Reino Unido: Abertura Estatal do Parlamento 2012

(Lusa) – A rainha Isabel II disse hoje que o Governo britânico planeia reformar a centenária Câmara dos Lordes e introduzir a eleição direta dos seus membros.
A câmara alta do Parlamento britânico, cujos 782 membros não são eleitos (os elementos da nobreza tem cargos vitalícios e os do clero ocupam o cargo enquanto estão em funções religiosas), não faz leis, mas pode alterar a legislação.
No anúncio do programa do Governo para a nova legislatura, a rainha indicou que o objetivo é ter uma câmara alta mais pequena e maioritariamente eleita.
Isabel II disse ainda que o primeiro-ministro conservador, David Cameron, que dirige um Governo de coligação com os liberais democratas, terá como prioridade a estabilidade económica e que pretende separar as operações de retalho dos bancos das de investimento, mais arriscadas.
“O meu Governo vai concentrar-se no crescimento, na justiça e nas reformas constitucionais”, anunciou a rainha, de 86 anos, assinalando a preocupação governamental de melhorar “a vida das crianças e das famílias”.
Entre as medidas anunciadas no tradicional “discurso da rainha” encontra-se a criação de uma “agência nacional contra o crime”, proposta em 2010 pelo Governo para juntar a luta contra o crime organizado, a segurança nas fronteiras e a luta contra a fraude e o cibercrime.
O parlamento deve aprovar igualmente a adoção do Mecanismo Europeu de Estabilidade. O texto preparado pelo Governo prevê que o Reino Unido fique isento de contribuir para os planos de resgate dos países membros da zona euro.
Apelo aos Monárquicos Portugueses
Monárquicos!
Quando se sente e quando se percebe com honestidade a realidade em que o nosso Portugal se encontra, é nosso dever, é nossa obrigação, mostrar o nosso apoio incondicional a Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e Chefe da Casa Real de Portugal. E assim, e começando pelas plataformas online temos o dever de divulgar a todos os nossos contactos esses espaços, para que possamos aproximar cada vez mais o nosso Rei do seu Povo, o nosso Povo, Nós Portugueses.
Neste sentido, apelo a todos que divulguem os seguintes espaços:
Canal da Casa Real Portuguesa no Youtube
Página de SAR o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança no Facebook
O Senhor Dom Duarte tem procurado defender o melhor possível os interesses de Portugal acima dos seus próprios interesses. Tem sido um Rei, mesmo não estando no Trono ainda.
Nas vésperas do Aniversário de Sua Alteza Real, façamos este gesto em Homenagem ao nosso Rei, em nome do futuro de Portugal.
Muito obrigado.
Viva o Rei!
Viva Portugal!
O Rei diz
Desde sempre, tenho acompanhado os portugueses, cultivando muito em especial relações com as nossas comunidades no estrangeiro, para que as futuras gerações não percam de vista o país onde estão implantadas as suas raízes.
Em Portugal, particularmente, no seu interior, tenho partilhado as alegrias e angústias das populações tantas vezes esquecidas. Tem constituído minha preocupação o desenvolvimento sustentável dessas manchas da nossa Terra, respeitando os valores culturais e espirituais das suas géneses.
A defesa da Natureza, do equilíbrio do meio ambiente e da nossa paisagem humanizada, são temas em que me tenho empenhado desde a minha infância e que necessitam do envolvimento de toda a comunidade humana.
Nestes domínios as Monarquias da Europa e do Mundo têm dado provas de eficácia através de uma proximidade com as populações, enriquecendo as democracias contemporâneas, no respeito pela dimensão onde se inscreve a existência humana.
Penso que Portugal, também beneficiaria desta vantagem e este espaço também abordará estas problemáticas, bem como outras que me queiram fazer chegar.
Estar próximo dos portugueses – Esta é a Herança que recebi e que aqui uma vez mais assumo.
Canal da Casa Real Portuguesa no Youtube
Página de SAR o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança no Facebook
Viver momentos extraordinários
Nestes quase 8 anos de militância monárquica na Internet, sempre me procurei pautar pelo Respeito, pela Lealdade, pela Humildade, pela Integridade; valores eminentemente Monárquicos, que dão devido carácter a qualquer pessoa.
