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Apelo aos Monárquicos Portugueses

Monárquicos!

Quando se sente e quando se percebe com honestidade a realidade em que o nosso Portugal se encontra, é nosso dever, é nossa obrigação, mostrar o nosso apoio incondicional a Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e Chefe da Casa Real de Portugal. E assim, e começando pelas plataformas online temos o dever de divulgar a todos os nossos contactos esses espaços, para que possamos aproximar cada vez mais o nosso Rei do seu Povo, o nosso Povo, Nós Portugueses.

Neste sentido, apelo a todos que divulguem os seguintes espaços:

Site da Casa Real Portuguesa

Canal da Casa Real Portuguesa no Youtube

Página de SAR o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança no Facebook 

O Senhor Dom Duarte tem procurado defender o melhor possível os interesses de Portugal acima dos seus próprios interesses. Tem sido um Rei, mesmo não estando no Trono ainda.

Nas vésperas do Aniversário de Sua Alteza Real, façamos este gesto em Homenagem ao nosso Rei, em nome do futuro de Portugal.

Muito obrigado.

Viva o Rei!

Viva Portugal!

A transparência da Monarquia

Sem tecer grandes comentários, acho interessante e até bastante útil o facto de muitas Casas Reais Europeias, terem nos seus respectivos sites de Internet, o relatório de contas anuais, para que os contribuintes saibam quanto ficam as Despesas das suas respectivas Casas Reais.

Em relação a Portugal, e para os Portugueses será bom, para poderem comparar com a Presidência da República Portuguesa.

Vamos então ver primeiros os sites que até ao momento têm as contas disponíveis, das Casas Reais Europeias reinantes, obviamente:

Aqui estão alguns sites de algumas Casas Reais Europeias em que se podem ver o quanto custam aos respectivos contribuintes.

Casa Real da Noruega (em Inglês)

Casa Real da Suécia (em Inglês)

Casa Real da Dinamarca (em Inglês)

Casa Real da Bélgica (em Inglês)

Grão-ducado do Luxemburgo (em Francês)

Casa Real de Espanha (em Castelhano)

Casa Real do Reino Unido (em Inglês)

E como era de se esperar a mesma transparência destas Casas Reais não tem a Presidência da República Portuguesa.

Que se note, contudo, que é importante referir, que nem sempre a Legislação pode permitir que as Contas das Casas Reais sejam divulgadas. E daí, não ter sido possível encontrar no Site da Casa Real dos Países Baixos, no Site do Co-Principado de Andorra, no Site dos Principados do Mónaco e Liechtenstein. Relativamente ao caso dos Países Baixos, ainda se procurará ver se não está mesmo disponível e se estiver, ainda será feita uma actualização.

Mas a verdade é esta: em Países em que alguns já cantavam de “galo” o facto de as Monarquias estarem em queda, eis-las que divulgam as suas Contas nos seus respectivos Sites, e aqui estou a pensar no caso da Bélgica que esteve sem Governo durante mais de ano e meio e a Espanha de cujas notícias recentes ainda nos recordamos.

Para os opositores republicanos em Espanha, vou deixar aqui um souvenir via Jornal “O Diabo” desta semana, para que percebam o bem precioso que têm no seu respectivo país em comparação connosco.

1 milhão de Euros/ano nos custa cada ex-Presidente. E brevemente teremos um quarto ex-Presidente (a menos que um destes 3 faleça), imagine-se se os mandatos não fossem passíveis de renovação ao fim de 5 anos, hoje se calhar já teríamos uns quantos a mais… Ora com a Monarquia, isso jamais aconteceria!

Não! Não estou preocupado com a Monarquia Espanhola. Se querem referendá-la, pois que referendem, porque com as sondagens favoráveis à Monarquia via Jornal ABC e que cuja reportagem está neste Blogue, sinceramente, não me preocupo. Mas se os republicanos da extrema-esquerda em Espanha dizem que o Rei é pela “graça de Franco”, pois que façam um Referendo, para que seja “pela graça do Povo Espanhol”; é que, esquecem-se também com muita facilidade que a Constituição actual, que foi aprovada e decretada pelo Rei em 1978, só o pôde ser porque primeiro foi a referendo e a maioria votou a favor!

Portanto, deixem-se estar assim, que estão bem! Tratem é de resolver os problemas sociais, como o desemprego, isso sim, é que é verdadeiramente patriótico. E estou seguro que os Espanhóis conseguirão dar a volta por cima e em Monarquia. O regime não está, minimamente em causa!

Nota: Clique na Imagem do Facebook e adira à Página do Blogue Real Portugal.

Viver momentos extraordinários

Nestes quase 8 anos de militância monárquica na Internet, sempre me procurei pautar pelo Respeito, pela Lealdade, pela Humildade, pela Integridade; valores eminentemente Monárquicos, que dão devido carácter a qualquer pessoa.

Não me arrependo em nada das opções que tomei, pois elas tiveram as suas razões e o seu contexto, que muitos ignoram e só souberam uma parte da história das histórias diversas que atravessei até hoje.

Aprendi muito. Aprendi imenso. Aprendi muita História da História da Monarquia Portuguesa. Aprendi a Verdade sobre a Sucessão Dinástica quando um dia encontrei, por acaso, em meados de 2005 um site de um italiano que se julga herdeiro do Trono de Portugal. Aprendi e corri riscos quando o contactei, porque não sabia da verdade a respeito dele. E quando soube, corri riscos com ameaças vindas desse senhor e seu apoiante português – provavelmente o único!

Fui acusado de traidor ao Legítimo Herdeiro do Trono de Portugal, por quem procurou fazer esquecer toda a luta na Web, de então, sem redes sociais, e só com fóruns de debate, incluindo os meus, a troca elevadíssima de impressões e acusações.

Vivi com isso. Vivi horas e horas a fio à frente do computador a defender Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, Verdadeiro Juridicamente e Historicamente o Herdeiro dos Reis de Portugal.

Foram momentos de enorme intensidade. Momentos extraordinários, de facto!

Além de defender o Rei neste campo de batalha que é a Web, fiz boletins de informação, hoje disponíveis neste Blogue, onde desde os aspectos gráficos, passando, pela paginação, passando pela escrita de artigos, entrevistas a alguns Monárquicos de renome, incluindo, sem dúvida a maior honra, a SAR o Senhor Dom Duarte. Juntaram-se artigos vários de enorme interesse. A imaginação e o trabalho aos quais eu nunca me neguei ao serviço da Causa da Monarquia Portuguesa; a Causa de Portugal. Imaginação para a paginação artesanal, imaginação para os milhares de artigos de opinião que escrevi e que muitos não chegaram por N motivos aos dias de hoje.

