Ir para diante!
Hoje, hoje é o tempo.
Hoje é o ano.
Hoje é a noite do dia.
Hoje é a noite do dia em que resgatámos da terra e agora atiramos ao vento as palavras d’ El Rei D. Carlos sopradas ao mar: “Ir para diante”!
Sim, Senhor, cumpriremos o nosso dever cumprindo o vosso comando: – e iremos para diante!
Olhai Majestade o Vosso e nosso estandarte que de novo flutua no ar, assinalando com as suas cores sem mancha de sangue o advento do tempo novo!
Olhai Majestade, e convosco todos os Reis vossos antepassados e nossos antigos soberanos, e convosco todos os vossos descendentes e nossos futuros Reis, olhai todos Senhores, o Vosso povo aqui presente!
Olhai Senhores o Vosso povo de novo desperto, proclamando o tempo que vem.
Olhai de perto Senhores para os Vossos jovens – para estes jovens que desafiam o passado porque se sabem senhores do futuro.
Hoje começa o futuro.
Hoje, hoje é o tempo.
O tempo em que, outra vez, começamos a restaurar o ideal real feito real ideal.
Hoje é o ano.
Hoje é a noite do dia – do dia que se apresentou em madrugada de nevoeiro e agora se revela como noite iluminada de vésperas.
Hoje, hoje é a hora da hora!
É a hora!
Vamos para diante!
É a hora!
A Vossa hora – a nossa hora!
A hora de um princípio sem fim.
É a hora!
Vamos para diante!
E que viva o Rei!
E que viva Portugal!
* Alocução aos monárquicos do (então) presidente da Causa Real, Dr. Paulo Teixeira Pinto, proferido da varanda da Sede no Largo de Camões, por ocasião do hastear da bandeira portuguesa da monarquia ontem 5 de Outubro de madrugada.
Fonte: Blogue da Real Associação de Lisboa
Nota pessoal: Acho que estamos mesmo a ir para diante e com uma força bastante acentuada! Os Monárquicos Portugueses estão cada vez mais, e em maior número, convencidos de que chegou a HORA DE AGIR! VENCEREMOS! PORTUGAL VENCERÁ! VIVA O REI! VIVA PORTUGAL!
A Esperança é a última coisa a morrer
Mais um ano se está a concluir e é curioso nos recordarmos de tanta coisa que aconteceu em Portugal e até a nível particular.
Poderia me estender e fazer a descrição de tudo isso, mas não o irei fazer. Nem tudo merece ser recordado e o que foi bom, ficará marcado nas nossas memórias.
Quero apenas dizer umas breves palavras:
Numa época como a que estamos a viver, quão felizardos somos, de podermos partilhar com as nossas Famílias, Amigos e Conhecidos, momentos de alegria, amor fraterno, e sermos a esperança para milhares e milhões de pessoas. Esta é a corrente humana do Amor, este Valor, que Deus nos ensinou, e que anualmente, com a Celebração do Natal – Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, recordamos.
Recordamos os que já nos deixaram e pelos quais temos imensas saudades.
Recordamos os que sofrem e não terão o mesmo calor humano que a maior parte de nós.
Recordamos todo um ano que está a acabar e tiramos lições de cada momento menos bom por que passámos.
E assim, nesta Quadra Festiva, depois de recordarmos tudo isso, preparamos os nossos caminhos individuais e colectivos, para melhorar o que tem que ser melhorado, para continuar o que merece ser continuado, e tudo isto, com muita Fé no futuro.
No que toca ao colectivo os Portugueses vão passar um ano de 2012 muito complicado, muito duro, muito dificil. Mas foi nos tempos mais tenebrosos da nossa História, que unidos, soubemos sempre ser fortes, corajosos e ultrapassámos todas as grandes dificuldades.
Pelo que, à semelhança dos nossos antepassados, estou convicto que com muita Fé em Deus, unidos, conseguiremos ultrapassar as dificuldades e prepararemos um futuro melhor para todos nós e as novas gerações que aí vêem.
Em termos Monárquicos:
A união faz a força e todos unidos num só objectivo, estou convicto que conseguiremos ultrapassar as barreiras que nos possam ainda estar a dividir, e que conseguiremos com a Graça de Deus, avançar rumo a um futuro de esperança para os Portugueses. Os Portugueses merecem um futuro melhor e só a Monarquia pode ser a garantia desse mesmo futuro.
