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Agradecimentos

Quero agradecer a todos os 933 seguidores do Blogue Real Portugal pela vossa preferência. Espero que continuem a gostar e a seguir este Blogue e permitam-me também convidar-vos de ora a diante a deixarem os vossos comentários ou até mesmo sugestões.

I want to thank all of the 933 followers of the Blog Real Portugal for your preference. I hope that you will always like and follow this blog and allow me to invite you to, from now on, to live your comments or even your suggestions.

Je tiens a remercier à tous les 933 suiveurs du Blog Real Portugal pour votre préference. J’espère que vous continuerez a  aimer et suivre ce blog et permettez-moi de vous invitez, a partir d’aujourd´hui a laisser des commentaires ou même des sugestions.

David Garcia.

Viver momentos extraordinários

Nestes quase 8 anos de militância monárquica na Internet, sempre me procurei pautar pelo Respeito, pela Lealdade, pela Humildade, pela Integridade; valores eminentemente Monárquicos, que dão devido carácter a qualquer pessoa.

Não me arrependo em nada das opções que tomei, pois elas tiveram as suas razões e o seu contexto, que muitos ignoram e só souberam uma parte da história das histórias diversas que atravessei até hoje.

Aprendi muito. Aprendi imenso. Aprendi muita História da História da Monarquia Portuguesa. Aprendi a Verdade sobre a Sucessão Dinástica quando um dia encontrei, por acaso, em meados de 2005 um site de um italiano que se julga herdeiro do Trono de Portugal. Aprendi e corri riscos quando o contactei, porque não sabia da verdade a respeito dele. E quando soube, corri riscos com ameaças vindas desse senhor e seu apoiante português – provavelmente o único!

Fui acusado de traidor ao Legítimo Herdeiro do Trono de Portugal, por quem procurou fazer esquecer toda a luta na Web, de então, sem redes sociais, e só com fóruns de debate, incluindo os meus, a troca elevadíssima de impressões e acusações.

Vivi com isso. Vivi horas e horas a fio à frente do computador a defender Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, Verdadeiro Juridicamente e Historicamente o Herdeiro dos Reis de Portugal.

Foram momentos de enorme intensidade. Momentos extraordinários, de facto!

Além de defender o Rei neste campo de batalha que é a Web, fiz boletins de informação, hoje disponíveis neste Blogue, onde desde os aspectos gráficos, passando, pela paginação, passando pela escrita de artigos, entrevistas a alguns Monárquicos de renome, incluindo, sem dúvida a maior honra, a SAR o Senhor Dom Duarte. Juntaram-se artigos vários de enorme interesse. A imaginação e o trabalho aos quais eu nunca me neguei ao serviço da Causa da Monarquia Portuguesa; a Causa de Portugal. Imaginação para a paginação artesanal, imaginação para os milhares de artigos de opinião que escrevi e que muitos não chegaram por N motivos aos dias de hoje.

O sacrifício de horas de trabalho, de dias de trabalho, semanas, meses, anos, ao serviço de Portugal, sem nunca reclamar, sem nunca pedir absolutamente nada, passando muitas vezes por dificuldades, como o desemprego. As coisas apareceram sempre feitas, só as lia e só as lê quem quer. Nunca cobrei nada!

Passando para o campo multimédia, a criação de um Canal no Youtube e a criação de vídeos temáticos, com power point ou filmando-me a mim próprio a falar sobre o que acho o que é a Monarquia Democrática, com simplicidade e com enorme vontade de servir a Pátria e acordar consciências, foi sempre este o meu objectivo!

Mesmo os vídeos temáticos dão trabalho. Preencher power points com conteúdos textuais e imagens, converter cada slide para JPEG e só depois colocar no Windows Movie Maker e trabalhar o filme a apresentar no Youtube! Nunca me cansei, nunca cobrei nada, nunca me queixei.

Com imenso trabalho e imenso sacrifício tenho procurado levar o meu trabalho em prol da defesa do Ideal Real a bom porto. Nem sempre fui feliz. Mas também tive momentos bons. Tenho as minhas limitações. Enquanto há blogues monárquicos que cujos respectivos administradores se entre-ajudam, eu nunca pedi ajuda de ninguém. Simplesmente sugeri que divulgassem o meu trabalho. A quem o fez agradeço, a quem não o fez, eu respeito a opção. Nunca me queixei, nunca cobrei absolutamente nada. E eu sei exactamente quem ajuda na divulgação do meu Blogue e Canal no Youtube e quem não ajuda. E sei que são muito poucos, em comparação com o número de plataformas web hoje a favor da Monarquia na Web. Não cobro. Não me queixo. Apenas constato.

Com todas as limitações, o caminho faz-se caminhando. O presente blogue tem mais de 40 mil visitantes. O meu canal no youtube tem mais de 20 mil visitantes. A página no Facebook tem mais de 300 amigos. Eu próprio tenho mais de 1100 amigos no Facebook. No Twitter tenho mais de 400 seguidores. E mais umas boas centenas no Google+ e mais alguns no LinkedIn. Não me queixo. Não cobro. Constato.

Depois de uma valente tempestade de insultos de que fui alvo de uma baixeza inqualificável. Ainda constato que apesar dos meus esforços que já fiz para que as pessoas acreditassem em mim, ainda há quem dê crédito precisamente aos que me ofenderam grandemente. Não me queixo, não cobro, apenas constato.

Sei que só o tempo mostrará o quanto essas pessoas estão erradas ainda a meu respeito. Quanto aos que me ofenderam, hoje, posso dizer com toda a segurança que não me interessam absolutamente para nada, porque não serão eles que estarão alguma vez na frente de combate em prol da mudança para Portugal! E por outro lado, não serão meia dúzia de detractores que me incomodam, quando a maioria me respeita e estima.

Viver momentos extraordinários, é viver com as alegrias, mas também com o stress, com as angústias, com os nervos à flor da pele, mas sempre com confiança e determinação. Acreditar em nós. Acreditar nos nossos objectivos e alcançá-los.

Vivo intensamente a Causa Monárquica em Portugal. Acredito que cada vez mais a república nos dá motivos de sobra para apresentar aos Portugueses uma alternativa verdadeiramente Portuguesa, que é a Monarquia, a da Aclamação, a da Democracia Real, a do Municipalismo, a da participação de todos na construção de um Portugal mais equilibrado, mais justo, mais feliz, mais desenvolvido, pensando sempre nas novas e próximas gerações de Portugueses.

É por isto que eu luto, sim, todos os dias. Por um Portugal melhor! Há razões bem maiores nesta luta do que meia dúzia de detractores que procuram distrair quem quer lutar por um País melhor!

