Jubileu de Diamante no Reino Unido e na Commonwealth
Continuo a seguir com bastante entusiasmo o Jubileu de Diamante de Sua Majestade a Rainha Isabel II.
Recordar esta ligação fundamental entre a Coroa e o Parlamento:
O Senhor Dom Duarte na OVIBEJA 2012
67.º Aniversário do Nosso Rei!
Sereníssimo Príncipe da Casa Real de Bragança,
Fidelíssimo Rei de jure de Portugal, pela Graça de Deus,
Meu Senhor,
A Vossa Alteza Real me dirijo em primeiro lugar para lhe desejar um muito Feliz Aniversário, com votos de que Deus o proteja, lhe dê muitos anos de vida, saúde, e muita felicidade, não só junto da Vossa Real Família, mas também ao Serviço deste Vosso Povo que anseia cada vez mais por vos Aclamar Rei de facto de Portugal.
Vossa Alteza Real ao longo destes anos tem se preocupado em responder e corresponder aos anseios do Povo Português, tem apelado, vezes sem conta para que todos nós combatêssemos as injustiças, que cuidássemos melhor do que é nosso por Herança Secular, que fossemos verdadeiramente patriotas e que tivéssemos mais auto-estima, que conhecêssemos melhor a nossa História, a nossa Cultura e as nossas Raízes e que tivéssemos orgulho nelas.
Vossa Alteza Real ao longo destes anos, tem apelado a que Portugal criasse o seu próprio projecto, que nunca fechasse os olhos à Lusofonia. Foi o primeiro a falar sobre a barbaridade que se estava a passar em Timor-leste, País Irmão de Portugal, quando muitos burocratas deste lado não queriam assumir as suas responsabilidades. E quando a liberdade do Povo Timorense chegou, Vossa Alteza Real foi maltratado, relegado da comitiva que representaria Portugal nas cerimónias da independência Timorense…
Vossa Alteza Real é o Rei de Portugal, com ou sem Trono, tem dado um Exemplo singular de total serviço à Pátria sem nunca se queixar, sem nunca cobrar absolutamente nada. Serviço é Serviço e Vossa Alteza Real tem-no demonstrado muitíssimo bem.
A Humidade faz dos Homens seres com carácter, e não encontrei até hoje, ninguém com tão bom Exemplo como Vossa Alteza Real.
Mesmo sem Trono,Vossa Alteza Real tem representado a Casa Real Portuguesa em inúmeros eventos, e nunca nos deixou ficar mal. Estou seguro de que com o Trono estaremos mais do que descansados.
O Serviço a Portugal por parte de Vossa Alteza Real tem dado esperanças aos Monárquicos Portugueses em particular e a muitos Portugueses no geral. Por todo o lado onde Vossa Alteza Real passa é saudado pelos populares que o vão cumprimentar e lhe demonstram o seu carinho e afeição. Não há dúvidas nenhumas que estou a escrever para o Rei de todos os Portugueses.
E o Rei de todos os Portugueses não exclui ninguém. Não exclui o pobre, dando-lhe conforto e esperanças. Não exclui o pessimista, dando-lhe optimismo e esperança.
Vossa Alteza Real serviu Portugal em Angola como Piloto Aviador da Força Aérea, apoiou o 25 de Abril de 1974, com esperanças de que dessa revolução saísse uma verdadeira Democracia. Vossa Alteza Real esteve sempre preocupado com as ligações de Portugal com os nossos Países Irmãos da Lusofonia. Sempre se preocupou com o Desenvolvimento Sustentável do Território Nacional. E as suas opiniões em relação à União Europeia têm sido bem recebidas em todo o lado.
O regime republicano celebrou o seu centenário com muito fausto. Tem sido a causa dos maiores males da nossa História.
Como Português, confio em Vossa Majestade Fidelíssima, para dar um rumo novo, um rumo de esperança aos Portugueses de agora e do amanhã.
Glória a Vossa Majestade!
Glória à Vossa Real Família!
Glória a Portugal!
O Dia da Rainha, nos Países Baixos é mesmo uma Festa Nacional
Queen Beatrix of the Netherlands in Vries Français : La reine Beatrix des Pays-Bas à Vries. Nederlands: Koningin Beatrix der Nederlanden in Vries (Photo credit: Wikipedia)
Vejam os vídeos seguintes e comprovem:
The Queen’s official birthday (Koninginnedag)
Queen Beatrix and other members of the Royal House visit festivities in one or two places each year. The royal visits are always broadcast live on television.
30 April
Koninginnedag is celebrated on 30 April (or if that date falls on a Sunday, 29 April). Queen Beatrix’s birthday is not on that date, but on 31 January. 30 April was the birthday of her mother, Queen Juliana. Queen Beatrix wanted to continue celebrating Koninginnedag on that date as a mark of respect to her mother.