Por que a esperança é a última coisa a morrer,
Quero desejar a todos um Santo Natal e um muito Feliz Ano de 2012.
EU, MONÁRQUICO, ME CONFESSO !
perguntei a meu pai porque sorria.
E ele, num ímpeto de carinho e desalento,
……me respondeu: – Meu filho, por te conhecer
aceito a verdade da tua escolha.
Mas ao percorrer a vida passo a passo,
sofro pelo futuro que te espera.
Singelas palavras, sábia profecia!
Quisera eu que essa visão não fosse
nada mais do que um fantasma,
tentando ensombrar a claridade deste sonho!
Os dias e os anos foram desgastando,
vertiginosamente, deixando em mim presentes
as palavras sussurradas naquele momento
de discreto e sugerido lamento.
Apenas um instante, um instante apenas,
feito de mastros de navios, em marés acordadas.
Era uma canção escrita com cenas dum grito
de revolta, repulsa e desalento. E eu, em cada crise
em que me envolvo, transfiguro-me e vagueio por
todos os locais feitos de imagens, sozinho e nu.
Eu pecador me confesso! No meu grito de revolta,
alcanço ainda forças para um poema de esperança,
qual regato de águas serenas e cantantes, vibrando
pelo Rei ausente, mas de desejo bem constante.
E, de súbito, todo aquele poema de espadas e penas
se transforma num sonho pueril e distante.
Ser monárquico, é sonhar a inocência singular duma
fidelidade a ideais de cavaleiro andante, a juramentos
impregnados da candura do acreditar na beleza original.
Ser monárquico, é recriar a imagem da saudade paterna,
do aconchegante regaço maternal, da inocência de padrões
de conduta, que mergulham nas raizes mais distantes.
Por isso me confesso pecador! Por acreditar nessa simbiose
de saudade e futuro, de passado e presente, qual grito rebelde
de liberdade, voando por memórias renascidas.
Por isso me confesso pecador! Por ter presente dia a dia,
que o Rei da minha nostalgia desejada, transforma em poema
todas as vagas profundas e enfurecidas dum grito de igualdade,
suportado por recordações de injustiças e mãos vazias.
Por acreditar nesta bandeira azul e branca, símbolo dum dia
claro de sol vibrante e águas límpidas.
E se o sonho for poema acrescentado, rebelde como um grito
de criança, constante como marés acordadas, intenso como
paixão de secretas cores, onde me possa afogar absorvendo
a beleza nesse limiar do infinito, com vigor gritarei ainda:
Real, Real, pelo Rei de Portugal!
Deixai-me ainda acreditar no sonho!
Deixai embora que essa ofuscante claridade,
rasgue as vestes sombrias dos sentidos
e percorra todo o meu ser, até ao limiar do infinito.
Deixai que o símbolo da minha demência, seja a demência dos
símbolos da dignidade renascida, da portugalidade recriada,
do orgulho numa fraternidade de diferenciação entre iguais.
Deixai que eu seja um mero menestrel
duma sociedade de sentido renascido,
cantando a beleza da minha bandeira azul e branca,
gritando esse brado do Álcacer da nossa perdição,
qual Sebastião de Sá, que me honra o sangue, morrendo,
entre iguais sem desistir de lutar: – O meu cavalo não sabe voltar!
XVII Congresso da Causa Real – Auditório do Palácio da Bolsa – Porto
Nos termos estatutários e demais disposições regulamentares da Causa Real venho convocar todas as Reais Associações integrantes da Causa Real, bem assim como os demais membros que constituem os Órgãos Sociais para o XVII Congresso da Causa Real que se realiza no Auditório do Palácio da Bolsa, no Porto, no próximo dia 14 de Maio, com a seguinte Ordem de Trabalhos:
09:30 – Credenciação dos Congressistas
10:30 – Abertura e verificação de quórum;
1- Apreciação do Relatório de Actividades e Contas;
2- Eleições para completar o mandato de 2009/2011;
3- Outros Assuntos;
12:30 – Intervalo para almoço
15:00 – Apresentação do tema MENSAGEM MONÁRQUICA E COMUNICAÇÃO
Por João Távora, Leonardo Melo Gonçalves e João de Moraes Palmeiro
1- Princípios da comunicação política online;
- Boas práticas, tecnologia e rotinas.