Decidi ajudar todos os que estão unidos em prol da Monarquia para Portugal, e aqui, muito claramente, vou dizer que estou de braços abertos do lado da Causa Real e de todos aqueles que estão verdadeiramente obstinados, em Instaurar uma Democracia, restaurando a Monarquia.

Porque é com esses, e esses só, que quero viver os momentos Extraordinários da Restauração do Portugal Real.

E com a Ajuda de Deus, Venceremos!

Uma Causa Comum: com a Causa Real

Dado que hoje foi o XVIII Congresso da Causa Real, quero antes de mais, tornar pública a justificação pela minha falta:

- Além da crise financeira;

- Além de me ter sido feita a proposta de que a minha entrada iria ser paga, e eu ter recusado, por causa da crise financeira que toca a todos;

- Além de alguns apelos que recebi e que muito me sensibilizaram, para ir ao Congresso, mas que decidi manter a postura e manter intacto o meu sentimento e os meus objectivos para este dia;

- Além de tudo isso, não fui ao Congresso da Causa Real, porque no ano passado, ocorreram uma série de situações lastimáveis e totalmente inadmissíveis que abalaram as minhas relações pessoais com algumas pessoas, por causa de ofensas verbais, intrigas, mentiras, calúnias, etc, etc, de que fui vítima, chegando ao ponto de não me sentir bem para encarar as pessoas de frente, embora tenha ido ao Jantar dos Conjurados, do ano passado, sim, fui, enquanto membro da Direcção do Núcleo de Sintra, sim estive presente. Mas, entendo o Congresso da Causa Real como um Evento Central, o mais importante do Movimento Monárquico Português, que se reúne anualmente. Não podia, de forma alguma, ir ao Congresso e encarar algumas pessoas, que sei que me querem mal, que sei que se calhar até concordam com as ofensas de que fui alvo, e por isso, não fui, para deixar, claramente, o pó assentar, e demonstrar, que o facto de não ter estado presente, não significou em instância alguma, que não estivesse preocupado! Em 3 momentos distintos do dia de hoje, apresentei, 3 foto-reportagens, com fotos que foram sendo colocadas no Facebook.

Estou, naturalmente, à espera de mais fotografias e de intervenções dos vários oradores, para colocar aqui no Blogue Real Portugal.

Agora!

Que fique, de uma vez por todas claro!

Já o disse há dias e volto a repetir!

A minha Lealdade à Casa Real Portuguesa é inquestionável!

A minha Lealdade à Causa Real é inquestionável!

A minha Lealdade à Real Associação de Lisboa – a qual sou Associado – é inquestionável!

A minha Lealdade ao Núcleo de Sintra – do qual sou membro da Direcção – é inquestionável!

Nunca traí a Casa Real Portuguesa e o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança em particular!

Nunca traí a Causa Real nem nenhuma Direcção Nacional!

Nunca traí a Real Associação de Lisboa, nem nenhuma Direcção!

E nunca traí o Núcleo de Sintra!

Tenho as minhas opiniões. Escrevo-as aqui, quando tenho ou sinto que tenho que escrevê-las. Não fiz, nem faço, nem farei alguma vez jogo sujo com ninguém! Nunca tive intenção de magoar fosse quem fosse! Nunca admiti faltas de respeito em relação ao Senhor Dom Duarte e Família Real. Nunca admiti faltas de respeito a nenhum Dirigente Monárquico! Nunca admiti nenhuma falta de respeito a nenhum Monárquico em particular!

Pelo que dou por terminada a conversa sobre este assunto!

Posto isto, e na esperança que tenha tudo ficado bem claro e assente, quero fazer uma breve abordagem à nossa Causa Comum, que é a Causa Real, em prol da Instauração de uma Verdadeira Democracia, com a Restauração da Monarquia:

Vivemos momentos difíceis em Portugal. Os Portugueses andam desacreditados sobre o seu presente, e perguntam-se, com razão, que futuro dar às novas gerações?

Vivemos dias de angústia. Vivemos num Mundo cada vez mais complexo, com enormes conflitualidades sociais, religiosas, étnicas, etc.

Em Portugal, o desemprego vai aumentando, os bens básicos e fundamentais também, uns com salários e pensões de reformas milionários e outros com dinheiro que mal dá para comer uma sopa por dia!

Todos os dias, na Imprensa, e noutros meios de Comunicação, vemos o estado degradante em que está o nosso País.

Por causa da actual situação em que o nosso Portugal vive, cada vez mais, me agarro à Causa Real, como uma Chama de Esperança, para ajudar a construir um novo futuro, um futuro diferente, um futuro optimista, para os Portugueses.

Vejo na Família Real o “farol”, a luz, ao fundo do túnel, o caminho da esperança em dias melhores para as novas gerações!

Diariamente estou a par do que se passa nas Monarquias Europeias e não só. As figuras dos seus Reis ou Rainhas são respeitadas, são populares, e são o grande motivo de Exemplo, de Serviço às suas Pátrias.

Visitando os sites das Casas Reais Europeias reinantes, em muitos já se vê, os relatórios anuais das despesas das respectivas Casas Reais. Contudo, tal não se vê, obviamente, no site da Presidência da República Portuguesa. Por que será?

Vivemos dias difíceis. Mas nem o Chefe de Estado, nem os Governantes dão confiança aos Portugueses. E contudo, somos obrigados ainda, constitucionalmente, a levar com esta república, que já poucos a querem!

Mas antes de avançar para o desbloqueio da Constituição, precisamos de arrumar a casa. Precisamos de uma Causa Real forte, com lideres fortes, com um novo dinamismo, e estou convencido de que a actual liderança, seja aquela que nos dará, seguramente muitas alegrias. Seria bom que nos desse a Monarquia! Não tenho o direito de exigir isso da actual Direcção Nacional. Mas quero aqui garantir, que vou contribuir com tudo o que posso, com tudo o que tenho, nem que tenha que “comer a relva”, para ajudar a Causa Real nos seus objectivos.

O Rei pediu para entrarmos na Causa Real e nas Reais Associações, e eu entrei.

O Rei pede, nós actuamos associativamente e militantemente!

Nós, Portugueses, aclamaremos!

A Causa Comum, a todos os Monárquicos Leais ao Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, é a Causa Real.

A Causa Comum que nos tem que UNIR, é Portugal!

Viva o Rei!

Viva Portugal!

Anuncio da Tomada de Posse da Nova Direcção da Juventude Monárquica de Lisboa

Para mais informações, consultar aqui

Lealdade

Declaro aqui publicamente a minha Lealdade à Casa Real Portuguesa, chefiada por Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e a quem lhe vier a suceder legitimamente.