Não me arrependo em nada das opções que tomei, pois elas tiveram as suas razões e o seu contexto, que muitos ignoram e só souberam uma parte da história das histórias diversas que atravessei até hoje.
Aprendi muito. Aprendi imenso. Aprendi muita História da História da Monarquia Portuguesa. Aprendi a Verdade sobre a Sucessão Dinástica quando um dia encontrei, por acaso, em meados de 2005 um site de um italiano que se julga herdeiro do Trono de Portugal. Aprendi e corri riscos quando o contactei, porque não sabia da verdade a respeito dele. E quando soube, corri riscos com ameaças vindas desse senhor e seu apoiante português – provavelmente o único!
Fui acusado de traidor ao Legítimo Herdeiro do Trono de Portugal, por quem procurou fazer esquecer toda a luta na Web, de então, sem redes sociais, e só com fóruns de debate, incluindo os meus, a troca elevadíssima de impressões e acusações.
Vivi com isso. Vivi horas e horas a fio à frente do computador a defender Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, Verdadeiro Juridicamente e Historicamente o Herdeiro dos Reis de Portugal.
Foram momentos de enorme intensidade. Momentos extraordinários, de facto!
Além de defender o Rei neste campo de batalha que é a Web, fiz boletins de informação, hoje disponíveis neste Blogue, onde desde os aspectos gráficos, passando, pela paginação, passando pela escrita de artigos, entrevistas a alguns Monárquicos de renome, incluindo, sem dúvida a maior honra, a SAR o Senhor Dom Duarte. Juntaram-se artigos vários de enorme interesse. A imaginação e o trabalho aos quais eu nunca me neguei ao serviço da Causa da Monarquia Portuguesa; a Causa de Portugal. Imaginação para a paginação artesanal, imaginação para os milhares de artigos de opinião que escrevi e que muitos não chegaram por N motivos aos dias de hoje.
O sacrifício de horas de trabalho, de dias de trabalho, semanas, meses, anos, ao serviço de Portugal, sem nunca reclamar, sem nunca pedir absolutamente nada, passando muitas vezes por dificuldades, como o desemprego. As coisas apareceram sempre feitas, só as lia e só as lê quem quer. Nunca cobrei nada!
Passando para o campo multimédia, a criação de um Canal no Youtube e a criação de vídeos temáticos, com power point ou filmando-me a mim próprio a falar sobre o que acho o que é a Monarquia Democrática, com simplicidade e com enorme vontade de servir a Pátria e acordar consciências, foi sempre este o meu objectivo!
Mesmo os vídeos temáticos dão trabalho. Preencher power points com conteúdos textuais e imagens, converter cada slide para JPEG e só depois colocar no Windows Movie Maker e trabalhar o filme a apresentar no Youtube! Nunca me cansei, nunca cobrei nada, nunca me queixei.
Com imenso trabalho e imenso sacrifício tenho procurado levar o meu trabalho em prol da defesa do Ideal Real a bom porto. Nem sempre fui feliz. Mas também tive momentos bons. Tenho as minhas limitações. Enquanto há blogues monárquicos que cujos respectivos administradores se entre-ajudam, eu nunca pedi ajuda de ninguém. Simplesmente sugeri que divulgassem o meu trabalho. A quem o fez agradeço, a quem não o fez, eu respeito a opção. Nunca me queixei, nunca cobrei absolutamente nada. E eu sei exactamente quem ajuda na divulgação do meu Blogue e Canal no Youtube e quem não ajuda. E sei que são muito poucos, em comparação com o número de plataformas web hoje a favor da Monarquia na Web. Não cobro. Não me queixo. Apenas constato.
Com todas as limitações, o caminho faz-se caminhando. O presente blogue tem mais de 40 mil visitantes. O meu canal no youtube tem mais de 20 mil visitantes. A página no Facebook tem mais de 300 amigos. Eu próprio tenho mais de 1100 amigos no Facebook. No Twitter tenho mais de 400 seguidores. E mais umas boas centenas no Google+ e mais alguns no LinkedIn. Não me queixo. Não cobro. Constato.
