefia de estado devia estar entregue a um rei. De resto, somos todos diferentes. Muito, acreditem.

Ser monárquico no século XXI mais não é do que uma questão de pragmatismo, puro e duro. Trata-se de fazer um simples exercício de análise política e constatar que a chefia de estado deveria funcionar como uma força moderadora do regime e da sociedade, ou como o próprio presidente da república o chamou: “um provedor do povo”. Fazendo esta análise e recordando a nossa história recente, verificamos facilmente que a chefia de estado republicana por e simplesmente não cumpre essa função. E porquê? É simples, porque nenhum presidente pode ser verdadeiramente independente quando dependeu não só de votos, mas também de apoios, financeiros e políticos, para chegar ao seu cargo – esses apoios, ou se preferirmos favores, mais cedo ou mais tarde são pagos e é aí que a independência do cargo se esvai no jogo político.

O Rei, pelo contrário, ao nascer Rei, tem sobre ele a responsabilidade, a educação e a independência necessária para poder ouvir verdadeiramente o povo do seu país e funcionar como um verdadeiro árbitro do sistema político democrático, sem depender de nada nem de ninguém – apenas do povo, que tem sempre o ónus do poder destituir, como já fez na história de vários países. Isto é pragmatismo político e não uma utopia. Prova disso mesmo é que funciona, principalmente nas mais antigas democracias europeias, muito mais estáveis politicamente do que a maioria das repúblicas.

Há ainda aqueles que em desespero de causa afirmam que Portugal não tem um verdadeiro Rei. Novamente estão enganados. Os monárquicos portugueses há muito que se uniram na figura do legítimo e único pretendente ao trono português, D. Duarte de Bragança. Homem de reconhecida seriedade e de grande apego ao seu país, que como todos os seus pares (o povo português) estudou, serviu no exército, opôs-se ao fascismo e foi para a guerra. Português reconhecido pela sociedade por ter abraçado várias causas, como por exemplo a de Timor e por ser uma pessoa ponderada nas suas opiniões e ainda mais nas suas acções. Um grande português, que conhece Portugal e o mundo lusófono, que está pronto a servir o seu país e que há muito é reconhecido pelo próprio estado republicano como o legítimo pretende ao nosso trono.

Como ficou provado, a monarquia é um tema pragmático e actual, que nada tem de utópico. Utopia é pensarmos que se ficar tudo na mesma o nosso Portugal consegue voltar a ser um grande país.

Autor: João Gomes de Almeida

Fonte: Blogue Forte Apache

Fez-se Justiça. Vamos comemorar!

Via Facebook: Acto de Justiça: o Senhor Presidente da Republica acaba de assinar o despacho em que atribui à Senhora Infanta Dona Adelaide de Bragança em véspera do seu centenário, a condecoração de Grande Oficial da Ordem do Mérito. Antes tarde que nunca!

Recebo esta notícia com grande satisfação. Depois de ter lido a Biografia da Senhora Infanta Dona Maria Adelaide de Bragança Van Uden, de facto, estamos em presença não só de uma Princesa, mas acima de tudo, de uma Grande Senhora que lutou toda a sua vida contra as injustiças. Mérito a quem merece!

E digo mais! O exemplo vem sempre de cima e de facto, a nossa Infanta Centenária, neta do Rei Dom Miguel I, pelo seu exemplo de serviço desinteressado aos outros, é um exemplo que a nós Monárquicos cada vez mais deve servir de inspiração na luta por um Portugal melhor.

Confesso que não conhecia muito bem a História de Vida desta Grande Senhora, que é Infanta de Portugal e única neta ainda viva do Rei Dom Miguel I, até ter lido o livro de Raquel Ochoa “D. Maria Adelaide de Bragança – A Infanta Rebelde”, e devo dizer que fiquei deveras surpreendido pela forma extraordinária como a Nossa Princesa, encarou sempre a vida. Preocupando-se sempre com os outros acima de tudo. Tinha a consciência de ser Princesa, mas isso nunca significou se sentir superior a ninguém. Lidou tão bem com Comunistas como lidou com Conservadores. Mas aqui nem está em causa as ideologias políticas de ninguém em particular. Está aqui presente no livro “uma História singular de dedicação aos outros.”

