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Agradecimentos

Quero agradecer a todos os 933 seguidores do Blogue Real Portugal pela vossa preferência. Espero que continuem a gostar e a seguir este Blogue e permitam-me também convidar-vos de ora a diante a deixarem os vossos comentários ou até mesmo sugestões.

I want to thank all of the 933 followers of the Blog Real Portugal for your preference. I hope that you will always like and follow this blog and allow me to invite you to, from now on, to live your comments or even your suggestions.

Je tiens a remercier à tous les 933 suiveurs du Blog Real Portugal pour votre préference. J’espère que vous continuerez a  aimer et suivre ce blog et permettez-moi de vous invitez, a partir d’aujourd´hui a laisser des commentaires ou même des sugestions.

David Garcia.

E esta hein?!

Lembram-se disto?

Só esta parte, em que se vê os republicanos todos empinados a votarem não ao voto de pesar pelos 100 anos do Regicídio, é de um nojo brutal. Fazer um voto de pesar por um Chefe de Estado como o Rei Dom Carlos I não fizeram, mas já tiveram que fazer pelo Álvaro Cunhal que nem Chefe de Estado foi! A leitura que faço sobre isto é que aplaudem actos terroristas, como foi o regicídio, aceitam mais facilmente um regime autoritário como o Comunismo, do que a Monarquia Constitucional que era um regime liberal/democrático! E esta hein?

Nota: e em relação à petição que é falada “Terrorismo não deve ter honras de Estado”, devo dizer que tive muita honra em ser o primeiro signatário, e voltaria a fazê-lo se fosse necessário. Clique aqui para ver a petição e os nomes!

Artigo 288.º b) da Constituição da República Portuguesa

Este artigo da Constituição da República Portuguesa, aprovada em 1976, está inserido nos Limites Materiais de Revisão Constitucional.

Pelo que primeiro convém definir “Limite Material de Revisão Constitucional”: Tratam-se de princípios que basicamente a serem removidos ou alterados implicariam uma mudança de Constituição ou quanto muito, conforme a rigidez desses mesmos princípios levariam a uma ruptura Constitucional.

Pegando na Constituição da República Portuguesa, podemos ler o seguinte:

“Artigo 288.º – As leis de revisão constitucional terão que respeitar:

a)…,

b) a forma republicana de governo,

c)…”

Antes de avançar, convém explicar o que aqui está em discussão: A Constituição da República Portuguesa tem como limite material, uma “petrificação” do regime político, isto é, cria uma auto-defesa, para bem e para o mal, que impede o povo português, na sua globalidade, se o entender, de optar pela via referendária, pela Monarquia.

O quê que se poderia fazer para alterar esta situação?

O que é fundamental e, a meu ver a única forma de mudar de regime político, pela via democrática, é em primeiro lugar entregar na Assembleia da República uma petição com um bom número de assinaturas, um número com peso que de facto obrigasse os deputados a reflectirem seriamente sobre o que uma parte da sociedade pretende. Depois passa pelos trâmites normais, desde discussão entre os peticionários e os representantes dos partidos com representação parlamentar, depois avança-se, naturalmente para uma Comissão de Revisão Constitucional e só depois se se conseguir efectivamente o número de votos favoráveis na Comissão, passa para discussão no plenário da Assembleia.

Para alterar a redacção deste Artigo Constitucional é preciso uma maioria parlamentar de 2/3 favoráveis. Mas, tratando-se de um limite material de revisão constitucional há um duplo processo:

1. remover a “forma republicana de governo”;

2. substituir pela “forma democrática de governo”.

É a chamada “dupla revisão Constitucional”. Significando isto que conseguindo a aprovação da nova redacção, o Povo Português poderia a qualquer momento, exigir a convocação de um Referendo sobre o regime político, salvaguardando sempre a “forma democrática de governo”, isto é, com a nova redacção todo o tipo de regimes autoritários estariam fora de questão!

Ao longo do historial da actual Constituição, a maioria dos deputados, nomeadamente a favor do status quo pensam logo que a intenção primeira é a Restauração da Monarquia em Portugal e por isso, muitos não só demonstram enormes preconceitos, como insistem em manter tudo como está para o bem da República.

A verdade seja dita, não perceberam nada!

Os regimes autoritários tanto podem surgir tendo como pano de fundo regimes republicanos, como monárquicos e ao pretendermos instituir, enquanto limite material de revisão constitucional a “forma democrática de governo”, estamos a querer aprofundar a Democracia Participativa e Universal a todos os Portugueses.

Os Deputados da Assembleia da República não se podem esquecer, que quem os colocou nessa condição, foram os eleitores, foram os Portugueses. Os Deputados da Assembleia da República representam a vontade expressa em eleições, pelos eleitores e por isso mesmo, têm que além de se darem ao respeito, respeitarem quem representam, isto é, não foram eleitos para terem preconceitos, não foram eleitos, para dizerem não a um direito que deve ser considerado universal, que é o facto de um Povo dever ter o direito de poder optar por uma Monarquia Democrática, se for esse o seu desejo.

E se for esse o desejo do Povo Português, quem são os Deputados para tal o impedirem?

Com que direito se rogam de impedir “para todo o sempre” o pronunciamento democrático quanto ao direito de referendar um sistema que pode e está, vamos ser honestos, a perder diariamente a sua credibilidade?