Depois de uma valente tempestade de insultos de que fui alvo de uma baixeza inqualificável. Ainda constato que apesar dos meus esforços que já fiz para que as pessoas acreditassem em mim, ainda há quem dê crédito precisamente aos que me ofenderam grandemente. Não me queixo, não cobro, apenas constato.
Sei que só o tempo mostrará o quanto essas pessoas estão erradas ainda a meu respeito. Quanto aos que me ofenderam, hoje, posso dizer com toda a segurança que não me interessam absolutamente para nada, porque não serão eles que estarão alguma vez na frente de combate em prol da mudança para Portugal! E por outro lado, não serão meia dúzia de detractores que me incomodam, quando a maioria me respeita e estima.
Viver momentos extraordinários, é viver com as alegrias, mas também com o stress, com as angústias, com os nervos à flor da pele, mas sempre com confiança e determinação. Acreditar em nós. Acreditar nos nossos objectivos e alcançá-los.
Vivo intensamente a Causa Monárquica em Portugal. Acredito que cada vez mais a república nos dá motivos de sobra para apresentar aos Portugueses uma alternativa verdadeiramente Portuguesa, que é a Monarquia, a da Aclamação, a da Democracia Real, a do Municipalismo, a da participação de todos na construção de um Portugal mais equilibrado, mais justo, mais feliz, mais desenvolvido, pensando sempre nas novas e próximas gerações de Portugueses.
É por isto que eu luto, sim, todos os dias. Por um Portugal melhor! Há razões bem maiores nesta luta do que meia dúzia de detractores que procuram distrair quem quer lutar por um País melhor!
Decidi ajudar todos os que estão unidos em prol da Monarquia para Portugal, e aqui, muito claramente, vou dizer que estou de braços abertos do lado da Causa Real e de todos aqueles que estão verdadeiramente obstinados, em Instaurar uma Democracia, restaurando a Monarquia.
Porque é com esses, e esses só, que quero viver os momentos Extraordinários da Restauração do Portugal Real.
E com a Ajuda de Deus, Venceremos!
Dia da mãe
“Eis aqui, quase cume da cabeça
De Europa toda, o Reino Lusitano,
Onde a terra se acaba e o mar começa,
E onde Febo repousa no Oceano.
Este quis o Céu justo que floresça
Nas armas contra o torpe Mauritano,
Deitando-o de si fora, e lá na ardente
África estar quieto o não consente.
Esta é a ditosa pátria minha amada,
A qual se o Céu me dá que eu sem perigo
Torne, com esta empresa já acabada,
Acabe-se esta luz ali comigo.
Esta foi Lusitânia, derivada
De Luso, ou Lisa, que de Baco antigo
Filhos foram, parece, ou companheiros,
E nela então os Íncolas primeiros.”
Os Lusíadas
Canto III
estrofes 20 e 21
Recordar a Mensagem de S.A.R. Dom Duarte de Bragança de 1 de Dezembro de 2009
Portugal atravessa uma grave crise económica com reflexos políticos e sociais preocupantes. A crise financeira e económica internacional não constitui justificação suficiente para o estado em que se encontra o País: torna-se evidente que, quando esta se desvanecer, a crise estrutural interna permanecerá.
O País está doente e maltratado. Adivinham-se tempos difíceis: as instituições do Estado estão fragilizadas; o desemprego aumenta e a pobreza alastra; o sistema educativo tem sido contestado por alunos e professores ; a insegurança, a criminalidade organizada – violenta e económica – e a corrupção, multiplicam-se; o poder judicial está ameaçado por falta de meios materiais e por legislação absolutamente desajustada das realidades. Nunca é demais relembrar que, onde não há Justiça, não há Democracia.
São muitas as vozes autorizadas e insuspeitas – como as da Cáritas e da AMI – que têm vindo a alertar para a vergonha da pobreza estrutural que existe no nosso País – acima dos 40%. De facto, se não se agir agora, as gerações futuras não nos perdoarão!
É chegado o momento de olharmos para o nosso Portugal tão desaproveitado nos seus recursos materiais e sobretudo na capacidade das nossas gentes, particularmente no interior onde me desloquei em
numerosas visitas a convite das Câmaras Municipais, tendo compartilhado as alegrias e preocupações de populações tantas vezes esquecidas.