Cabe a nós Monárquicos, então, comemorarmos no próximo dia 31 o Centenário da Nossa Senhora Infanta, e agradecer a Deus por podermos partilhar um pouco deste momento Histórico único nas nossas vidas.

Fez-se justiça. Esta condecoração vinda da Presidência da República é acima de tudo uma Condecoração que ultrapassa, a meu ver, a questão Monarquia vs República. É acima de tudo, uma Condecoração Nacional. Estou certo que esta Condecoração poderá servir para que os Portugueses que não conheçam a nossa Infanta Rebelde, a possam conhecer melhor, espero com mais publicações sobre a Vida desta extraordinária Senhora, Princesa, Infanta de Portugal.

Aqui vão os pormenores do Aniversário da Senhora Infanta Dona Maria Adelaide de Bragança Van Uden, Infanta de Portugal, Tia Paterna de Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e Chefe da Casa Real Portuguesa:

PROGRAMA – 31 de Janeiro de 2012

- 18h45m – Missa de Acção de Graças na Igreja do Bom Sucesso, Rua Bartolomeu Dias, 53 - Pedrouços. A Santa Missa é presidida pelo Senhor Bispo de Beja;
- 20h15m – Jantar de Homenagem no Centro Cultural de Belem;
Inscrições: Envio de comprovativo de Transferencia Bancária para o NIB 0007 0023 0057 6270 00796 para o seguinte endereço de e-mail : commenda.ccb@cerger.com até ao dia 27 de Janeiro às 12.00h mencionando o nome das pessoas a que correspondem.
Informações: 21 362 75 27 ou 92 597 98 36
Atenção : Face à limitação do espaço será respeitada a ordem de inscrição.
Preço do Jantar: 20,00 €

Programa e reservas aqui

Viva a Infanta de Portugal!

E entretanto a República Portuguesa a gozar com o Povo…

Fonte: Blogue da Real da Beira Litoral

Não valerá a pena estarem agora todos muito nervosos com os gastos presidenciais que bem feitas as contas, são apenas uma folhinha nas centenas de resmas da despesa pública. Muito mais importante do que a contagem dos milhões, trata-se duma questão de princípio, num regime que nasceu latindo muitos, para melhor poder evitá-los. Se excluirmos Ramalho Eanes e por aquilo que a imprensa descobriu, Cavaco é de longe o menos afortunado dos Presidentes em caixa de contabilidade. Também surgem as suas nada espantosas ligações a certos amigos perigosos. Pois sim, mas então e os outros, aqueles que o antecederam em Belém e que sendo exímios palradores, ainda “presidem” a várias situações de poleiro?

Ocultando o assunto que varreu durante uns dias os jornais e os noticiários televisivos, arranjou-se agora um bode que sendo sem qualquer dúvida conviva na mesma pastagem, foi incumbido de expiar todos os males. Na imprensa e na net, surgiu a lista das propriedades e bens de investimento de Cavaco Silva. Seria interessante fazer-se o mesmo relativamente a Mário Soares e a Jorge Sampaio. Porque tal coisa não acontecerá? Porque é um atentado a um certo ordeirismo arrogante que pontifica na auto-proclamada inteligentsia do regime, precisamente essa que jamais olhou a gastos para satisfazer as suas vaidades e prazeres garantidos nas mordomias. Cavaco é um alvo fácil pela sua proverbial inabilidade, numa sociedade formatada para condescender com caríssimos “companheiros e companheiras, amigos, amigas e resistentes”. Pior ainda, os republicanos achincalham-no em público e disso retiram o maior gozo. Nada que nos admire, pois até poderemos estar a assistir a uma escalada que decerto terá como base exclusiva, questões relacionadas com dinheiro. Já assim foi em 1907 e eles têm a lição mal aprendida. Ainda bem.

Queiram ou não queiram, a República é mesmo isto e muito bem faz o Diário de Notícias em ir levantando esta espécie de tchador” laico.

Fonte: Estado Sentido

Resta-me perguntar, depois da atitude do Sr. Presidente da República Portuguesa, o que é que o Povo Portuguesa está à espera para cair na REAL? Não chega ainda? Querem mais? Quantos Presidentes querem sustentar ainda até se aperceberem do óbvio? Querem alguém na Chefia do Estado que se sirva de vós ou que sirva a Nação? É que se querem alguém que sirva a Nação, bem podem acreditar que estaremos melhor servidos com um Rei Constitucional.

