Semanário da Vida Económica também descobriu como é cara a República


Despesas cresceram 2,5 milhões no primeiro ano de Cavaco
As subidas mais significativas entre e 2005 e 2007 estão no Pessoal dos Quadros (+ J688 766, ou seja, uma subida de 23% com mais pessoas e remunerações mais altas, e nas despesas com comunicações) + J236 359, um acréscimo superior a 80%).
Despesas fixas com pessoal da “Cultura” triplicam
Em 2012, as despesas de pessoal afeto aos “Serviços Culturais, Recreativos e Religiosos – Cultura” ascende a 1 019 001 euros, dos quais 199 120 euros com remuneração dos quadros da função pública e 240 859 euros do pessoal contratado a termo.
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Casa Real de Espanha tem custos mais baixos para os contribuintes
Em Espanha, o Rei gosta de caçar elefantes em África, mas gera custos mais baixos aos contribuintes espanhóis, com um orçamento e um nível de despesa muito inferior ao da Presidência da República em Portugal.
Em 2011, o valor fixado pelo Orçamento de Estado espanhol para a Casa do Rei ascende a 8 434 280 euros. Deste montante, o Rei recebe uma dotação de 292 752 euros, que inclui os gastos de representação. O Príncipe das Astúrias, recebe, por sua vez, metade deste valor (146 375 euros). A Rainha, a Princesa das Astúrias e as Infantas Dona Elena e Dona Cristina não têm verba fixa, apenas se lhes atribuiu gastos de representação em proporção e valor variável em cada ano. O conjunto desta rubrica, em 2001, não ultrapassou os 375 mil euros.
Todos os membros da Família Real estão obrigados a pagamento de todos os impostos e efetuam as respetivas retenções fiscais. O conjunto da dotação e gastos da Família Real ronda os 9,6% do Orçamento da Casa do Rei.
O capítulo maior dos gastos vai para despesas com o pessoal, que representa 47,9% do total. A rubrica “Gastos correntes em bens e serviços” ascende a 38,8%. A Casa do Rei elabora as suas contas sob critérios de austeridade, eficácia e complementaridade com os serviços prestados por outros departamentos da Administração Pública, tendo critérios equivalentes quanto ao pessoal direto, aplicando incrementos, reduções e congelamento salarial em momentos determinados e com carácter geral.
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Um pouco de humor
Dimitri descobre que a República caíu
Cavaco parte tudo
E entretanto a República Portuguesa a gozar com o Povo…

Fonte: Blogue da Real da Beira Litoral
Não valerá a pena estarem agora todos muito nervosos com os gastos presidenciais que bem feitas as contas, são apenas uma folhinha nas centenas de resmas da despesa pública. Muito mais importante do que a contagem dos milhões, trata-se duma questão de princípio, num regime que nasceu latindo muitos, para melhor poder evitá-los. Se excluirmos Ramalho Eanes e por aquilo que a imprensa descobriu, Cavaco é de longe o menos afortunado dos Presidentes em caixa de contabilidade. Também surgem as suas nada espantosas ligações a certos amigos perigosos. Pois sim, mas então e os outros, aqueles que o antecederam em Belém e que sendo exímios palradores, ainda “presidem” a várias situações de poleiro?
Ocultando o assunto que varreu durante uns dias os jornais e os noticiários televisivos, arranjou-se agora um bode que sendo sem qualquer dúvida conviva na mesma pastagem, foi incumbido de expiar todos os males. Na imprensa e na net, surgiu a lista das propriedades e bens de investimento de Cavaco Silva. Seria interessante fazer-se o mesmo relativamente a Mário Soares e a Jorge Sampaio. Porque tal coisa não acontecerá? Porque é um atentado a um certo ordeirismo arrogante que pontifica na auto-proclamada inteligentsia do regime, precisamente essa que jamais olhou a gastos para satisfazer as suas vaidades e prazeres garantidos nas mordomias. Cavaco é um alvo fácil pela sua proverbial inabilidade, numa sociedade formatada para condescender com caríssimos “companheiros e companheiras, amigos, amigas e resistentes”. Pior ainda, os republicanos achincalham-no em público e disso retiram o maior gozo. Nada que nos admire, pois até poderemos estar a assistir a uma escalada que decerto terá como base exclusiva, questões relacionadas com dinheiro. Já assim foi em 1907 e eles têm a lição mal aprendida. Ainda bem.
Queiram ou não queiram, a República é mesmo isto e muito bem faz o Diário de Notícias em ir levantando esta espécie de “tchador” laico.