O sacrifício de horas de trabalho, de dias de trabalho, semanas, meses, anos, ao serviço de Portugal, sem nunca reclamar, sem nunca pedir absolutamente nada, passando muitas vezes por dificuldades, como o desemprego. As coisas apareceram sempre feitas, só as lia e só as lê quem quer. Nunca cobrei nada!

Passando para o campo multimédia, a criação de um Canal no Youtube e a criação de vídeos temáticos, com power point ou filmando-me a mim próprio a falar sobre o que acho o que é a Monarquia Democrática, com simplicidade e com enorme vontade de servir a Pátria e acordar consciências, foi sempre este o meu objectivo!

Mesmo os vídeos temáticos dão trabalho. Preencher power points com conteúdos textuais e imagens, converter cada slide para JPEG e só depois colocar no Windows Movie Maker e trabalhar o filme a apresentar no Youtube! Nunca me cansei, nunca cobrei nada, nunca me queixei.

Com imenso trabalho e imenso sacrifício tenho procurado levar o meu trabalho em prol da defesa do Ideal Real a bom porto. Nem sempre fui feliz. Mas também tive momentos bons. Tenho as minhas limitações. Enquanto há blogues monárquicos que cujos respectivos administradores se entre-ajudam, eu nunca pedi ajuda de ninguém. Simplesmente sugeri que divulgassem o meu trabalho. A quem o fez agradeço, a quem não o fez, eu respeito a opção. Nunca me queixei, nunca cobrei absolutamente nada. E eu sei exactamente quem ajuda na divulgação do meu Blogue e Canal no Youtube e quem não ajuda. E sei que são muito poucos, em comparação com o número de plataformas web hoje a favor da Monarquia na Web. Não cobro. Não me queixo. Apenas constato.

Com todas as limitações, o caminho faz-se caminhando. O presente blogue tem mais de 40 mil visitantes. O meu canal no youtube tem mais de 20 mil visitantes. A página no Facebook tem mais de 300 amigos. Eu próprio tenho mais de 1100 amigos no Facebook. No Twitter tenho mais de 400 seguidores. E mais umas boas centenas no Google+ e mais alguns no LinkedIn. Não me queixo. Não cobro. Constato.

Depois de uma valente tempestade de insultos de que fui alvo de uma baixeza inqualificável. Ainda constato que apesar dos meus esforços que já fiz para que as pessoas acreditassem em mim, ainda há quem dê crédito precisamente aos que me ofenderam grandemente. Não me queixo, não cobro, apenas constato.

Sei que só o tempo mostrará o quanto essas pessoas estão erradas ainda a meu respeito. Quanto aos que me ofenderam, hoje, posso dizer com toda a segurança que não me interessam absolutamente para nada, porque não serão eles que estarão alguma vez na frente de combate em prol da mudança para Portugal! E por outro lado, não serão meia dúzia de detractores que me incomodam, quando a maioria me respeita e estima.

Viver momentos extraordinários, é viver com as alegrias, mas também com o stress, com as angústias, com os nervos à flor da pele, mas sempre com confiança e determinação. Acreditar em nós. Acreditar nos nossos objectivos e alcançá-los.

Vivo intensamente a Causa Monárquica em Portugal. Acredito que cada vez mais a república nos dá motivos de sobra para apresentar aos Portugueses uma alternativa verdadeiramente Portuguesa, que é a Monarquia, a da Aclamação, a da Democracia Real, a do Municipalismo, a da participação de todos na construção de um Portugal mais equilibrado, mais justo, mais feliz, mais desenvolvido, pensando sempre nas novas e próximas gerações de Portugueses.

É por isto que eu luto, sim, todos os dias. Por um Portugal melhor! Há razões bem maiores nesta luta do que meia dúzia de detractores que procuram distrair quem quer lutar por um País melhor!

Decidi ajudar todos os que estão unidos em prol da Monarquia para Portugal, e aqui, muito claramente, vou dizer que estou de braços abertos do lado da Causa Real e de todos aqueles que estão verdadeiramente obstinados, em Instaurar uma Democracia, restaurando a Monarquia.

Porque é com esses, e esses só, que quero viver os momentos Extraordinários da Restauração do Portugal Real.

E com a Ajuda de Deus, Venceremos!

Quando o Rei é aplaudido de pé

 
Parabéns ao Manuel Beninger e à Comissão Organizadora do Jantar dos Reis em Braga. Nas palavras de um dos 6 presidentes das Reais Associações presentes no jantar: “o último a discursar foi o Senhor Dom Duarte, que foi o único aplaudido de pé por todos os cerca de 300 pessoas, no princípio e no fim, tornando-se uma verdadeira manifestação monárquica a que aderiram a generalidade dos presentes, incluindo os membros das Confrarias, Associações várias regionais e outras entidades.”
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Caro Manuel,
O email não poderia ser mais apropriado, pois acabámos de deixar mais um “post” na nossa página do Facebook dando-lhe os parabéns que bem merece pelos resultados que conseguiu. Temos que continuar a lutar!
Um abraço,
Luís Lavradio
(Presidente da Causa Real)
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Caro Eng. Manuel Beninger
Venho felicitá-lo pela forma como decorreu o jantar no sábado e, em particular, por ter conseguido juntar tantas pessoas e organizações.
No final, foi agradável e entusiasmante ver todos a aplaudirem de pé S.A.R.
Com a maior estima e
Saudações monárquicas
Jorge Leão
(Presidente da Real Associação do Porto)
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No rescaldo do magnífico evento realizado no último fim-de-semana em Braga, impecavelmente organizado, nunca será demais afirmá-lo, impõe-se a realização de uma breve e sucinta análise do estado actual em que se encontra a Monarquia em Portugal.
Assim, foi com agrado que vi a forma como D. Duarte foi ovacionado, com o entusiasmo e a alegria própria das grandes individualidades, pessoas de bem e queridas pela sua Pátria.
O Rei quer o Povo e o Povo quer o Rei, é visível e notório o agrado deste pelo banho de multidão que lhe foi proporcionado.
Deixem o REI vir até ao seu POVO!!! Deixem o POVO ir ao encontro do seu REI!!! Só assim a Monarquia poderá triunfar e inverter o caminho  obscuro que tem vindo a ser trilhado para Portugal ao longo destes 100 anos de república e de propósito a escrevo com r pequeno.
Que mais haverá a dizer “Quando o Rei é aplaudido de pé”?
VIVA O REI!!!! VIVA PORTUGAL!!!!
Cesar Braia
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Caro Engº Manuel Beninger
Agradecemos uma vez mais o Vosso simpático e importante convite. Em meu nome pessoal foi um prazer participar num jantar tão bem pensado e organizado e para nós foi uma honra receber Senhor Dom Duarte na Adere-Minho.
A Direção ficou muito bem impressionada com Sua Alteza. Bem hajam Vocês por esta oportunidade.
Com os meus melhores cumprimentos.
Teresa Costa
(Directora Geral Adere-Minho)
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Caro amigo
Venho, novamente, felicitar-te pelo Real evento que proporcionas-te, o qual foi um sucesso.
Parabéns ao casal.
Um abraço amigo e um bj à tua mulher
Luís Guilherme Fonseca e Margarida
(Tesoureiro da Real Associação de Braga)
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Bom dia, Senhor Eng.
Parabéns pelo evento de ontem.
Uma braço.
Carlos Aguiar Gomes
(Presidente da Associação Famílias)
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Caro Manuel Beninger,
Não podendo estar presente ao Jantar de Reis pelo motivo que lhe invoquei oportunamente, e infelizmente também ausente no Congresso Homenagem a meu saudoso Tio, o insigne pianista e compositor Prof. Luís Costa, por razões de saúde, não quero deixar de me associar a todos os Companheiros de Luta pelo nosso imorredouro Ideal da Restauração. Por isso, abraço-vos a todos e reitero na Pessoa de SAR o Senhor D. Duarte, nosso REI, a minha inalterável FIDELIDADE à Sereníssima Casa de Bragança.
Vosso Companheiro.
Fernando de Sá Monteiro.
Fonte: PPM-Braga
O meu comentário:
Quando o Rei é aplaudido de pé, e se curva perante a assistência, é sinal de uma forte ligação entre o Rei e a Nação. O Rei está ao Serviço da Nação. Olha pela Nação. Procura, mesmo não estando no Trono, a prover ao seu bem-estar.
Chegará o dia, caros amigos, em que aclamaremos todos juntos, o nosso Rei. A República Portuguesa não durará para sempre, como nos querem impôr. Venceremos! VIVA O REI!!!