Sendo vontade de Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, desde a criação da Causa Real e das Reais Associações, de que estas são onde os que se revêem no Ideal da Restauração da Monarquia para Portugal, se devem tornar Associados, é, então, por demais evidente, que a mesma Lealdade que tenho a Sua Alteza Real, também tenho à Causa Real, e em particular, à Real Associação de Lisboa de que sou Associado, e ao Núcleo de Sintra ao qual regressei às minhas funções, depois de um interregno.

Respeito todas as iniciativas que promovam o Ideal Monárquico, dentro e fora da Causa Real. Mas o Movimento Político que defende a Restauração da Monarquia é a Causa Real.

Definitivamente me coloco à margem, em tudo quanto sejam conversas bacocas de acusações, más línguas, etc. Os problemas entre Monárquicos devem ser resolvidos no lugar próprio para isso, que é a Causa Real.

Por tudo isto, embora, por motivos unicamente pessoais, não possa estar presente no XVIII Congresso da Causa Real, apelo a que haja muitos Observadores e que estes possam falar e dizer o que lhes vai na alma e darem sugestões.

Quero assegurar aqui a Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, e à Causa Real e Reais Associações, de que estou a fazer a minha parte e espero que confiem em mim.

Estou decidido em Instaurar uma séria Democracia, com a Restauração da Monarquia em Portugal, e assim será até ao meu último suspiro!

VIVA SUA MAJESTADE O REI DE PORTUGAL!

VIVA!

VIVA!

VIVA!

Lisboa acolhe XVIII Congresso da Causa Real

Inscrições para congressistas e observadores

abertas até ao dia 24 de Abril

A Associação Comercial de Lisboa é o palco escolhido para a realização do XVIII Congresso da Causa Real, que decorre já no próximo dia 28 de Abril de 2012 com organização da Real Associação de Lisboa. A assembleia magna dos monárquicos portugueses reunirá todas as Reais Associações nacionais e conta com a presença ao almoço de S.A.R. o Senhor Duque de Bragança.

Os trabalhos terão início por volta das 9h30. Da agenda fazem parte temas como a apreciação do Relatório e Contas para 2011 e a apresentação de listas e eleição dos Órgãos Sociais para o biénio de 2012-2014. Por volta das 15h00, será proferida uma palestra sobre “O Pensamento Monárquico no Século XXI”.

A inscrição de Congressistas e Observadores poderá ser feita até ao dia 24 de Abril de 2012, data até à qual cada Real Associação deverá enviar para a sede da Real Associação de Lisboa, de preferência para o email secretariado@reallisboa.pt , a lista com os nomes dos respectivos participantes no Congresso.

Já a inscrição dos Congressistas por inerência poderá ser efectuada pessoalmente na sede da Real Associação de Lisboa ou também por email (secretariado@reallisboa.pt), bastando indicar o nome do Congressista e o órgão a que pertence na Causa Real. O pagamento da inscrição no Congresso deverá ser efectuado também até ao dia 24 de Abril, através de cheque à ordem da Real Associação de Lisboa, enviado para Praça Luís de Camões, n º 46, 2º Dto – 1200-243 Lisboa, ou por transferência bancária para a conta da Real Associação de Lisboa – Santander Totta com o NIB: 0018-0000-22171 43500 138.

O valor da inscrição de congressistas com mais de 30 anos importa em 55 euros (30 euros para os restantes). Para observadores maiores de 30 anos o valor é de 45 euros (30 euros para os restantes). O almoço está incluído.

Fonte: Site da Real Associação de Lisboa 

Agradecimentos

Quero agradecer a todos os que já subscreveram este Blogue e que irão receber as notificações de novos artigos ou vídeos publicados. Quero agradecer por terem aceite o meu convite ou por o terem feito noutras ocasiões. Quero agradecer a vossa amizade e preferência e quero vos prometer, dentro do que me for possível, bons textos, bons vídeos, e sempre num âmbito de um trabalho humilde, voluntário, à conquista de um sonho: a Restauração da Monarquia em Portugal!

Permitam-me um pedido: passem a palavra aos vossos amigos sobre a existência deste Blogue Monárquico para que eles também possam subscrevê-lo e crescermos cada vez mais. Muito obrigado!

Apelo à Paz entre Monárquicos!

Para quê tempestades, quando podemos ter o SOL?

Nós, Monárquicos, desde que sejamos todos, Leais à Família Real Portuguesa, Chefiada por Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, temos que ser Um Só!
Isto significa o quê?
Que temos que aceitar as diferenças. Ninguém é mais Monárquico do que ninguém, nem eu sou mais Monárquico do que outrém.
Quem não compreende, não se esforça.
Quem compreende, sabe toda a diferença que faz.
Deixemos de ser mesquinhos e deixemos as desconfianças de lado.
Sejamos justos e coerentes.
Paz e avanços, é o que precisamos, e novos ventos desde o último 1 de Fevereiro vieram para mudar para melhor.
Cabe-nos uma Missão transcendental: Mudar Portugal. Mudar o futuro de Portugal, já, agora, neste preciso momento.
Fazer da Monarquia Constitucional e Parlamentar a Esperança renovada do nosso Povo, é algo que poucos conseguem, mas estou convicto de que trabalhando em conjunto, lá chegaremos.
Não importa o Partido Político ou a Religião ou a Orientação de Vida (seja ela qual fôr). É Monárquico? É bem-vindo!
A Monarquia é uma Instituição Nacional. Está acima de conflitos partidários e por isso mesmo é o melhor regime que existe!
Acreditando nisto, com Fé neste princípio, ganharemos o futuro!
Quem concordar comigo, diga VIVA O REI ! VIVA PORTUGAL!

A propósito do Manifesto “Instaurar a Democracia, Restaurar a Monarquia”!

A onda de adesões ao Manifesto INSTAURAR A DEMOCRACIA, RESTAURAR A MONARQUIA é de tal ordem que se torna difícil proceder em tempo real à sua actualização. Ainda assim faremos às 21h00 uma actualização dos subcritores da mesma.

O Manifesto já se tornou viral em todas as redes sociais e tem lugar destacado na capa do Expresso e do Sol online, para além do i, do Público, da LUSA e de todos os outros órgãos de comunicação social nacionais.

Os pedidos de subscrição deven ser enviados por e-mail para restauraramonarquia@gmail.com, acompanhados de profissão e de número de telemóvel.

Obrigado.

Hoje é Dia de Luto e de um Virar da Página!

Hoje, é Dia de Luto, em que recordamos com pesar Sua Majestade o Rei Dom Carlos I e Sua Alteza Real o Príncipe Real Dom Luis Filipe, ambos assassinados, há precisamente 104 anos, no Terreiro do Paço por dois assassinos, considerados por certos republicanos mais convictos “mártires da liberdade”…

Hoje, é Dia de Luto em Memória desse Grande Rei e desse Promissor Príncipe Real.