2 – Blogues, Redes Sociais, Sites;
- Como ligar, potenciar e crescer;
- A importância dos motores de busca.
3 – Reais Associações Online;
- Como ganhar amigos e influenciar pessoas.
Pausa para café
4 – Comunicação Social escrita;
17:00– Conclusões e Encerramento
Se na hora marcada para o início do Congresso não estiver presente metade dos seus membros, nos termos previstos estatutariamente, reunirá em segunda convocação meia hora depois com qualquer número de membros presentes.
Porto, 11 de Abril de 2011
Regulamento de Delegados aos Congressos da Causa Real
Em 26-3-2011 o Conselho Superior aprovou o regulamento de delegados ao Congresso:
Artigo 1º
Apenas as Reais Associações reconhecidas pelo Conselho Superior como integrantes da Causa Real
poderão participar no Congresso.
Artigo 2º
Segundo os estatutos da Causa Real (artº 6º):
“…são membros por inerência do Congresso Monárquico os presidentes das Reais Associações e
todos os demais membros dos órgãos nacionais em exercício”.
Artigo 3º
a) Segundo os estatutos das Reais Associações cada Associação pode:
“…designar sempre um mínimo de dois delegados, mais um delegado por cada cem associados até
aos mil e, a partir daí, mais um delegado por cada quinhentos associados, sem prejuízo dos
delegados por inerência de funções”.
b) Serão delegados de cada Real Associação os seus associados no pleno gozo dos seus direitos que
forem designados pela sua Direcção ou eleitos em reunião da sua Assembleia Geral.
c) Para verificação do número de delegados a que tem estatutariamente direito e para poder
inscrever mais de dois delegados, cada Real Associação deverá enviar previamente à Direcção
Nacional da Causa Real a lista actualizada dos seus associados.
Artigo 4º
São delegados da Juventude Monárquica, por inerência, o presidente do Conselho Nacional e os
membros da Direcção, num total não superior a vinte.
Artigo 5º
Este Regulamento entra imediatamente em vigor.
DOM DUARTE: “COM UM REI O PAÍS NÃO ESTAVA ASSIM”!
![]() |
| (Clique nas imagens para ampliar) Jornal “O Diabo” de 12 de Abril de 2011 Fonte: Blogue “Família Real Portuguesa” |
Chegou a hora do contra-ataque
Durante todo o ano de 2010 leram-se tantas barbaridades de republicanos “convictos” (pois claro), contra a Monarquia. Que a Monarquia não tem razão de ser. Que a Monarquia é uma ideia ultrapassada. Que a Monarquia é uma utopia de uma minoria. Que a Monarquia gastava muito. Que os Partidos Políticos rotativistas Monárquicos do tempo da Monarquia Constitucional estavam gastos. Que a República foi uma nova “primavera”. Que a República trouxe esperança e a liberdade. Enfim… Uma lista ainda maior do que aquela que normalmente se faz para ir fazer compras ao supermercado…
A verdade é que os republicanos defendem a república com base em dois pontos fundamentais:
1- Que todo o cidadão deve poder ser candidato a chefe do Estado e a escolher;
2- Que a República é o fecho da abóbada, e é o regime que completa a Democracia.
Como se sabe, até porque a experiência histórica seja da I República seja da actual III República, assim o demonstrou, os que foram eleitos seja pelo, então Congresso da República (1910-1926) seja os que foram eleitos directamente pelos cidadãos eleitores, foram sempre membros de partidos políticos e foram sempre eleitos com taxas de abstenção cada vez maiores ao longo do actual regime.
Nenhum independente conseguiu alguma vez ser eleito. E o facto de ter havido um brilheirete nas últimas presidenciais, com Fernando Nobre a conseguir um terceiro lugar, é notório, que os dois primeiros eram partidários.