Saibamos apoiar as organizações de voluntários que generosamente trabalham para resolver os problemas, desde as mais antigas, como as Santas Casas da Misericórdia, até às mais recente, leigas ou religiosas. Torna-se imperioso que o Estado colabore melhor com elas em vez de desperdiçar recursos e prejudicar o que temos e fazemos de bem. Temos de nos lembrar que tudo o que o Estado gasta é pago por nós ou será pago pelos nossos filhos…
Saibamos defender o equilíbrio do meio ambiente e da nossa paisagem humanizada, temas em que, desde sempre, me tenho empenhado e que necessitam do envolvimento de todos.
Saibamos lutar pela promoção da Lusofonia e solidariedade entre os países membros da CPLP, como uma causa de importância decisiva do nosso futuro comum. Quero saudar o Brasil, terra da minha Mãe, onde a acção determinada do Presidente Lula da Silva tem possibilitado o estreitar das relações especiais que sempre existiram com Portugal.
Com a União Europeia temos um válido projecto político e económico comum, mas falta-lhe uma “ alma “, porque, infelizmente, quem decidiu recusou-se a reconhecer a matriz cristã da nossa cultura…
Mas é na Comunidade Lusófona que encontramos “a nossa família”, e os laços de família são mais fortes do que os interesses económicos, são de natureza afectiva. Mas nunca esqueçamos que, se não forem devidamente cuidados, o mais certo é desaparecerem…
Saibamos preservar instituições fundamentais da Sociedade como a Família. Esta, como outras, está sujeita a um desgaste sem precedentes visando a sua dissolução.
Ela é, na verdade, a base da construção de uma sociedade fortalecida no espírito de entreajuda, respeito pela vida humana e formação responsável, valores que, só no seu seio, são susceptíveis de ser naturalmente assimilados. Só por esta via, sairá reforçada a liberdade de consciência que permitirá, a cada um e a todos, resistir, preservando-a das crescentes tentativas abusivas de ingerência externa que pretendem impor novos conceitos de “família”.
É na Família, e não pelo Estado, que já hoje – e como o futuro próximo se encarregará de demonstrar – se desenvolve incondicionalmente o verdadeiro espírito de solidariedade para com os seus membros mais necessitados, seja na doença ou na pobreza.
É na Família que se constroem os alicerces de educação, respeito e disciplina, tão necessários à organização social, relativamente aos quais o Estado só consegue desenvolver acções complementares e pontuais.
Tudo isto porque a vida social autêntica e equilibrada tem início na consciência individual que cada um vai formando no seu próprio ambiente familiar.
Chegou a hora de acordar as consciências e reunir vontades para levantar Portugal, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse.
O futuro de Portugal tem de ser encarado com esperança assente num projecto para o País tal como fez, há seis séculos e no auge de outra crise, o nosso maior herói, D. Nuno Álvares Pereira.
O Condestável Nun’ Alvares colocou convicta e corajosamente, num invulgar espírito de serviço, todo o seu talento, competência e generosidade na defesa da independência e da identidade nacional, cujo projecto foi transformado num ideal grandioso de Pátria e de Missão o qual, pouco tempo depois, permitiu abrir “ novos mundos ao Mundo”.
O seu exemplo de abnegação, coragem na luta pelas suas justas convicções e amor por Portugal, deverá ser fonte de inspiração para todos os Portugueses, como felizmente parecem comprovar as inúmeras manifestações civis e militares que, espontaneamente, têm surgido, de Norte a Sul, no País.
Vem a propósito recordar a importância que o Condestável atribuía à liderança, disciplina e motivação nas Forças Armadas, e particularmente na formação cívica de jovens militares, numa altura em que o Colégio
Militar, a mais antiga Instituição Militar de Ensino da Europa é vítima de uma campanha de fins dissimulados. É bom realçar que, há mais de dois séculos, esta honrada e sólida Instituição tem formado gerações de jovens que vieram a prestar relevantes serviços à Pátria, quantas vezes com o preço da própria vida.
Numa época conturbada como a que se vive hoje em Portugal, prepara-se, com grande despesismo, a comemoração, em 2010, do centenário da República.