Fonte: Estado Sentido
Resta-me perguntar, depois da atitude do Sr. Presidente da República Portuguesa, o que é que o Povo Portuguesa está à espera para cair na REAL? Não chega ainda? Querem mais? Quantos Presidentes querem sustentar ainda até se aperceberem do óbvio? Querem alguém na Chefia do Estado que se sirva de vós ou que sirva a Nação? É que se querem alguém que sirva a Nação, bem podem acreditar que estaremos melhor servidos com um Rei Constitucional.
Que descaramento!
«As minhas reformas não chegam para as despesas»
Dito pelo Presidente da República Portuguesa ANÍBAL CAVACO SILVA!
Que descaramento! Que vergonha! Que insulto!
Afirmar publicamente que tem “reformas” e não “reforma”, que obviamente, se interpreta por um acumular de vantagens financeiras que muitos Portugueses só sonham e mesmo assim… Juntando às existentes reformas, V. Exa ainda vai auferir, de mais uma: a de Ex-Presidente da República!
Ao contrário das Casas Reais Europeias onde até em vários sites se pode ver tudo muito bem discriminado, sobre as despesas das respectivas Famílias Reais, a Presidência da República não divulga as despesas da mais alta Instância do Estado!
E o Presidente da República afirma o que acima se pode ler e que volto a colocar aqui:
«As minhas reformas não chegam para as despesas»
Que conclusões se podem tirar?
Além de termos uma Presidência carissima, ainda temos um Presidente gastador, cujas reformas não chegam para cobrir as suas próprias despesas.
Como Cidadão da República Portuguesa sinto-me envergonhado de ter um Chefe de Estado tão gastador e contribuir – infelizmente – para uma Chefia do Estado que verdade seja dita, tão pouco transparente!
Se depois disto os Portugueses ainda querem manter um regime republicano, eu só posso dizer que têm efectivamente o que merecem!
Mensagem de Ano Novo de Sua Excelência o Presidente da República
Boa noite,
A todos os Portugueses desejo um Bom Ano Novo, feito de paz e de esperança.
O ano que terminou ficou marcado pelo acordo de assistência financeira celebrado com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional, acordo tornado inevitável pela necessidade urgente de assegurar o financiamento do Estado e da nossa economia.
No plano social, o ano de 2011 marcou profundamente a vida de muitos Portugueses e deixou, um pouco por todo o lado, a marca dolorosa do desemprego, das dificuldades económicas e da angústia perante o futuro. No ano que agora começa, as dificuldades não irão ser menores. Esta é uma realidade que não pode ser iludida.
As previsões oficiais apontam para uma queda acentuada da produção nacional e para o aumento do desemprego.
É crescente a convicção de que neste ano de 2012 se irão exigir grandes sacrifícios ao comum dos Portugueses e que as dificuldades se farão sentir de forma mais acentuada no dia-a-dia das nossas famílias.
Penso em particular nos desempregados, nos mais idosos e nos reformados, nos pequenos empresários que não resistem à crise, nas crianças cujos pais sofrem uma redução brusca dos seus rendimentos.
Conheço a ansiedade de milhares de jovens para quem tardam os caminhos com que sonharam, muitos dos quais procuram a sua sorte longe da família e do seu País, quando tanto precisamos deles.
Em 2012, o Presidente da República estará onde deve estar: ao lado daqueles que necessitam de apoio, levando-lhes uma palavra de solidariedade e de esperança.
Portugal não pode deixar de cumprir os objectivos fixados no Programa de Assistência Financeira que subscreveu com as instituições internacionais que nos emprestaram os fundos de que necessitávamos com urgência.
Temos que reduzir o desequilíbrio das contas públicas, controlar o endividamento externo e realizar as reformas necessárias à melhoria da competitividade da nossa economia.
Além de cumprir as obrigações internacionais que assumimos, temos todos de empenhar o melhor do nosso esforço para que a coesão nacional seja preservada e para garantir um futuro em que os Portugueses reconheçam que os sacrifícios valeram a pena. Este é o desafio crucial com que estamos confrontados.
Recentemente, a Comissão Europeia reconheceu que não era possível construir uma união económica só na base da disciplina orçamental e das sanções; era necessário também crescimento económico e criação de emprego.
No mesmo sentido, podemos dizer que a resolução dos desafios que Portugal enfrenta exige, além do rigor orçamental, uma agenda orientada para o crescimento da economia e para o emprego.
