Jubileu de Diamante no Reino Unido e na Commonwealth
Continuo a seguir com bastante entusiasmo o Jubileu de Diamante de Sua Majestade a Rainha Isabel II.
Recordar esta ligação fundamental entre a Coroa e o Parlamento:
Mensagem do Jubileu de Diamante de Sua Majestade a Rainha Isabel II
“Today, as I mark 60 years as your Queen, I am writing to thank you for the wonderful support and encouragement that you have given to me and Prince Philip over these years and to tell you how deeply moved we have been to receive so many kind messages about the Diamond Jubilee.
In this special year, as I dedicate myself anew to your service, I hope we will all be reminded of the power of togetherness and the convening strength of family, friendship and good neighbourliness, examples of which I have been fortunate to see throughout my reign and which my family and I look forward to seeing in many forms as we travel throughout the United Kingdom and the wider Commonwealth.
I hope also that this Jubilee year will be a time to give thanks for the great advances that have been made since 1952 and to look forward to the future with clear head and warm heart as we join together in our celebrations.
I send my sincere good wishes to you all.”
ELIZABETH R.
Long Live The Queen!

Powers of HM Queen Elizabeth II

- Espero que com este vídeo os republicanos entendam que viver em Monarquia não faz desse País, uma Nação atrasada no processo histórico. Bem pelo contrário. O caso do Reino Unido é único. É a Democracia mais antiga da Europa e vive sob a Égide da Instituição Real, com uma Rainha, Isabel II, que este ano celebra junto do seu Povo 60 anos de Reinado, jurando mais uma vez, servi-lo até ao fim.
- Monarquia e Democracia não são incompatíveis.
- A Instituição Real é a melhor garantia da Estabilidade e do Progresso, fundamentais para qualquer Nação.
- A Democracia exerce-se naturalmente, com um claro equilibrio, que é aliás fundamental para a Sociedade, entre o cumprimento dos Deveres e os Direitos de qualquer Cidadão, no quadro de um Estado de Direito Democrático.
- Um Povo sai à rua para Celebrar este Evento Histórico, único muitas vezes numa vida. Jubileus! Coroações! Proclamações! Subidas ao Trono, História, Orgulho, Patriotismo. Toda uma Nação rejubila com orgulho na sua História, na representação do Estado ao mais alto nível. Aos anos de Reinado, que significam, anos de serviço ao bem comum. É isto, que os republicanos não entendem nem nunca entenderão!
- Cabe-nos a nós, Monárquicos, mostrar-lhes como funciona uma Democracia Real a sério, mostrando, os Poderes dos Monarcas, começando pela Rainha Jubilada este ano, Isabel II.
JUBILEU DE OURO 2002
- Instauremos, por isso a Democracia, restaurando a Monarquia! 
Rainha Isabel II homenageia nacionalistas irlandeses

Por Redacção
O simbolismo marca o primeiro dia de quatro da visita da rainha de Inglaterra, Isabel II, à República da Irlanda, primeira visita de um monarca britânico desde a independência do país em 1922.
Depois de uma recepção na residência oficial da presidente Mary McAleese, a rainha homenageou os irlandeses mortos na luta pela independência da Irlanda, considerado um importante gesto de reconciliação.
A rainha depositou uma coroa de flores no Jardim da Memória (Garden of Remembrance), em Dublin, monumento irlandês dedicado aos heróis caídos do país. Presente também o seu marido, o duque de Edimburgo, que perdeu um tio morto por militantes nacionalistas irlandeses em 1979.
No local, um dos mais sagrados para os irlandeses, foi até tocado o hino inglês, God Save the Queen.
A visita pretende mostrar a existência de relações calorosas entre os países, mas a segurança não deixou de intensiva, sobretudo depois de ter sido encontrada uma bomba caseira na noite de segunda-feira. Foram colocados atiradores de elite em volta do Jardim e a capital foi patrulhada por cerca de 4000 polícias e 2000 soldados.