Com que direito vêm falar em relação à Monarquia de “um privilégio de uma família”, quando roubam um direito fundamental de um povo de poder escolher um outro regime democrático?

A questão Monarquia ou República, no acto de dupla revisão constitucional nem sequer se deveria colocar, dado que a intenção primária é, apenas e só, aprofundar e garantir a Democracia Participativa, e a sua “Forma Democrática de Governo”, enquanto limite material de revisão constitucional, garantindo, isso sim, para todo o sempre a Democracia, o regime Democrático em toda a sua plenitude!

Se o Povo Português, mais tarde, quiser ter uma Monarquia, isso é um direito que deve caber única e exclusivamente a ele e a mais ninguém e para isso existe o Referendo. E se a Monarquia ganhar, pois que ganhe e que tal facto seja aceite democraticamente e aí os Deputados terão que assumir a vitória da Monarquia sobre a República, se tal vier realmente a surgir.

Agora, manter tudo como está, será talvez a mesma coisa que manter como limite material de revisão constitucional algo como “As leis de revisão constitucional deverão respeitar …b) a forma hipócrita republicana de governo” – sim, porque isto, trata-se de uma enorme hipocrisia, porque ou se vive realmente num sistema democrático universal, livre e justo, ou então existem cidadãos de primeira e cidadãos de segunda e não creio, sinceramente, que tenha sido esse o objectivo da Revolução do 25 de Abril de 1974.

Eu, enquanto cidadão monárquico, assim como muitos outros que conheço e não só, queremos ter o direito a fazer ouvir a nossa voz, porque ninguém nos calará até sermos cidadãos iguais aos republicanos, nesta questão!

Porque o que sempre uniu os Portugueses foi a Liberdade e a Democracia.

Porque o que sempre dividiu os Portugueses foi a hipocrisia de uns sobre os outros e isto não pode ser admissível!

Realeza Helénica

O vídeo seguinte foi filmado em 2010, mas não deixa de ser de interesse verificar que o Povo Grego não se esquece do seu Rei Constantino II e é bom não esquecer que o período correspondente ao reinado deste, a Grécia viveu anos de prosperidade!

Mas é caso para dizer: Viva o Rei!

Ou como em grego se diz: Ζήτω ο Βασιλιάς!

O primeiro grande debate “Monarquia vs República”

Este debate ocorreu no dia 10 de Março de 2008 e convido todos os interessados a reverem e a tirarem notas sobre o que esteve bem, mas também o que podia ter sido melhor, e o que não foi dito. Trata-se, assim, de um excelente treino para os combates do futuro.

Parte 01: http://www.youtube.com/watch?v=0kyQwD1nNzk
Parte 02: http://www.youtube.com/watch?v=Oz8gyOmaha8
Parte 03: http://www.youtube.com/watch?v=di2wP7tlnjU
Parte 04: http://www.youtube.com/watch?v=97Jgshe8zRo
Parte 05: http://www.youtube.com/watch?v=OcvO4p0eDr8
Parte 06: http://www.youtube.com/watch?v=P7Vu2ApWL6Y
Parte 07: http://www.youtube.com/watch?v=U2h64ynO9Ko
Parte 08: http://www.youtube.com/watch?v=PCOQ-f8qnB0
Parte 09: http://www.youtube.com/watch?v=I4kmU5rQ5is
Parte 10: http://www.youtube.com/watch?v=qZ25KAIpnWk
Parte 11: http://www.youtube.com/watch?v=uEcsaSNRCtI
Parte 12: http://www.youtube.com/watch?v=QRrhOxJOvFM
Parte 13: http://www.youtube.com/watch?v=c1I6J7__C1Y
Parte 14: http://www.youtube.com/watch?v=YMJKziyuyuM
Parte 15: http://www.youtube.com/watch?v=NNYQtXuy46w
Parte 16: http://www.youtube.com/watch?v=RqLMfVKqDOc
Parte 17: http://www.youtube.com/watch?v=yo5TrkfV45k
Parte 18: http://www.youtube.com/watch?v=K0GnLlcr7CM

Parte 19: http://www.youtube.com/watch?v=ZZCEeuvLywI

Nota pessoal:

A luta pelo direito ao referendo sobre o regime político, é um direito que deve caber a todos os Cidadãos Portugueses. Nesta questão, não se devem dividir os Portugueses. Trata-se de um direito universal que nenhuma classe política verdadeiramente democrática pode se rogar ao direito de manter para todo o sempre a “forma republicana de governo”, enquanto limite material de revisão constitucional. A verdade é que havendo um regime em vigor, seja em que País for, que comece a perder cada vez mais credibilidade junto da opinião pública, isso deve dar a esta o direito de não só ter uma opinião própria como ser a favor de uma Monarquia, como também, deve ter o direito de em local próprio afirmar a sua posição, em sede de Referendo Democrático.

Referendar a República, não é referendar os valores democráticos. Referendar a República e por como alternativa a Monarquia, é sempre com base nos valores democráticos partilhados, tanto pelo lado republicano, como pelo lado monárquico.

É bom recordar que durante a Monarquia Constitucional o Partido Republicano concorria livremente às eleições e até conseguiu a Câmara de Lisboa!

É bom recordar que a queda da Monarquia começou com o Regicídio no Terreiro do Paço que vitimou o Rei Dom Carlos e o Príncipe Real Dom Luís Filipe.