Koninginnedag past and present
The forerunner of today’s public holiday was celebrated for the first time on 31 August 1885, Princess Wilhelmina’s birthday. It was an initiative of the Liberal Party, which wanted to emphasise national unity.
The first real Koninginnedag was held on 31 August 1891, after the death of King Willem III. Since Koninginnedag was also the last day of the school summer holidays, it soon became a popular day of celebration for children.
On 31 August 1902, Koninginnedag turned into a full-scale popular celebration of Queen Wilhelmina‘s recovery from a serious illness. At the time, it was not customary for the Queen or her family to visit festivities on Koninginnedag.
During Queen Juliana’s reign, the Dutch people presented her with a floral tribute at Soestdijk Palace. The flower parade was shown on television from the 1950s on.
It gradually became the custom for everyone to have a day off on 30 April, which ultimately became an official public holiday that stands for national unity. Every year, Queen Beatrix and members of her family visit one or two places, where they join in the Queen’s Day celebrations. This Queen Beatrix’s birthday is on 31 January, but out of respect for her mother, she celebrates it officially on 30 April, which was her mother’s birthday.
Fonte do texto em inglês: Site da Casa Real dos Países Baixos
No Reino dos Países Baixos, hoje é o Dia da Rainha
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Faz hoje 32 anos que Sua Majestade a Rainha Beatriz dos Países Baixos prestou o seu Juramento Constitucional e por isso foi proclamada Rainha. Nesta data, festeja-se o Dia da Rainha, juntando o Aniversário da entronização, ao Dia Nacional Neerlandês.
Viva a Rainha!
Visite o Site da Casa Real dos Países Baixos
Biografia de Sua Majestade a Rainha Beatriz na Wikipedia
Lisboa acolhe XVIII Congresso da Causa Real
Inscrições para congressistas e observadores
abertas até ao dia 24 de Abril
A Associação Comercial de Lisboa é o palco escolhido para a realização do XVIII Congresso da Causa Real, que decorre já no próximo dia 28 de Abril de 2012 com organização da Real Associação de Lisboa. A assembleia magna dos monárquicos portugueses reunirá todas as Reais Associações nacionais e conta com a presença ao almoço de S.A.R. o Senhor Duque de Bragança.
Os trabalhos terão início por volta das 9h30. Da agenda fazem parte temas como a apreciação do Relatório e Contas para 2011 e a apresentação de listas e eleição dos Órgãos Sociais para o biénio de 2012-2014. Por volta das 15h00, será proferida uma palestra sobre “O Pensamento Monárquico no Século XXI”.
A inscrição de Congressistas e Observadores poderá ser feita até ao dia 24 de Abril de 2012, data até à qual cada Real Associação deverá enviar para a sede da Real Associação de Lisboa, de preferência para o email secretariado@reallisboa.pt , a lista com os nomes dos respectivos participantes no Congresso.
Já a inscrição dos Congressistas por inerência poderá ser efectuada pessoalmente na sede da Real Associação de Lisboa ou também por email (secretariado@reallisboa.pt), bastando indicar o nome do Congressista e o órgão a que pertence na Causa Real. O pagamento da inscrição no Congresso deverá ser efectuado também até ao dia 24 de Abril, através de cheque à ordem da Real Associação de Lisboa, enviado para Praça Luís de Camões, n º 46, 2º Dto – 1200-243 Lisboa, ou por transferência bancária para a conta da Real Associação de Lisboa – Santander Totta com o NIB: 0018-0000-22171 43500 138.
O valor da inscrição de congressistas com mais de 30 anos importa em 55 euros (30 euros para os restantes). Para observadores maiores de 30 anos o valor é de 45 euros (30 euros para os restantes). O almoço está incluído.
Duque de Bragança recebe segunda-feira nacionalidade timorense
O duque de Bragança vai receber na segunda-feira, durante uma cerimónia no parlamento de Timor-Leste, a nacionalidade timorense e uma condecoração do Presidente José Ramos-Horta.
Duarte de Bragança chegou na quinta-feira a Díli para uma visita de uma semana, durante a qual vai também aproveitar para ver alguns dos projetos de cooperação apoiados pela Fundação D. Manuel II.
Sobre a sua visita, o duque de Bragança disse que é para “agradecer a distinção tão honrosa feita pelo parlamento de concessão da nacionalidade e a condecoração” que José Ramos-Horta também lhe vai entregar.
“Depois tenho sempre alguns projetos de cooperação, alguns que já estão a funcionar e outros que eu gostaria de por a funcionar, no campo da agricultura, desenvolvimento rural e da cultura”, disse no final de um encontro com o Presidente timorense.
O Duque de Bragança disse também que se nota um “progresso muito grande em Timor-Leste”, país que já não visitava há alguns anos.