Glória da Monarquia e Glória à Monarquia

Deixo aqui uma série de musicas do tempo da Monarquia de Luis XIV, Luis XV e Luis XVI, um tempo de glória, de grandeza e de fausto. Mas ao mesmo tempo uma época de grande orgulho para qualquer Patriota, seja ele Francês ou de outra nacionalidade, como nós Portugueses.

Sentamos, pois, o pulsar de uma época que acabou, mas que deixou estas e outras obras Memoráveis agora e sempre! Glória à Monarquia!

Requiem in Pace

Em Memória de Sua Majestade o Rei de França e Navarra, Luís XVI, por ocasião do 219.º Aniversário da sua Execução.

La France est en deuil, elle a perdu son père, ce bon père assassiné. La voilà orpheline, orpheline depuis deux cent dix neuf années.

Seigneur, ayez pitié!
Sainte Vierge, ayez pitié!
Saint Michel archange, ayez pitié!
Saints et Saintes ayez pitié!

Em Memória de um Rei Martirizado pela História: Luís XVI de França!

Luis XVI, Rei de França e de Navarra, faz este dia 21 de Janeiro, 219 anos que foi executado, por um meio bárbaro, a guilhotina, no Champs de Mars, em Paris, depois de ter sido preso na Bastilha e julgado por um Tribunal Revolucionário.

Não me compete fazer julgamentos, porque a História está escrita, felizmente sobre esta época tanto pelos vencedores como até já pelos vencidos.

Quero apenas reflectir esse momento histórico em particular e trazer à luz as consequências que não tardaram a se fazer sentir em França e na Europa.

Luis XVI foi Rei muito novo. Era neto do Rei Luis XV e ao assumir o Trono de França, sabia perfeitamente a situação em que seu País se encontrava. Contudo, não hesitou por um instante, em ajudar as Colónias Rebeldes Norte-Americanas na sua Secessão contra a Grã-Bretanha.

Depois da Tomada da Bastilha em 1789, pelos revolucionários aceitou ir para Paris e jurou fidelidade à primeira Constituição Francesa em 1791. Durante quase 2 anos, Luis XVI foi um Rei Constitucional!

Contudo, a situação do País era grave. As grandes potências europeias lançaram-se contra a França Revolucionária, e o Rei mal aconselhado procurou se refugiar na Áustria, mas em Varennes foi reconhecido e feito prisioneiro e teve que regressar a Paris, onde a partir desse momento iria ser julgado e condenado à morte.

De facto, esta situação “da Pátria em perigo”, como alguns historiadores a denominam, psicologicamente levou a que os acontecimentos se precipitassem e levassem à morte do Rei e posteriormente da Rainha Maria Antonieta, e os que conseguiram se salvar, saíram de França, como aliás foi o caso dos Irmãos de Luís XVI, o futuro Luis XVIII e Carlos X e suas respectivas famílias assim como Madame Royale, Filha mais velha de Luis XVI e Maria Antonieta.

A França entra em Guerra com a Europa Monárquica e Absolutista. A Convenção, o Directório e o Consulado foram os principais períodos da Revolução Francesa onde foi dificil encontrar uma estabilização política. Assim, surge Napoleão Bonaparte que através de um golpe de génio (para alguns) se torna Imperador dos Franceses e se lança à conquista da Europa com vista à deposição das Dinastias Europeias Absolutistas e a favor da implantação dos ideais da Revolução Francesa.

Bem sabemos que a Herança da Revolução Francesa a nível cultural é vasta e importante, como a primeira Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão que aliás Luis XVI jurou ao jurar cumprir a Constituição de 1791. Nesse documento estavam consagrados os Direitos mais elementares do Homem, nomeadamente a igualdade de todos perante a Lei. O próprio Rei ao jurar cumprir essa Declaração com a Constituição, passou a ficar sujeito à Lei.

