Se o Presidente apelar, os Monárquicos serão os primeiros
Nuno Castelo-Branco
Não a um Presidente “relativo” e a um Primeiro-ministro “engenheiro relativo”. SIM AO REI!
O Rei é, em absoluto, o Chefe do Estado legítimo de Portugal. Representa TODOS e está com TODOS. Com o Rei nada é relativo; Portugal vale por si, como UM TODO, não há Portugueses de primeira ou de segunda ou mesmo de terceira categorias; há, sim, PORTUGUESES! SOMOS TODOS PORTUGUESES.
O melhor servidor das Instituições Democrática e a garantia de que estas funcionarão sempre com transparência e honestidade, é o Rei. O Rei é o melhor servidor, por natureza, do bem da Nação.
Quero um Rei! Está na hora de dizermos SIM AO REI!
Exijo, como Cidadão Português, auferir do direito inalienável, em qualquer Democracia plena, de poder dizer da minha justiça sobre esta matéria, definitivamente. Quero ter o Direito, Democrático e Livre, de dizer que quero um Rei e uma Monarquia Parlamentar e Democrática, a Liderar a Nação.
VIVA O REI DOM DUARTE III!!!
VIVA A MONARQUIA!!!
VIVA PORTUGAL!!!
Portugal: A Queda Anunciada de um Regime

No passado Domingo, dia 23 de Janeiro de 2011, assistimos, nós Portugueses, à vitória “relativa” do Prof. Dr. Aníbal Cavaco Silva, no âmbito das eleições presidenciais.
Segundo as fontes oficiais, o resultados oficiais que passaram na comunicação social, deste regime (?), foram os seguintes:
- Aníbal Cavaco Silva (candidato apoiado pelo PSD e CDS-PP) – 52.94%;
- Manuel Alegre (candidato apoiado pelo PS e BE) – 19.75%;
- Fernando Nobre (candidato independente) – 14.1%;
- Francisco Lopes (candidato apoiado pelo PCP e Partido Ecologista Os Verdes) – 7.14%;
- José Manuel Coelho (candidato apoiado pelo PND) – 4.5%;
- Defensor Moura (candidato independente) – 1.57%.
- Votos Brancos:4.26%
- Votos Nulos:1.93%
- Abstenção: 53.57%.
E os resultados que “não interessam”:
Abstenções = 53,38%
Brancos = 4,26%
Nulos = 1,93%
O actual e também novo Presidente da República foi o que menos votos teve em TODA A HISTÓRIA da III República!!!
A Abstenção ainda foi maior do que na eleições presidenciais de 2001, que elegeu pela segunda vez, Jorge Sampaio!!!
Sinais:
O primeiro sinal que facilmente nos apercebemos é da arrogância do discurso de vitória de Cavaco Silva. Como se a vitória eleitoral fosse uma espécie de vingança pessoal ou político-partidária contra o Partido Socialista e o actual Governo.
O segundo sinal, de extrema gravidade e de enorme importância, é que, fazendo as contas, numa escala de 0 a 100%, contando com os resultados da Abstenção, dos Nulos e dos Brancos, o de novo eleito Presidente da República, obteve cerca de 23% dos votos. Nem chega a 1/4 dos cidadãos eleitores!
O terceiro sinal, e que é uma enormidade, é ter havido nestas eleições “eleitores fantasmas”, como se poderá ver nas seguintes imagens:




Pelo que, quando nós temos este número gritante de “eleitores fantasmas”, quando nós assistimos incrédulos ao facto escandaloso numa democracia ocidental como a nossa, de cidadãos não poderem votar, devido ao Cartão do Cidadão, quando nos apercebemos da tristeza do sistema que até foi abaixo devido a tantas requisições dos eleitores que queriam saber, afinal onde é que poderiam exercer o seu direito inalienável de votar, apercebemos-nos claramente que algo vai mal na República das Bananas…
Juntando a tudo isto, a fraquissíma qualidade da campanha eleitoral da parte dos mais diversos candidatos, sem nenhuma ideia para Portugal, sem nenhum objectivo definido, numa onda de ataques pessoais que não há paciência, com tanto baixo nível e a juntar a isso, o Tiririca Coelho que até ganhou simpatia popular, apercebemos-nos que Cavaco Silva certamente se tivesse que receber um Cognome, será certamente “o último”.
E será o último, porque o regime actual, fracassou em toda a linha. Seja no plano político – não estabelecendo em Portugal um regime democrático pleno e transparente. No plano económico e social, desde o abandono da indústria pesada, da agricultura, das pescas, passando pela medíocre educação, saúde, justiça, etc…
Finalmente, neste plano dos sinais, o actual regime republicano, não é capaz de galvanizar os Portugueses em acreditarem em si próprios. Fomentou nestes 35 anos de existência a ideia errada que Portugal não tem sentido, não valoriza a nossa História colectiva – bastará olhar para os Manuais escolares. Permite-se tudo e mais alguma coisa, sem um verdadeiro equilíbrio social que permita a prosperidade nacional.