Nenhum cidadão sem apoio partidário e com uma máquina forte de propaganda por trás, conseguirá alguma vez ter o direito de poder participar em debates. Quanto mais ser eleito! É pura ilusão. É puro teimosismo de quem tem esperanças que um dia todos viveremos ao mesmo nível social. Como se isso alguma vez fosse possível. Felizmente, cada um pode hoje aspirar a fazer parte de uma classe média forte. Felizmente, não vivemos hoje, como no século XVIII numa sociedade cristalizada em que quem nascia do povo, raramente atingia um grau de nobreza.
É um facto que é um direito podermos querer aspirar à ascensão social. Isso faz parte da Democracia e da evolução da sociedade.
Mas outra coisa é pensarmos que estamos a fazer bem ao nosso País, aspirando à mais alta posição do Estado. Concordo com os republicanos quando dizem que é um direito de qualquer cidadão. Mas faz mais sentido, aceitar que um individuo pelo seu mérito profissional, possa chegar a uma Assembleia Municipal, a um Parlamento, ou ainda a uma Assembleia Regional ou mesmo o Parlamento Europeu ou fazer parte de um Governo Autárquico ou Nacional, porque são órgãos electivos de representação dos cidadãos localmente e a nível nacional, do que qualquer aspiração à liderança da Nação.
Porquê?
Porque o Chefe do Estado tem que ser bem mais do que um Político de carreira. Tem que ser muito mais do que um Advogado, um Engenheiro, um Economista, etc…
Um Chefe de Estado, além de ter que ter o Conhecimento fundamental para assumir tamanha responsabilidade, não pode ser concorrente contra ninguém, porque tem que ser o símbolo da unidade nacional. Nenhum Presidente da República pode ser símbolo dessa mesma unidade, porque muito que entregue o seu cartão de militante, por muito que o diga vezes sem conta pelos órgãos de comunicação social que é o “presidente de todos os portugueses”. Na prática há sempre suspeita de favorecimento. Há sempre suspeitas que as relações institucionais entre o Presidente e o Primeiro-ministro correm mal. Dizem alguns republicanos que a república democrática é o espaço do conflito e que não pode haver consenso. E eu pergunto: como é que se pode governar um País com tantas dificuldades como Portugal está a passar, se não houver alguém independente na Chefia do Estado que possa ajudar mesmo à criação de um governo de unidade nacional, em que os interesses político-partidários sejam postos de parte e em que em cima da mesma esteja presente como primeiro objectivo o resgate de Portugal e da confiança pública nas Instituições Democráticas?
Tem que haver limites em relação aos conflitos. Tem que haver limites nos consensos. A essência de tudo tem que ser sempre a Nação. É a Nação que tem que estar sempre em primeiro lugar. Os Políticos são eleitos pelos Cidadãos eleitores para servirem o bem comum. Mais do que qualquer interesse partidário. Mais do que que qualquer moção de censura. Mais do que qualquer chumbo de Planos de Estabilidade e Crescimento, tem que estar sempre o Interesse Nacional.
Para o serviço do bem comum. Os Políticos não podem estar agarrados ao poder. Não podem também prejudicar o país sem ideias concretas e novas propostas, tendo com principal aspiração a ascensão ao governo, porque sim! Porque é do interesse partidário.
E não estou aqui a defender o Governo do Partido Socialista, nem a oposição. Estou a ser independente. Realista.
Portugal nesta III República tem sido governado por uma lógica incoerente. Incutiu-se na sociedade que todos têm direito a “tudo” ou quase tudo. Criou-se um desequilibro entre direitos e deveres. O País tornou-se ingovernável, porque, precisamente, esta cultura do “vale tudo desde que me vá chegando para viver”, levou a uma enorme ecatombe na nossa História Económica recente.
Tal como o meu querido amigo Ricardo Ferreira bem o demonstrou nas suas linhas no artigo A Transição Económica Falhada – disponível para leitura aqui no Blogue do PDR - apartir de 1975, com as ocupações, nacionalizações e os enormes erros de uma falta de planificação económica responsável que poderia certamente ter evitado a que chegássemos onde chegámos hoje, o País foi-se endividando. O crescimento económico nos primeiros anos, enquanto membros da então CEE foram uma ilusão. Entraram milhões nos cofres do Estado Português. E quando acusam a Monarquia de gastos supérfluos, é engraçado ver o Estado cada vez mais e sempre preocupado em obras de País rico, quando, cobre realidades próximas de terceiro mundo, como aliás o afirmou o Senhor Dom Duarte de Bragança.
