Benção Apostólica para a Infanta Centenária
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No decreto fala-se do facto de D. Maria Adelaide ter sido detida pela Gestapo e condenada à morte, primeiro, e depois ao degredo na Sibéria, “mas, quando em liberdade, entregou-se sempre, inexcedivelmente, ao apoio às vítimas dos bombardeamentos, servindo como enfermeira nos locais e nas alturas de maior perigo.”
Por fim, é referida a criação da Fundação D. Nuno Álvares Pereira, da qual ainda é presidente e que criou quando veio finalmente para Portugal, através da qual ajudou centenas de famílias e crianças.
“Como prova de paternal reconhecimento por tão altruístas virtudes, fé inabalável, amor e dedicação ao Evangelho, Sua Santidade concede a Bênção Apostólica e une-se, de coração, a Vossa Alteza, a toda a família e a quantos se associam à celebração de acção de graças por tão feliz Centenário Natalício”.
O decreto é assinado pelo Núncio Apostólico em Portugal, Monsenhor Rino Passigato. O mesmo núncio estará presente esta tarde numa missa de acção de graças a celebrar nos Jerónimos, seguida de jantar.
Para além desta distinção papal, Dona Maria Adelaide recebe também uma condecoração do Presidente da República.
Fez-se Justiça. Vamos comemorar!


Via Facebook: Acto de Justiça: o Senhor Presidente da Republica acaba de assinar o despacho em que atribui à Senhora Infanta Dona Adelaide de Bragança em véspera do seu centenário, a condecoração de Grande Oficial da Ordem do Mérito. Antes tarde que nunca!
Recebo esta notícia com grande satisfação. Depois de ter lido a Biografia da Senhora Infanta Dona Maria Adelaide de Bragança Van Uden, de facto, estamos em presença não só de uma Princesa, mas acima de tudo, de uma Grande Senhora que lutou toda a sua vida contra as injustiças. Mérito a quem merece!
E digo mais! O exemplo vem sempre de cima e de facto, a nossa Infanta Centenária, neta do Rei Dom Miguel I, pelo seu exemplo de serviço desinteressado aos outros, é um exemplo que a nós Monárquicos cada vez mais deve servir de inspiração na luta por um Portugal melhor.
Confesso que não conhecia muito bem a História de Vida desta Grande Senhora, que é Infanta de Portugal e única neta ainda viva do Rei Dom Miguel I, até ter lido o livro de Raquel Ochoa “D. Maria Adelaide de Bragança – A Infanta Rebelde”, e devo dizer que fiquei deveras surpreendido pela forma extraordinária como a Nossa Princesa, encarou sempre a vida. Preocupando-se sempre com os outros acima de tudo. Tinha a consciência de ser Princesa, mas isso nunca significou se sentir superior a ninguém. Lidou tão bem com Comunistas como lidou com Conservadores. Mas aqui nem está em causa as ideologias políticas de ninguém em particular. Está aqui presente no livro “uma História singular de dedicação aos outros.”
Cabe a nós Monárquicos, então, comemorarmos no próximo dia 31 o Centenário da Nossa Senhora Infanta, e agradecer a Deus por podermos partilhar um pouco deste momento Histórico único nas nossas vidas.
Fez-se justiça. Esta condecoração vinda da Presidência da República é acima de tudo uma Condecoração que ultrapassa, a meu ver, a questão Monarquia vs República. É acima de tudo, uma Condecoração Nacional. Estou certo que esta Condecoração poderá servir para que os Portugueses que não conheçam a nossa Infanta Rebelde, a possam conhecer melhor, espero com mais publicações sobre a Vida desta extraordinária Senhora, Princesa, Infanta de Portugal.
Aqui vão os pormenores do Aniversário da Senhora Infanta Dona Maria Adelaide de Bragança Van Uden, Infanta de Portugal, Tia Paterna de Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e Chefe da Casa Real Portuguesa:
PROGRAMA – 31 de Janeiro de 2012
Programa e reservas aqui
A República que se tornou numa Meretriz!