Apoio Total à União dos Monárquicos

Ocorreu este fim-de-semana o XVII Congresso da Causa Real.

Quero aqui em primeiro lugar, fazer um voto de louvor e saudar , o Dr. Paulo Teixeira-Pinto que renunciou ao cargo de Presidente da Causa Real. Sem dúvida, que a sua dedicação à Causa Real merece o maior respeito de todos os Monárquicos. Posso nem sempre concordado com algumas ideias, mas nunca deixei de respeitar a pessoa.

Desejo, que a Causa Real e as Reais Associações se afirmem territorialmente cada vez mais como uma esperança junto das populações. Que se formem mais núcleos concelhios, como aliás e muito bem, foram criados recentemente os Núcleos de Sintra e de Cascais, que estão, a trabalhar muito bem e a dar outra força às Reais Associações, nas mais pequenas localidades!

É um facto indesmentível que a Mensagem Monárquica está a ganhar força, tem ganhado força, mas ainda não é uma força vencedora. Nada está ganho à partida e muita coisa há a fazer daqui para diante.

Pelo que saúdo, a criação, no Facebook, do Grupo Monárquicos Unidos, onde monárquicos das mais variadas tendências podem exprimir livremente as suas opiniões mais diversas. Todas as iniciativas que sirvam à União entre os Monárquicos é de saudar.

Desejo que o novo Presidente da Causa Real, Luís Lavradio, seja o líder da mudança que Portugal tanto precisa. Quero aqui sublinhar, antes de mais, a minha total disponibilidade para ajudar no que me for possível, para o bem da Causa Real e das Reais Associações.

Quero apelar à Real Associação de Lisboa, da qual sou associado, que não me esqueci do estatuto que tenho de associado, e que estarei sempre disponível para ajudar na divulgação das vossas iniciativas.

Quero apelar às outras Reais Associações, que também com o Projecto Democracia Real estou disponível em divulgar as vossas iniciativas.

É importante, haver uma maior sincronização entre todos os Monárquicos.

Mas por agora, desejo as maiores felicidades ao novo Presidente da Causa Real, Luís Lavradio.

Viva o Rei!

Viva Portugal!

POPULARIDADE DA MONARQUIA – A fama de uma família inglesa

por SUSANA SALVADOR (EM LONDRES)Ontem

A fama de uma família inglesa

Isabel II acaba de completar 85 anos e a sua popularidade entre os britânicos é superior a 80%. Mas por estes dias todos os olhares se concentram no seu neto William.

A bandeira britânica está hasteada no Palácio de Buckingham, o que significa que Isabel II está em casa. Mas é no espectáculo do render da guarda e nos militares com o seu fato de gala e chapéu de pêlo de urso que os milhares de turistas se concentram. É, provavelmente, o mais perto que vão estar da Rainha. A monarca acaba de completar 85 anos e a sua popularidade entre os britânicos é superior a 80%. Mesmo os que não ligam muito à monarquia reconhecem o trabalho que Isabel II tem feito ao longo de quase 60 anos no trono.

“Não sou a maior fã da monarquia, mas sou da forma como a Rainha tem desempenhado o seu papel”, conta Pauline Brazier, enquanto aproveita a sombra de St. James Park, numa Sexta-Feira Santa em que as temperaturas ultrapassam os 26 graus em Londres. “Penso que é bom tê-la por perto, apesar das críticas de que custa muito aos cofres dos contribuintes”, acrescenta esta reformada. “Além disso, será que haveria assim tanta gente em Buckingham se não fosse a Rainha?”, questionou.

Isabel II pode estar no trono, mas por estes dias todos os olhares concentram-se no seu neto William. Dentro de menos de uma semana, o filho do príncipe Carlos e de Diana vai casar com Catherine Middleton. E os súbditos de Sua Majestade estão radiantes. “Tem sido um motivo de orgulho para o País e para os britânicos”, diz Pauline, que cresceu com Isabel II no poder e mal se lembra de quando o rei Jorge VI morreu. Kate, essa, nunca será uma Diana. “Ela era um ícone, nunca mais vai haver outra como ela.”

“Diana era muito mais popular do que a família real. Era ela que todos amavam, que todos queriam ver e com quem todos queriam estar”, afirmou o perito em relações públicas Max Clifford à AFP. De facto, segundo uma sondagem de há quatro anos, a morte da princesa Diana, em 1997, foi o acontecimento que mais marcou a actual visão que os britânicos têm da família real (o terceiro acontecimento da lista foi o casamento de Carlos e Diana).