Sem isso, a situação social poderá tornar-se insustentável e não será possível recuperar a confiança e a credibilidade externa do País.
Temos de mobilizar empresários e trabalhadores para o aproveitamento das oportunidades de investimento e para o aumento da produção de bens e serviços que concorrem com a produção estrangeira, a principal alavanca do crescimento de que o País dispõe neste momento.
Temos de saber tirar partido do dinamismo e do talento das comunidades portuguesas dispersas pelo mundo, a quem dirijo uma saudação muito especial.
A coesão social é da maior importância para o crescimento económico, para a contenção do desemprego e para atenuar os custos da resolução dos graves desequilíbrios que se verificam na economia portuguesa.
Daí a insistência com que tenho sublinhado a importância da repartição equitativa dos sacrifícios exigidos aos Portugueses, do combate às desigualdades, do apoio aos mais carenciados e desprotegidos, do diálogo construtivo entre o Governo e a oposição e do aprofundamento da concertação social.
Um diálogo frutuoso com os parceiros sociais, sobre as medidas dirigidas à melhoria da competitividade das empresas, será certamente um contributo positivo para reduzir a conflitualidade e as tensões e criar um clima social mais favorável ao aumento da riqueza nacional, ao investimento e ao combate ao desemprego.
De todos os participantes no processo de concertação social espera-se uma abertura genuína ao compromisso, de modo a alcançarem os consensos de que o País tanto necessita para mitigar a dureza dos tempos que correm.
A coesão constrói-se também a partir da solidariedade. Estou certo de que, neste ano de 2012, iremos manter e aprofundar o espírito de solidariedade que nos caracteriza como povo.
Sou testemunha do trabalho notável desenvolvido pelas inúmeras instituições de solidariedade social, civis e religiosas, e por milhares de voluntários que, pelo País fora, se dedicam a ajudar os que pouco ou nada têm. A todos eles dirijo uma saudação calorosa.
A União Europeia vive um tempo de grande incerteza que afecta negativamente a nossa economia. Não devemos esperar que seja a Europa a resolver problemas cuja solução é da nossa responsabilidade.
Mas a situação difícil em que o País se encontra não nos deve impedir de ter uma voz activa na defesa de uma resposta à crise da zona euro que inclua uma estratégia europeia de promoção do crescimento económico e do emprego, visando em particular os jovens desempregados.
A crise que Portugal atravessa é uma oportunidade para nos repensarmos como País. Orgulhamo-nos da nossa história e queremos continuar a viver de cabeça erguida.
Durante muito tempo vivemos a ilusão do consumo fácil, o Estado gastou e desperdiçou demasiados recursos, endividámo-nos muito para lá do que era razoável e chegámos a uma “situação explosiva”, como lhe chamei há precisamente dois anos, quando adverti os Portugueses para os riscos que estávamos a correr.
Agora temos de seguir um rumo diferente, temos de mudar de vida e construir uma economia saudável.
Somos todos responsáveis. Esta é a hora em que todos os portugueses são chamados a dar o seu melhor para ajudar Portugal a vencer as dificuldades. Trabalhando mais e apostando na qualidade, combatendo os desperdícios, preferindo os produtos nacionais. Deixando de lado os egoísmos, a ideia do lucro fácil e o desrespeito pelos outros.
Nenhum Português está dispensado deste combate pelo futuro do seu País.
Este é um tempo de união de esforços. De nada adianta dividirmo-nos em lutas e conflitos sem sentido. Não devemos desviar as energias daquilo que é essencial para enfrentar os desafios do presente.
Não é combatendo-nos uns aos outros que conseguiremos combater a crise.
Realizaram-se eleições há pouco tempo, o Governo dispõe de apoio parlamentar maioritário, a oposição exerce legitimamente a acção que lhe cabe numa democracia consolidada.
Aos agentes políticos exige-se que expliquem aos Portugueses o fundamento da suas decisões e que sejam os primeiros a acarinhar as sementes de uma nova esperança, agindo com justiça, com ponderação e com sensibilidade social.
2012 será um ano de sacrifícios para muitos Portugueses. Mas será igualmente um ano em que a fibra do nosso povo virá ao de cima.
Não nos resignamos. Somos um povo que se agiganta quando as adversidades são maiores e mais difíceis de superar.
É nestas alturas que os Portugueses conseguem ultrapassar-se a si próprios e surpreender tudo e todos.
Eu acredito nos Portugueses. O civismo, a coragem e a serenidade com que têm enfrentado estes tempos difíceis são dignos de todo o respeito e de enorme admiração.