Acordem Portugueses! Esta é a realidade da República que hoje, 5 de Outubro de 2011, completa 101 anos.
Ou lutamos por uma realidade diferente, enquanto é tempo ou então as próximas gerações nunca nos perdoarão, pelos erros cometidos, nestes últimos 40 anos.
Em vez de sustentarmos uma república que deixou de ser sinal de esperança, para os que acreditavam nela, e lutaram e mesmo morreram por ela, estamos hoje, a sustentar uma meretriz.
A República não tem a Dignidade da nossa História. A República é um insulto aos nossos antepassados, que morreram pela Pátria.
Portugal precisa de algo novo.
Portugal precisa de uma renovação urgente, que não pode apenas e só passar por meras palavras, mas de acções concretas, e com políticas verdadeiramente sérias, que instituam definitivamente um Estado de Direito Democrático, verdadeiramente justo, e verdadeiramente responsável, em todos os domínios.
Portugal precisa de uma Instituição Real e de seu Exemplo, que lhe foi Legado pela História.
Portugal e os Portugueses precisam de ter alguém na Chefia de Estado totalmente independente e sem qualquer tipo de carreira política.
Em suma, Portugal precisa de um Rei.
Mas não bastará ter um Rei.
Portugal precisa de uma nova Ordem Jurídica, isto é, de uma nova e Verdadeira Constituição.
Um novo Parlamento e novos Orgãos de Soberania. Portugal precisa de uma nova Classe Política, de gente especializada e com mérito nas mais diversas áreas. Gente que saiba verdadeiramente o que está a fazer ao País.
Em conclusão, Portugal precisa dos Portugueses. Portugal precisa de si, de mim, de todos!
Vamos ajudar a Mudar Portugal. Viva a Monarquia! Viva Portugal!
Para que nunca mais, nas próximas gerações, alguém, trace um retrato tão negro, como o Dr. Marinho Pinto, traçou neste vídeo.
Foi assim, há 1 ano atrás, em Guimarães! Acorda Portugal!
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TODOS A COIMBRA!
CELEBRAR A FUNDAÇÃO DA PÁTRIA!
VIVA O REI!
VIVA PORTUGAL!
A MINHA HOMENAGEM A S.M.F., A RAINHA DONA MARIA PIA DE SABÓIA DE BRAGANÇA, “O ANJO DA CARIDADE”.
Vídeo: maryto33
Portual nunca soube retribuir a paixão que Dona Maria Pia votou ao seu país de adopção, onde, mais que esposa, Mãe e Avó de Reis, foi uma Rainha que marcou indelevelmente a sua época.
CENTENÁRIO DA MORTE DE S.M.F., A RAINHA DONA MARIA PIA
O Inverno de 1876 foi rigorosíssimo, produzindo grandes inundações, que deram origem a enormes desgraças, ficando muitas famílias na miséria. Por iniciativa da bondosa Rainha organizou-se logo uma comissão para angariar donativos, a qual se compunha dos seguintes senhores, alguns dos quais já hoje não existem: Cardeal Patriarca D. Inácio, Duque de Palmela, Conde de Rio Maior, Francisco de Oliveira Chamiço, Carlos Ferreira dos Santos e Silva, António José de Seixas, Flamiano Lopes dos Anjos, Pereira de Miranda, Duque de Loulé, Marquês de Ficalho, Visconde Ribeiro da Silva, Martens Ferrão, visconde de Valmor, e as senhoras: Duquesa de Ávila, Condessas de Sousa Coutinho, Rio Maior e Ficalho, Viscondessas da Gandarinha e Porto Covo; D. Gabriela de Sousa Coutinho, D. Maria Teresa de Assis Mascarenhas, D. Maria Palha Brandão, D. Capitolina Viana e D. Maria do Patrocínio Barros Lima Eugénio de Almeida. Os donativos recebidos ascenderam a mais de réis 200.000$000, formando a rainha um fundo especial com que depois foi socorrendo muitas famílias vítimas da dureza dos Invernos. Na sessão da câmara dos deputados de 9 de Janeiro de 1877, o deputado da oposição Osório de Vasconcelos exaltou a iniciativa da Rainha, propondo o deputado Barros e Cunha que a câmara «prestando à caridosa iniciativa de que Sua Majestade a Rainha houve por bem usar, em beneficio das vitimas das inundações, a homenagem que lhe deve em nome do povo que representa, resolve que este voto seja lançado na acta das sessões, e que uma grande deputação deponha aos pés da augusta Princesa o tributo do seu reconhecimento.» A câmara dos pares votou também proposta idêntica, na sessão de 8 de Janeiro. A sociedade francesa de L’encouragement au bien conferiu à Rainha Senhora Dona Maria Pia a grande medalha de honra, na sessão de 27 de Maio de 1877. Quando neste ano de 1877 a fome afligiu os povos do Ceará em consequência das grandes secas que ali houve, a bondosa soberana propôs, e foi aprovado, que do cofre dos inundados se retirasse a quantia de 36.000$000 réis, destinada a socorrer as infelizes vitimas daquela calamidade.