Mas a monarquia aprendeu a lição, tornando-se menos distante (pelo menos em aparências). A prova disso é o uso que faz das novas tecnologias, desde o Facebook ao YouTube, plataformas que serão usadas para a transmissão do casamento de William e Kate e que apelam a um público mais jovem. Mas são também essas as armas utilizadas pelos grupos antimonarquia, como o Republic, que estão a aproveitar a oportunidade para recolher apoios. “Alguns republicanos sugeriram que devíamos simplesmente ignorar o casamento e manter a cabeça baixa por alguns meses”, escreveu Graham Smith, porta-voz do Republic, num artigo de opinião no seu site. Mas o grupo fez precisamente o contrário, aproveitando para gerar publicidade, organizando a sua própria festa de rua em Londres, no dia do enlace. Resultado, desde o anúncio do noivado, o número de membros do Republic duplicou, ultrapassando mais de 14 mil apoiantes. E a caneca “I’m not a royal mug” (não sou uma caneca real) é um sucesso.

Fonte: DN

Jornal “O Diabo” no Facebook. A propósito da Entrevista de SAR Dom Duarte de Bragança

Quero agradecer à Equipa do Jornal “O Diabo” por ter divulgado o meu comentário no Facebook, a propósito da recente entrevista de Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e Chefe da Casa Real Portuguesa.

Efectivamente é tempo de combater os insultos e a ignorância que pairam nas mentes de pessoas menos esclarecidas. O nosso País está a passar por uma tremenda crise financeira, política, social, económica, de valores, etc… É um facto que existe muita apreensão e até falta de fé em as pessoas acreditarem em outras soluções, tal como a Monarquia e Dom Duarte como Rei.

Agora, o que nenhum Monárquico poderá alguma vez aceitar, e deixar passar, sem intervir, que o Rei seja insultado nos sites da imprensa, sem dar resposta. O Senhor Dom Duarte, além de Chefe da Casa Real Portuguesa, é Chefe de Família. Tem-se dedicado a Portugal de uma forma pouco ou raramente vista em sectores republicanos. Nunca pediu nada em troca pelo serviço que tem prestado a Portugal, ao contrário de muitos republicanos.

Pelo que, apelo a todos os Monárquicos para defenderem o Rei, sempre que surgirem críticas ou insultos disparatados contra o Senhor Dom Duarte. Mas nunca deveremos cair no erro de seguir o exemplo de baixo nível de quem insulta. Devemos, isso sim, com elevação de quem é Monárquico, divulgar o que o Senhor Dom Duarte tem feito em prol dos interesses de Portugal.

A Democracia e a Liberdade de Expressão, não significam faltas de educação e não são sinónimas de que se pode dizer tudo, chegando ao ponto do insulto.

Viva o Rei!

Inaugurado o Novo Site do PDR – Projecto Democracia Real

 

Foi inaugurado esta noite o novo site do PDR – Projecto Democracia Real. Trata-se de um trabalho que a partir de hoje está totalmente disponível a todos os interessados sobre as temáticas relacionadas com a Monarquia Parlamentar e Democrática defendida para Portugal.

É um trabalho que acima de tudo, vem também reforçar a imagem do PDR junto dos Portugueses. Fica claro, assim, que só com muito esforço e dedicação, a mensagem Monárquica passará junto dos Portugueses. O PDR a partir de hoje tem um site, um blogue, um canal no youtube, está bem implementado no Facebook e no Twitter e além disso também tem um Boletim informativo.

Mas mais iniciativas virão. Não sou, de forma alguma, um treinador de bancada, mas também tenho a noção clara e responsável que a imagem dos monárquicos não pode ser uma imagem de 3 ou 4 pessoas a passearem e dizerem vivas ao Rei com a Bandeira da Monarquia. É preciso melhor organização e profissionalismo. Proximamente, poderão surgir ideias para o lançamento de uma forte campanha monárquica nas ruas.

Acima de tudo, está a defesa de Portugal e dos interesses dos Portugueses, que todos os dias se sentem lesados com este regime republicano caduco.

Pelo que, convido a todos os interessados a visitarem o site do PDR.

Nota Importante

Caros Membros do Grupo do Projecto Democracia Real,

Anteontem, por surpresa minha e certamente de muitos de vós, a página de perfil do nosso Projecto Democracia Real, foi inexplicavelmente desactivada.

Estava eu, a querer publicar, como tem sido hábito, novos artigos de informação seja aqui no Grupo seja na página de Perfil, quando me dou com a triste realidade que uma Página de Perfil que tinha cerca de 2600 pessoas e entidades agregadas, é, assim, sem mais nem menos desactivada.

Quero pedir desculpas pelo sucedido, mas é, de facto, um triste evento, ao qual estou completamente alheio.

Pelo que, apesar de ter escrito aos responsáveis do Facebook a dar conta do sucedido, e até haver uma resposta e eventual solução, vamos nos restringir ao Grupo e espero que seja um espaço de debate saudável e respeitador das mais variadas ideias.

Tendo em conta o sucedido, foram nomeados novos Administradores, por mim,
Aline Gallasch Hall
Valdemar Pedro
Vanda Raimundo

Que irão me ajudar a manter este Grupo em segurança, já que, também, anteontem, depois de me deparar com a página de perfil do PDR desactivada, dei-me conta também de que, artigos que estavam em discussão aberta aqui no grupo também foram removidos.

Ora, tais situações, não podem acontecer. Na altura só eu é que era o Administrador desta página e não mexi em nada, pelo que, e espero que não seja o caso, alguém tem andado a brincar comigo, denegrindo a minha imagem, a minha honra e dignidade, e não tendo sequer o menor respeito nem pelo trabalho realizado, nem pelos membros deste Grupo.

Entretanto, chamo a vossa atenção para um notável artigo de Sua Alteza Imperial e Real Otão de Habsburgo, Chefe da Casa Imperial da Áustria e Casa Real da Hungria, filho do último Imperador da Áustria – Hungria Carlos I, que aliás este foi Beatificado por Sua Santidade o Papa João Paulo II.

Renovo o meu apelo a visitem o Blogue e o Canal no Youtube e comentem as novidades.

Saudações Monárquicas
David Garcia

http://realportugal.wordpress.com/
www.youtube.com/user/CVDemocraciaReal

Publicado no Grupo do PDR, no Facebook e enviado aos respectivos  membros.