É bom recordar que a proclamação da República foi feita através de um acto violento e que nem a própria Constituição de 1911 foi referendada!

É bom recordar que a I República teve 45 Governos, vários atentados políticos, e já para não falar em censura, tortura e perseguições políticas.

É bom recordar que tal tradição se manteve com a II República, uma Ditadura de 48 anos, que muitos iluminados republicanos democráticos se recusam a reconhecer este regime de republicano! Certamente monárquico não o foi!

É bom recordar todos os Monárquicos que lutaram pela Liberdade do Povo Português e pelo direito ao pronunciamento democrático sobre esta matéria. Recordo aqui Henrique de Paiva Couceiro, que durante as suas Incursões, mesmo sendo Monárquico, teve sempre como primeira intenção referendar o regime para saber se era realmente a vontade dos Portugueses uma mudança de regime.

É bom recordar toda a oposição democrática Monárquica à II República, que lutou para que em Portugal houvesse um verdadeiro sistema democrático e livre!

É bom recordar o papel extremamente importante dos Monárquicos na construção das bases da Democracia, seja na Assembleia Constituinte de 1975-76, como nas diversas Revisões Constitucionais, na luta pelo direito ao Referendo e à substituição da “forma republicana de governo” pela “forma democrática de governo”, enquanto limite material de revisão constitucional, para permitir aos Portugueses de terem opções quanto ao seu futuro, se tal viesse a ser necessário.

E não há dúvidas nenhumas que hoje, mais do que ontem, é necessário resolver esta situação de vez!

O Povo Português, estando o actual regime republicano em estado de decadência progressiva, e quanto a mim, irreversível, deve ter o direito de se poder pronunciar em referendo sobre a continuidade da República ou a Restauração da Monarquia, antes que a República se auto-regenere numa IV República por votação parlamentar!

Como se prepara uma mudança

Tenho estado aqui a pensar em algo que pode ser útil, pode ser prático, pode fazer sentido, pode ajudar na mudança que todos ambicionamos. Trata-se de pôr em prática, com pequenos gestos, muito úteis, a nossa militância Monárquica.

Como?

Desde usando autocolantes nos nossos carros;

Usando Pins nos nossos casacos;

Se estiver a chover, usar um chapéu de chuva;

ou usar um “panamá”;

Etc.

Estes artigos estão à venda no site da Real Associação de Lisboa e ao comprá-los estará a ajudar esta organização a ter fundos para poder contribuir sempre mais e melhor para o Movimento Monárquico.

Agora:

É sabido, que há quem tenha receio de diversas situações, desde insultos, despedimento no emprego, etc. Sim, são situações bem reais, mas fora do ambiente de trabalho, no restante dia-a-dia, nada nem ninguém nos deve impedir de sermos o que verdadeiramente somos: Cidadãos Livres, e por isso com todo o direito de sermos Monárquicos.

Quantos mais formos a usar estes instrumentos de propaganda, estaremos não só a propagandear o nosso ideal de regime, mas também e sobretudo a protestar contra a existência do actual regime.

São pequenos gestos que fazem toda a diferença e que não custam nada fazer.

Claro que, há sempre o risco de alguém nos perguntar “mas porquê que é Monárquico?” ou até “onde posso arranjar algo desse género?”, ou mesmo alguém que queira debater no transporte público o regime. E sobretudo para este último caso, é fundamental criar “massa crítica” nos Monárquicos. Não basta se dizer que se é Monárquico porque é bonito termos um Rei e uma Família Real. Este é um argumento ridículo, bacoco e francamente pouco politico. É fundamental saber defender a Monarquia Parlamentar e Democrática com conhecimento de causa. Um Monárquico Militante tem que ler muito sobre o que é hoje uma Monarquia para poder explicar. É que a Monarquia não é só o facto de se ter um Rei na Chefia do Estado. Uma mudança para a Monarquia implica várias mudanças, nomeadamente Constitucionais. Não se trata apenas de defender uma Figura na Chefia do Estado, trata-se de defender um Regime Político com determinadas características.

É por isso que eu apelo à Causa Real e às Reais Associações para fomentarem esta “massa crítica”. Formarem Monárquicos. Jovens, Adultos, de todas as idades, porque uma ideia errada sobre Monarquia a ser transmitida, sem querer, pode ser danoso para a Causa. Temos que transmitir a Mensagem Certa, com rigor, com honestidade, sem demagogias ou argumentos fáceis.

E aos poucos, nestes processo que é lento, mas a velocidade só dependerá de nós, iremos nos preparando para a Mudança e chegaremos a um ponto que estaremos prontos para as horas decisivas!