Quando assim é, teremos que olhar para a nossa História, para as nossas raízes e recuperar o sentimento do que é ser Português.
Portugal é uma Nação que se emancipou do Reino de Leão e Castela. Fundou-se e expandiu-se, primeiro na Europa e depois pelos quatro cantos do Mundo. Foi uma Nação pioneira na Globalização. Estabeleceu um Império onde o sol nunca se punha. Criou raízes com os diversos Países que hoje compõem, a Lusofonia. Tem uma das maiores Zonas Economicas Exclusivas do Mundo. Tem uma riqueza que ainda não explorou e esta República destrutiva de Portugal não irá explorar, cedendo-a em nome de capitais fáceis para, se calhar, o Euro-Estado que se está a construir, graças ao Tratado de Lisboa, que foi tão festejado por estes senhores do sistema…
Quando assim é, temos que olhar para o que nos resta:
- Uma Pátria com quase 900 anos.
- Uma Família Nacional, solidária, que sempre que é preciso se une e resolve.
- Uma Tradição centrada nas raízes da Liberdade.
- A força e a capacidade de criar um Novo Pacto Social entre a Nação e os seus Representantes.
Assim, e só assim, os Portugueses unidos, terão que em Referendo, demonstrar, de uma vez por todas, à República, que não é bem-vinda, que os enganou, que os prejudicou, que lhes roubou um dos bens mais preciosos da nossa História: a Liberdade!
Não ponho em causa a Democracia quando falo que nos falta a Liberdade. Falta-nos a Liberdade de querer voltar a ter um Rei e neste aspecto até se confunde com a própria Democracia.
Sem uma boa Justiça não pode haver uma boa Democracia.
A Aclamação do Rei, isto é, a Eleição do Rei, é, por si só, algo verdadeiramente único no que toca às Monarquias Europeias. Sim, o Rei era pela Graça de Deus! Mas Graças a Deus que o povo aclamou os seus Reis e que estes o serviram durante mais de 700 anos! Vamos ocultar isto até quando?
O Pacto Social em Portugal sempre existiu entre o Povo e o Rei.
Seja na Monarquia Medieval, seja na Monarquia Constitucional, os Reis eram aclamados em Cortes. Eram confirmados, pelos representantes da Nação. Não podemos dizer, que a ascensão ao Trono é um acto anti-democrático, quando não percebemos nem queremos perceber o real significado de tudo isto.
As Liberdades do Povo foram sempre garantidas.
Fomos um Povo único na História porque sempre soubemos marcar posição. Recuperemos, pois, esta capacidade que quatro Ditaduras procuram nos silenciar. As de Afonso Costa, Pimenta de Castro, Salazar e o actual sistema….
Um regime que nasceu do sangue de um Rei e do Seu Filho e Herdeiro, não pode ser um regime digno.
Um regime que se auto impôs por 3 vezes ao povo, sem procurar a legitimidade democrática, não poderá nunca durar muito tempo.
Um regime que tem como seu chefe máximo, um Presidente eleito por cerca de 23% do total dos cidadãos eleitores, não tem sequer o direito de tomar posse! E no entanto irá tomar posse…
Portugueses,
Nós não precisamos disto. Temos um Rei, temos uma Família Real. Existe a Monarquia, como solução credível que nos poderá levar à prosperidade que tanto ansiamos. Precisamos de ir à História, às nossas raízes da Liberdade e traçarmos o caminho da Democracia Real.
O Rei vive entre nós desde 1953, ano que veio do exílio onde estava com sua Família. O Rei tem-se preocupado, durante toda a sua vida em servir Portugal, e procurar ajudar-nos de alguma maneira.
Um Rei que vive junto do Povo, servirá melhor o povo do que alguma vez um Presidente o fez. Um Rei que conhece o povo e ouve as suas preocupações e anseios, será o melhor servidor da nossa respublica.
Tenhamos a capacidade de perceber que o este actual regime político, a República perdeu toda a credibilidade. Temos que exigir a alteração da alínea b) do artigo 288.º da Constituição que impede um Referendo sobre a Chefia do Estado. E quando for o Referendo, vamos recuperar a Dignidade de Portugal perdida nestes 100 anos miseráveis de 3 república, e aclamar como Rei de Portugal, Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, Chefe da Casa Real Portuguesa.
Com a História que temos e com os Reis que tivemos, temos a obrigação de voltarmos a ser uma Monarquia. O prestígio de Portugal será claramente recuperado e haverá um Projecto para o nosso Portugal. Um projecto ambicioso com o qual, estou seguro, ganharemos todos.
Porque Portugal está em jogo,
Porque o futuro é já amanhã e temos que acordar hoje,
É A HORA!
CHEGOU A HORA DA QUEDA DA REPÚBLICA E DA PROCLAMAÇÃO DA MONARQUIA!!!
VIVA O REI!