Não houve um devido controlo ao crédito. Deixou-se de investir na Indústria Nacional. Deixou-se de investir na Agricultura Nacional. Não se investe nas Pescas. Temos uma Zona Económica Exclusiva das maiores do mundo e não se investe. Querem fazer do nosso País uma espécie de “carro de luxo e topo de gama tecnológico, sem moto”… Como é que um País pode crescer só com o sector terciário – dos serviços? Como é que se pode aceitar que o sistema educativo funcione para as estatísticas, com as tais “Novas Oportunidades”. Milhares de Portugueses chegam hoje ao Ensino Superior sem uma preparação base adequada. É uma ilusão fazer crer às pessoas que estão no caminho certo só porque fizeram o secundário em meia dúzia de meses. É uma ilusão se pensar que se deve ter o direito a isso tudo, quando na prática, estamos a condenar ao fracasso toda uma geração.
É verdade que, o Rei reina e não governa.
Mas de certeza absoluta, que enquanto Chefe do Estado terá sempre uma palavra a dizer, nas reuniões semanais com o Primeiro-ministro ou até mesmo participando no Conselho de Ministros, como acontece em algumas Monarquias Europeias.
É interessante, então percebermos o significado da Monarquia Democrática:
O Poder Soberano, é do Povo. Sempre foi e sempre será. Nós o povo formamos a Nação e a nossa Nação tem uma legitimidade natural de definir que tipo de representação nós queremos para o nosso País, que Instituições, que Representantes.
Assim, através do Pacto Social, depositamos a nossa Confiança, o nosso Poder, no Parlamento, que é eleito por nós e que tem como dever prover à criação da legislação que faça falta para a boa gestão do bem comum.Como vivemos em Democracia e como em Monarquia viveremos em Democracia, existem e existirão Partidos Políticos que representam a vontade dos eleitores. O líder do Partido mais votado, torna-se Primeiro-ministro!
E como é que se torna Primeiro-ministro? Através de uma dupla legitimidade:
a) A Legitimidade que foi conferida pelos eleitores para a formação da maioria parlamentar;
b) A Legitimidade que lhe foi dada por mercê ou prerrogativa real pelo Rei, enquanto Chefe do Estado, e tendo por base, sempre, os poderes que a Constituição aceite em Referendo pelo Povo, assim o decidiu.
Assim, se forma o Pacto Social entre a Nação e os seus Representantes. Assim, é depositado o poder e a confiança do povo nas suas Instituições Representativas.
Para prover ao bem do País, a Monarquia torna-se no elo mais natural de ligação entre a vontade popular e as instituições democráticas.
A Monarquia não é um regime de privilégios. O maior privilégio é aquele que o povo tem e que é, como disse: O PODER SOBERANO!
O Rei é aquele que serve e não se serve. O Rei não tem nenhum vencimento ou ordenado, para cumprir as suas funções. O Rei exerce o seu papel que a Constituição através da vontade do povo, lhe delegou. O Rei serve. Se todos nós clamamos por Justíça. Se todos nós temos o poder de escolher quem queremos como representantes num parlamento e governantes. O Rei não tem nenhum desses direitos, porque é “escravo da justiça”. O Rei para ser Rei, não pode ser político. O Rei para ser Rei, não pode ser Cidadão de plenos direitos e deveres. O Rei para ser Rei, tem que estar acima de qualquer suspeita, para ser imparcial, e garantir a necessária transparência e consequente confiança pública nas Instituições Democráticas.
Monárquicos,
Mais do que nunca, chegou a hora do nosso contra-ataque. Chegou a hora de dizermos basta! Chegou a hora de defendermos o nosso País. Chegou a hora de contra-atacar e não permitir mais abusos e insultos contra o Rei de Portugal, descendente dos nosso Maiores, quando sabemos que quem critica e quem ofende o Rei, não o conhece nem se deu alguma vez ao trabalho de o querer conhecer.
Existe na sociedade uma enorme passividade. O povo vai de acordo com as ondas. Temos o nosso povo, num grande navio, à deriva. Esperemos que não seja nenhum Titanic e que não se afunde. Podemos evitar o desastre nacional. Está em causa a Soberania Nacional. Está em causa a Dignidade de Portugal enquanto Estado Nação.