Contudo, a Herança mais pesada da Revolução Francesa são as vítimas da mesma em França e na Europa, incluíndo Portugal. E todos os eventos revolucionários que se deram ao longo dos anos, durante o século XIX e XX, foram eventos herdeiros, de algum modo, dos ideais da Revolução Francesa, em que por esses ideais, se matou e se saquearam vilas e cidades inteiras.

A tendência para matar Reis e Imperadores, também é, de algum modo, uma herança revolucionária que posteriormente, grupos anarquistas que se foram organizando ao longo do século XIX matariam por exemplo, Humberto I de Itália, o Rei Dom Carlos e Dom Luís Filipe em Portugal, A Imperatriz Elizabeth “Sissi” da Áustria-Hungria, o Arquiduque Francisco-Fernando da Áustria, toda a Família Imperial Russa pelos Soviéticos, o Rei Alexandre da Jugoslávia, etc…

E essas mortes, grande parte delas, levaram a conflitos internos e internacionais de proporções enormes e de consequências nefastas. Como por exemplo, os casos de Portugal que levaram à proclamação de uma I República que foi uma anarquia total durante 16 anos com 48 governos!!! E o Assassinato de Sarajevo em 1914 que provocou a I Guerra Mundial. Na Rússia, o Massacre dos Romanovs levaria à implantação de uma Ditadura cruel que durou décadas nomeadamente com Estaline!

Pelo que, de facto, nem tudo o que é revolucionário é bonito de se ver e pouca gente, infelizmente, se dá verdadeiramente conta que muita gente morreu injustamente, porque defendia um certo Ideal de Pátria.

Finalmente, olhando para a França de hoje, que já vive numa V República, a qual aliás irá realizar este ano eleições presidenciais, em que terá até um Canditato da Alliance Royale – partido político monárquico Francês. Quero saudar a organização militante da Alliance Royale e desejar boa sorte ao seu Candidato às Presidenciais. Tendo em conta que os Monárquicos Franceses estão divididos em termos de preferências Dinásticas, considero primeiro fundamental trazerem a debate a questão de actualmente ser impossível em França, tal como em Portugal, um Referendo sobre o Tipo de Chefia de Estado e promoverem o debate Monarquia ou República, acabar com as velhas ideias sobre a Monarquia. Muitos franceses, tenho reparado, ao se lembrarem da Monarquia lembram-se do fausto do tempo de Luís XIV e Luís XVI, etc… É importante contrariar esses velhos e ultrapassados pensamentos para algo moderno e adequado ao tempo que se vive. A França pode muito bem ser uma Monarquia Parlamentar e Democrática e dêem se quiserem, por exemplo, a escolher quem deve ser o Rei – o candidato Bourbon ou Orleães. Contudo, a minha posição é sobejamente conhecida em relação a esta matéria em particular que gostaria aqui de sublinhar:

- Considero que SAR Luís Alfonso de Bourbon é um Jovem Príncipe extremamente dinâmico e que neste momento tem uma imagem extremamente moderna a defendê-lo.

- Contudo, tendo em consideração que o último Rei dos Franceses foi da Família Orleães, Louis Philippe Ier, então será um Herdeiro deste Rei que, quanto mais, tem toda a lógica e tem toda a legitimidade, para ser Rei dos Franceses, naturalmente estou a falar de SAR o Conde de Paris Henry VII e depois o seu filho Jean Duque de Vendôme.

Quero saudar os Monárquicos Franceses que neste dia um pouco por toda a França, mas sobretudo em Paris vão celebrar uma Missa em Memória de Sua Majestade o Rei Luís XVI, nesta triste data da sua execução.

E quero sublinhar a presença de SAR o Conde de Paris, na Cerimónia.

LE ROI EST MORT!

VIVE LE ROI HENRY VII!!!

Que descaramento!

«As minhas reformas não chegam para as despesas»

Dito pelo Presidente da República Portuguesa ANÍBAL CAVACO SILVA!

Que descaramento! Que vergonha! Que insulto!

Afirmar publicamente que tem “reformas” e não “reforma”, que obviamente, se interpreta por um acumular de vantagens financeiras que muitos Portugueses só sonham e mesmo assim… Juntando às existentes reformas, V. Exa ainda vai auferir, de mais uma: a de Ex-Presidente da República!