Tratarei desse tema em ocasião mais apropriada. Apenas saliento que a actual “terceira República“,de constituição Democrática , é bastante semelhante à Monarquia vigente em 1910. A diferença maior está na Chefia de Estado, de eleição periódica por sufrágio universal, na República, e de permanência vitalícia na Monarquia, salvo no caso dos Portugueses, democraticamente, num caso extremo, promoverem a substituição do Rei .
Eu não duvido que uma Chefia de Estado independente dos poderes políticos e económicos, livre de pressões, respeitadora das instituições e defensora do seu correcto funcionamento, alheia a querelas partidárias e a favoritismos, preocupada com o longo prazo e não com imediatismos influenciados por calendários eleitorais é o complemento fundamental que a Monarquia pode oferecer a um Estado moderno.
Não é por acaso que, as Democracias mais desenvolvidas e estáveis da União Europeia são Monarquias.
Em vários países do Norte da Europa ouvi destacados políticos afirmarem que “vivemos em República, mas o nosso Rei é o melhor defensor da nossa República”. Chegou o tempo de os portugueses pensarem com coragem e em consciência se, o que se entende por República, não seria melhor servida por um Rei?
Estou convicto que saberemos encontrar o nosso caminho, discernindo as nossas prioridades, e encontrando pacificamente, as melhores soluções para o verdadeiro progresso do País.
Apelo a todos, autoridades e políticos, autarcas eleitos, empresários, agricultores, profissionais do sector público ou privado, apelo aos que se vêm no desemprego, aos estudantes e reformados, apelo à Igreja e aos cultos confessionais, aos que emigram e imigram, que ponham as suas capacidades ao serviço de Portugal.
É tempo de solidariedade, é tempo de acção e de esperança num futuro melhor para as gerações dos nossos descendentes.
Servir Portugal, estar próximo dos portugueses, essa foi a Herança que recebi e que aqui uma vez mais assumo, e que, com a minha Mulher, também transmitirei aos nossos filhos!
Viva Portugal!
Nota: Por vezes é importante recordarmos Mensagens antiga do Senhor Dom Duarte para reflectirmos sobre o Presente, nos seus múltiplos aspectos.
Fonte: Movimento 1128
Falar Real! Falar Nacional!
Hoje tenho procurado através da divulgação de vídeos sobre a Realeza Sueca, Norueguesa e Portuguesa (e quero aliás dizer que vou continuar nos restantes Países Europeus e depois passarei para os outros continentes), e conjuntamente com as Armas dos respectivos Países para chamar a atenção desta ligação histórica fundamental que os Povos têm que ter com as suas origens.
As Armas Reais com o seu respectivo esplendor, representam de algum modo também os Heróis Nacionais, os Feitos Gloriosos das Pátrias, o Alto Patrocínio dessas Glórias pelos Reis e Rainhas que reinaram e que hoje os que reinam são os naturais herdeiros.
Uma História Real que também é uma História Nacional.
Uma História Nacional que se fez Real!
De uma História Nacional nasce o Patriotismo e o Amor-próprio dos Povos.
A História Real é uma parte fundamental da História Nacional. Ambas estão ligadas pelo sangue dos heróis, pelos feitos não só de Reis ou de Rainhas ou de Príncipes, mas também de Generais, de Almirantes, de homens e de mulheres que cruzaram oceanos, que deram esperança aos seus povos oprimidos e estou-me a recordar de Jeanne D’Arc – já que ontem festejaram-se os 600 anos do seu Nascimento, e todos bem sabemos a História da sua curta Vida, mas o quanto ela foi importante para a História de França e da Europa! A França deve a Jeanne D’Arc a sua Liberdade! Assim como nós, Portugueses devemos ao Santo Condestável Dom Nuno Álvares Pereira a nossa Liberdade! Depois de Aljubarrota Portugal iniciou um novo começo, um novo rumo, por África, pela Ásia e pelas Américas. E por lá deixámos Património, uma História que além de ser a nossa, acaba por ser também a História dos outros Povos e civilizações com as quais os nossos antepassados cruzaram.
Falar Real é apelar ao orgulho nacional.
Falar Nacional é apelar à Liberdade e Regeneração Nacional da Nação!