A todos os Fãs da Página deste Blogue no Facebook e de outras Redes Sociais

Tem sido, desde a primeira hora, o grande objectivo da presente página do Blogue Real Portugal -http://realportugal.wordpress.com/ - divulgar a importância da Instituição Monárquica na Democracia Contemporânea. Para isso, tem-se abordado, com regular frequência, notícias, reportagens, textos de interesse para todos, incluindo até, de natureza Histórica e Cultural.
A Monarquia não é apenas uma questão política. É também uma questão de valores. Não é apenas um regime político com um Rei à cabeça. É a continuação da História fundada pelos antepassados do nosso Rei e os nossos antepassados portugueses que nasceram, viveram e morreram nesta ou por esta Terra de nome Portugal!
Ao pensarmos na Restauração da Monarquia em Portugal temos que entender que não se pode defender uma Instituição com tanta importância, sem nos apercebermos dos seus Valores, do seu Real Significado, das suas Vantagens, mais do que Patrióticas, Culturais, Económicas, até Psicológicas – pois reforça a auto-estima do Povo, dando-lhe ânimo para ultrapassar as dificuldades da vida.
Quando se defende uma Instituição como a Monarquia, não é apenas porque é “bonito”, esta página foi criada, também para fomentar “massa crítica”, formar, informar, preparar todos os interessados para defenderem em condições, e com conhecimento de causa, a Monarquia para o futuro de Portugal.
É nosso dever, é nossa obrigação sabermos estar preparados, para informar os nossos familiares, os nossos colegas, os nossos amigos, e cônjuges das Vantagens da Instituição Real.
Temos o dever, temos a obrigação de ajudarmos voluntariamente a Causa Real – Movimento Político Oficial que defende a Restauração da Monarquia em Portugal!
Temos o dever de nos juntarmos às Reais Associações – que são representações locais da Causa Real – para ajudarmos o movimento a crescer e a ter condições para divulgar e promover a Restauração da Monarquia no nosso Portugal.
Não basta, nunca basta, todo o trabalho feito nas Redes Sociais, se o essencial estiver por ser feito.
Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte tem apelado há já vários anos para que todos os Monárquicos se associem à sua Real Associação local. É aí, e só aí, que os Monárquicos se devem Unir, trabalhar em conjunto e preparar a mudança tão fundamental para os Portugueses.
É no trabalho voluntário, desinteressado, em nome de algo maior que é o futuro das próximas gerações, que temos todos o dever de nos unirmos e ajudar a Causa Real a crescer.
Esta Página, o Blogue, e o Canal no Youtube existem para ajudar a Causa Real a divulgar, DIVULGAR, a Ideia Monárquica Democrática para os Portugueses.
Estamos a crescer, estamos a ganhar força. Mas ainda não chega.
Falta algo muito importante: o Vosso Entusiasmo. Sem esperar nada em troca, apenas que se consiga dar um futuro diferente do que o que a República está a preparar para os Portugueses.
Todos juntos, venceremos.
Com Lealdade a Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, e à Família Real Portuguesa.
Com Lealdade à Causa Real.
Por Portugal. Sempre por Portugal.

VIVA O REI, VIVA A RAINHA
VIVA A FAMÍLIA REAL
VIVA A CASA DE BRAGANÇA
VIVA O REI DE PORTUGAL
É AVANTE, PORTUGUESES
É AVANTE SEM TEMER
PELA PÁTRIA LUSITANA
TRIUNFAR OU PERECER
TRIUNFAR OU PERECER!

VIVA O REI!

Muito obrigado,
David Garcia.

Jubileu de Diamante no Reino Unido e na Commonwealth

Continuo a seguir com bastante entusiasmo o Jubileu de Diamante de Sua Majestade a Rainha Isabel II.

Recordar esta ligação fundamental entre a Coroa e o Parlamento:

Semanário da Vida Económica também descobriu como é cara a República

 
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Orçamento da Presidência da República é quase o dobro da Casa Real de Espanha
Presidência de Cavaco Silva tem sido a mais cara
A despesa da Presidência da República tem sido muito elevada para a dimensão e nível de rendimento dos portugueses. Este ano, a Presidência da República Portuguesa apresenta um custo de funcionamento superior a 15 milhões de euros, ou seja, quase o dobro da Casa Real de Espanha, um país muito maior e com um nível de rendimento superior. No nosso país cerca de 10 milhões de euros vão para despesas com o pessoal, metade do qual é gasto em remunerações fixas com funcionários públicos e pessoal dos gabinetes da PR e secretaria-geral.
Cavaco Silva revela ser um presidente com um nível de despesa superior ao seu antecessor, Jorge Sampaio.
Nos últimos sete anos, a Presidência de Cavaco Silva apresenta um orçamento de funcionamento médio anual superior a 16,3 milhões de euros. As despesas da Presidência da República representam praticamente o dobro do Orçamento da Casa Real de Espanha (que é de apenas 8,4 milhões de euros) e que inclui o rendimento atribuído pelo Estado espanhol a vários membros da família real.
Os gastos com o pessoal consomem atualmente 69,6% da verba inscrita no OE2012 para a Presidência da República Portuguesa. Na Casa Real espanhola, esse peso não vai além de 47,9%.
Cavaco Silva sempre tem tido um nível de despesa muito acima do seu antecessor. Jorge Sampaio. O anterior Presidente da República (entre março de 1996 e março de 2006) teve um orçamento médio anual de 12,1 milhões de euros, gastando em média menos quatro milhões de euros por ano do que o atual Presidente.