Não deixou de haver manifestações nas imediações, pelo menos 30 pessoas tiveram de ser controladas pela polícia.
Elizabeth II se torna segunda monarca há mais tempo no trono britânico
LONDRES — A rainha Elizabeth II se tornou nesta quinta-feira, aos 85 anos, a segunda monarca há mais tempo no trono britânico, superada apenas por sua tataravó, a rainha Victoria.
A soberana britânica, que assumiu o trono em 6 de fevereiro de 1952, reinou até hoje 21.645 dias, um a mais que George III (1760-1820), conhecido pela “loucura”.
O recorde absoluto, no entanto, ainda pertenceu a Victoria, que reinou durante 63 anos, de 1837 a 1901.
Para superá-la, Elizabeth II, que celebrará em 2012 a marca de 60 anos como rainha, deverá reinar até setembro de 2015.
Isto pode aumentar ainda mais a espera de seu filho, o príncipe Charles, que em 20 de abril, se tornou o herdeiro que mais tempo ostenta este título em toda a história da monarquia britânica.
Conheça os cinco monarcas britânicos mais longevos
Nesta quinta-feira, a rainha Elizabeth II se tornou a monarca com o segundo mais longo reinado da História britânica, com 21.645 dias à frente do trono. Conheça os cinco monarcas mais longevos do Reino Unido. 
1. Rainha Victoria: O reinado de Victoria durou mais de 63 anos e é considerado o mais longo da monarquia britânica, e ela é a mulher que ficou mais tempo no controle de um trono da História mundial. Seu tempo à frente da Coroa ficou conhecido como Era Vitoriana, uma época de efervescência cultural, política, industrial, científica e de expansão do Império Britânico. Em 1876, Victoria foi coroada imperatriz da Índia. Victoria casou com o príncipe Albert, em 1840, com quem teve nove filhos. Depois da morte do marido, a rainha se tornou uma figura reclusa, foi neste momento que o movimento republicano ganhou forças no Reino Unido. Na segunda metade de seu reinado, porém, Vitoria retomou a sua popularidade.
2. Rainha Elizabeth II:Tornou-se rainha após a morte de seu pai, o rei George VI, em 1952. Em 1947, Elizabeth II se casou com o príncipe Philip, na Abadia de Westminster. Ela nem sempre foi adorada pelos seus súditos, a monarca viveu tempos difíceis após a morte de Lady Di, em 1997. A população britânica criticou a rainha por sua frieza. Hoje, porém, a realeza parece ter retomado seu prestígio.
3. Rei George III: George III é o terceiro monarca da Casa de Hanover a assumir o trono britânico, em 1760, mas ao contrário de seu antecessores, George nasceu no Reino Unido e tinha o inglês como língua materna. Seu longo reinado (21.644 dias ou seja mais de 59 anos) foi marcado por muitos conflitos armados contra vizinhos europeus e territórios na África, América e Ásia. No começo de sua Coroa, a Grã-Bretanha derrotou a França na Guerra dos Sete Anos (1756-1763), tornando-se a potência hegemônica europeia. No entanto, sob seu comando, os britânicos perderam o controle sobre várias colônias durante a Guerra da Independência americana (1775-1783), que levou à criação dos EUA.
4. Rei Henry III: O dia da coroação de Henry não é definida, alguns dizem que foi no dia 18 e outros no dia 19 de outubro de 1216. O monarca governou por mais de 56 anos, até o dia de sua morte em 16 de novembro de 1272. Henry III a primeira criança a se tornar rei da Inglaterra desde a coroação de Ethelred, o despreparado, no final do século X. Sob seu comando, a Inglaterra prosperou e ele foi responsável pela construção de Westminster, que ao logo dos séculos se tornou um dos locais mais importantes para a realeza britânica. Ele passou grande parte de seu reinado, brigado com os barões sobre a Carta Magna (redigida em 1215) e os direitos reais, mas depois de algum tempo foi pressionado a convocar o primeiro parlamento, em 1264.