Apoio TOTAL a Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte de Bragança, Chefe da Casa Real Portuguesa

Se ainda havia alguém com dúvidas em relação à minha Fidelidade e Lealdade a Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte e à Família Real, por Ele representada;

A partir da presente data, fica claro, para todos aqueles que se entretêm a dizer mal e a difamar o meu nome, que nunca pus em causa tal Lealdade.

Assim, a partir também da presente data, do lado direito do Blogue PDR – Projecto Democracia Real, os nossos visitantes poderão imediatamente, clicar seja para entrada imediata no Site da Casa Real Portuguesa, seja ter acesso à Página Oficial do Senhor Dom Duarte, no Facebook.

A existência de uma página denominada “Duarte de Bragança”, administrada por uns supostos monárquicos, só do nome, é de uma franca falta de educação e respeito para com o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e Chefe da Casa Real Portuguesa.

Aconselho vivamente todos os Monárquicos a se juntarem à Página Oficial, pois esta é administrada por gente de confiança do Senhor Dom Duarte.

Se já existiam várias ligações ao Site da Casa Real ou à Página do Facebook, do Senhor Dom Duarte, agora estão claramente perceptíveis a todos os que acederem a este Blogue Monárquico.

Saudações Monárquicas a todos,

David Garcia.

 

O PDR no Facebook: um Sucesso!

Desde há quase 2 anos que o PDR – Projecto Democracia Real está no Facebook e o seu sucesso tem sido avassalador.

Muito rapidamente, conseguiu números bastante aliciantes relativamente ao futuro. Senão vejamos:

2489 amigos na sua página de perfil e 1042 membros no seu grupo.

É de estranhar que alguns que se consideram mais monárquicos que outros, coloquem uma lista no seu respectivo blogue a fazer de conta que o PDR não existe. Ora, os números falam por si.

Agradeço à Real Associação da Beira Litoral o facto de ter colocado em anexo ao post relativo às várias iniciativas que existem no Facebook, este Projecto que também serve Portugal e a Monarquia. Lamento aqueles que só sabem ver mal e que persistem em não ir ao oftalmologista, porque efectivamente,  não percebem das potencialidades do PDR.

Talvez um dia percebam. Até lá, resta-me manter a fé neste trabalho e na defesa da Causa da Monarquia para Portugal.

 

FELIZ ANO NOVO! VIVA O REI! VIVA PORTUGAL!

Fotografia do Álbum de Maria Menezes no Facebook

Hoje, hoje é o tempo.

Hoje é o ano.

Hoje é a noite do dia.

Hoje é a noite do dia em que resgatámos da terra e agora atiramos ao vento as palavras d’ El Rei D. Carlos sopradas ao mar: “Ir para diante”!

Sim, Senhor, cumpriremos o nosso dever cumprindo o vosso comando: – e iremos para diante!

Olhai Majestade o Vosso e nosso estandarte que de novo flutua no ar, assinalando com as suas cores sem mancha de sangue o advento do tempo novo!

Olhai Majestade, e convosco todos os Reis vossos antepassados e nossos antigos soberanos, e convosco todos os vossos descendentes e nossos futuros Reis, olhai todos Senhores, o Vosso povo aqui presente!

Olhai Senhores o Vosso povo de novo desperto, proclamando o tempo que vem.

Olhai de perto Senhores para os Vossos jovens – para estes jovens que desafiam o passado porque se sabem senhores do futuro.

Hoje começa o futuro.

Hoje, hoje é o tempo.

O tempo em que, outra vez, começamos a restaurar o ideal real feito real ideal.

Hoje é o ano.

Hoje é a noite do dia – do dia que se apresentou em madrugada de nevoeiro e agora se revela como noite iluminada de vésperas.

Hoje, hoje é a hora da hora!

É a hora!

Vamos para diante!

É a hora!

A Vossa hora – a nossa hora!

A hora de um princípio sem fim.

É a hora!

Vamos para diante!

E que viva o Rei!

E que viva Portugal!

(Fonte: “Luso” no Geneall.net)
(Discurso de Paulo Teixeira Pinto no 5 de Outubro de 2009 na festa Azul e Branca)
Retirado do Blogue da Real Associação da Beira Litoral

Agradecimentos e Votos de Feliz Ano 2011

 

Caros Amigos,

Chegou a hora de dizer adeus ao ano 2010 e abrir os braços ao novo ano que está prestes a chegar. Nesta curta mensagem, quero em primeiro lugar agradecer a Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte de Bragança toda a confiança depositada no meu valor como pessoa e militante monárquico, apesar de várias contrariedades. Sempre disse que não sou pessoa de desistir e nunca desisti. Simplesmente, decidi por um termo num projecto desgastante e que, me tomava imenso tempo. Mas infelizmente, continuo a afirma-lo, claramente, com todas as letras, nem todos mereceram o meu esforço e dedicação. O antigo Projecto Democracia Real foi vítima das más línguas que minam, infelizmente, a política e eu, cansei de servir de bode expiatório para algumas pessoas. Quem usou a má língua contra mim e o meu trabalho, entenderá certamente que provocou o fim de um trabalho que não abrangia apenas a Blogosfera, mas também produzia Boletins e eu estava claramente empenhado na criação de um movimento organizado, mesmo que apenas e só por voluntários, nada oficial, mas apoiando claramente a Causa Real e as Reais Associações. Com as más línguas, o PDR fechou e ao fim de poucos dias, abri este Blogue pessoal, mas aproveitei, obviamente, a página do PDR no Facebook, e alterei-lhe o nome para o nome do meu Blogue novo e a continuação do sucesso do meu trabalho é evidente. As pessoas não se esqueceram do meu trabalho e continuam a aprecia-lo. Às vezes lamento o facto de os meus correlegionários monárquicos não colocarem nos seus respectivos blogues um link para o meu blogue como eu faço para o blogue deles. Por vezes sinto que estou a atravessar um deserto sozinho.

Trabalho sozinho neste Blogue. Mas o isolamento político nunca é bom. Estar “orgulhosamente só” não é minha politica. Nunca o foi.

Quero agradecer todos os amigos do meu Blogue no Facebook e no Twitter, pelas vossas visitas regulares e amizade. Quero agradecer a todos os meus amigos, que já são muitos no Facebook por gostarem do meu trabalho.

Quero agradecer, muito em particular, às Reais Associações da Beira Litoral e do Médio Tejo, por publicarem os meus textos nos vossos espaços. E também quero agradecer à minha querida madrinha da Real de Lisboa e amiga, Maria de Menezes, autora do Blogue “Família Real Portuguesa” também pelo seu interesse.