Despesas cresceram 2,5 milhões no primeiro ano de Cavaco
Em 2010, o Orçamento da Presidência da República atingiu o pico de 17,4 milhões de euros, um valor muito acima dos máximos anuais (em 2001 e 2005) atingidos durante os 10 anos de Presidência de Jorge Sampaio.
Comparando o ano de 2005 (último ano completo do Jorge Sampaio) com 2007 (primeiro ano completo do Cavaco) as despesas de funcionamento da Presidência da República subiram logo 2,53 milhões de euros, com Jorge Sampaio a gastar um total de 13 325 000 euros e Cavaco Silva 15 824 500 de euros.
Não se considerou o ano de 2006 por ser um ano de transição. O orçamento do PR foi feito antes da eleição e Jorge Sampaio esteve em funções até março desse ano.
As subidas mais significativas entre e 2005 e 2007 estão no Pessoal dos Quadros (+ J688 766, ou seja, uma subida de 23% com mais pessoas e remunerações mais altas, e nas despesas com comunicações) + J236 359, um acréscimo superior a 80%).
Em refeições confecionadas e géneros alimentares foi atingido um recorde de 178 mil euros, ou seja, uma subida de quase 60% face à despesa gerada por Jorge Sampaio nesta rubrica, o que permite supor que com Cavaco Silva a alimentação se tornou mais abundante e de melhor qualidade. Em limpeza e higiene a diferença entre o último ano de Sampaio e o primeiro ano do atual Presidente foi de 45,6%, subindo para 131 mi euros. As despesas com conservação também registaram um aumento acima dos 50% para quase 500 mil euros. Estas diferenças podem ter origem numa contratação mais cara dos serviços ou numa melhoria significativa do nível de limpeza e manutenção do Palácio de Belém.
Outra das rubricas de despesa em evidência é a das gratificações, com um total de 385 mil euros, também muito acima dos valores de Sampaio.
Em 2012, provavelmente decorrente do momento de austeridade económica que Portugal atravessa e da aplicação do princípio segundo o qual o país não pode viver acima das possibilidades, o Orçamento da Presidência da República é o mais contido dos últimos sete anos. Ainda assim, as despesas de funcionamento ultrapassam os gastos de 2005 em algumas das rubricas atrás apontadas: “Pessoal dos Quadros – Regime de Função Pública” + J489 237, “Comunicações” + J120 590″, “Gratificações” + J42 031 e “Representação” + J111 104.


Despesas fixas com pessoal da “Cultura” triplicam
Em 2006, ano de transição de mandato, o Orçamento da PR passou a contemplar gastos de funcionamento administrativos com o pessoal, serviços e bens afetos à “Cultura”, nomeadamente com o Património Histórico e Cultural Móvel.
Estas despesas, atingiram os 1 315 354 euros e, em 2007, os 1 579 860 euros. Ou seja, aumentaram 264 506 euros no primeiro ano de mandato completo de Cavaco Silva.
Em 2007, as remunerações com o pessoal dos quadros da função pública foram 70 199 euros e as remunerações com contratados a prazo 141 542 euros (o dobro), e tarefeiros e em regime de avença 215 944 euros (o triplo).
Em 2008, suprimiram-se os contratados a prazo, aumentando para mais do dobro os tarefeiros e avençados. A operação de “limpeza” revelou-se uma estratégia errada, já que a Presidência da República foi obrigada a corrigir a situação logo no ano seguinte, sendo obrigada a readmitir de novo os funcionários dispensados.
Em 2010, as remunerações com contratados ascendeu a 259 273 euros e com o pessoal fixo a 345 421 euros. Tendo estes números, conclui-se que cerca de metade dos tarefeiros passaram para o quadro fixo de pessoal da função pública e a outra metade incorporada no regime do contrato a termo.
Em 2011, foi feito um esforço de contenção, já que as remunerações se fixaram em 282 666 euros para os quadros e 187 093 euros para os contratados a prazo.
Em 2012, as despesas de pessoal afeto aos “Serviços Culturais, Recreativos e Religiosos – Cultura” ascende a 1 019 001 euros, dos quais 199 120 euros com remuneração dos quadros da função pública e 240 859 euros do pessoal contratado a termo.
Casa Real de Espanha tem custos mais baixos para os contribuintes
Em Espanha, o Rei gosta de caçar elefantes em África, mas gera custos mais baixos aos contribuintes espanhóis, com um orçamento e um nível de despesa muito inferior ao da Presidência da República em Portugal.
Em 2011, o valor fixado pelo Orçamento de Estado espanhol para a Casa do Rei ascende a 8 434 280 euros. Deste montante, o Rei recebe uma dotação de 292 752 euros, que inclui os gastos de representação. O Príncipe das Astúrias, recebe, por sua vez, metade deste valor (146 375 euros). A Rainha, a Princesa das Astúrias e as Infantas Dona Elena e Dona Cristina não têm verba fixa, apenas se lhes atribuiu gastos de representação em proporção e valor variável em cada ano. O conjunto desta rubrica, em 2001, não ultrapassou os 375 mil euros.
Todos os membros da Família Real estão obrigados a pagamento de todos os impostos e efetuam as respetivas retenções fiscais.
O conjunto da dotação e gastos da Família Real ronda os 9,6% do Orçamento da Casa do Rei.
O capítulo maior dos gastos vai para despesas com o pessoal, que representa 47,9% do total. A rubrica “Gastos correntes em bens e serviços” ascende a 38,8%.
A Casa do Rei elabora as suas contas sob critérios de austeridade, eficácia e complementaridade com os serviços prestados por outros departamentos da Administração Pública, tendo critérios equivalentes quanto ao pessoal direto, aplicando incrementos, reduções e congelamento salarial em momentos determinados e com carácter geral.