VIVA PORTUGAL!!!!

Troca de impressões: Monarquia vs República, no Facebook
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David GarciaMonarquia 3 vs 2 República – Países Nórdicos no topo de ranking sobre qualidade de Democracia. Pois!
Fotos do MuralPaíses nórdicos no topo de ranking sobre qualidade de democraciahttp://bit.ly/fq…wyUkVer mais
Por: TSF – Rádio Notícias
Debate Monarquia ou República, no Facebook
A Monarquia está na Origem de Portugal e no seu Glorioso Passado. Mas temos a obrigação de olhar para o futuro, tendo em conta a actual Crise Nacional e Internacional. Estou farto e cansado e ver gente que só pensa no passado ao defender a Monarquia. Estudem! Leiam! Aprendam! E sobretudo sigam o fantástico Exemplo que o Rei dá, se realmente são Monárquicos!
Abraço
Dom Duarte I, o Rei Eloquente, reinou 5 anos, mas foi um Rei muito importante na nossa História. Deixou-nos o “Leal Conselheiro” – o primeiro livro editado em Português.
Abraço.Ver mais
provocações à parte: eu também o trato com respeito enquanto cidadão português ou timorense, mas nunca como chefe de uma casa qualquer. É apenas uma instituição (?) como ta…ntas outras em portugal.Ver mais
Sei tudo o que preciso de saber sobre a República, para ser Monárquico.
Nenhum Rei de Portugal o foi “porque sim”. Todos fo…ram reconhecidos pelo Povo, que os Aclamou. A Monarquia Portuguesa foi uma Monarquia Electiva. Os Reis só eram aclamados com o consentimento da Nação.
E os Reis incapazes ou considerados como tal, como Dom Sancho II, Dom Afonso VI e Dona Maria I, foram substituídos por uma Regência.
Em relação aos Presidentes da República em 100 anos, o único que ainda fazia alguma coisa, teve a alcunha de “o corta fitas” – estou a falar do Almirante Américo Tomaz – 3.º e último Presidente da II República.
O Manuel Teixeira Gomes, um dos Presidentes da I República, há quem diga que ele era pedófilo. E no entanto o actual e anterior Presidente o foram homenagear.Ver mais
Nunca te esqueças que Dom Duarte, mesmo sendo, neste preciso momento um Cidadão, tem representado Portugal por diversas ocasiões, como até em relação à libertação de Timor-Leste, f…oi o primeiro português a chamar a atenção para o que se passava nesse País e por outro lado, tem o Passaporte Diplomático, o qual lhe permite representar, sim, a Casa Real Portuguesa, por exemplo, em algum evento numa Monarquia reinante e não só.
Deixa-me te aconselhar a leitura do livro “Dom Duarte e a Democracia” – autor Prof. Mendo Castro Henriques, Editora Bertrand. Há muita coisa que infelizmente os Portugueses não sabem sobre Dom Duarte e continuo a achar que deviam saber.
Conheci uma senhora que se dizia toda republicana. Leu o livro, fez-me meia dúzia de perguntas e hoje considera-se Monárquica. Ah e os estudos dela: Ela é Psicóloga. Portanto, é alguém com estudos e conhecimentos adquiridos e vasta experiência.
Abraço.Ver mais
Quanto à monarquia electiva, só vislumbro uma possibilidade: na eleição das mulheres por parte dos reis para conceber o filho macho que viria a reinar a nação.
Quanto ao presid…ente da república pedófilo, não conheço a história. Se me provares esses boatos dir-te-ei que é um péssimo exemplo. Mas se quiseres, ou melhor, saberá melhor que ninguém os pecados que os teus reis cometeram ao longo de muitos séculos.Ver mais
Pedro, posso te dizer que Barack Obama, foi eleito, por aclamação, pelo Partido Democrata para ser Candidato à Presidente dos EUA – apesar de não ser para Rei, aqui tens um exem…plo que acontece numa república….
Tivemos duas Rainhas reinantes, na Monarquia Portuguesa, esse problema nunca se pôs.
Sem dúvida, que para péssimos exemplos, temos inúmeros Presidentes da República dentro e fora de Portugal.
Abraço a ambos.Ver mais
Obama eleito por aclamação? Calma, calma, estou ainda a conter o riso. Já ouviste falar das primárias?
Então estás a dizer-me que todos os primeiros filhos de todos os reis foram, por coincidência, homens?
Uma pessoa chega à Estação do Rossio, vindo de Sintra e vê grandes cartazes a dizerem “Comboio 1910-2010″ – quem f…or ignorante, vai pensar que foi na República que se fizeram os caminhos de ferro, quando estes foram inaugurados, por Dom Pedro V, de Lisboa ao Carregado, em 1857 (salvo erro).
O mesmo para o Eléctrico de Lisboa, foram colocadas as primeiras linhas na Monarquia Constitucional.