“Claro que os problemas ainda são muitos, sobretudo no interior, mas (…) Timor tem uma capacidade humana excecional e estou convencido que está a ser bem aproveitada”, disse.
A atribuição da nacionalidade timorense a Duarte de Bragança foi anunciada em julho do ano passado na sequência de uma resolução do parlamento nacional timorense por “altos e relevantes serviços prestados a Timor-Leste e ao seu povo”.
Fonte: Jornal i
Em Memória de um Rei Martirizado pela História: Luís XVI de França!

Luis XVI, Rei de França e de Navarra, faz este dia 21 de Janeiro, 219 anos que foi executado, por um meio bárbaro, a guilhotina, no Champs de Mars, em Paris, depois de ter sido preso na Bastilha e julgado por um Tribunal Revolucionário.
Não me compete fazer julgamentos, porque a História está escrita, felizmente sobre esta época tanto pelos vencedores como até já pelos vencidos.
Quero apenas reflectir esse momento histórico em particular e trazer à luz as consequências que não tardaram a se fazer sentir em França e na Europa.
Luis XVI foi Rei muito novo. Era neto do Rei Luis XV e ao assumir o Trono de França, sabia perfeitamente a situação em que seu País se encontrava. Contudo, não hesitou por um instante, em ajudar as Colónias Rebeldes Norte-Americanas na sua Secessão contra a Grã-Bretanha.
Depois da Tomada da Bastilha em 1789, pelos revolucionários aceitou ir para Paris e jurou fidelidade à primeira Constituição Francesa em 1791. Durante quase 2 anos, Luis XVI foi um Rei Constitucional!
Contudo, a situação do País era grave. As grandes potências europeias lançaram-se contra a França Revolucionária, e o Rei mal aconselhado procurou se refugiar na Áustria, mas em Varennes foi reconhecido e feito prisioneiro e teve que regressar a Paris, onde a partir desse momento iria ser julgado e condenado à morte.
De facto, esta situação “da Pátria em perigo”, como alguns historiadores a denominam, psicologicamente levou a que os acontecimentos se precipitassem e levassem à morte do Rei e posteriormente da Rainha Maria Antonieta, e os que conseguiram se salvar, saíram de França, como aliás foi o caso dos Irmãos de Luís XVI, o futuro Luis XVIII e Carlos X e suas respectivas famílias assim como Madame Royale, Filha mais velha de Luis XVI e Maria Antonieta.
A França entra em Guerra com a Europa Monárquica e Absolutista. A Convenção, o Directório e o Consulado foram os principais períodos da Revolução Francesa onde foi dificil encontrar uma estabilização política. Assim, surge Napoleão Bonaparte que através de um golpe de génio (para alguns) se torna Imperador dos Franceses e se lança à conquista da Europa com vista à deposição das Dinastias Europeias Absolutistas e a favor da implantação dos ideais da Revolução Francesa.
Bem sabemos que a Herança da Revolução Francesa a nível cultural é vasta e importante, como a primeira Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão que aliás Luis XVI jurou ao jurar cumprir a Constituição de 1791. Nesse documento estavam consagrados os Direitos mais elementares do Homem, nomeadamente a igualdade de todos perante a Lei. O próprio Rei ao jurar cumprir essa Declaração com a Constituição, passou a ficar sujeito à Lei.
Contudo, a Herança mais pesada da Revolução Francesa são as vítimas da mesma em França e na Europa, incluíndo Portugal. E todos os eventos revolucionários que se deram ao longo dos anos, durante o século XIX e XX, foram eventos herdeiros, de algum modo, dos ideais da Revolução Francesa, em que por esses ideais, se matou e se saquearam vilas e cidades inteiras.
A tendência para matar Reis e Imperadores, também é, de algum modo, uma herança revolucionária que posteriormente, grupos anarquistas que se foram organizando ao longo do século XIX matariam por exemplo, Humberto I de Itália, o Rei Dom Carlos e Dom Luís Filipe em Portugal, A Imperatriz Elizabeth “Sissi” da Áustria-Hungria, o Arquiduque Francisco-Fernando da Áustria, toda a Família Imperial Russa pelos Soviéticos, o Rei Alexandre da Jugoslávia, etc…
E essas mortes, grande parte delas, levaram a conflitos internos e internacionais de proporções enormes e de consequências nefastas. Como por exemplo, os casos de Portugal que levaram à proclamação de uma I República que foi uma anarquia total durante 16 anos com 48 governos!!! E o Assassinato de Sarajevo em 1914 que provocou a I Guerra Mundial. Na Rússia, o Massacre dos Romanovs levaria à implantação de uma Ditadura cruel que durou décadas nomeadamente com Estaline!