The Case for Monarchy: Portugal

In few other cases can the argument for monarchy be better made than in Portugal and the only argument needed is the historical argument. As a kingdom, Portugal was once the envy of Europe, the little country on the edge of the continent that was on the cutting edge of progress and innovation. As a republic, Portugal has known tumult, in-fighting and gained notice only for being one of the most poor European nations. Even when that trend started to be reversed, it was based on borrowed prosperity and has led to Portugal being known as a debtor country. The contrast could not be more stark. Of course, the history of the Kingdom of Portugal was not one of uninterrupted success. There were certainly low periods. However, under the monarchy the Portuguese showed what they were truly capable of and they achieved truly awesome heights of prestige and prosperity. Under the republic, the low periods have remained but the successes of the monarchy have never even come close to being matched to say nothing of being surpassed.

Portugal was born and came into being as a monarchy. The Portuguese kings led their people in the struggle against Islamic domination, creating their own independent country and then leading it to further success on the world stage. The Kingdom of Portugal was a center of science and learning, Portuguese explorers in the employ of the King blazed a trail that the other nations of western Europe would follow. They built the first global maritime empire, and one based on commerce and industry rather than conquering vast territories and subjugating populations. They carried the Portuguese language and the light of Christianity to the jungles of Brazil, the farthest, untouched corners of Africa, the subcontinent of India and the islands and great civilizations of the Far East. The Kingdom of Portugal introduced Europe to the world and established business contacts and trade routes that made Portugal the most prosperous country in Christendom and yet also maintained their reputation as one of the most faithful and devoutly religious.

Ask anyone to name the greatest figures of Portuguese history and they will most likely come up with names like King Manuel I, Henry the Navigator or any of the number of great explorers from the golden age of Portuguese history. In short, they will name people from the era of the Kingdom of Portugal. Ask them to name some great or even significant Portuguese figure from the era of the republics and you will be answered with deafening silence. It is not to say that no one from Portugal has done anything significant since then, but that is one of the things that comes with the loss of monarchy. Everything seems altogether more ordinary and mundane compared to countries that are part of the club of royalty. For instance, more people know about Catherine of Braganza, the Portuguese Queen consort of Great Britain, wife of King Charles II, who brought part of India as her dowry and who introduced the custom of drinking tea to England than any of the “first ladies” of even any Portuguese republican official to say nothing of foreign leaders. Even when the Kingdom of Portugal had fallen on hard times in the years prior to the revolution, Portugal was still a country that mattered to the other great powers of Europe because it was a royal country, worthy of consideration for marriage alliances because of their lofty rank. Since the republic, Portugal has been largely ignored on the world stage until recently when her mountainous debts have threatened to cause economic hardship for others.

The kingdom may have had its problems at certain points but the leadership of the republic have set new depths to which the standards of corruption, dishonesty and graft have sunk to. In any debate about the Portuguese monarchy and its overthrow, mention will usually be made of the country going bankrupt (twice) during the reign of King Carlos I, the last Portuguese monarch but one. Yet, this was not necessarily an entirely bad thing as modern events should prove. The current government in Portugal should have gone bankrupt long ago, on multiple occasions, but because the politicians who have been breaking the country are able to hide behind the veil of democratic republicanism, their crimes went unnoticed. They artificially kept the country floating on borrowed money, turning Portugal into a debtor nation when a bankruptcy or two when it should have happened might have shocked the public back to their senses and encouraged them to throw out the current lot and install someone better, perhaps even an altogether better system such as a constitutional monarchy in which the King would be available to keep a reviewing eye on the political class who have been juggling the books.

It is truly heartbreaking to see the state of Portugal today. Heartbreaking because it was not necessary, it was avoidable and because a simple look at any history book in the world will show that Portugal is a better country than this and the Portuguese are better people than this. Alleviating the problems in Portugal today should be a very simple matter of checking the historical record. Portugal was once prosperous, vastly wealthy even, with a population known for their hard work, ingenuity and abundance of faith rather than their abundance of debts. All one need do is take a look at the historical record, see when Portugal was at her best and then simply do what they did back then (with some modifications to suit modern times of course). If reform is to start at the top, the first change that should be made is in the highest level of national leadership. If Portugal was greatest when she was a monarchy then she should be a monarchy again. It would not solve every problem instantly of course, but a restored King of Portugal could provide the sort of moral leadership Portugal needs so that the people can be inspired again, united and motivated to help each other and, as in the old days, find new ways to grow and prosper. Only a figure like a monarch could lead such a movement, lead Portugal in restoring her faith, her pride and her pursuit of excellence. And that is why the Portuguese monarchy should be restored in quick order.

Fonte: Mad Monarchist

Nota: o texto original tem no topo a Bandeira republicana, que recuso totalmente em colocar aqui, preferindo colocar a Bandeira da Monarquia Constitucional.

O Senhor Dom Duarte na OVIBEJA 2012

Reportagem em vídeo da visita de S.A.R. o Senhor Duque de Bragança à 29.ª OVIBEJA, no dia 29 de Abril de 2012, acompanhado por Dr. Luís Lavradio, Presidente da Causa Real.
Publicado por Joana Dias Pereira em Netcafé Monarquia Moderna

Acção no exílio de D. Manuel II “foi maldosamente escondida”

O historiador Fernando Amaro Monteiro afirmou que a acção no exílio do rei D. Manuel II, falecido há 80 anos, “foi maldosamente escondida”, quando até contribuiu para o reconhecimento do Governo republicano pelo Reino Unido.

Fernando Amaro Monteiro falava à Lusa a propósito da apresentação da obra “D. Manuel II e D. Amélia. Cartas inéditas do exílio”, na quarta-feira, às 18 horas, no salão nobre da Sociedade Histórica da Independência de Portugal, em Lisboa.