A demagogia e a areia que ao longo deste ano têm procurado, os respectivos responsáveis pelas Comemorações, a atirarem para os olhos do povo, vou vos ser muito sincero: enojam-me. A I República, para esses senhores que receberam mais de 10 milhões de euros para estas ditas comemorações, usaram o dinheiro, para mostrar que a República foi um “mar de rosas”. Esquecendo-se completamente, da Anarquia que foi a I República, com perseguições e torturas, o mesmo para a II República obviamente, e esta III sem qualquer projecto galvanizador para Portugal.
Eu gosto, particularmente destes debates. Desculpa a minha radicalidade. Vivo muito isto, o que é natural
Na Convenção Democrata – está no youtube for Christ sake – a própria Hillary Clinton, propôs a eleição de Obama por Aclamação para ser este o candidato do Partido Democrata a Presidente dos EUA.
Na primeira Dinastia – Dona Beatriz, …filha de Dom Fernando I foi aclamada Rainha, mas o povo não a quis e juntou-se ao Mestre de Avis, Dom João.
Não vais querer pensar como pensas hoje, na Idade Média, quando Portugal se formou e se começou a afirmar como Reino, pois não?
Não vais querer pensar, como durante a II Dinastia, estávamos em plena expansão ultramarina, pois não?
Contudo, quero te dizer, que em vários momentos da nossa História, as Rainhas Consortes (mulheres dos Reis reinantes) assumiram a Regência em nome dos seus respectivos maridos e Chefiaram o Estado. Não há registo que alguma regência tenha corrido mal. Tivemos brilhantes Rainhas Consortes assim como duas Rainhas reinantes. Infelizmente, Dona Maria I por doença foi substituída pelo filho Dom João, este assumindo a Regência. E Dona Maria II morreu de parto. Acontece. …Ver mais
Como podes dizer isso dado que os fundadores foram membros da oposição ao Estado Novo? Que foi um dos primeiros partidos no pós- 25 de Abril e que muito se deve na política de Ordenamento do Território, desde o …Governo AD de Sá Carneiro?
10 milhões de Euros para campanha de (des)informação, deviam ter sido melhor empregues. No rigor Histórico. Não puxando apenas a brasa à sardinha republicana, mas também mostrando o outro lado, que “não convém”. Surreal, é o País estar já sem tanga, e se gastarem milhões em campanhas de demagogia republicana que pouco ou nada têm contribuído para a verdadeira evolução do País.
Por outro lado, em termos de custos, garanto-te uma coisa: O Rei não tem nenhuma pensão de reforma, ao contrário dos 3 ex-presidentes da república ainda vivinhos da silva…..
Eu quero um símbolo da unidade nacional e não um individuo partidário, que em nada favorece a unidade do País e em nada representa de simbólico. A Chefia do Estado não é a Chefia do Governo. Quem deve governar é o Governo saído de uma Eleição. Um árbitro de futebol, não tem que pertencer para não favorecer nenhum dos clubes em jogo. Um Rei é independente e isento por natureza. Para quê, então, ter um Presidente partidário, quando podemos ter uma Instituição Histórica, e Cultural, símbolo daquilo que fomos e que podemos ser. Os Reis preocupam-se com as futuras gerações. É por demais evidente, que os Presidentes preocupam-se com as futuras eleições. Aliás basta agora ver, já, os presidenciavéis a irem à caça do voto.
Não é esta a Democracia que eu quero. Não é nesta Democracia que me revejo, em que nem sequer se pode escolher entre Monarquia e República. Isto mais parece uma Ditadura. Só somos uma democracia, de nome….
Abraço.Ver mais
Hoje em dia, e no futuro bem próximo, na Europa vamos ter várias Rainhas reinantes. Até na Sucessão, há igualdade entre os sexos. – Século X…XI, é o século que me preocupa. O passado fica para os historiadores e museus.
Abraço.Ver mais
Partido marginal: partido que tem pouco mais de dez mil votos. e se somos uma democracia de nome é porque alguns se dem…item das suas responsabilidade, como votar.
estás a dizer que o filho do duarte seria um símbolo da unidade da nação? Como assim? Nunca me converterás, podes ter a certeza. Por muitos livros que leia. =P
um abraço e até amanhã
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Um Rei é membro de uma Linhagem que Fundaram, e Consolidaram um País e uniram um Povo em torno de um ideal.
Camões chamou à Nossa Terra, “Lusitania antiga Liberdade”. Os Portugueses emanciparam-se, j…untando-se a Dom Afonso Henriques e juntos criaram um Reino – Portugal.
Os Portugueses emanciparam-se, juntando-se a Dom João I, porque não queriam domínio estrangeiro e aclamaram a Dinastia de Avis.
Os Portugueses emanciparam-se, juntando-se a Dom João IV, aclamando a Dinastia de Bragança, herdeira dos Reis de Portugal, que fizeram Portugal, que o consolidaram e expandiram.
