A propósito do Manifesto “Instaurar a Democracia, Restaurar a Monarquia”!
A onda de adesões ao Manifesto INSTAURAR A DEMOCRACIA, RESTAURAR A MONARQUIA é de tal ordem que se torna difícil proceder em tempo real à sua actualização. Ainda assim faremos às 21h00 uma actualização dos subcritores da mesma.
O Manifesto já se tornou viral em todas as redes sociais e tem lugar destacado na capa do Expresso e do Sol online, para além do i, do Público, da LUSA e de todos os outros órgãos de comunicação social nacionais.
Os pedidos de subscrição deven ser enviados por e-mail para restauraramonarquia@gmail.com, acompanhados de profissão e de número de telemóvel.
Obrigado.
104 anos depois do Regicídio. Lembrar Dom Carlos, Dom Luis Filipe e Dom Manuel II
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Pai Nosso
Que Estais nos Céus
Santificado seja o Vosso Nome
Venha a nós o Vosso Reino
Seja feita a Vossa Vontade
Assim na Terra como no Céu
O Pão nosso de cada dia Nos dai hoje
Perdoai-nos as nossas ofensas
Assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido
E não nos deixeis cair em tentação
Mas livrai-nos do mal.
Santa Maria
Rainha de Portugal
Rogai por nós Pecadores
Agora e Sempre
Amén
Requiem In Pace
Hoje é Dia de Luto e de um Virar da Página!
Hoje, é Dia de Luto, em que recordamos com pesar Sua Majestade o Rei Dom Carlos I e Sua Alteza Real o Príncipe Real Dom Luis Filipe, ambos assassinados, há precisamente 104 anos, no Terreiro do Paço por dois assassinos, considerados por certos republicanos mais convictos “mártires da liberdade”…
Hoje, é Dia de Luto em Memória desse Grande Rei e desse Promissor Príncipe Real.
E hoje, é o único dia, em que alguns irão recordar em São Vicente de Fora a Tragédia do Terreiro do Paço e rapidamente no dia seguinte se esquecerão do propósito da Missa e do seu Significado.
Vão se esquecer rapidamente que um ano tem 365 dias, e que ainda nos restam cerca de 330 dias até ao final deste ano, e que ainda há muito mais para fazer do que Missas – que Deus me perdoe, pois sou Católico – e Jantares – que Deus me perdoe também, pois também gosto de conviver. Mas isto não chega!
Não podemos continuar a desprezar a Memória dos Reis dos Heróis da nossa Pátria que lutaram por Portugal, da forma tão leviana que até enoja.
Não podemos continuar a desprezar o presente e o futuro de Portugal, como se a questão do regime já estivesse resolvida.
Não podemos continuar a desprezar todos aqueles que clamam por Justiça e por Esperança, e que são muitos!
Não podemos continuar a levar a ideia errada aos Portugueses, de que a Monarquia é um regime autoritário, que tem como apoiantes um bando de salazaristas, que continuam feitos com o sistema, seja ele qual for.
Precisamos de mudar! E precisamos de mudar, já!
Hoje é um dia de Virar a Página!
Hoje, surgiu na Imprensa e na Blogosfera um Manifesto que promete mostrar aos Portugueses que a maioria dos Monárquicos é Democrata, e que quer realmente fazer tudo para a mudança de regime em Portugal, com respeito pelo Passado Comum de todos os Portugueses, com sobretudo com enorme vontade em dar uma nova Esperança ao Povo Português.
Enquanto houver herdeiros do tal Lugar-Tenente que fez queixinhas ao Salazar em 1959 deitando por terra qualquer hipótese de mudança em Portugal, não iremos lá. Cabe aos Monárquicos Democrata marcarem o caminho de uma vez por todas. Cabe aos Monárquicos Democratas, que não aceitam mais viver em República, mostrarem ao Povo Português que há fortes motivos de esperança num futuro melhor!
Que podemos ser Monárquicos não importa a nossa cor política.
Que podemos ser Monárquicos não importa a nossa religião.
Que podemos ser Monárquicos não importa a nossa orientação sexual.
Que podemos ser Monárquicos não importa a nossa raça.
Que podemos ser Monárquicos não importa a nossa origem social.
Que podemos ser Monárquicos, não importa a nossa forma de vestir e de como nos apresentamos em público.
Podemos ser Monárquicos tal como somos Portugueses de várias origens!
Podemos ser Monárquicos e Democratas.
Podemos ser Monárquicos e de Esquerda ou de Direita.
A Monarquia não exclui ninguém!
Infelizmente não se poderá dizer o mesmo de alguns pseudo-monárquicos que tragicamente confundem a luta monárquica com a cor do seu partido e excluem escandalosamente eventuais aderentes por terem uma cor política diferente da sua!Felizmente, são uma minoria que está em vias de extinção!
Nós, Monárquicos Democratas, não vamos pelo conflito. Vamos pela mudança. É a república que vamos depôr. É Dom Duarte de Bragança que faremos como Sucessor de Cavaco Silva, na qualidade de Rei de Portugal, Rei dos Portugueses.
A Monarquia é o Projecto Democracia Real que queremos implementar para o futuro!
Em Memória de Dom Carlos I
Em Memória de Dom Luis Filipe!
Por Dom Duarte III, Rei de Portugal! 