Ao contrário das Casas Reais Europeias onde até em vários sites se pode ver tudo muito bem discriminado, sobre as despesas das respectivas Famílias Reais, a Presidência da República não divulga as despesas da mais alta Instância do Estado!

E o Presidente da República afirma o que acima se pode ler e que volto a colocar aqui:

«As minhas reformas não chegam para as despesas»

Que conclusões se podem tirar?

Além de termos uma Presidência carissima, ainda temos um Presidente gastador, cujas reformas não chegam para cobrir as suas próprias despesas.

Como Cidadão da República Portuguesa sinto-me envergonhado de ter um Chefe de Estado tão gastador e contribuir – infelizmente – para uma Chefia do Estado que verdade seja dita, tão pouco transparente!

Se depois disto os Portugueses ainda querem manter um regime republicano, eu só posso dizer que têm efectivamente o que merecem!

 

Portugal com Alzheimer

Muitos maridos sabem como é pesada a factura pelo esquecimento do aniversário da mulher. O cardeal Sean O”Malley, arcebispo de Boston, contava, a este propósito, que uma senhora, muito ofendida pelo facto de o cônjuge se ter esquecido do dia dos seus anos, exigiu, como reparação, uma prenda que a levasse dos zero aos cem em três segundos. Mas, em vez do esperado bólide, o desajeitado esposo ofereceu-lhe uma balança…
Talvez os homens subestimem os aniversários, mas as mulheres geralmente não pensam assim e num tal esquecimento lêem desconsideração pela aniversariante, ou pelo casamento. Ora casal que não festeja os anos e a data do casamento está, provavelmente, em crise.
As nações, como as pessoas, também nascem, crescem, definham e morrem. A memória dos povos é a sua história e, como não é possível recordar todas as datas memoráveis, comemoram-se ao menos algumas efemérides mais significativas. Os feriados nacionais não nasceram, portanto, para favorecerem o ócio, mas por imperativo da consciência colectiva, como uma necessidade de afirmação nacional. A preservação da língua, o respeito pelos símbolos nacionais e o culto dos heróis e dos santos não são questões decorativas, nem meros instrumentos de propaganda ideológica, mas meios indispensáveis para a coesão e sobrevivência da nação e para a preservação da sua memória colectiva.
Se em todos os momentos é oportuna a lembrança da história pátria, essa evocação é mais urgente numa crise. Portugal, para além da dificílima situação económico-financeira, também padece as investidas da globalização, que ameaça a nossa idiossincrasia, e sofre a pressão da vizinha Espanha, onde há quem gostasse de ver a nossa nação reduzida a mais uma região do seu problemático Estado plurinacional. Razões de sobra para que, sem hostilizar a Europa nem os outros povos ibéricos, se afirme, pela positiva, a independência e soberania nacional, nomeadamente festejando o seu dia, isto é, o 1.º de Dezembro.
A antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, quando se viu a braços com a ameaça germânica, apelou ao nacionalismo dos seus cidadãos, promovendo a figura de um seu herói nacional, por sinal um santo cristão. Data de então, com efeito, o magistral Aleksandr Nevski, de Serguei Eisenstein. A figura emblemática do patriótico guerreiro foi, no contexto da crise mundial, uma alavanca que motivou os cidadãos soviéticos para a defesa da independência. As autoridades políticas, não obstante o seu feroz anticlericalismo e o seu internacionalismo proletário, não tiveram pejo em recorrer a um bem-aventurado príncipe, herói da Rússia dos czares, para assim unirem a nação na luta pela sua ameaçada soberania.
Dói ver os feriados nacionais reduzidos a mero assunto económico. Tal como seria lamentável a família que, à conta da crise, desistisse de celebrar aniversários. A razão exige o contrário: precisamente por que há crise, mais necessário é unir a família nessas datas e que o país celebre, com moderação, as principais efemérides da sua história.
Talvez se pudessem vender, em hasta pública, o Mosteiro dos Jerónimos e a Torre dos Clérigos: não faltaria quem quisesse adquirir essas jóias nacionais, para embelezamento dos seus ranchos no Novo Mundo. É verdade que, como diz o provérbio, mais vale perder os anéis do que os dedos, mas estes anéis são os dedos da nossa história, são as mãos que a fizeram e a exaltaram em cantos heróicos.
Sem a sua alma – a nossa língua e a nossa história – Portugal fica reduzido ao défice, ao lixo das agências de rating, a apenas mais um povo ibérico, à cauda da Europa. Sem os seus feriados nacionais, civis e religiosos, o nosso país será como um velho desmemoriado que, por ter perdido a consciência, perdeu também a sua identidade.
Público, 2012-01-14
Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada – Debate Os feriados nacionais.