Este ano foi também o ano da formação do Movimento de Unidade Monárquica, comandado por Ricardo Gomes da Silva, Rui Monteiro e Artur de Oliveira. Com esse movimento participei em algumas arruadas, nomeadamente, em Aveiro, Lisboa e Sintra. Foi, sem dúvida, uma experiência muito interessante. Espero que em 2011 as desavenças acabem e que possamos, quem sabe, voltar a trabalhar em conjunto em prol de algo maior do que nós próprios: o futuro de Portugal.

A nível pessoal, foi o ano, em que finalmente, comecei um Mestrado em Ciência Política, no ISCTE, e daqui, quero desde já saudar todos os meus Colegas do Mestrado, alguns que têm vindo a acompanhar o meu trabalho.

Aos vários movimentos de voluntários monárquicos que existem, como a Acção Monárquica, o Movimento de Unidade Monárquica, a Lusa Monarquia, entre outros….

À Causa Real e Reais Associações…

Ao Partido Popular Monárquico….

Ao Instituto da Democracia Portuguesa….

Desejo a todos um Feliz Ano 2011 com muito sucesso nas vossas acções!

Finalmente, e acima de tudo, à Família Real Portuguesa, muito em especial, volto a sublinhar, a Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Chefe da Casa Real Portuguesa, um sincero agradecimento e votos sinceros e honestos, de um Feliz Ano 2011, de preferência com a Aclamação tão desejada.

Admito que algumas pessoas possam ter alguma coisa contra mim. Mas eu perdoei a todos, apesar de não esquecer e aprender sobretudo com tudo de mau que aconteceu. A partir de 2011, inicia-se um novo ciclo, com o Centenário do Falecimento de Sua Majestade a Rainha Dona Maria Pia, esposa de Sua Majestade o Rei de Portugal, Dom Luís I, e também, será o Centenário da I Constituição Republicana. Em relação à Rainha Dona Maria Pia, é evidente, que a luta passará por fazer tudo o que é possível para a trazer de volta a Portugal. Em relação à Constituição Republicana, conseguir provar que a Republica não passou de boas intenções ideológicas. Mas, de boas intenções, está o inferno cheio.

Desejo a Todos os leitores do meu Blogue, um Feliz Ano de 2011, com Paz, Amor, e Saúde.

Viva Portugal!

Festas Felizes!

Portugueses,

Caros Amigos,

Está a terminar mais um ano. O ano do Centenário da República.

Um ano difícil, um ano muito exigente, um ano marcante. Um ano que também a mim me marcou de uma forma pessoal a diversos níveis, infelizmente alguns bem tristes.

Mas todos os dias, tal como há 2010 anos, nasce uma Criança, que é a razão da nossa Esperança e na continuação da Fé em acreditarmos na Vida e que o futuro será, porque temos obrigação disso, de fazer com que seja bem melhor do que o passado.

Assim, Portugal tem que se renovar, com Fé e Esperança.

O futuro tem imensas armadilhas e todos nós, Portugueses, temos que estar atentos e saber preveni-las. Com 900 anos de História temos a obrigação de saber o que queremos, como queremos e ganhar um futuro.

Não duvido que uma Chefia de Estado verdadeiramente independente dos partidos políticos é a melhor garantia desse futuro.

Nós, Portugueses, merecemos muito mais do que nos deram nestes últimos 100 anos as 3 Repúblicas Portuguesas. Sejamos fortes, sejamos corajosos, sejamos unidos, tenhamos ambição e tenhamos mentalidade vencedora em ultrapassar estas e outras dificuldades.

Tal como sempre o afirmei, Suas Altezas Reais, o Senhor Dom Duarte, Senhora Dona Isabel, Duques de Bragança e Toda a Família Real poderão contar sempre comigo.

Viva Portugal!

Um Santo Natal e um Feliz Ano 2011.

Uma prenda de Natal: “Adeste Fideles”, escrita, provavelmente, por El-Rei Dom João IV

Espero que seja verdade que Sua Majestade El-Rei Dom João IV tenha  escrito esta lindíssima canção, pois ela deu a volta ao Mundo e foi cantada por grandes vozes contemporâneas com um sucesso enorme.

Debate Monarquia ou República, no Facebook

 

A Monarquia está na Origem de Portugal e no seu Glorioso Passado. Mas temos a obrigação de olhar para o futuro, tendo em conta a actual Crise Nacional e Internacional. Estou farto e cansado e ver gente que só pensa no passado ao defender a Monarquia. Estudem! Leiam! Aprendam! E sobretudo sigam o fantástico Exemplo que o Rei dá, se realmente são Monárquicos!

David Garcia Tenham um Coração Bravo e Lutem com coragem e dedicação pela Causa de Portugal.
12/12 às 20:52 ·
 

Pedro Fragoso desculpa a provocação mas, qual rei? 

12/12 às 20:53 ·
 

David Garcia O Rei de Portugal, Dom Duarte de Bragança. E desculpa a provocação, mas se não o reconheces como Rei, então és automaticamente republicano. 

12/12 às 20:54 ·
 

Eduardo Flôr VIVA A REPUBLICA! VIVA
;)
Abraço 

12/12 às 20:58 · · 1 pessoaA carregar…
 

Pedro Fragoso isso não é uma provocação, é uma constatação óbvia. E intitulá-lo de Rei de Portugal é assumires que Portugal é uma monarquia, coisa obviamente falsa. E só conheço um rei duarte, o eloquente…este é mais rafael e antónio e mais uma dúzia de nomes… 

12/12 às 20:59 ·
 

David Garcia Então digam-me lá as vantagens da República :)  

12/12 às 20:59 ·
 

Pedro Fragoso david, estamos no ano do centenário, há muita e boa leitura por aí. Mas para te dar um cheirinho, e sendo bastante sintético: ter no topo do poder de uma nação uma criatura que está lá porque sim e não pelas suas capacidades é demasiado horrendo para sequer eu pensar nisso. 