E espero, que os Portugueses se voltem a emancipar, em nome da Liberdade que sempre os uniu, para aclamarem Dom Duarte de Bragança, Rei de Portugal ou seu Filho e Herdeiro Dom Afonso, como Primeiros Reis da V Dinastia.
Gostei deste debate. Grande Abraço e até amanhã.
Viva a Democracia
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Já venho tarde, mas gostaria de lhe dizer o seguinte:
Um Rei é um homem, com virtudes e defeitos. Diz que D. Sebastião tinha um defeito (hoje considero uma coisa repugnante mas naquele tempo não sei se o seria (?) e também não faço… a minima ideia se é verdade ou mentira)
mas não deixou de se levantar e ir combater por nós em Alcácer Quibir!
Não se pode usar esse “pormenor” para deitar abaixo 800 anos de História.Caravagio sofria da mesma doença ( atenção: hoje tem tratamento
antigamente não) e até hoje não ouvi dizer que lhe tivessem, alguma vez, rasgado as suas belas telas. Outro “idem aspas” foi Tchaikovsky
e todos nos deliciamos com a sua música … no Natal até levam as crianças para ver o”Quebra-Nozes”, a “Bela Adormecida” o” Lago dos Cisnes”….enfim também eram homensVer mais
Abraço
É a tua opinião. Tu tens uma visão da História da Monarquia Portuguesa diferente da minha. Cada um interpreta à sua maneira. Mas o facto de considerares absurdas as minhas afirmações, significa desde já a falta de argumentos para elas…, no mínimo. Mas enfim, a Democracia é, ao menos, algo que nos une e enriquece o debate.
Abraço e até logo.Ver mais
Dizeres que o Rei representa mais do que um país e depois debitares uma série de considerações sem sentido, nunca esclarecendo o que queres dizer com isso, é muito pouco para quem se afirma monárquico. Os vossos argumentos baseiam-se sempre numa dimensão de honra e prestígio. Muito pouco para quem defende um regime em que o povo não tem, repito, NÃO TEM, qualquer interferência na eleição da chefia de estado. E se tu dizes que os presidentes da república não servem para nada, então para que serviria a vossa realeza? E, mais do que isso, atacas pessoalmente os políticos republicanos. Queres-me convencer que os monárquicos são todos perfeitos?Ver mais
Pedro, relação a quem sucedia a quem, como deves calcular, não tenho aqui à minha frente uma árvore genealógica para te dizer se houve mesmo ou não igualdade entre os sexos na sucessão real, o que te posso dizer, é que, é natural que se havia filhas mais velhas dos Reis irmãs dos futuros monarcas, é natural que tenham casado com outros príncipes e Reis Europeus. Mas não sei de cor tudo, como é evidente….
Quando eu falo que a Monarquia Portuguesa era Electiva, que os Reis eram Aclamados, que as Revoluções deram legitimidade às Dinastias de Avis e de Bragança (por exemplo), isto não te diz nada?
Finalmente, não ataquei pessoalmente todos os políticos republicanos. É verdade que há bons políticos que são republicanos. Caricaturei o Almirante Américo Tomaz, admito, e até te posso dizer que Ramalho Eanes, Mário Soares, Jorge Sampaio e agora Cavaco Silva, de uma forma ou de outra, entraram claramente no jogo politico-partidário, ao longo dos seus mandatos e já agora, se foram eleitos 2 vezes seguidas, porquê que a Constituição não permite reeleição, imagina que era essa a vontade do Povo.Contudo, a Constituição não limita o número de mandatos do Primeiro-ministro, o que é uma grave contradição.
Dizer que em Monarquia o povo não tem interferência na eleição do Chefe de Estado – que aliás em Portugal a tinha, como já o referi – e ao mesmo tempo, bloquear a hipótese do povo poder eleger mais do que 2 vezes o Presidente da República, é muito contraditório, já que o Primeiro-ministro, como disse, não tem limitações deste género. Já para não falar, de algo ainda mais grave que é, proibir um povo soberano democraticamente de poder escolher se quer uma Monarquia ou uma República.
Ninguém é perfeito, Pedro. Mas eu vejo os níveis económicos e desenvolvimento humano das Monarquias Europeias e olho para Portugal a afundar-se. Sinceramente não deixará de ser preocupante, até para um republicano convicto como tu, certo?
Espero ter respondido a tudo.
Abraço.Ver mais
mais uma vez david: a aclamação dos reis de que falas não pode ser comparada a um acto eleitoral. Nunca, nunca. É um argumento que me deixa doente, pensar que há al…guém que acha que o povo teve alguma interferência na escolha dos reis portugueses ao longo de vários séculos. Não foi o povo.
A não possibilidade de reeleição é um pilar republicano que distingue do do vosso projecto. Pessoas agarradas ao poder, não obrigado. Eu até sou favorável ao mandato único do presidente da república, mais extenso obviamente.
E quanto ao primeiro-ministro, deixa que te diga que um estudante de Ciência POlítica não pode confundir eleição de deputados com eleição do governo. Tu não votas para primeiro-ministro, tu não eleges um governo. Eleges deputados.