E hoje, é o único dia, em que alguns irão recordar em São Vicente de Fora a Tragédia do Terreiro do Paço e rapidamente no dia seguinte se esquecerão do propósito da Missa e do seu Significado.

Vão se esquecer rapidamente que um ano tem 365 dias, e que ainda nos restam cerca de 330 dias até ao final deste ano, e que ainda há muito mais para fazer do que Missas – que Deus me perdoe, pois sou Católico – e Jantares – que Deus me perdoe também, pois também gosto de conviver. Mas isto não chega!

Não podemos continuar a desprezar a Memória dos Reis dos Heróis da nossa Pátria que lutaram por Portugal, da forma tão leviana que até enoja.

Não podemos continuar a desprezar o presente e o futuro de Portugal, como se a questão do regime já estivesse resolvida.

Não podemos continuar a desprezar todos aqueles que clamam por Justiça e por Esperança, e que são muitos!

Não podemos continuar a levar a ideia errada aos Portugueses, de que a Monarquia é um regime autoritário, que tem como apoiantes um bando de salazaristas, que continuam feitos com o sistema, seja ele qual for.

Precisamos de mudar! E precisamos de mudar, já!

Hoje é um dia de Virar a Página!

Hoje, surgiu na Imprensa e na Blogosfera um Manifesto que promete mostrar aos Portugueses que a maioria dos Monárquicos é Democrata, e que quer realmente fazer tudo para a mudança de regime em Portugal, com respeito pelo Passado Comum de todos os Portugueses, com sobretudo com enorme vontade em dar uma nova Esperança ao Povo Português.

Enquanto houver herdeiros do tal Lugar-Tenente que fez queixinhas ao Salazar em 1959 deitando por terra qualquer hipótese de mudança em Portugal, não iremos lá. Cabe aos Monárquicos Democrata marcarem o caminho de uma vez por todas. Cabe aos Monárquicos Democratas, que não aceitam mais viver em República, mostrarem ao Povo Português que há fortes motivos de esperança num futuro melhor!

Que podemos ser Monárquicos não importa a nossa cor política.

Que podemos ser Monárquicos não importa a nossa religião.

Que podemos ser Monárquicos não importa a nossa orientação sexual.

Que podemos ser Monárquicos não importa a nossa raça.

Que podemos ser Monárquicos não importa a nossa origem social.

Que podemos ser Monárquicos, não importa a nossa forma de vestir e de como nos apresentamos em público.

Podemos ser Monárquicos tal como somos Portugueses de várias origens!

Podemos ser Monárquicos e Democratas.

Podemos ser Monárquicos e de Esquerda ou de Direita.

A Monarquia não exclui ninguém!

Infelizmente não se poderá dizer o mesmo de alguns pseudo-monárquicos que tragicamente confundem a luta monárquica com a cor do seu partido e excluem escandalosamente eventuais aderentes por terem uma cor política diferente da sua!Felizmente, são  uma minoria que está em vias de extinção!

Nós, Monárquicos Democratas, não vamos pelo conflito. Vamos pela mudança. É a república que vamos depôr. É Dom Duarte de Bragança que faremos como Sucessor de Cavaco Silva, na qualidade de Rei de Portugal, Rei dos Portugueses.

A Monarquia é o Projecto Democracia Real que queremos implementar para o futuro!

Pelo que, de ora em dia, maior militância pela Monarquia Democrática e pela luta pelo Referendo como primeira grande prioridade. Está na hora de os Portugueses acordarem! Está na hora de Virar a Página!

Em Memória de Dom Carlos I

Em Memória de Dom Luis Filipe!

Por Dom Duarte III, Rei de Portugal!

O luto não está na estética. O luto está no Coração. Mas monarquicamente falando, o luto, tem como principal objectivo lembrar que temos um País para resgatar! Lutar pela Monarquia é algo que transcende qualquer interesse pessoal. Luta pela Monarquia é lutar por Portugal. É bom recordar quem morreu pela Pátria. É bom recordar o Exemplo da nossa Infanta Centenária, Dona Maria Adelaide. Que Grandes Exemplos! Andam meia dúzia preocupados com o fato que têm que vestir para aperecer bem na fotografia, a dizerem mal de quem faz, quando não são capazes nem de serem humildes nem de fazer nada a sério, marcando a Agenda Política de uma vez por todas! VIVA O REI! VIVA PORTUGAL! PORTUGUESES!

ACLAMEMOS HOJE E SEMPRE, DOM DUARTE DE BRAGANÇA, REI DE PORTUGAL!

VIVA O REI!

VIVA PORTUGAL!

Benção Apostólica para a Infanta Centenária

LER
Esta tarde celebra-se uma missa de acção de graças pelos 100 anos de Dona Maria Adelaide de Bragança, no Mosteiro dos Jerónimos.
A Infanta Dona Maria Adelaide de Bragança, neta do Rei D. Miguel I, cumpre hoje 100 anos de vida e recebeu uma Bênção Apostólica especial do Papa Bento XVI.
O Papa recorda o “fecundo século de vida” e elogia o “notável exemplo de tenacidade, coragem e inteligência ao serviço da fé e da Igreja, com clarividente devoção, não abdicando nunca da adesão a Cristo, com risco até da própria vida.”

No decreto fala-se do facto de D. Maria Adelaide ter sido detida pela Gestapo e condenada à morte, primeiro, e depois ao degredo na Sibéria, “mas, quando em liberdade, entregou-se sempre, inexcedivelmente, ao apoio às vítimas dos bombardeamentos, servindo como enfermeira nos locais e nas alturas de maior perigo.”

Por fim, é referida a criação da Fundação D. Nuno Álvares Pereira, da qual ainda é presidente e que criou quando veio finalmente para Portugal, através da qual ajudou centenas de famílias e crianças.

“Como prova de paternal reconhecimento por tão altruístas virtudes, fé inabalável, amor e dedicação ao Evangelho, Sua Santidade concede a Bênção Apostólica e une-se, de coração, a Vossa Alteza, a toda a família e a quantos se associam à celebração de acção de graças por tão feliz Centenário Natalício”.

O decreto é assinado pelo Núncio Apostólico em Portugal, Monsenhor Rino Passigato. O mesmo núncio estará presente esta tarde numa missa de acção de graças a celebrar nos Jerónimos, seguida de jantar.

Para além desta distinção papal, Dona Maria Adelaide recebe também uma condecoração do Presidente da República.

Hoje é dia de Festa!