Portugal é maior do que a crise que vivemos.
Espero, do fundo do coração, que o ano de 2012 possa trazer a todas as famílias e a todos os Portugueses, onde quer que se encontrem, sinais de esperança de um futuro melhor.
A todos renovo os meus votos de um Ano Novo de Paz, Saúde e Felicidade.
Boa noite.
Tomou posse o Presidente da República Portuguesa! (Não de Portugal)
Esta tarde, no Hemicíclico da Assembleia da República, decorreu a tomada de posse, para 2.º Mandato, do Professor Doutor Aníbal Cavaco Silva, na qualidade de Presidente da República Portuguesa.
Presidente da República Portuguesa, mas não de Portugal.
Presidente da República Portuguesa, mas não de todos os Portugueses.
Presidente da República Portuguesa, mas não daqueles, que, portanto, evidentemente, não votaram nele ou nem votaram ou votaram nulo.
Presidente, no fundo, de uma minoria de Portugueses, cerca de 23%.
Sendo que a maioria não votou nele, na realidade e que a abstenção demonstrou totalmente a falta de interesse das pessoas pela eleição presidencial.
Não ponho em causa a pessoa. Longe disso. O Professor Cavaco Silva merece toda a consideração e respeito. Não quero dizer que ele não queira fazer o seu melhor por Portugal enquanto Presidente da República, longe disso!
O que quero dizer apenas é que, por um lado nesta tomada de posse, o Presidente reempossado deu um valente “puxão de orelhas” ao actual Governo;
Que esse “puxão de orelhas” teve por diversos momentos do discurso, o aplauso do centro-direita parlamentar;
Levando a concluir, o que já é mais do que óbvio:
A Presidência da República Portuguesa não é Instituição de representação de Portugal, como um todo, mas apenas e só daqueles que, aritmeticamente, votaram nela. E assim, nenhum Presidente, pode verdadeiramente ser independente, quando só tem o apoio de uma parte da sociedade. Não é, finalmente, uma instituição que se possa considerar, racionalmente, honesta, porque, por muito que oficialmente, o Presidente representa Portugal, acaba sempre, quer queira ou não, por ser o Presidente de uns contra os outros. Ninguém da esquerda aplaudiu o discurso do Presidente agora reempossado.
É esta a chefia do Estado que Portugal tem.
Dada a crise que vivemos, é tempo de reflexão. É por demais evidente, que podemos estar à beira de ter o FMI – Fundo Monetário Internacional a gerir as nossas contas públicas.
Assim sendo, creio que é demasiado obvio, que Cavaco Silva, deve ser apelidado o “último” Presidente da República e, por isso mesmo, temos a partir da presente data, 5 anos, para preparar a mudança de regime.
E não temos muitas escolhas.
Não bastará mudar de governo. A República está no seu fim, e o ambiente que se viveu hoje na Assembleia foi sinónimo disso mesmo. Se queremos mudar, temos que fazer por isso.
Defender a Monarquia com o conhecimento do presente.
Chega de História para defender a Monarquia. A Monarquia Portuguesa vale por si própria. Temos que olhar para o presente e dizer aos Portugueses que a Monarquia é o melhor regime político. E não devemos defender a Monarquia, só porque outros países têm melhor índice de desenvolvimento humano. São Países bem diferentes da realidade portuguesa e têm uma cultura política, que Portugal, na verdade, nunca teve.
Não podemos ambicionar sermos o que não seremos tão depressa. Portugal tem problemas estruturais muito sérios. Primeiro há que resolver esses mesmos problemas e só depois poderemos pensar em termos mais ambição.
A Monarquia, faz sentido, acusando a república de negligência política ao longo destes 36 anos de Democracia. E fazendo tal acusação, bastará fazer a lista do porquê de tamanha acusação.
Os Portugueses ambicionam um outro futuro para si e os seus jovens. Caberá à Monarquia dar-lhes esse futuro. É uma tarefa que se não for bem pensada poderá fracassar e o País entrar num buraco sem fundo!
A defesa da Monarquia, assim, só poderá fazer sentido, olhando politicamente para o que é este regime hoje na Europa, pois é onde Portugal se encontra.
Defender a memória histórica da Monarquia é importante, mas seria talvez melhor, fazer livros sobre a História do Pensamento Monárquico no século XX. Haveria muito para se falar.