Chegou a hora do contra-ataque!
Ser Monárquico é defender a Monarquia Democrática e ter Lealdade ao Rei e à Família Real.
A Monarquia não é nenhuma ideologia, porque precisamente existe para a unidade nacional e não para fraccionar a sociedade.
A Democracia permite-nos ser militantes ou apoiantes de todos os partidos políticos que bem entendermos. Mas não podemos de forma alguma, ao defender a Monarquia, dizer que somos do Partido A, B, C ou D!
Chegou a hora do contra-ataque. Sabemos o que temos que fazer.
1- Exigir a mudança constitucional que impede ditatorialmente a escolha entre Monarquia e República. É um direito de qualquer cidadão poder escolher o regime que bem entender e ninguém tem o direito de nos impôr absolutamente nada. Já tivemos ditadores que nos bastaram!
2- Exigir um Referendo sobre a titularidade do regime!
3- VENCER! E MUDAR O FUTURO DE PORTUGAL!
Temos muito por onde pegar. Este regime está podre. Perdeu toda a credibilidade. Esta classe política tem que ser responsabilizada, porque foi ela que nos trouxe ao actual estado em que estamos. E se queremos evidentemente poupar, porque o tempo assim o exige, precisamos de ter instituições, como por exemplo na Suécia em que nem os Deputados, nem os Governantes têm tantos benefícios como têm tido os políticos portugueses.
Chegou a hora de dizermos basta!
Portugal está primeiro!
Vamos para diante!
E VIVA O REI!
VIVA PORTUGAL!
O tema “Monarquia”. Um tema controverso?
Muitas vezes temos o sentimento em alguns sectores, que o tema “Monarquia” é controverso, aborrece, ainda se procura convencer que “já há poucos Reis”, enfim… “é uma chatice”…
Mas a verdade é que, em primeiro lugar, há mais Repúblicas do que Monarquias no mundo, é um facto, mas as Monarquias que hoje existem são Democracias de excelências e os respectivos regimes democráticos têm demonstrado o porquê que esses mesmos Países estão no topo de vários estudos sobre o desenvolvimento humano, o nível económico e felicidade dos povos. (Poucos, mas bons, diga-se, não!)
Por outro lado, claro, temos a outra face da medalha. O “tema Monarquia” é um tema controverso, que choca com certos princípios que a doutrina republicana tem defendido com “o auge da Democracia”, o o sistema republicano tem garantido as liberdades e garantias dos cidadãos, que defende a igualdade destes perante a lei, que permite que qualquer cidadão possa chegar a Chefe de Estado, sendo possível removê-lo e subsitui-lo por outro etc… Enfim, as histórias que já conhecemos.
Mas a República é, aristotelicamente falando, a gestão do Bem Comum. E para que essa gestão seja feita de uma forma transparente e responsável, de uma forma equilibrada entre os interesses partidários, por um lado, e o Interesse Nacional por outro, deve existir no topo da hierarquia do Estado alguém que supervisione, que arbitre, que não faça parte do jogo político-ideológico ou político-partidário, que “toque o sino”, se for necessário, e afirme que primeiro que tudo, primeiro que qualquer conflito político-partidário, deve estar sempre O INTERESSE NACIONAL!
Em 100 anos de regimes republicanos, “mais ou menos” democráticos, quantas vezes poderemos apontar que o Interesse Nacional esteve sempre à frente dos interesses Político-partidários? Quantas?
Quantas vezes, os Governos caíram e foram substituídos por outros Governos, que raras as vezes conseguiram capitalizar confiança pública?
Quantas vezes os Portugueses poderão dizer que se sentiram frustrados e/ou enganados, nestes 100 anos?
Quando apenas, na II República, por ter sido uma Ditadura, o Estado através do Governo de Salazar e Caetano, é que conseguiram não só saldo positivo nas contas públicas do País, como também elevado crescimento económico?
Quando a I República endividou ainda mais o país. À semelhança da actual e, espero, derradeira, III República!
Claro que, assim sendo, é normal, diria mesmo, É PERFEITAMENTE NORMAL QUE O “TEMA MONARQUIA” SEJA UM TEMA CONTROVERSO!