Falar Real é abrir os olhos aos Portugueses e lhes dizer que podem contar com a Monarquia, a nossa maior herança; uma Herança não só feita dos nossos Reis e Rainhas, mas uma Herança feita por todos os Portugueses que antes de nós cá estiveram nesta linda terra portuguesa!
Falar Nacional é abrir os olhos aos Portugueses e lhes dizer que devem ter orgulho na sua Pátria, pois isso significa que têm origem nos seus antepassados e em todos aqueles que aqui estiveram, nesta linda terra Portuguesa e muitos se espalharam por este Mundo fora criando o nosso maior Tesouro que é a Diáspora!
Falar Real é chamar o Rei Dom Duarte ao Trono!
Falar Nacional é lutar pela Liberdade da Pátria e o Progresso da Civilização Portuguesa da qual todo o Português faz parte.
Nesta época de enormes dificuldades somos obrigados a Falar Real e a Falar Nacional. Devemos isso aos nossos Maiores, aos nossos Antepassados, e sobretudo às Novas Gerações!
É Monárquico?
Hoje quero fazer uma breve reflexão.
E vou começar com uma pergunta, para si que me está a ler:
- É Monárquico?
Se sim, faço-lhe uma outra pergunta:
- Vive bem com este regime, mesmo sabendo que há quem não viva?
- Em consciência acha que deve ficar tudo na mesma, que apesar de ter simpatia pela Monarquia, entende que não vale a pena a sua presença e a sua ajuda em mudar?
Normalmente, quem está bem com o regime, seja ele monárquico ou republicano, obviamente não pensa em mudar. Para essas pessoas é uma perda de tempo, e preferem ficar no sofá ou à frente de um computador e fazer de conta que não é nada consigo…
Quem está bem com o regime, pois que fique com ele!
Mas a verdade é esta:
Tendo em conta a actual situação de Portugal, julgo ser irresponsável da parte de qualquer monárquico não se tornar verdadeiramente militante pela mudança fundamental que o nosso País precisa.
Acabaram-se as palavras mansas. Acabaram-se os Vivas ao Rei de circunstância. Acabaram-se as brincadeiras. Acabaram-se inúmeras situações.
Chegou um momento de enorme responsabilidade.
Chegou um momento de enorme profissionalismo.
Portugal está numa situação tão grave, que julgo ser o momento de os Monárquicos se atreverem, de uma vez por todas, a converter os que ainda se dizem republicanos. Chegou a hora de os monárquicos animarem os que são monárquicos mas que preferem não se meterem na militância; todos somos fundamentais!
Chegou o momento de SER MONÁRQUICO! E ao ser Monárquico, ter apenas em mente uma simples missão a cumprir: Instaurar a Democracia – uma verdadeira Democracia!, com a Restauração da Monarquia!
Chegou o momento de cada um de nós, nos seus prédios e vivendas, nos seus bairros, nas suas freguesias, nos seus Concelhos, Distritos e Regiões, nas nossas Famílias, nos nossos amigos, nos nossos colegas de escola, faculdade ou emprego, todos, temos que criar uma rede forte e influente que, de facto, se imponha na Agenda Política, se imponha ao dia – a – dia dos Portugueses, pois só assim, uma vitória num Referendo será possível!
Chegou o momento de os Monárquicos se juntarem à Causa Real, através das suas Reais Associações.
Chegou o momento de nos sacrificarmos todos um pouco, em prol de um ideal maior: a Salvação de Portugal!
Não é um novo Presidente da República que mudará o que for!
Não é um novo Governo, nem uma nova Assembleia da República!
O mal está no regime. O mal está na Constituição e nas Leis deste Regime!
O mal está na falta de autoridade, falta de exemplo e falta de princípios da III República!
O mal sempre esteve nos 3 regimes republicanos que os Portugueses têm vivido desde há mais de 100 anos.
Portugal não é um País para ser uma República. Portugal tem nos seus genes, nas suas origens, uma Monarquia, um Reino, uma “Lusitania antiga liberdade” como lhe chamou Camões!
Portugal é maior do que tem sido nestes últimos 100 anos. Resgatemos, pois Portugal, instauremos, pois, uma Verdadeira Democracia! Proclamemos uma nova Monarquia!