Hoje: Centenário do Falecimento da Rainha Dona Maria Pia
A Casa Real e a Drª Isabel Silveira Godinho, Directora do Palácio da Ajuda, mandam celebrar Missa por alma de S.M.F. a Rainha Dona Maria Pia, na Igreja de S. Vicente de Fora, no dia 5 de Julho, pelas 19h00, na passagem do Iº centenário da sua morte.
Presidirá à Eucaristia S. Exº Revma. o Bispo Auxiliar de Lisboa, D. Carlos Azevedo.
Centenário do falecimento de Sua Majestade a Rainha Dona Maria Pia, mulher do Rei D. Luís I de Portugal

Missa alusiva ao Centenário do Falecimento de Sua Majestade a Rainha Dona Maria Pia.
Magnífico artigo do meu amigo Nuno Castelo Branco, no Blogue Centenário da República
Existe na generalidade dos povos, um recôndito desejo reverencial pela espectacularidade do poder e em Portugal, a rainha D. Maria Pia foi quem talvez melhor compreendeu a essência das funções que lhe estavam destinadas como consorte do soberano.
Sendo Portugal um país de escassos recursos materiais que proporcionassem a existência de um meio cortesão que pudesse equiparar-se ao das dinastias reinantes nos grandes países europeus, beneficiava contudo de um estatuto garantido pela íntima relação familiar que colocava os Bragança no restrito grupo formado pelos Bourbons, Habsburgo e Sabóia. Profundamente interligadas por séculos de alianças matrimoniais, as casas reinantes
da Europa podiam mesmo ser consideradas como entidades onde o nome de cada uma as identificava num contexto geográfico e político, embora os laços de parentesco fossem iinvariavelmente de uma proximidade tal, que as tornavam numa única e grande família supranacional.
O estatuto da dinastia portuguesa não advinha apenas da antiguidade da Casa de Bragança, mas também do próprio percurso histórico trilhado por um país já antigo, detentor de um desconcertante passado de glórias ainda ao tempo testemunhadas pela posse – mesmo que teórica – de um importante património imperial no além-mar.
Se as atitudes ou a forma de reagir a contingências derivadas da sempre imprevisível situação política em galopante evolução no mundo de oitocentos, podia ser ditada pelo chamado “espírito do século”, era contudo impossível impedir a manifestação do carácter das principais personalidades que eram o símbolo visível de um poder também ele em mutação.
A rainha Maria Pia gostava daquela especial forma de exercício do poder que sempre foi, ainda é e para sempre será reconhecido, através de uma convenção tacitamente por todos aceite e que impõe a cerimónia da distância inatingível, mas que simultaneamente se aproxima das massas curiosas e sensíveis à identificação com símbolos que a todos irmana nessa cumplicidade que identifica as nações.