Chegar aos 100 anos de Vida – e que Vida!!! – não é para todos. Pelo Exemplo de abnegação, coragem e entrega aos outros, colocando-se sempre em último lugar, Sua Alteza Serenissima, a Senhora Dona Maria Adelaide de Bragança Van Uden, Infanta de Portugal, Neta de El-Rei Dom Miguel I e Tia de Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e Herdeiro do Trono de Portugal, merece da minha parte, não só como Monárquico, mas sobretudo como Português, um enorme motivo de Orgulho em poder partilhar a minha Felicidade neste dia Histórico, e único nas nossas Vidas. Que Deus abençoe a Nossa Querida Infanta, Grande Senhora de Portugal, Dona Maria Adelaide!


Hoje também temos que celebrar a Vitória Monárquica no Porto, contra uma Tentativa de proclamação da república a 31 de Janeiro de 1891. Foi a Vitória do Estado de Direito que era a Monarquia contra tentativas de subversão do Estado. O Governo de Sua Majestade o Rei Dom Carlos I conseguiu repôr rapidamente a ordem e o Estado de Direito. Infelizmente, é um facto, passados uns anos, em 1910 o mesmo não se iria conseguir. Mas não deixa de ser importante realçar que a tentativa de derrube da Monarquia a partir do Porto, nesse dia 31 de Janeiro de 1891 não foi conseguida!

Pelo que hoje, é um dia claramente Monárquico! Hoje é o primeiro de muitos dias Monárquicos, até à Vitória Final!

MAS MAIS UMA VEZ, VIVA A NOSSA INFANTA DONA MARIA ADELAIDE! VIVA A MONARQUIA ! VIVA PORTUGAL!

Comunicado do Núcleo de Cascais da Real Associação de Lisboa

Exmos Srs.

Como presidente do nucleo de Cascais da Real Associação peço encarecidamente que ajudem divulgando o mais possivel mais esta aberração do sr.. silva, pois ele não merece uma casa de ferias em Cascais pois nada tem feito pelos Cascalensses.

Como sabe, o Palácio da Cidadela foi recuperado e está neste momento aberto a visitas. Mas, contra tudo o que é aceitável, a presidência da república teima em manter o controle do espaço e de o transformar em mais uma residência oficial do Sr. Silva, preparando-se para o encerrar definitivamente a visitas a partir do próximo mês de Fevereiro.

Ora, o Palácio é em primeiro lugar Real… e depois é um equipamento essencial para a consolidação da marca turística de Cascais e da transformação do Estoril num dos grandes destinos da Europa.

Com os melhores cumprimentos

José Paulo Beltrão Serra Pinto

Os números de 2011

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um excerto:

The concert hall at the Sydney Opera House holds 2,700 people. This blog was viewed about 21.000 times in 2011. If it were a concert at Sydney Opera House, it would take about 8 sold-out performances for that many people to see it.

Clique aqui para ver o relatório completo

Comentário à Mensagem de Ano Novo do Presidente da República

Há já 3 anos consecutivos que costumo fazer um breve comentário à Mensagem do Presidente da República em dia de Ano Novo.

Decidi sublinhar os pontos que irei comentar. Daí ter optado repôr a Mensagem com os sublinhados adequados.

Boa noite,

A todos os Portugueses desejo um Bom Ano Novo, feito de paz e de esperança.

O ano que terminou ficou marcado pelo acordo de assistência financeira celebrado com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional, acordo tornado inevitável pela necessidade urgente de assegurar o financiamento do Estado e da nossa economia.

- Aqui neste ponto, logo a abrir, o Presidente da República considera inevitável o pedido de resgate para relançar a nossa Economia, facto curioso vindo de alguém que Governou Portugal na década de 80 e inicio da década de 90, onde de facto desvitalizaram-se por completo, em alguns casos, sectores vitais para a nossa Economia. Logo, presumo que teria sido evitável, este terceiro resgate, se se tivesse apostado convenientemente em todos os sectores, que precisamente foram desvitalizados.

No plano social, o ano de 2011 marcou profundamente a vida de muitos Portugueses e deixou, um pouco por todo o lado, a marca dolorosa do desemprego, das dificuldades económicas e da angústia perante o futuro. No ano que agora começa, as dificuldades não irão ser menores. Esta é uma realidade que não pode ser iludida.

- Senhor Presidente, muito obrigado por se preocupar, mas este seu discurso, é verdadeiramente mais depressivo do que a própria crise!

As previsões oficiais apontam para uma queda acentuada da produção nacional e para o aumento do desemprego.

É crescente a convicção de que neste ano de 2012 se irão exigir grandes sacrifícios ao comum dos Portugueses e que as dificuldades se farão sentir de forma mais acentuada no dia-a-dia das nossas famílias.

- Quando se pedem sacrificios aos Portugueses, seria bom que se sublinhasse TODOS OS PORTUGUESES, porque há, infelizmente, muita gente, que ao longo do ano, bem sabemos, não vai sofrer nada com a crise. Aqui perguntaria: Onde está a Igualdade, não só de oportunidades mas de tratamento na Justiça Social. A quem tem pouco, tira-se metade, a quem tem muito, tira-se menos de metade ou nada? Chamam isto de Justiça Social? Eu chamo hipócrisia.

Penso em particular nos desempregados, nos mais idosos e nos reformados, nos pequenos empresários que não resistem à crise, nas crianças cujos pais sofrem uma redução brusca dos seus rendimentos.

Conheço a ansiedade de milhares de jovens para quem tardam os caminhos com que sonharam, muitos dos quais procuram a sua sorte longe da família e do seu País, quando tanto precisamos deles.

- O Senhor Presidente não faz a menor ideia da mágoa que é deixar o nosso País porque nunca nenhum Governo, pensou verdadeiramente nas gerações vindouras, mas apenas e só, nas sondagens eleitorais e eleições seguintes e assim, muitos, claro, vaõ embora e qualquer dia, Portugal será uma espécia de “Lar da Terceira Idade”, perdendo o melhor que qualquer Nação tem, que é a JUVENTUDE!

Em 2012, o Presidente da República estará onde deve estar: ao lado daqueles que necessitam de apoio, levando-lhes uma palavra de solidariedade e de esperança.

Portugal não pode deixar de cumprir os objectivos fixados no Programa de Assistência Financeira que subscreveu com as instituições internacionais que nos emprestaram os fundos de que necessitávamos com urgência.

Temos que reduzir o desequilíbrio das contas públicas, controlar o endividamento externo e realizar as reformas necessárias à melhoria da competitividade da nossa economia.

Além de cumprir as obrigações internacionais que assumimos, temos todos de empenhar o melhor do nosso esforço para que a coesão nacional seja preservada e para garantir um futuro em que os Portugueses reconheçam que os sacrifícios valeram a pena. Este é o desafio crucial com que estamos confrontados.