Querem o referendo? Quantas assinaturas conseguem reunir?
Comparares países a nível económico e afirmares que uns são evoluídos por serem monarquias e outros não porque são repúblicas é um disparate total. Mas pronto.Ver mais
Ah, a não possibilidade de reeleição é um pilar republicano, mas ao afirmares que o mandato presidencial deve ser de mais tempo, estás a contradizer o principio republicano…
Ah os Reis para ti estão “agarrados …ao poder”….. Curiosa afirmação.
Meu caro, não me ensinas absolutamente nada em relação a eleições. Eu sei muito bem que nas Eleições Legislativas eleges Deputados e o Partido mais votado, isto é, o Líder desse Partido é indigitado pelo Chefe de Estado – Rei ou Presidente, para formar Governo!
Contudo, é engraçado, não contrapores o meu argumento em relação à limitação de mandatos. Quer dizer, o Primeiro-ministro pode, sendo líder partidário, ser reeleito várias vezes e o Presidente da República não o pode. E se o povo o quisesse para um terceiro mandato ou até um quarto (falo nesta frase de um PR).
Portanto, para estabilidade das Instituições, queres que um Presidente tenha um único mandato e extenso. Ora meu caro, tens isso num Rei por natureza. Ao contrário de um presidente que sim se agarra ao “tacho”, o Rei dedica toda a sua vida ao serviço da respublica.
Referendo? É a República que o proíbe, no artigo 288-b) da Constituição. Ah é verdade o sistema “protege-se”, porque tem medo da ignorância do povo. É exactamente como os ditadores pensam…
Por outro lado, quero te lembrar que a República foi uma consequência do Regicídio que fragilizou um sistema Parlamentar, uma Democracia embrionária que era a Monarquia Constitucional. Foi a Monarquia Portuguesa que foi dos Primeiros Países a abolirem a Pena de Morte, a República não só matou o Rei e o Príncipe Herdeiro, como até se tornou favorável ao aborto livre condenando seres inocentes à morte.
Pois, em relação ao desenvolvimento, Portugal só está no estado em que está, porque viveu 3 republicas, pior uma que a outra.
A Monarquia favorece o crescimento económico a todos os níveis. Em áreas como o Turismo, os indicadores são claros. Melhor Educação, melhores Serviços Públicos, uma mentalidade aberta. Um Mercado próspero. Enfim, coisas que não existem em Portugal, onde aliás temos por hábito ver monumentos nacionais com grafitis demonstrando a decadência da sociedade onde vivemos. Mas claro, é a liberdade, já me esquecia.
Abraço.Ver mais
ao dar mais tempo de mandato não dou cinquenta anos, mas sim 6 ou 7. Se achas isto uma contradição ao principio republicano não te entendo. Se não te ensino nada em relação a eleições, cometes vários erros de análise. Elegemos deputad…os e não é obrigatório ser o líder partidário a formar governo. E não tenho nada que rebater o teu argumento. Aliás, se defendes uma monarquia constitucional, irias nesse sistema impor a limitação de mandatos no poder legislativo e executivo? Espanha, Inglaterra, p.e., são monarquias onde o PM pode ser o mesmo em várias legislaturas. Não percebo onde é que isso te afecta tanto. O PR no nosso sistema é o garante da democracia e uma espécie de árbitro. E, como tal, não pode estar nessa situação durante anos seguidos sob pena de abusar desse seu estatuto. É apenas um garante a limitação de mandatos.
Outro ponto: “o rei dedica toda a sua vida ao serviço da respublica”. Com esta frase, não sei que diga. Respeito muito as opiniões dos outros mas só pode ser para rir. Onde é que a presidência da república é um tacho? E diz-me lá actividades que um rei pratica ao serviço da respublica, tou curiosíssimo….
Quanto à forma da implantação da república: pode não ter sido a mais democrática, obviamente. Mas comparem Portugal e outros países monárquicos da altura, a nível social, económico, financeiro, político. Estávamos optimamente, não era? Erámos um país ao nível dos mais desenvolvidos, correcto? Pois não. A monarquia caiu porque não conseguia dar ao povo o que ele merecia. E dizeres que a monarquia favorece o crescimento económico a todos os níveis deves estar noutro mundo. Essa correlação é absurda. Tanto há países monárquicos desenvolvidos como repúblicas desenvolvidas: EUA, Alemanha, França, p.e.
ah, e o aborto livre, já me esquecia. Votei sim no referendo, e orgulho-me de ter contribuído para o avanço civilizacional do meu país. Coisa que a Monarquia durante os seus últimos cem anos se esforçou para não fazer.Ver mais
A Monarquia favorece a estabilidade do regime democrático, seja na Chefia do Estado, seja no Governo e é es…sa estabilidade que permite um maior crescimento económico e desenvolvimento social, porque as políticas dos vários governos não são interrompidas de uma forma abrupta e irresponsável como acontece em República.