O luto não está na estética. O luto está no Coração. Mas monarquicamente falando, o luto, tem como principal objectivo lembrar que temos um País para resgatar! Lutar pela Monarquia é algo que transcende qualquer interesse pessoal. Luta pela Monarquia é lutar por Portugal. É bom recordar quem morreu pela Pátria. É bom recordar o Exemplo da nossa Infanta Centenária, Dona Maria Adelaide. Que Grandes Exemplos! Andam meia dúzia preocupados com o fato que têm que vestir para aperecer bem na fotografia, a dizerem mal de quem faz, quando não são capazes nem de serem humildes nem de fazer nada a sério, marcando a Agenda Política de uma vez por todas! VIVA O REI! VIVA PORTUGAL!
PORTUGUESES!
ACLAMEMOS HOJE E SEMPRE, DOM DUARTE DE BRAGANÇA, REI DE PORTUGAL!
VIVA O REI!
VIVA PORTUGAL!
MANIFESTO: INSTAURAR A DEMOCRACIA, RESTAURAR A MONARQUIA
Vivemos dias dificeis. Todos o sabemos. Mas isso não serve nem chega. Se a resignação é inútil, a indignação sem objectivo não é um valor em si. É tempo de fazer. É tempo de escolher como fazer.
Fazer o diagnóstico das nossas fraquezas é fácil e não é mais do que reiterar o óbvio ululante. Dar uma esperança real é o mais dificil: perante o preocupante enfraquecer das estruturas democráticas; a visível delapidação dos valores morais na política; o estado caótico da nossa justiça e a sua aparente dependência das mais diversas forças de influência; e finalmente (e provavelmente o mais importante) uma ameaça de perda de soberania – os portugueses não têm razões para confiar no seu futuro.
Nós, cidadãos portugueses, com as mesmas preocupações com que todos vivemos, queremos dizer: há alternativa. Há soluções que contêm valores. É isso que nos une. É isso que nos move. É isso que propomos.
Perante um regime em liberdade mas em que a verdadeira democracia está ausente, torna-se urgente uma chefia de Estado independente e supra-partidária. Isto só pode ser garantido, zelado e velado por um chefe de Estado eleito pela história. Alguém que, ao olhar para trás, perceba as pegadas históricas e que nos diga de onde viemos. Alguém que, ao olhar para a frente, veja uma continuidade e não uma ruptura episódica, ditada por interesses partidários presos apenas ao espírito do tempo. Alguém que una e não exclua. Um Chefe de Estado que esteja ao serviço da Nação e que não se sirva dela. Portugal precisa de uma Monarquia. Portugal precisa de um Rei.
Nós, democratas de sempre, apelamos a uma séria discussão em torno da nossa chefia de Estado. Apelamos a que exista uma mobilização da sociedade civil em torno do debate sobre o regime que, há uma centena de anos, foi imposto ao nosso povo pela lei das armas e precedido de um grave homicídio, que nunca foi julgado. Democratas de sempre, não aceitamos que uma chefia de Estado se legitime na espuma de dogmas passados e vontades impostas, em que ao povo português continue a ser negada a possibilidade de escolher um futuro possível e digno. A razão democrática e a justiça histórica abona a favor dos nossos príncipios. Da nossa verdade.
Acreditamos que o Senhor D. Duarte de Bragança – único e legítimo pretendente ao trono português – poderá dignificar a chefia de Estado portuguesa. Pela história que representa e que nos une. Pela liberdade que garante a ausência total de facturas a qualquer eleitorado ou clientela.
Nós, mulheres e homens livres, empenhados cidadãos portugueses, das mais diversas tendências políticas e partidárias, com os mais diversos credos religiosos, decidimos dar mais este passo para que esta esperança se realize. Acreditar que temos uma agenda ideológica seria negar a independência que nos junta em torno de uma chefia de Estado. Que nos une pela diversidade e não pela opinião política. A política é uma coisa, o Rei é outra. Esta é a questão.
Portugal só poderá ser universal se as instituições mantiverem a credibilidade histórica.
Nós, monárquicos, portugueses e democratas de sempre não desistimos de Portugal.
Assinam:
Gonçalo Ribeiro Telles
Abel Silva Mota (advogado)
Aline Gallasch-Hall (docente universitária)
Ana Firmo Ferreira (publicitária)
António Pinto Coelho (empresário)
Filipe Ribeiro de Meneses (historiador)
João Gomes de Almeida (publicitário)
Ivan Roque Duarte (jurista)
Luís Coimbra (engenheiro)
Maria João Quintans (paleógrafa)
Miguel Esteves Cardoso (escritor e cronista)
Nuno Miguel Guedes (jornalista)
Paulo Tavares Cadete (gestor)
Pedro Ayres Magalhães (músico)
Pedro Ferreira da Costa (publicitário)
Pedro Policarpo (economista)
Pedro Quartin Graça (professor universitário)
Ricardo Gomes da Silva (empresário)
E-mail: restauraramonarquia@gmail.com
Fonte: Estado Sentido
Minha nota pessoal:
Obviamente que apoio. Sem margem para dúvidas! Já é tempo de surgirem pessoas que fazem realmente qualquer coisa de jeito em prol da Restauração da Monarquia em Portugal.