Agora defender a Monarquia, terá que ser com base em conhecimento político actual da realidade do País e de como funcionam as Monarquias cuja dimensão dos vários países se assemelhe a Portugal.
Temos 5 anos a partir de agora, para mostrarmos o que valemos. FMI ou Monarquia. Está nas mãos dos Portugueses!
A república moribunda
As comemorações do Centenário da República custaram milhões e mobilizaram pouca gente. Serviram para glorificar mais uma ideologia do que um ideal. E, no fim, arriscam-se a ter sido a ante-câmara da eleição presidencial menos votada dos últimos 37 anos.
Se a abstenção passar dos 50 por cento ficaremos pelo menos com uma certeza: teremos um Presidente – e um regime – que não representa eleitoralmente a maioria dos portugueses.
No entretanto a campanha alimenta-se de chicanas políticas, entre um Manuel Alegre desesperado para quem vale tudo, e um Cavaco apostado em ser o maior obstáculo à sua própria reeleição.
As Eleições Presidenciais e a III República
Estas eleições presidenciais, (já nem ponho maiúsculas, é uma perda de tempo), são, quanto a mim, o espelho do próprio baixo nível a que chegou a III república. Se em 3 repúblicas, se chegou a esta realidade, então, convém dar o salto em frente, com a Transição Democrática para a Monarquia Parlamentar.
Portugueses,
Dia 23 de Janeiro, façam um favor a vocês próprios e aos vossos filhos e netos: NÃO VÃO VOTAR!
Recuso-me totalmente, ir dar um voto, mesmo que seja branco ou nulo, a um regime, cujos candidatos presidenciais, quanto a mim, não têm o mínimo de valor ou categoria para ocuparem tão alto cargo.
A Abstenção, é o melhor meio para protestar, contra o baixo nível a que chegou a política nacional, neste regime podre à nascença – isto é, desde há 100 anos a esta parte.
Chegou a hora de dizermos todos, BASTA!
Chegou a hora da Transição Democrática para a Monarquia Parlamentar e aclamação de Sua Alteza Real, Dom Duarte de Bragança, nosso Rei!
Viva o Rei!
Viva Portugal!
No Brasil, S.A.R. D. Duarte, soma e segue
Em política, não existem coincidências.
Desde há alguns dias, a comunicação social tem noticiado as declarações do Duque de Bragança, referindo-se à disposição do Brasil ajudar Portugal a combater a crise económica e financeira. Enquanto alguns ignoraram totalmente a hipótese, houve quem tivesse exercido o seu “direito de troça” e ainda ontem, o nosso colega Portugal dos Pequeninos – que acusa D. Duarte de ócio! – desferiu um dos seus habituais ataques, talvez maçado pela evidente vacuidade e circunspecto mutismo, de um re-candidato a certas “cooperações estratégicas” entre-palácios.
Os noticiários dizem que o governo do ainda presidente Lula da Silva, parece disposto à ajuda e que o sr. Teixeira dos Santos foi pragmático, ouvindo in loco a notícia daquela possibilidade. A compra de títulos de dívida, consiste na primeira fase e se existir vontade e competência no trato, poderemos chegar muito longe. Bem vistas as coisas, o governo português beneficia da diplomacia paralela da Casa Real, sem que isso implique qualquer tipo de despesa para os contribuintes. Gostem ou não gostem os detractores, engulam a evidência e aproveitemos a oportunidade.
A acção do cada vez mais nosso Rei, parece ter sido um factor de inegável relevo.
Estamos mesmo assim: gastamos quase 20.000.000 de Euros com Cavaco Silva – não contando com os outros três ex -, para que permaneça calado e ocasionalmente surja em cimeiras, como mero apêndice de S.M. João Carlos I de Espanha. O caríssimo ocioso residente de Belém, cada vez mais se parece com um sucedâneo do senhor Moralles e uns tantos outros de quem poucos sabem pronunciar o nome.
Definitivamente, chegámos a uma fase de transição e a par da cada vez mais estranha Europa, ressurgem outras possibilidades bem ao nosso gosto. Às montanhas com cumes nevados, os portugueses sempre preferiram praias bordejadas por coqueiros. Fazem bem.
Nuno Castelo Branco
Fonte: Estado Sentido




É bom esclarecer este povo teimoso, que em Monarquia não sustentamos ex-Reis. Em Monarquia o Rei ou Rainha reinam até morrer ou abdicar e mesmo se abdicarem, vivem dos rendimentos das suas Famílias e não é o Estado que os sustentam! Era só …o que faltava!