O investigador afirma que a figura e acção de D. Manuel II no exílio foi “deliberadamente escondida, e isso é claramente demonstrado neste livro”, editado pela Estampa.

“Há uma certa maldade ao não se mencionar, de propósito, a acção do Rei no exílio, como por exemplo o ter conseguido o reconhecimento do Governo português saído da revolução de 28 de maio de 1926, em dois dias e meio, o que é uma coisa extraordinária. É o próprio Governo da República que lhe pede a intercessão”, sublinhou.

O investigador salientou a figura do monarca como “bibliófilo de nomeada internacional”, e a sua “enorme tarefa desenvolvida na Cruz Vermelha inglesa, durante a I Grande Guerra, muitas vezes em prol dos soldados portugueses, como a criação de um pavilhão português num hospital militar em Paris, e isto tem sido escondido”, afirmou.

O livro, coordenado por Amaro Monteiro, traz a lume 152 documentos, na maioria inéditos, e resulta de uma recolha de um fundo documental da Fundação D. Manuel II que só veio para Portugal em 2001, “por determinação expressa de D.ª Augusta Victoria de Hohenzollern-Sigmarigen, viúva do monarca”.

Destes 152 documentos, 57 são cartas remetidas pelo rei e outras 64 endereçadas a si. Há ainda seis cartas remetidas pela mãe, a rainha Dª Amélia, viúva de D. Carlos, e 21 dirigidas à soberana, que entretanto fora residir para os arredores de Paris. Há também telegramas tanto para D. Mnauel II como para sua mãe.

Em termos cronológicos, a correspondência régia publicada vai de 1910 a 1945. Entre as várias personalidades com as quais houve troca de missivas, refira-se o primeiro-ministro britânico, Winston Churchill, o cardeal-patriarca de Lisboa Manuel Gonçalves Cerejeira e o presidente do conselho de ministros, António de Oliveira Salazar.

Numa carta dirigida a Salazar, D. Manuel II dá conta da sua “admiração” que “tem crescido perante a obra admirável” do então homem forte de Portugal.

Fernando Amaro Monteiro disse à Lusa que, no início, D. Manuel II admiraria a governação de Salazar, mas depois veio a desiludir-se, e “na última carta é fortemente crítico do que se passava na sociedade portuguesa”.

Oliveira Salazar, afirmou o investigador, “iludiu os monárquicos e também o rei com a possibilidade da restauração da monarquia”, pelo menos de princípio, “mas fazia parte da sua estratégia”.

“A rainha [D.ª Amélia], por seu turno, não. Nunca esperou a restauração da dinastia”, sentenciou.

O investigador afirmou que “um rei seria complicado, pois Salazar não o podia despedir como fez com o Presidente da República, o general Craveiro Lopes, e D. Manuel II era uma personagem inquietante”. Segundo Amaro Monteiro, “convinha a Salazar tratar a Casa Real e os monárquicos com uma atitude de deferência e de esperanças sempre dilatadas, e assim não encarar de frente um problema real que eram os bens da Casa de Bragança, que foram açambarcados em espírito de confisco pela Fundação da Casa de Bragança, após a morte de D. Manuel II”.

“Convinha [a Salazar] manter os Bragança numa certa precariedade, numa modéstia prateada que nem chegava ser dourada”, acrescentou.

A obra levou cerca de três anos a organizar e, além da transcrição das cartas, inclui um índice onomástico, em que são contextualizadas todas as personagens referidas nas cartas ou que são remetentes ou receptores das missivas régias.

Fonte: DN

67.º Aniversário do Nosso Rei!

Sereníssimo Príncipe da Casa Real de Bragança,

Fidelíssimo Rei de jure de Portugal, pela Graça de Deus,

Meu Senhor,

A Vossa Alteza Real me dirijo em primeiro lugar para lhe desejar um muito Feliz Aniversário, com votos de que Deus o proteja, lhe dê muitos anos de vida, saúde, e muita felicidade, não só junto da Vossa Real Família, mas também ao Serviço deste Vosso Povo que anseia cada vez mais por vos Aclamar Rei de facto de Portugal.

Vossa Alteza Real ao longo destes anos tem se preocupado em responder e corresponder aos anseios do Povo Português, tem apelado, vezes sem conta para que todos nós combatêssemos as injustiças, que cuidássemos melhor do que é nosso por Herança Secular, que fossemos verdadeiramente patriotas e que tivéssemos mais auto-estima, que conhecêssemos melhor a nossa História, a nossa Cultura e as nossas Raízes e que tivéssemos orgulho nelas.

Vossa Alteza Real ao longo destes anos, tem apelado a que Portugal criasse o seu próprio projecto, que nunca fechasse os olhos à Lusofonia. Foi o primeiro a falar sobre a barbaridade que se estava a passar em Timor-leste, País Irmão de Portugal, quando muitos burocratas deste lado não queriam assumir as suas responsabilidades. E quando a liberdade do Povo Timorense chegou, Vossa Alteza Real foi maltratado, relegado da comitiva que representaria Portugal nas cerimónias da independência Timorense…

Vossa Alteza Real é o Rei de Portugal, com ou sem Trono, tem dado um Exemplo singular de total serviço à Pátria sem nunca se queixar, sem nunca cobrar absolutamente nada. Serviço é Serviço e Vossa Alteza Real tem-no demonstrado muitíssimo bem.