Se em República o Presidente é o garante da Democracia “e uma espécie de árbitro” (esta última parte faz-me lembrar os Gatos Fedorentos ….), em Monarquia, é a garantia Institucional da preservação da Democracia e o Rei é o Árbitro por excelência do “jogo político”, porque precisamente não tem origem político-partidária, é isento, independente, exerce a sua magistratura com Equidistância, Transparência, não tem nunca um dêdo a apontar que favoreceu o partido A, B ou C, ao contrário da República, em que por exemplo, o Presidente Sampaio ao demitir o Governo de Santana Lopes, abriu um precedente, que levou à vitória de José Sócrates e do Partido Socialista. Sampaio é Socialista. Muita gente criticou e critica obviamente este acto. Bons motivos ou maus, pode-se discutir, mas indirectamente, Sampaio favoreceu o PS, e isto não acontece nas Monarquias. Não se dissolve um Parlamento estável, fomentando instabilidade política. Quanto muito um Governo pode se demitir e procurar consensos para a formação de um novo executivo. Sim, nem sempre são os líderes partidários indigitados primeiros-ministros, eu sei bem disso. Logo, neste contexto, Santana Lopes afastava-se e nomeava-se outro, teríamos poupado dinheiro em eleições.
O Rei dedica toda a sua vida ao serviço da respublica, isto é, ao serviço do bem comum. Respublica em Latim quer dizer o bem comum, a coisa pública. Pelas razões já diversas vezes apontadas.
Portugal a nível de desenvolvimento em 1910 estava a meio da tabela de desenvolvimento, hoje está nos últimos lugares…. São tempos diferentes, é claro. Mas quero dizer com isto, que a República, ou melhor, as 3 Repúblicas não fomentaram o desenvolvimento humano e bem pelo contrário fizeram certas correntes políticas acreditar que é um avanço “civilizacional” (espantosa palavra) permitir a morte de seres inocentes devido à irresponsabilidade de seus progenitores, acho brilhante.
O aborto para ti é um avanço civilizacional. Deixa-me te dizer uma coisa:
Eu até posso concordar com os casamentos homossexuais, porque todos os seres humanos têm direito à felicidade, não importa como entendem as suas vidas. Agora matar seres inocentes, é incompreensível.
Ok, podes dizer, casos de violação, a SIDA, etc… Estou plenamente de acordo contigo com estas chamadas de atenção. Mas, entendo que deve caber ao Estado proteger não só as mulheres vítimas, como também procurar dar qualidade de vida aos recém-nascidos. Uma criança não deve pagar pelos erros ou infortúnios dos adultos. Os adultos devem ser responsáveis e responsabilizados por aquilo que fazem. E o Estado não deve proteger “negócios abortivos” mas sim, proteger a dignidade da pessoa humana – está aliás na Constituição.
Ah e também sou a favor da adopção por casais homossexuais e também sou a favor da Eutanásia. Em relação a esta última, sim, a pessoa deve ter o direito de dizer e optar pela sua própria morte se estiver estendida, por exemplo, numa cama de um hospital há anos, sem se mexer e a alimentar-se por uma palhinha, como tantas vezes acontece. Ninguém merece tal sofrimento.Ver mais
Sampaio não promoveu instabilidade política. O voto dos cidadãos nas legislativas deu razão a Sampaio dando ao PS uma maioria absoluta. Não vejo onde anda a instabilidade política. Não sei onde vês Gatos Fedorentos. Tu também c…hamas ao rei árbitro: estarás a gozar com a monarquia, é isso?!
Eu sei o que é a respublica, não vejo é onde o rei faz tanto assim por ela.
Hoje está nos últimos lugares?!?! Essa visão pessimista e de desprezo que já admitiste ao longo desta discussão por várias vezes pelo nosso país é reveladora do que pretendes.
Quanto ao aborto: nem vou começar a discutir. É outro assunto, dá para muito teclar. Mas, pegando nas tuas palavras, uma mulher “deve ter o direito de dizer e optar pela sua própria” vida – neste caso, o direito a ter ou não ter o filho. Tu partes do pressuposto que o aborto até às 10semanas significa matar uma pessoa. Eu não penso assim logo estamos esclarecidos.Ver mais
És tão republicano que não percebes as jogadas de bastidores, é pena de facto.
Alguma vez o Presidente da República, ajudando indirectamente o seu partido a ganhar eleições legislativas é independente, isento, transpar…ente? Só se for no mundo da utopia republicana. Não na prática. Não vou discutir se a intenção foi boa ou má. Para ti, foi, sem dúvida. Agora, que havia outras soluções, havia.
Eu não brinco com coisas sérias. O Rei é, por natureza, um verdadeiro árbitro.
Vou te ser muito sincero. Não é desprezo pelo Nosso País. Mas sim, desprezo e total descrença na continuidade e credibilidade deste regime político que nos desgoverna.