A Importância das outras Monarquias

Ao longo destes anos, tenho me interessado sempre, além da Monarquia Portuguesa com sua História e Legado, também em conhecer e divulgar as Monarquias de outras paragens do Mundo.

A razão fundamental que me tem levado a isso, é que, de facto, uma das várias maneiras de conquistarmos o interesse dos Cidadãos  Portugueses para esta questão, também é, mostrar o que verdadeiramente tem funcionado e bem, o que verdadeiramente se tem adaptado à actualidade, mantendo as suas tradições, nas quais os Povos se continuam a rever, e sobretudo, mostrar que mesmo com Monarquia há Democracia.

Ainda há dias fiz um apanho de vídeos sobre o Jubileu dos 40 anos de Reinado da Rainha Margarida II da Dinamarca, onde pode ser visto, que o Povo saíu à rua em pêso, não só celebrar a longevidade do reinado de sua Rainha, mas também fazer dessa celebração uma celebração inteiramente Nacional. São também os anos de duração de cada reinado que demonstram este valor fundamental da continuidade e da paz social garantidas pelas Monarquia e personificadas, neste caso concreto, na Rainha da Dinamarca.

Celebrar o que já foi, não significa que não se festeje também o que já se conseguiu até hoje e isto significa que com melhores condições se preparam os anos futuros.

Tanto dantes como agora, entendo fundamental dar a conhecer estes eventos e outros, para que os Portugueses que visitam este Blogue vejam este sentimento de pertença a uma Comunidade Nacional como um todo. Esses Povos têm orgulho na Instituição Monárquica porque ela representa a Herança do Povo legada pela História do Povo, ao Povo Presente e ao Povo Futuro.

É este sentimento de pertença a uma comunidade nacional que os Portugueses têm que restaurar, depois de, citando o Prof. Adelino Maltez “restaurar a república”, isto é, depois de criarmos todos juntos novas Instituições Políticas que nos dêem forças para encarar com confiança a Classe Política, os nossos Eleitos para exercerem funções de Serviço Público dentro da Moral e da Ética que tantas vezes é propalada mas na realidade, hoje tal não existe, simplesmente!

Pelo que, é importante se conhecer os outros sistemas Monárquicos, nomeadamente Europeus, para vermos como funcionam e um dia sabermos escolher com conhecimento de causa.

Proclamação da Rainha Margarida II

Foi assim, que a Rainha Margarida II ascendeu ao Trono da Dinamarca, através de uma Proclamação lida pelo Primeiro-ministro de então, na Varanda do Palácio Real ao Povo presente.

Foi assim, há 40 anos:

Aconselha-se vivamente a visita ao Site da Casa Real da Dinamarca

Real Jubileu na Dinamarca

Foi no passado dia 15 de Janeiro que Sua Majestade a Rainha Margarida II da Dinamarca celebrou o seu 40.º Aniversário da sua Ascensão ao Trono. Além da celebração junto de seu Povo, estiveram presentes em Copenhaga vários Reis, Rainhas e Príncipes e Chefes de Estado e de Governo de outros Países numa Recepção no Palácio Real.

Mais de 80% dos Dinamarqueses apoia a sua Monarquia pelo que, ao contrário de certas repúblicas, a Monarquia Dinamarquesa está bem longe de cair.

Aqui deixo alguns vídeos para celebrarmos também nesta plataforma, este Real Jubileu na Dinamarca:

Parabéns à Rainha por 40 anos de Reinado!

Parabéns à Dinamarca por ter uma Monarquia que tem demonstrado que vale a pena apostar!

Parabéns ao Povo Dinamarquês, porque sem ele, a própria Monarquia não seria possível.

Aqui se vê a ligação espectacular entre a Monarquia e a Nação. Aqui se vê, como funciona, e muito bem, esta fabulosa Democracia Real!

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