A Humidade faz dos Homens seres com carácter, e não encontrei até hoje, ninguém com tão bom Exemplo como Vossa Alteza Real.

Mesmo sem Trono,Vossa Alteza Real tem representado a Casa Real Portuguesa em inúmeros eventos, e nunca nos deixou ficar mal. Estou seguro de que com o Trono estaremos mais do que descansados.

O Serviço a Portugal por parte de Vossa Alteza Real tem dado esperanças aos Monárquicos Portugueses em particular e a muitos Portugueses no geral. Por todo o lado onde Vossa Alteza Real passa é saudado pelos populares que o vão cumprimentar e lhe demonstram o seu carinho e afeição. Não há dúvidas nenhumas que estou a escrever para o Rei de todos os Portugueses.

E o Rei de todos os Portugueses não exclui ninguém. Não exclui o pobre, dando-lhe conforto e esperanças. Não exclui o pessimista, dando-lhe optimismo e esperança.

Vossa Alteza Real serviu Portugal em Angola como Piloto Aviador da Força Aérea, apoiou o 25 de Abril de 1974, com esperanças de que dessa revolução saísse uma verdadeira Democracia. Vossa Alteza Real esteve sempre preocupado com as ligações de Portugal com os nossos Países Irmãos da Lusofonia. Sempre se preocupou com o Desenvolvimento Sustentável do Território Nacional. E as suas opiniões em relação à União Europeia têm sido bem recebidas em todo o lado.

O regime republicano celebrou o seu centenário com muito fausto. Tem sido a causa dos maiores males da nossa História.

Como Português, confio em Vossa Majestade Fidelíssima, para dar um rumo novo, um rumo de esperança aos Portugueses de agora e do amanhã.

Glória a Vossa Majestade!

Glória à Vossa Real Família!

Glória a Portugal!

Viva o Rei! Viva a Rainha! Viva a Família Real Portuguesa!

Hoje, 13 de Maio de 2012 contamos e celebramos os 17 anos de Aniversário de Casamento de Suas Altezas Reais o Senhor Dom Duarte e a Senhora Dona Isabel, Duques de Bragança e Herdeiros da Casa Real Portuguesa.

Hoje é um dia de Festa!

Hoje celebramos o amor que o nosso Rei tem pela nossa Rainha e vice-versa.

Hoje, ao celebrarmos esse mesmo Amor, celebramos os seus frutos, que é como quem diz, os nossos Infantes, Herdeiros da Sereníssima Casa de Bragança.

Desejo a Suas Altezas Reais um muito feliz Aniversário de Casamento e votos de que esse Amor perdure para sempre.

Viva o Rei! Viva a Rainha! Viva a Família Real Portuguesa!

E foi precisamente assim há 17 anos. Vamos ver:

Ir para diante!

Hoje, hoje é o tempo.

Hoje é o ano.

Hoje é a noite do dia.

Hoje é a noite do dia em que resgatámos da terra e agora atiramos ao vento as palavras d’ El Rei D. Carlos sopradas ao mar: “Ir para diante”!

Sim, Senhor, cumpriremos o nosso dever cumprindo o vosso comando: – e iremos para diante!

Olhai Majestade o Vosso e nosso estandarte que de novo flutua no ar, assinalando com as suas cores sem mancha de sangue o advento do tempo novo!

Olhai Majestade, e convosco todos os Reis vossos antepassados e nossos antigos soberanos, e convosco todos os vossos descendentes e nossos futuros Reis, olhai todos Senhores, o Vosso povo aqui presente!

Olhai Senhores o Vosso povo de novo desperto, proclamando o tempo que vem.

Olhai de perto Senhores para os Vossos jovens – para estes jovens que desafiam o passado porque se sabem senhores do futuro.

Hoje começa o futuro.

Hoje, hoje é o tempo.

O tempo em que, outra vez, começamos a restaurar o ideal real feito real ideal.

Hoje é o ano.

Hoje é a noite do dia – do dia que se apresentou em madrugada de nevoeiro e agora se revela como noite iluminada de vésperas.

Hoje, hoje é a hora da hora!

É a hora!

Vamos para diante!

É a hora!

A Vossa hora – a nossa hora!

A hora de um princípio sem fim.

É a hora!

Vamos para diante!

E que viva o Rei!

E que viva Portugal!

* Alocução aos monárquicos do (então) presidente da Causa Real, Dr. Paulo Teixeira Pinto, proferido da varanda da Sede no Largo de Camões, por ocasião do hastear da bandeira portuguesa da monarquia ontem 5 de Outubro de madrugada.

Fonte: Blogue da Real Associação de Lisboa 

Nota pessoal: Acho que estamos mesmo a ir para diante e com uma força bastante acentuada! Os Monárquicos Portugueses estão cada vez mais, e em maior número, convencidos de que chegou a HORA DE AGIR! VENCEREMOS! PORTUGAL VENCERÁ! VIVA O REI! VIVA PORTUGAL!

Português, acorda!

Vou deixar aqui alguns dos meus vídeos monárquicos favoritos:

Império do Brasil: o Trono dos Imperadores da Amazónia

Em apoio e solidariedade com a Causa Imperial Brasileira e ao Povo Brasileiro

E quem diria que o Grande Piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna era Monárquico? Sim! Ele era!

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