Não apontaste uma única verdadeira vantagem da República sobre a Monarquia. O que disseste é o que muitos republicanos dizem.
Pois, a mulher tem esse direito, desprezando a inocência e a Vida daquele que não pediu para acabar por ser a mais fácil vítima.
Uma pergunta apenas: importavas-te que pegasse neste debate e o colocasse no meu blogue para a posteridade?
Abraço.Ver mais
Podes, claro. Desde que sejas fiel ao que escrevi.
AbraçoVer mais
Ok, é óbvio que respeitarei o que foi dito.
Deve ser primeira convicção de qualquer política servir o bem comum. O pior cego é aquele que não quer ver os avanços das Monarquias Europeias e saber compara-los com Portugal. A I República não passou de intenções ideológicas e pouco mais. A II República foi a Ditadura. Esta III República levou-nos ao mesmo nível económico que estávamos em 1910. Obviamente com realidades bem diferentes. Mas esta crise endémica é fruto de 100 anos perdidos. Enquanto vários países europeus monárquicos evoluíram humanamente, Portugal atrasou-se e agora precisa de um TGV para ver se apanha o tempo perdido. As obras de país rico a cobrirem realidades próximas do terceiro mundo, fascinam qualquer cego, mas quem tem uma visão global da realidade nacional, percebe o que está mal.
Com a injecção de dinheiro estrangeiro na economia, e obras de luxo, criou-se um endividamento insustentável.
Como Português e Monárquico, já não tenho paciência para ver tantas asneiras e as pessoas ainda defenderem de corpo e alma a República, só porque se pode eleger o Chefe de Estado. É a mesma coisa que impedir um povo soberano de poder escolher o tipo de Regime que pretende, no quadro da Democracia. Podemos estar num poço a afogar-nos e ainda se dá Vivas à República! Até quando isto vai durar? Não faço ideia. Mas gostava que não durasse muito mais, para bem não só nosso, mas das próximas gerações.
Somos um dos Povos mais atrasados da Europa e isso deve-se a três repúblicas. Na Monarquia estávamos bem melhor, não duvido.
Viva Portugal! (E não a República Portuguesa)
Ministro admite que Brasil poderá ajudar Portugal na compra de títulos por Agência Lusa
O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, confirmou hoje, em Brasília, que o governo brasileiro poderá ajudar Portugal por meio da compra de títulos da dívida pública portuguesa. Ainda hoje o i publicou uma entrevista a Dom Duarte Pio de Bragança em que este revelava que o Brasil quer apoiar Portugal na crise da dívida com melhores condições que o FMI.
“Nas emissões da dívida pública portuguesa podemos ter entidades brasileiras que possam estar presentes nestas operações e adquirirem a dívida portuguesa”, afirmou Teixeira dos Santos, após uma reunião de quase duas horas com seu homólogo brasileiro, Guido Mantega.
O ministro das Finanças disse ainda que entidades empresariais também poderão comprar títulos da dívida portuguesa.
“[Podem ser] entidades governamentais, empresariais, investidores, qualquer que seja a sua natureza, que estejam interessados em investir na dívida portuguesa”, assinalou.
Segundo Teixeira dos Santos, Portugal está a fazer um esforço de diversificação dos mercados, fora da Europa, que possam se interessar pela emissão de títulos da sua dívida pública.
“O Brasil, sendo uma economia que, para nós, é estratégica, é naturalmente um mercado que nós devemos explorar”, justificou.
O ministro afirmou também que não chegou a discutir com Mantega valores para uma eventual operação desta natureza.
O Ministério brasileiro da Fazenda escusou-se a fazer qualquer comentário sobre a reunião.
Na última sexta-feira, o presidente brasileiro, Lula da Silva, afirmou à imprensa estrangeira, no Rio de Janeiro, que “o Brasil irá fazer o esforço que estiver ao seu alcance para ajudar Portugal a sair mais rápido da crise”.
No sábado, à margem da XX Cimeira Ibero-Americana, em Mar Del Plata, na Argentina, o assunto também foi tratado numa reunião de Lula da Silva com o Presidente da República, Cavaco Silva, e com o primeiro-ministro, José Sócrates.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Fonte: Jornal i
Nota: Ora aqui temos um bom exemplo de como o Rei se antecipou ao Governo…
Minha opinião sobre o “Acordo Ortográfico”
O Acordo Ortográfico foi feito por umas certas pessoas que, pelos vistos, não percebem nada de História. Não foi o Brasil que descobriu Portugal, mas sim Portugal que descobriu o Brasil. Quanto muito, seria o Brasil a ter que se adaptar à Língua de Camões, nascida em Portugal.
Por outro lado, em termos línguisticos, é curioso que ninguém tenha pensado que o Inglês da Inglaterra, é diferente do Inglês Norte Americano ou até Australiano. E eles não deixam de se entender por causa disso. Este Governo do “Porreiro pá”, tem destas coisas, que enfim, não é?….