5. Rei Edward III: Ficou no comando do trono inglês por 50 anos e 147 dias. Naquela época ainda não havia um reino da Irlanda e a Escócia era um território separado.Edward III se tornou rei da Inglaterra com apenas 15 anos, em 1327, e permaneceu no trono até o dia de sua morte, em 1377. O Reino Unido só foi declarado em 1801. Os 50 anos e 147 dias de reinado de Edwad III ficaram conhecidos como uma era de restauração da autoridade britânica. As reformas, implantadas, por Edward III, ajudaram a consolidar a Inglaterra como a maior potência militar da Europa.
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Elizabeth II da Inglaterra celebra o 59º aniversário do reinado
Elizabeth II da Inglaterra celebra o 59º aniversário do reinado
(AFP) – Há 5 horas
LONDRES — A rainha Elizabeth II da Inglaterra celebrou neste domingo, discretamente, o 59º aniversário do reinado, iniciado em 6 de fevereiro de 1952.
Ela sucedeu ao pai, o rei George VI, que faleceu enquanto dormia. Na época, a princesa realizava uma visita oficial ao Quênia, junto com o esposo, o então tenente Philip Mountbatten, hoje duque que Edimburgo.
Foi coroada em 2 de junho de 1953 na abadia de Westminster, aos 27 anos de idade.
Neste domingo, foi a uma igreja de West Newton, oeste da Inglaterra, para missa solene comemorativa.
As salvas de canhão ficaram para a segunda-feira.
Tradicionalmente, ela inaugura hospitais e estradas de ferro, batiza barcos, preside banquetes oficiais e recebe as credenciais de embaixadores: a rainha Elizabeth II, que faz 85 anos em abril, tem um papel sobretudo simbólico, mas nem por isso menos importante na Grã-Bretanha.
Elizabeth II acumula os títulos de chefe de Estado do Reino Unido, chefe das Forças Armadas britânicas, da Comunidade Britânica e da Igreja da Inglaterra.
Teoricamente, tem o poder de dissolver o Parlamento e de nomear um novo primeiro-ministro, com quem se reúne regularmente, no final da tarde.
Mas este poder é apenas teórico. Se o fizesse, provocaria uma crise constitucional sem precedentes em uma das mais antigas monarquias da Europa.
Todos os anos, em uma cerimônia majestosa, Elizabeth II, usando a coroa e vestida com uma túnica de arminho, senta-se no trono e inaugura a sessão parlamentar. Mas limita-se a ler um discurso preparado pelo premier.
Além disso, assina as leis decretadas no país. Em quatro décadas, assinou mais de três mil, segundo o Palácio de Buckingham.
Mas na verdade, apesar da onipresença na vida dos britânicos, a rainha da Inglaterra, que está no trono há 59 anos, não tem nenhum poder real, reconhecem os especialistas da monarquia.
O site da realeza britânica na internet lembra que a soberana ocupa “funções constitucionais significativas”.
Sempre sorridente e transmitindo serenidade, a rainha cumpre centenas de funções oficiais durante o ano e diariamente responde pessoalmente de 200 a 300 cartas, segundo o Palácio.
Quando fez 21 anos, a então princesa prometeu aos britânicos: “Dedicarei toda a minha vida, seja curta ou longa, a servir à nação e à grande família imperial, à qual todos pertencemos”.
Para seus súditos, ela cumpriu a promessa.
Mas há outra a explicação sobre o papel da soberana dada pelo site dedicado à monarquia, e talvez seja mais exata: a rainha é “um símbolo da unidade nacional”, destaca.
Os analistas reconhecem este importante papel “simbólico” da soberana.
Segundo Robert Lacey, um dos biógrafos da rainha, Elizabeth II é considerada uma grande figura nacional que os britânicos têm muito orgulho de mostrar ao mundo.
“É algo emocional, a monarquia encarna uma história milenar”, disse Lacey.
Para Ingrid Seward, outra especialista em realeza, a figura da rainha representa a estabilidade.