12/12 às 21:04 ·
 

David Garcia 

Pedro, Dom Duarte pode não ser o Rei de facto, mas é o Rei de jure. É o Chefe da Casa Real Portuguesa. Herdeiro do Trono de Portugal. Tal como eu trato com respeito os Presidentes da República, apesar de não gostar de nenhum deles, façam o …mesmo.
Dom Duarte I, o Rei Eloquente, reinou 5 anos, mas foi um Rei muito importante na nossa História. Deixou-nos o “Leal Conselheiro” – o primeiro livro editado em Português.
Abraço.Ver mais
12/12 às 21:04 ·
 

Pedro Fragoso 

Isso do herdeiro ao trono até nos monárquicos não é consensual… ;)  

provocações à parte: eu também o trato com respeito enquanto cidadão português ou timorense, mas nunca como chefe de uma casa qualquer. É apenas uma instituição (?) como ta…ntas outras em portugal.Ver mais

12/12 às 21:08 ·
 

David Garcia 

É óbvio que me recuso contribuir para os autores republicanos que ainda andam por Portugal, dizendo barbaridades…..
Sei tudo o que preciso de saber sobre a República, para ser Monárquico.
Nenhum Rei de Portugal o foi “porque sim”. Todos fo…ram reconhecidos pelo Povo, que os Aclamou. A Monarquia Portuguesa foi uma Monarquia Electiva. Os Reis só eram aclamados com o consentimento da Nação.
E os Reis incapazes ou considerados como tal, como Dom Sancho II, Dom Afonso VI e Dona Maria I, foram substituídos por uma Regência.
Em relação aos Presidentes da República em 100 anos, o único que ainda fazia alguma coisa, teve a alcunha de “o corta fitas” – estou a falar do Almirante Américo Tomaz – 3.º e último Presidente da II República.
O Manuel Teixeira Gomes, um dos Presidentes da I República, há quem diga que ele era pedófilo. E no entanto o actual e anterior Presidente o foram homenagear.Ver mais
12/12 às 21:10 ·
 

David Garcia 

Hoje, a esta data, posso te garantir que SIM, é consensual.
Nunca te esqueças que Dom Duarte, mesmo sendo, neste preciso momento um Cidadão, tem representado Portugal por diversas ocasiões, como até em relação à libertação de Timor-Leste, f…oi o primeiro português a chamar a atenção para o que se passava nesse País e por outro lado, tem o Passaporte Diplomático, o qual lhe permite representar, sim, a Casa Real Portuguesa, por exemplo, em algum evento numa Monarquia reinante e não só.
Deixa-me te aconselhar a leitura do livro “Dom Duarte e a Democracia” – autor Prof. Mendo Castro Henriques, Editora Bertrand. Há muita coisa que infelizmente os Portugueses não sabem sobre Dom Duarte e continuo a achar que deviam saber.
Conheci uma senhora que se dizia toda republicana. Leu o livro, fez-me meia dúzia de perguntas e hoje considera-se Monárquica. Ah e os estudos dela: Ela é Psicóloga. Portanto, é alguém com estudos e conhecimentos adquiridos e vasta experiência.
Abraço.Ver mais
12/12 às 21:14 · · 1 pessoaA carregar…
 

Loddur Laufeyiarson LOL. Então o que falar de um Rei Português que se divertia a ver autos-de-fé no Terreiro do Paço. O teu argumento passa muito pelo ad hominem. Como em todos os sistemas políticos há falhas, naturalmente, na monarquia e na republica irás encontra-las. 

12/12 às 21:15 ·
 

Pedro Fragoso 

aclamar: não me parece a forma mais correcta de se eleger alguém. 

Quanto à monarquia electiva, só vislumbro uma possibilidade: na eleição das mulheres por parte dos reis para conceber o filho macho que viria a reinar a nação.

Quanto ao presid…ente da república pedófilo, não conheço a história. Se me provares esses boatos dir-te-ei que é um péssimo exemplo. Mas se quiseres, ou melhor, saberá melhor que ninguém os pecados que os teus reis cometeram ao longo de muitos séculos.Ver mais

12/12 às 21:15 ·
 

David Garcia 

Loddur – hás-de me dizer que Rei é que fazia isso, com fontes. 

Pedro, posso te dizer que Barack Obama, foi eleito, por aclamação, pelo Partido Democrata para ser Candidato à Presidente dos EUA – apesar de não ser para Rei, aqui tens um exem…plo que acontece numa república….
Tivemos duas Rainhas reinantes, na Monarquia Portuguesa, esse problema nunca se pôs.
Sem dúvida, que para péssimos exemplos, temos inúmeros Presidentes da República dentro e fora de Portugal.

Abraço a ambos.Ver mais

12/12 às 21:19 ·
 

Loddur Laufeyiarson Posso-te dizer quem foi: Dom Sebastião. Fontes, deixa-me pesquisar que também te dou. 

12/12 às 21:20 ·
 

Pedro Fragoso oh meu caro david, exemplos desses não querem dizer nada – a CARAS e a Nova Gente agradecem essas conversões à monarquia. E essas leituras não me cativam, algo que não me condenarás já que segues a mesma via – bem mais radical – contra os republicanos. Agora, essas representações a mim não me dizem nada. O que duarte – detesto cerimónias – faz no Mónaco não me interessa para nada. 

12/12 às 21:20 ·
 

Pedro Fragoso David, 

Obama eleito por aclamação? Calma, calma, estou ainda a conter o riso. Já ouviste falar das primárias?

Então estás a dizer-me que todos os primeiros filhos de todos os reis foram, por coincidência, homens?

12/12 às 21:24 ·
 

David Garcia 

É pena que penses assim. Sabes, não é nada contra os autores republicanos. Mas é que já li demasiados. A mais não me obrigam.
Uma pessoa chega à Estação do Rossio, vindo de Sintra e vê grandes cartazes a dizerem “Comboio 1910-2010″ – quem f…or ignorante, vai pensar que foi na República que se fizeram os caminhos de ferro, quando estes foram inaugurados, por Dom Pedro V, de Lisboa ao Carregado, em 1857 (salvo erro).
O mesmo para o Eléctrico de Lisboa, foram colocadas as primeiras linhas na Monarquia Constitucional.
A demagogia e a areia que ao longo deste ano têm procurado, os respectivos responsáveis pelas Comemorações, a atirarem para os olhos do povo, vou vos ser muito sincero: enojam-me. A I República, para esses senhores que receberam mais de 10 milhões de euros para estas ditas comemorações, usaram o dinheiro, para mostrar que a República foi um “mar de rosas”. Esquecendo-se completamente, da Anarquia que foi a I República, com perseguições e torturas, o mesmo para a II República obviamente, e esta III sem qualquer projecto galvanizador para Portugal.
Eu gosto, particularmente destes debates. Desculpa a minha radicalidade. Vivo muito isto, o que é natural :) Ver mais
12/12 às 21:25 ·
 

Pedro Fragoso não tens nada que desculpar. Eu até posso perceber alguma da tua revolta contra algumas das actividades destas comemorações. Mas atacar a república por gastar 10M€ para fornecer informação ao cidadão vindo de um monárquico é, no mínimo, surreal: onde é que a casa real ou lá o que é gasta o dinheiro ao longo do ano? para que serviria o orçamento da casa de bragança se fôssemos uma monarquia? 