Esta rainha foi como uma bandeira, um hino ou uma prolixa declaração de grandes princípios e durante décadas, confundiu-se com o próprio Estado interiorizado então de uma forma por nós hoje dificilmente compreensível: era a Coroa, algo que nos nossos dias apenas poderá ser identificável numa muito legalista e cerimoniosa Inglaterra.
Era teatral, gostava do fausto pelo que este significava de prestígio oferecido a alguém que encarnava a grandeza de uma nação. A rainha compreendeu que as massas não se impressionavam com a banalidade dos homens públicos que por entre os negócios do Estado cerziam as suspeitas cumplicidades propiciadoras de súbitos enriquecimentos que faziam erguer palacetes, angariavam numerosa criadagem e ofereciam uma bastante discutível imagem daquilo que era o gosto da época. Maria Pia de Sabóia encarava a realeza como um palco onde os actos se sucediam ininterruptamente, sendo todos eles merecedores de uma particular relevância imposta por um público atento e implacável crítico.
Gastava e podia ser generosa à medida do orçamento imposto pela escassez da dotação real que não era actualizada há quase meio século, recorrendo-se quando possível, aos rendimentos particulares da Casa de Bragança. Foi assim que os portugueses conheceram Maria Pia, ombreando com orgulhosas beldades coroadas do seu tempo e muitas vezes ofuscando-as com o seu porte soberano e o bom gosto que todos lhe reconheciam. Estivesse nas Tulherias ao lado de uma Eugénia de Montijo, ou na Hofburg com a prima Isabel, imperatriz da Áustria, a rainha portuguesa sabia sobressair num meio infinitamente mais opulento àquele que Lisboa conhecia. Mesmo nos actos reservados às senhoras que num certo meio social eram obrigações naturais, a rainha fazia-se notar, estudando os locais onde se realizariam as cerimónias das quais seria o alvo de todos os olhares. Um ponto de luz, a cor ideal para o vestido com que se apresentaria, o séquito, tudo era meticulosamente preparado com a única finalidade do pleno cumprimento da obrigação imposta pelas suas funções. Filha de um agnóstico e suspeita de anticlericalismo, Maria Pia alardeava uma devoção que provavelmente se limitava aos aspectos exteriores do culto, à cerimónia imposta por mais um serviço protocolar, este sagrado e numa época em que a própria família italiana se encontrava em aberto conflito com um Vaticano que perdera o poder temporal. Ao contrário da sua nora – a futura rainha D. Amélia -, não se prendia a pensamentos profundos e a aspectos literários ou filosóficos que justificavam uma Fé em pleno século de todas as contestações e dúvidas. Se Amélia de Orleães era de uma religiosidade que hoje poderemos considerar eivada de um certo regalismo que advinha do percurso atravessado pela França natal ao longo de dois séculos, Maria Pia interessava-se pela posição que lhe competia impor no seu papel soberano, como a primeira entre as devotas e sem mais intermediários entre um distante deus e ela própria. Era a rainha e fazendo com que todos o notassem, isso bastava-lhe.
Numa Europa que iniciava o caminho da assistência social propiciada por um Estado até então afastado de preocupações tradicionalmente atribuídas à Igreja e concomitantes obras beneméritas, a função da caridade – assim se chamava a solidariedade no tempo dos nossos bisavós – era o suprir ou aliviar das grandes desigualdades presentes numa sociedade geralmente indiferente à sorte do outro. O crescimento das cidades e o enorme afluxo de populações que abandonavam os campos, criou uma nova realidade que impôs a evolução desta caridade para algo mais permanente e que implicava a organização de estruturas e um programa de acção. Maria Pia pode ser situada num período de transição na época liberal e que entre nós conheceria na sua nora, a primeira grande impulsionadora daquilo que seria a assistência social no século XX.