Porquê?
PORQUE FORAM, MEUS CAROS AMIGOS REPUBLICANOS, 100 ANOS DE FRACASSO! Dói muito. Claro que dói. Nunca nas várias épocas da História de Portugal, podemos dizer que caímos tanto no fundo, como precisamente agora neste mesmo momento, em que estamos com um Governo de Gestão, e estamos a viver, um autêntico pesadêlo nacional!
É óbvio, que o tema “Monarquia” seja incomodativo. Seja controverso. Que revolte qualquer bom ou mau republicano.
Se já houvesse dúvidas sobre a continuidade deste regime podre e caduco, ontem, 23 de Março de 2011, ficou claro, de uma vez por todas, que A REPÚBLICA FRACASSOU!
E se a República fracassou, chegou a hora um novo rumo que deverá passar pela mudança na Constituição desta democracia totalitária que nos possa permitir mudar para uma Democracia Real e Universal!
O MUM no protesto da geração à rasca em Lisboa
Perante este mega-protesto, o MUM não poderia de deixar de marcar a sua presença. Artur de Oliveira, Filipe Cardeal e Daniel Nunes Mateus foram os membros que participaram neste evento que concentrou-se essencialmente no Rossio. 300 mil pessoas disseram sim ao apelo do facebook, pelos organizadores do protesto.
Os membros ao serviço do Movimento de Unidade Monárquica poderam constatar que tratou-se de um movimento apartidário. Estiveram presentes várias ideologias políticas, destacando-se o Bloco de Esquerda. Ouviram os protestos de milhares de jovens, trabalhadores a recibos verdes, desempregados, contra o novo pacote de medidas de austeridade, descontentes com o pagamento de uma dívida pública não contraída pelos cidadãos, das políticas desastrosas do governo de Sócrates que têm afundado mais o país e comprometendo o futuro dos jovens.
Ouviram as preocupações de milhares de cidadãos acerca do futuro: estudantes, investigadores, trabalhadores de call-center, reformados, trabalhadores liberais, a conta de outrem. Viram cartazes expressivos das preocupações que afiligem os cidadãos e denunciando os culpados: governo e uma certa ala da maçonaria.
Fizeram uma cobertura do evento, registando as variadas emoções que faziam-se sentir no Rossio: revolta, angústia, mas também de alegria por estarem ali todos unidos a reivindicar o direito a um futuro digno. Sendo um protesto pacifico houve lugar para todo o tipo de voz, indumentária, atitude. Os Homens da Luta deram o tom de festa ao protesto, alegrando a multidão e dando ênfase as reivindicações.
Estando no centro do acontecimento, conseguiram registar a solidariedade vinda de França para com o protesto, numa troca de palavras com uma activista. Notaram uma quebra anormal das comunicações via telemóvel e o Daniel Nunes Mateus conseguiu exprimir a posição monárquica na TVI e na Agência Lusa como um grupo que está atento a realidade nacional, justificando-se por isso a presença dos três membros do Movimento de Unidade Monárquica. No fim dirigiram um cumprimento aos organizadores, manifestando o apoio da causa real.
De uma forma quase amadora, estes três jovens conseguiram defender a bandeira real ao participar nesta manifestação e conseguiram fazer-se ouvir nos orgãos de comunicação social.
Sabendo da existência de tantos apoiantes da causa real, não duvido que conseguimos todos, fazer um protesto igual ao de hoje.
Daniel Nunes Mateus
Fonte: Blogue do “Movimento de Unidade Monárquica”
O Discurso do Rei, a Voz que vem da História da Pátria
Tal como disse, anteriormente:
A Voz de um Rei, é a Voz Inspirada na História de toda uma Nação, em cada momento, em cada geração, em nome da Esperança. Foi assim com Jorge VI, foi assim com Juan Carlos I, foi assim com outros Monarcas que se dirigiram aos seus povos e apelaram à resistência em nome da Liberdade dos mesmos sobretudo, no século XX, graças, obviamente, aos novos meios de comunicação que foram sendo criados e aperfeiçoados….