- Convinha, Senhor Presidente que se sentasse à Mesa com a Concertação Social e dissesse a alguns senhores que em tempos de crise, não há lugar para defesa exacerbada e demagógica de direitos que não podem ser respondidos. Mas infelizmente Senhor Presidente, V. Exa. é partidário de origem, e portanto, isso seria visto por parte da Esquerda Radical e Moderada como um “golpe da direita”. São, como dizem os franceses, “les risques du métier” – os riscos do ofício!

Recentemente, a Comissão Europeia reconheceu que não era possível construir uma união económica só na base da disciplina orçamental e das sanções; era necessário também crescimento económico e criação de emprego.

No mesmo sentido, podemos dizer que a resolução dos desafios que Portugal enfrenta exige, além do rigor orçamental, uma agenda orientada para o crescimento da economia e para o emprego.

Sem isso, a situação social poderá tornar-se insustentável e não será possível recuperar a confiança e a credibilidade externa do País.

Temos de mobilizar empresários e trabalhadores para o aproveitamento das oportunidades de investimento e para o aumento da produção de bens e serviços que concorrem com a produção estrangeira, a principal alavanca do crescimento de que o País dispõe neste momento.

Temos de saber tirar partido do dinamismo e do talento das comunidades portuguesas dispersas pelo mundo, a quem dirijo uma saudação muito especial.

A coesão social é da maior importância para o crescimento económico, para a contenção do desemprego e para atenuar os custos da resolução dos graves desequilíbrios que se verificam na economia portuguesa.

Daí a insistência com que tenho sublinhado a importância da repartição equitativa dos sacrifícios exigidos aos Portugueses, do combate às desigualdades, do apoio aos mais carenciados e desprotegidos, do diálogo construtivo entre o Governo e a oposição e do aprofundamento da concertação social.

- Tem bem a noção de que está a exigir isso aos Portugueses? A todos os Portugueses? Incluíndo os seus amigos? Gostava de saber se o Presidente da República teria coragem de exigir deste Governo um novo modelo social, e implentar, por exemplo, o modelo Sueco, em que os Políticos não têm NENHUMA mordomia, pois, servem a sua Respublica e não se servem dela. Seria o primeiro passo, para mostrar aos Portugueses, o exemplo vindo das altas esferas do Estado. Talvez a moda pegasse…

Um diálogo frutuoso com os parceiros sociais, sobre as medidas dirigidas à melhoria da competitividade das empresas, será certamente um contributo positivo para reduzir a conflitualidade e as tensões e criar um clima social mais favorável ao aumento da riqueza nacional, ao investimento e ao combate ao desemprego.

De todos os participantes no processo de concertação social espera-se uma abertura genuína ao compromisso, de modo a alcançarem os consensos de que o País tanto necessita para mitigar a dureza dos tempos que correm.

- Consenso em República? Não funciona, simplesmente, devido à competição continua de Interesses particulares. Mude o disco, se me permite…

A coesão constrói-se também a partir da solidariedade. Estou certo de que, neste ano de 2012, iremos manter e aprofundar o espírito de solidariedade que nos caracteriza como povo.

Sou testemunha do trabalho notável desenvolvido pelas inúmeras instituições de solidariedade social, civis e religiosas, e por milhares de voluntários que, pelo País fora, se dedicam a ajudar os que pouco ou nada têm. A todos eles dirijo uma saudação calorosa.

A União Europeia vive um tempo de grande incerteza que afecta negativamente a nossa economia. Não devemos esperar que seja a Europa a resolver problemas cuja solução é da nossa responsabilidade.

Mas a situação difícil em que o País se encontra não nos deve impedir de ter uma voz activa na defesa de uma resposta à crise da zona euro que inclua uma estratégia europeia de promoção do crescimento económico e do emprego, visando em particular os jovens desempregados.

A crise que Portugal atravessa é uma oportunidade para nos repensarmos como País. Orgulhamo-nos da nossa história e queremos continuar a viver de cabeça erguida.

Durante muito tempo vivemos a ilusão do consumo fácil, o Estado gastou e desperdiçou demasiados recursos, endividámo-nos muito para lá do que era razoável e chegámos a uma “situação explosiva”, como lhe chamei há precisamente dois anos, quando adverti os Portugueses para os riscos que estávamos a correr.

- Faltou dizer Senhor Presidente, que se deveria meter no banco dos réus, todos os responsáveis pela actual situação em que vivemos!

Agora temos de seguir um rumo diferente, temos de mudar de vida e construir uma economia saudável.

Somos todos responsáveis. Esta é a hora em que todos os portugueses são chamados a dar o seu melhor para ajudar Portugal a vencer as dificuldades. Trabalhando mais e apostando na qualidade, combatendo os desperdícios, preferindo os produtos nacionais. Deixando de lado os egoísmos, a ideia do lucro fácil e o desrespeito pelos outros.

Nenhum Português está dispensado deste combate pelo futuro do seu País.

Este é um tempo de união de esforços. De nada adianta dividirmo-nos em lutas e conflitos sem sentido. Não devemos desviar as energias daquilo que é essencial para enfrentar os desafios do presente.

Não é combatendo-nos uns aos outros que conseguiremos combater a crise.

Realizaram-se eleições há pouco tempo, o Governo dispõe de apoio parlamentar maioritário, a oposição exerce legitimamente a acção que lhe cabe numa democracia consolidada.

Aos agentes políticos exige-se que expliquem aos Portugueses o fundamento da suas decisões e que sejam os primeiros a acarinhar as sementes de uma nova esperança, agindo com justiça, com ponderação e com sensibilidade social.

2012 será um ano de sacrifícios para muitos Portugueses. Mas será igualmente um ano em que a fibra do nosso povo virá ao de cima.

Não nos resignamos. Somos um povo que se agiganta quando as adversidades são maiores e mais difíceis de superar.

É nestas alturas que os Portugueses conseguem ultrapassar-se a si próprios e surpreender tudo e todos.

Eu acredito nos Portugueses. O civismo, a coragem e a serenidade com que têm enfrentado estes tempos difíceis são dignos de todo o respeito e de enorme admiração.

Portugal é maior do que a crise que vivemos.

Espero, do fundo do coração, que o ano de 2012 possa trazer a todas as famílias e a todos os Portugueses, onde quer que se encontrem, sinais de esperança de um futuro melhor.

A todos renovo os meus votos de um Ano Novo de Paz, Saúde e Felicidade.

Boa noite.

—————————–

Breves notas finais:

Senhor Presidente da República,

Que somos um Grande País, bem o sabemos. Mas os erros, em qualquer sociedade pagam-se caro e todos os responsáveis têm que assumir que erraram quando tiveram que decidir. É isso que todos querem ouvir.