Pelo que, de facto, nem tudo o que é revolucionário é bonito de se ver e pouca gente, infelizmente, se dá verdadeiramente conta que muita gente morreu injustamente, porque defendia um certo Ideal de Pátria.
Finalmente, olhando para a França de hoje, que já vive numa V República, a qual aliás irá realizar este ano eleições presidenciais, em que terá até um Canditato da Alliance Royale – partido político monárquico Francês. Quero saudar a organização militante da Alliance Royale e desejar boa sorte ao seu Candidato às Presidenciais. Tendo em conta que os Monárquicos Franceses estão divididos em termos de preferências Dinásticas, considero primeiro fundamental trazerem a debate a questão de actualmente ser impossível em França, tal como em Portugal, um Referendo sobre o Tipo de Chefia de Estado e promoverem o debate Monarquia ou República, acabar com as velhas ideias sobre a Monarquia. Muitos franceses, tenho reparado, ao se lembrarem da Monarquia lembram-se do fausto do tempo de Luís XIV e Luís XVI, etc… É importante contrariar esses velhos e ultrapassados pensamentos para algo moderno e adequado ao tempo que se vive. A França pode muito bem ser uma Monarquia Parlamentar e Democrática e dêem se quiserem, por exemplo, a escolher quem deve ser o Rei – o candidato Bourbon ou Orleães. Contudo, a minha posição é sobejamente conhecida em relação a esta matéria em particular que gostaria aqui de sublinhar:
- Considero que SAR Luís Alfonso de Bourbon é um Jovem Príncipe extremamente dinâmico e que neste momento tem uma imagem extremamente moderna a defendê-lo.
- Contudo, tendo em consideração que o último Rei dos Franceses foi da Família Orleães, Louis Philippe Ier, então será um Herdeiro deste Rei que, quanto mais, tem toda a lógica e tem toda a legitimidade, para ser Rei dos Franceses, naturalmente estou a falar de SAR o Conde de Paris Henry VII e depois o seu filho Jean Duque de Vendôme.
Quero saudar os Monárquicos Franceses que neste dia um pouco por toda a França, mas sobretudo em Paris vão celebrar uma Missa em Memória de Sua Majestade o Rei Luís XVI, nesta triste data da sua execução.
E quero sublinhar a presença de SAR o Conde de Paris, na Cerimónia.
LE ROI EST MORT!
VIVE LE ROI HENRY VII!!!
O Talento de Bem Fazer
No passado dia 7 de Janeiro, Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, Chefe da Casa Real Portuguesa, foi ao Minho participar no Jantar de Reis e em outras actividades de interesse cultural e económico, em que se chamou a atenção para a preservação dos Produtos Nacionais, e claro, em que, mais uma vez, como não poderia deixar de ser, também a Monarquia Portuguesa mereceu especial atenção por parte dos Organizadores do Evento, nomeadamente Manuel Beninger e a sua Equipa, que tão bem organizaram estas iniciativas.
Por aquilo que já vi publicado, creio que é justo, se dizer que houve o Talento de Bem Fazer, em todos os aspectos. E isto só demonstra que, felizmente, há Monárquicos que não falam apenas, mas que fazem e fazem bem. E faça-se justiça à Equipa de Manuel Beninger do PPM de Braga, e não só, que deram mais uma vez, pela terceira vez consecutiva, a prova de que quando os Monárquicos querem, fazem e fazem bem.
Le Talent de Bien Faire – o Talento de Bem Fazer, esteve bem à vista. Celebraram-se os Reis, a Monarquia, mas acima de tudo, Portugal e seus Produtos, feitos pelas suas Gentes do Minho – neste caso em particular.
Nestes dois dias de eventos, mostraram-nos claramente que nós, Monárquicos, podemos e devemos fazer muito mais. E quem gosta de guerras na mesma trincheira não deve merecer a menor importância de quem quer fazer e faz e faz bem feito.
Parabéns ao caro Manuel Beninger e sua Equipa. Saudações Monárquicas!
Jornal “Correio do Minho” de 8 de Janeiro, pág. 10
REAL, REAL, REAL, POR DOM DUARTE II EL REI DE PORTUGAL
Fontes: Reportagem TV Minho (via Blogue PPMBraga)
Toque Real no Artesanato Minhoto (via Blogue PPM Braga)
Primeiras Imagens do Jantar de Reis 2012 (via Blogue PPM Braga)
JANTAR DOS CONJURADOS 2011
- Para mais informações sobre o Jantar dos Conjurados, consulte o Site da Real Associação de Lisboa, aqui
Documentário/Filme “Elmo de Batalha de El Rei D. Sebastião”
1.ª parte:
2.ª parte:
3.ª parte:





Meu Sereníssimo Senhor,