Poucos povos poderão se dar hoje ao luxo de dizerem que podem ouvir a voz de seus Reis. Poucos poderão dizer que ouvem neles, a representação, no presente, da História de um certo passado que vem das raízes dos princípios da nacionalidade.
Poucos poderão afirmar que percebem que a voz isenta e independente dos seus Reis, significam a formação de um consenso político generalizado a bem da governança da Nação.
Em comparação, a voz de um Presidente representa acima de tudo os interesses políticos partidários. É inútil seja qual for o Presidente que assuma o cargo para o qual foi eleito, que se afirme que este representa um todo, quando é só uma parte e sobretudo representa, claramente, os interesses partidários de uma certa elite partidocrática e não o todo nacional.
Ao ouvirmos um Rei, ou o Rei, estamos a receber de Sua Majestade, porque é a Dignidade que lhe conferida pela História, uma Mensagem de Esperança e de força para encararmos as dificuldades no presente para preparação de um outro futuro.
Tenhamos pois, os ouvidos bem abertos e ouçamos a Mensagem que a História nos transmite. Nenhuma República durará muito tempo e é inútil se pensar em fazer “colecções” de república como em Portugal, França, Alemanha, Itália, Brasil, etc… porque ao haver um acumular de república, acaba-se por se demonstrar que nenhum sistema republicano verdadeiramente consegue resultar e prevalecer e que só a Monarquia com a sua experiência adquirida pela História, é que é o verdade serviço da Nação e portanto é a melhor Voz, para reunir os consensos que a república não aprova.
Sejamos, pois capazes de ultrapassarmos os conflitos que a Democracia Republicana é digna precursora e percebamos que só uma Democracia Real, pode ajudar à criação de consensos políticos e à permanência e desenvolvimento das diversas políticas governativas, mesmo se o Rei não governa, para bem de todos os Cidadãos. Daí os índices de desenvolvimento serem claramente maiores nas Monarquias do que nas Repúblicas.
Somos Cidadãos, sim. Mas não podemos ter tudo e não podemos escolher tudo. Mas mesmo assim, é a República que nos impede de escolher a Monarquia. Sejamos, pois corajosos em enfrentarmos os interesses partidocráticos republicanos que impedem a livre expressão de qualquer cidadão de um dia poder escolher, se for sua legítima vontade democrática, a Monarquia.
Inaugurado o Novo Site do PDR – Projecto Democracia Real
Foi inaugurado esta noite o novo site do PDR – Projecto Democracia Real. Trata-se de um trabalho que a partir de hoje está totalmente disponível a todos os interessados sobre as temáticas relacionadas com a Monarquia Parlamentar e Democrática defendida para Portugal.
É um trabalho que acima de tudo, vem também reforçar a imagem do PDR junto dos Portugueses. Fica claro, assim, que só com muito esforço e dedicação, a mensagem Monárquica passará junto dos Portugueses. O PDR a partir de hoje tem um site, um blogue, um canal no youtube, está bem implementado no Facebook e no Twitter e além disso também tem um Boletim informativo.
Mas mais iniciativas virão. Não sou, de forma alguma, um treinador de bancada, mas também tenho a noção clara e responsável que a imagem dos monárquicos não pode ser uma imagem de 3 ou 4 pessoas a passearem e dizerem vivas ao Rei com a Bandeira da Monarquia. É preciso melhor organização e profissionalismo. Proximamente, poderão surgir ideias para o lançamento de uma forte campanha monárquica nas ruas.
Acima de tudo, está a defesa de Portugal e dos interesses dos Portugueses, que todos os dias se sentem lesados com este regime republicano caduco.
Pelo que, convido a todos os interessados a visitarem o site do PDR.
Uma prenda de Natal: “Adeste Fideles”, escrita, provavelmente, por El-Rei Dom João IV
Espero que seja verdade que Sua Majestade El-Rei Dom João IV tenha escrito esta lindíssima canção, pois ela deu a volta ao Mundo e foi cantada por grandes vozes contemporâneas com um sucesso enorme.
Um Santo Natal a Todos!
A todos os que têm seguido o meu trabalho ao longo destes anos, desejo a todos vós, um Santo Natal, com muita Paz, Alegria, Amor e acima de tudo, Saúde.
David Garcia
Céline Dion canta Oh Holy Night ao vivo.