A actual situação nacional é dramática. Todos estamos preocupados com o nosso futuro, sobretudo os jovens, que têm uma vida pela frente e não sabem para onde se têm que virar…

E por sermos um grande País, com uma Grande História, é que temos que aproveitar este magnífico activo para restaurar a confiança em nós próprios como Povo e isso não basta nas suas intervenções. Isto começa na Educação. Quantas e quantas vezes o tenho dito para que se volte a dar nas Escolas a História de Portugal de uma forma positiva e autência, com rigor, imparcialidade e justiça em relação aos nossos Maiores. É com eles que nos podemos inspirar.

Mas verdadeiramente, nesta sua Mensagem, Senhor Presidente, permita-me lhe dizer que vejo uma República decadente, deprimida por não ter conseguido trazer a Portugal ou que, talvez noutros países possa ter conseguido – como a Finlândia.

Este regime está decadente, e desgasta todo e qualquer Português. Agora até já temos que escrever como no Brasil? Senhor Presidente, sou contra o Acordo Ortográfico. Não mudando a nossa forma de escrever que vamos ter auto-estima como Povo. Nos Países de Línguas Francesa ou Inglesa, não houve uniformização ortográfica. Por que carga de água tem que ser com o Português?

Este é mais um sintoma de que a República Portuguesa está decadente e o Senhor Presidente, de certeza que se deve sentir, impotente por ver o estado a que chegámos, e por muito que fale, por muito que seja solidário, falta-lhe ser a figura de um Rei, como ligação secular à nossa História e às nossas Raízes como Povo.

Bom Ano Senhor Presidente!

Mensagem de Ano Novo de Sua Excelência o Presidente da República

Boa noite,

A todos os Portugueses desejo um Bom Ano Novo, feito de paz e de esperança.

O ano que terminou ficou marcado pelo acordo de assistência financeira celebrado com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional, acordo tornado inevitável pela necessidade urgente de assegurar o financiamento do Estado e da nossa economia.

No plano social, o ano de 2011 marcou profundamente a vida de muitos Portugueses e deixou, um pouco por todo o lado, a marca dolorosa do desemprego, das dificuldades económicas e da angústia perante o futuro. No ano que agora começa, as dificuldades não irão ser menores. Esta é uma realidade que não pode ser iludida.

As previsões oficiais apontam para uma queda acentuada da produção nacional e para o aumento do desemprego.

É crescente a convicção de que neste ano de 2012 se irão exigir grandes sacrifícios ao comum dos Portugueses e que as dificuldades se farão sentir de forma mais acentuada no dia-a-dia das nossas famílias.

Penso em particular nos desempregados, nos mais idosos e nos reformados, nos pequenos empresários que não resistem à crise, nas crianças cujos pais sofrem uma redução brusca dos seus rendimentos.

Conheço a ansiedade de milhares de jovens para quem tardam os caminhos com que sonharam, muitos dos quais procuram a sua sorte longe da família e do seu País, quando tanto precisamos deles.

Em 2012, o Presidente da República estará onde deve estar: ao lado daqueles que necessitam de apoio, levando-lhes uma palavra de solidariedade e de esperança.

Portugal não pode deixar de cumprir os objectivos fixados no Programa de Assistência Financeira que subscreveu com as instituições internacionais que nos emprestaram os fundos de que necessitávamos com urgência.

Temos que reduzir o desequilíbrio das contas públicas, controlar o endividamento externo e realizar as reformas necessárias à melhoria da competitividade da nossa economia.

Além de cumprir as obrigações internacionais que assumimos, temos todos de empenhar o melhor do nosso esforço para que a coesão nacional seja preservada e para garantir um futuro em que os Portugueses reconheçam que os sacrifícios valeram a pena. Este é o desafio crucial com que estamos confrontados.

Recentemente, a Comissão Europeia reconheceu que não era possível construir uma união económica só na base da disciplina orçamental e das sanções; era necessário também crescimento económico e criação de emprego.

No mesmo sentido, podemos dizer que a resolução dos desafios que Portugal enfrenta exige, além do rigor orçamental, uma agenda orientada para o crescimento da economia e para o emprego.

Sem isso, a situação social poderá tornar-se insustentável e não será possível recuperar a confiança e a credibilidade externa do País.

Temos de mobilizar empresários e trabalhadores para o aproveitamento das oportunidades de investimento e para o aumento da produção de bens e serviços que concorrem com a produção estrangeira, a principal alavanca do crescimento de que o País dispõe neste momento.

Temos de saber tirar partido do dinamismo e do talento das comunidades portuguesas dispersas pelo mundo, a quem dirijo uma saudação muito especial.

A coesão social é da maior importância para o crescimento económico, para a contenção do desemprego e para atenuar os custos da resolução dos graves desequilíbrios que se verificam na economia portuguesa.

Daí a insistência com que tenho sublinhado a importância da repartição equitativa dos sacrifícios exigidos aos Portugueses, do combate às desigualdades, do apoio aos mais carenciados e desprotegidos, do diálogo construtivo entre o Governo e a oposição e do aprofundamento da concertação social.

Um diálogo frutuoso com os parceiros sociais, sobre as medidas dirigidas à melhoria da competitividade das empresas, será certamente um contributo positivo para reduzir a conflitualidade e as tensões e criar um clima social mais favorável ao aumento da riqueza nacional, ao investimento e ao combate ao desemprego.

De todos os participantes no processo de concertação social espera-se uma abertura genuína ao compromisso, de modo a alcançarem os consensos de que o País tanto necessita para mitigar a dureza dos tempos que correm.

A coesão constrói-se também a partir da solidariedade. Estou certo de que, neste ano de 2012, iremos manter e aprofundar o espírito de solidariedade que nos caracteriza como povo.

Sou testemunha do trabalho notável desenvolvido pelas inúmeras instituições de solidariedade social, civis e religiosas, e por milhares de voluntários que, pelo País fora, se dedicam a ajudar os que pouco ou nada têm. A todos eles dirijo uma saudação calorosa.

A União Europeia vive um tempo de grande incerteza que afecta negativamente a nossa economia. Não devemos esperar que seja a Europa a resolver problemas cuja solução é da nossa responsabilidade.

Mas a situação difícil em que o País se encontra não nos deve impedir de ter uma voz activa na defesa de uma resposta à crise da zona euro que inclua uma estratégia europeia de promoção do crescimento económico e do emprego, visando em particular os jovens desempregados.

A crise que Portugal atravessa é uma oportunidade para nos repensarmos como País. Orgulhamo-nos da nossa história e queremos continuar a viver de cabeça erguida.

Durante muito tempo vivemos a ilusão do consumo fácil, o Estado gastou e desperdiçou demasiados recursos, endividámo-nos muito para lá do que era razoável e chegámos a uma “situação explosiva”, como lhe chamei há precisamente dois anos, quando adverti os Portugueses para os riscos que estávamos a correr.

Agora temos de seguir um rumo diferente, temos de mudar de vida e construir uma economia saudável.