A rainha evitou a política e quando interveio, foi no estrito limite ditado pelas suas obrigações constantes no articulado constitucional – a regência -, ou, na sua conhecida reacção ao golpe de Saldanha que antes de tudo, significava aquilo que a soberana considerava ser o enxovalho da dignidade real, logo da Carta e do próprio Estado. O rebaixamento da dignidade da sua condição de rainha – e em tudo o que o conceito significa -, isso jamais admitiu.
Foi sem qualquer tipo de contestação, o elemento mais popular da família real portuguesa nas últimas décadas de vigência do sistema monárquico-constitucional. Era uma imagem perante a qual todos reverenciavam uma certa ideia feita acerca de um esplendor que há muito se perdera, mas que nela era natural e perene.
Morreu longe de Portugal e ainda hoje se encontra injustamente exilada de uma terra, onde nem a brutalidade e maledicência republicana ousou afrontá-la. O país do qual sempre se considerou parte e os descendentes daquela gente que tanto lhe quis, merecem bem essa reparação que antes de tudo é moral.
Aproximando-se o centenário em 2011, tenham as autoridades o sentido de Estado que tantas vezes lhes falta, repatriando a rainha Maria Pia para junto dos seus.
Publicada por Nuno Castelo-Branco, Blogue Centenário da República
PPM VAI LANÇAR REFERENDO À CONSTITUIÇÃO EM 2011
O PPM acredita mesmo no sucesso de uma iniciativa parlamentar para alterar o artigo, dado que na última legislatura «uma iniciativa nesse sentido dos deputados dos PPM obteve a maioria dos votos», mas ficou aquém dos dois terços necessários para o processo de alteração.
Em defesa da causa, argumentou que «os países mais democráticos na Europa são monarquias» e os «com maior índice de desenvolvimento no Mundo também são monarquias», citando os casos da Suécia, Noruega, Holanda, Austrália, Canadá, e Japão.
Como exemplo «da verdadeira democracia que são as monarquias», o dirigente referiu que «em Espanha é possível referendar a monarquia, algo que não acontece em Portugal, ou em França».
Sobre «os malefícios da república», declarou que neste momento é possível eleger para presidente «um Tiririca».
A duas semanas das eleições presidenciais, o PPM afirma que «a república bateu no fundo. Está a dar os últimos suspiros» e que os que hoje concorrem à chefia do estado, «representam partidos e não a unidade nacional, que só pode ser personalizada na figura do Rei».
«O que temos é como se, num jogo de futebol, o árbitro fosse de uma das equipas. Não pode, o árbitro tem de ser isento, não pode representar um partido», explicitou.
Quanto à actual «campanha suja», corporizada no caso BPN, Beninger refere «que assistimos ao enxovalhar de alguém que é suposto representar a nação, o que não dá qualquer credibilidade à república».
Ainda em relação à campanha presidencial, Luís Coimbra, fundador do PPM retirado desde 1992, não consegue ver «onde é que termina a falta de ética republicana e onde é que começa a imoralidade republicana».
«Dado o panorama», Luís Coimbra não faz intenções de votar, mas olha «preocupado para o futuro».
«Estou interessado em saber é se, depois das presidenciais, vamos, ou não, ter eleições antecipadas para enterrar esta terceira república, seja através de referendo, seja através de uma alteração politica radical a todo este sistema», concluiu.
Cerca de 150 pessoas marcaram presença no jantar de Reis dos monárquicos, em Braga.
O convívio contou também com a presença de dirigentes locais do PSD e do CDS, parceiros na coligação Juntos por Braga.
Fonte: SOL
O monárquico sublinhou ainda que “o ranking dos dez países com melhores índices de desenvolvimento humano do mundo revela que os primeiros lugares são países monárquicos: Noruega, Suécia, Holanda, Austrália, Canadá e Japão”. Acrescentou Manuel Beninger que “também o “ranking” dos dez países mais democráticos do mundo é dominado por regimes monárquicos. “Este “ranking” apresenta, no primeiro lugar, a Suécia, que é uma monarquia. E dos dez países da frente, sete são monarquias, havendo apenas três repúblicas”, concluiu.