Somos todos responsáveis. Esta é a hora em que todos os portugueses são chamados a dar o seu melhor para ajudar Portugal a vencer as dificuldades. Trabalhando mais e apostando na qualidade, combatendo os desperdícios, preferindo os produtos nacionais. Deixando de lado os egoísmos, a ideia do lucro fácil e o desrespeito pelos outros.

Nenhum Português está dispensado deste combate pelo futuro do seu País.

Este é um tempo de união de esforços. De nada adianta dividirmo-nos em lutas e conflitos sem sentido. Não devemos desviar as energias daquilo que é essencial para enfrentar os desafios do presente.

Não é combatendo-nos uns aos outros que conseguiremos combater a crise.

Realizaram-se eleições há pouco tempo, o Governo dispõe de apoio parlamentar maioritário, a oposição exerce legitimamente a acção que lhe cabe numa democracia consolidada.

Aos agentes políticos exige-se que expliquem aos Portugueses o fundamento da suas decisões e que sejam os primeiros a acarinhar as sementes de uma nova esperança, agindo com justiça, com ponderação e com sensibilidade social.

2012 será um ano de sacrifícios para muitos Portugueses. Mas será igualmente um ano em que a fibra do nosso povo virá ao de cima.

Não nos resignamos. Somos um povo que se agiganta quando as adversidades são maiores e mais difíceis de superar.

É nestas alturas que os Portugueses conseguem ultrapassar-se a si próprios e surpreender tudo e todos.

Eu acredito nos Portugueses. O civismo, a coragem e a serenidade com que têm enfrentado estes tempos difíceis são dignos de todo o respeito e de enorme admiração.

Portugal é maior do que a crise que vivemos.

Espero, do fundo do coração, que o ano de 2012 possa trazer a todas as famílias e a todos os Portugueses, onde quer que se encontrem, sinais de esperança de um futuro melhor.

A todos renovo os meus votos de um Ano Novo de Paz, Saúde e Felicidade.

Boa noite.

Fonte: Sítio da Presidência da República Portuguesa

Um comentário a reacções infelizes de gente infeliz

O meu texto “Para 2012 o que se exige”, aqui publicado, tinha como objectivo criticar de uma forma construtiva e, por isso, nada do que disse que me posso arrepender. O que tenho que lamentar, é que alguns tipos me tenham tentado “crucificar”, como se tivesse a prejudicar a Causa em si ou alguém em particular. Tratam-se, infelizmente, de pessoas com uma visão bem curta, e que, têm uma péssima capacidade de interpretação. O meu texto, como poderão ver, foi pacífico em todos os parágrafos. Não quis criar conflitualidade nenhuma. E mesmo assim, como poderão verificar no meu mural, um determinado senhor, que se julga com a poção mágica para termos Monarquia, nas mãos, atacou-me forte e feio no meu perfil. Verdadeiramente, não precisamos de pessoas assim. O que precisamos, é de pessoas abertas às críticas, que não usem opiniões escritas em boa fé, para ofender ou atacar os autores que, simplesmente, querem o melhor para a Causa de Portugal. Sinceramente, depois do que aconteceu ontem, aprendi que temos que Modernizar o Movimento Monárquico, desilitizá-lo, Democratizá-lo, fazer dele um Espaço de debate no seio da Sociedade Civil, com gente com Mentalidade Aberta à Mudança, gente preparada para trazer a mudança para os Portugueses, gente que não use nem titulos nobiliárquicos – por muito que respeitemos essas Famílias, nem títulos Académicos, por muito que respeitemos o Mérito com que chegaram até aí. Somos todos Seres Humanos. E há uma coisa muito importante, o Português, tem a mania dos “titulos”, seja no meio Monárquico, seja no meio republicano, na Europa Monárquica, meus caros, Doutores são os Médicos apenas e só! Tratam as pessoas pelos nomes que têm, não pelos títulos. Mostremos esta abertura de espírito. Sejamos desportivos, sejamos alegres, deixemos os fatos e as gravatas no guarda-fato. Falemos ao Povo, com palavras simples e claras. Recordo-me de uma Entrevista do Fadista Monárquico João Ferreira Rosas o que cantou o “Embuçado”, que disse mais ou menos isto “O Povo está preparado”; quem parece não estar preparado são algumas elites Monárquicas. A quem julgam que ele se estava a dirigir? Pois! Estamos a pensar o mesmo! Certas elites do meio Monárquico não fazem nada pela Monarquia e impedem, por todos os meios, nomeadamente através da Intriga, que quem quer fazer algo, ou faça algo de bom, é sistematicamente atacado e “violado” na sua integridade moral. E isto, meus caros, é grave. Muitos jovens Monárquicos foram-se afastando do Movimento Monárquico, desde que aderi à Real Associação de Lisboa em 1999, porque precisamente, faziam e faziam bem, e foram atacados e injuriados e eles, obviamente, pensaram “Mas que raio, estou eu a fazer no meio de uma cambada de imbecis que não faz nem quer deixar fazer?” e foram-se embora. E ninguém sabe nada deles. E eles nem querem saber nada da Monarquia, porque alguns Monárquicos que se acharam donos da razão, deram cabo deles. Eu sei do que falo. Porque o ano passado foi o que me aconteceu. Fui bem atacado, bem turcidado, bem ofendido na minha dignidade de Pessoa, Monárquico, .. Pelo que, sim, bem sei do que estou a falar, meus caros. E temos hoje, já em 2012, no inicio deste novo ano, a GRANDE OPORTUNIDADE de mostrarmos o que verdadeiramente Queremos! Uma Monarquia Democrática. E como lá chegar? Com Democracia entre nós! Estaremos a dar o Exemplo. E na Democracia há o quê? Respeito pelas ideias alheias. E o que é que isto quer dizer? Diversidade, logo Riqueza no conhecimento adquirido. Que juntando tudo o que temos em comum poderá nos levar onde? Não vos posso garantir a Transição para a Monarquia como resultado final, pois isso não depende, obviamente, de mim, mas certamente, nos poderá levar longe e se nos levar à Monarquia, melhor! Agora, temos que construir a Monarquia que queremos. Uma Democracia Real! O Projecto Democracia Real que eu criei foi para chamar a atenção do nosso grande propósito. Todos o conheceram ou na sua maioria. Agora, que se findou, estamos todos Unidos e Queremos estar Unidos, até à Vitória final! VIVA O REI! VIVA PORTUGAL! – estou na Causa para Vencer a República e não para atacar Companheiros de Armas! Vamos a isso!

Nota: Não vou mais alimentar intrigas, porque, quem as criou, estão muito bem identificados. Mas é triste, começar um ano, com uma nota destas.

Feliz Ano Novo! Happy New Year! Bonne Année!

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