12/12 às 21:29 ·
 

David Garcia 

Pedro :)
Na Convenção Democrata – está no youtube for Christ sake – a própria Hillary Clinton, propôs a eleição de Obama por Aclamação para ser este o candidato do Partido Democrata a Presidente dos EUA. 

Na primeira Dinastia – Dona Beatriz, …filha de Dom Fernando I foi aclamada Rainha, mas o povo não a quis e juntou-se ao Mestre de Avis, Dom João.

Não vais querer pensar como pensas hoje, na Idade Média, quando Portugal se formou e se começou a afirmar como Reino, pois não?

Não vais querer pensar, como durante a II Dinastia, estávamos em plena expansão ultramarina, pois não?

Contudo, quero te dizer, que em vários momentos da nossa História, as Rainhas Consortes (mulheres dos Reis reinantes) assumiram a Regência em nome dos seus respectivos maridos e Chefiaram o Estado. Não há registo que alguma regência tenha corrido mal. Tivemos brilhantes Rainhas Consortes assim como duas Rainhas reinantes. Infelizmente, Dona Maria I por doença foi substituída pelo filho Dom João, este assumindo a Regência. E Dona Maria II morreu de parto. Acontece. …Ver mais

12/12 às 21:31 ·
 

Pedro Fragoso filipe, louvo a iniciativa mas uma pergunta: como diferenciar os abstencionistas monárquicos dos outros? Como poderão cantar vitória? Uma candidatura monárquica à presidência, por muito irreal que isso seja, seria uma forma mais precisa de saberem quantos são e quantos pensam como vocês. Isto porque o PPM é um partido marginal… 

12/12 às 21:32 ·
 

Filipe Cardeal talvez para tentar pagar a divida em que os republicanos nos meteram! 

12/12 às 21:32 ·
 

Filipe Cardeal se fizerem o referendo veremos quantos sao! 

12/12 às 21:34 ·
 

Pedro Fragoso David, a aclamação surgiu depois de várias vitórias eleitorais – capice? – nas primárias americanas. E as convenções dos partidos americanos funcionam eleitoralmente. Dessa vez, Clinton optou por essa via. So what? Folgo em saber que, afinal, os machos tinham a predominância. “Não há notícia que nenhuma regência tenha corrido mal.” E daí? O que é que isso prova? Que as mulheres também têm capacidade? óptimo! 

12/12 às 21:39 ·
 

David Garcia 

O PPM é um Partido marginal?
Como podes dizer isso dado que os fundadores foram membros da oposição ao Estado Novo? Que foi um dos primeiros partidos no pós- 25 de Abril e que muito se deve na política de Ordenamento do Território, desde o …Governo AD de Sá Carneiro?
10 milhões de Euros para campanha de (des)informação, deviam ter sido melhor empregues. No rigor Histórico. Não puxando apenas a brasa à sardinha republicana, mas também mostrando o outro lado, que “não convém”. Surreal, é o País estar já sem tanga, e se gastarem milhões em campanhas de demagogia republicana que pouco ou nada têm contribuído para a verdadeira evolução do País.
Por outro lado, em termos de custos, garanto-te uma coisa: O Rei não tem nenhuma pensão de reforma, ao contrário dos 3 ex-presidentes da república ainda vivinhos da silva…..
Eu quero um símbolo da unidade nacional e não um individuo partidário, que em nada favorece a unidade do País e em nada representa de simbólico. A Chefia do Estado não é a Chefia do Governo. Quem deve governar é o Governo saído de uma Eleição. Um árbitro de futebol, não tem que pertencer para não favorecer nenhum dos clubes em jogo. Um Rei é independente e isento por natureza. Para quê, então, ter um Presidente partidário, quando podemos ter uma Instituição Histórica, e Cultural, símbolo daquilo que fomos e que podemos ser. Os Reis preocupam-se com as futuras gerações. É por demais evidente, que os Presidentes preocupam-se com as futuras eleições. Aliás basta agora ver, já, os presidenciavéis a irem à caça do voto.
Não é esta a Democracia que eu quero. Não é nesta Democracia que me revejo, em que nem sequer se pode escolher entre Monarquia e República. Isto mais parece uma Ditadura. Só somos uma democracia, de nome….
Abraço.Ver mais
12/12 às 21:39 · · 1 pessoaA carregar…
 

David Garcia 

Pedro, em relação ao Barack Obama, é precisamente isso que quis dizer. Lamento não ter capiccado LOL
Hoje em dia, e no futuro bem próximo, na Europa vamos ter várias Rainhas reinantes. Até na Sucessão, há igualdade entre os sexos. – Século X…XI, é o século que me preocupa. O passado fica para os historiadores e museus.
Abraço.Ver mais
12/12 às 21:41 · · 1 pessoaA carregar…
 

Pedro Fragoso 

epá, oh david: o Obama foi eleito candidato do partido democrata por via ELEITORAL. O que é que não entendes nesta frase? 

Partido marginal: partido que tem pouco mais de dez mil votos. e se somos uma democracia de nome é porque alguns se dem…item das suas responsabilidade, como votar.

estás a dizer que o filho do duarte seria um símbolo da unidade da nação? Como assim? Nunca me converterás, podes ter a certeza. Por muitos livros que leia. =P

um abraço e até amanhã ;) Ver mais

12/12 às 21:50 · · 1 pessoaA carregar…
 

David Garcia 

O Rei representa muito mais que um País.
Um Rei é membro de uma Linhagem que Fundaram, e Consolidaram um País e uniram um Povo em torno de um ideal.
Camões chamou à Nossa Terra, “Lusitania antiga Liberdade”. Os Portugueses emanciparam-se, j…untando-se a Dom Afonso Henriques e juntos criaram um Reino – Portugal.
Os Portugueses emanciparam-se, juntando-se a Dom João I, porque não queriam domínio estrangeiro e aclamaram a Dinastia de Avis.
Os Portugueses emanciparam-se, juntando-se a Dom João IV, aclamando a Dinastia de Bragança, herdeira dos Reis de Portugal, que fizeram Portugal, que o consolidaram e expandiram.
E espero, que os Portugueses se voltem a emancipar, em nome da Liberdade que sempre os uniu, para aclamarem Dom Duarte de Bragança, Rei de Portugal ou seu Filho e Herdeiro Dom Afonso, como Primeiros Reis da V Dinastia. 

Gostei deste debate. Grande Abraço e até amanhã.
Viva a Democracia ;) Ver mais

12/12 às 22:08 · · 4 pessoasA carregar…
 

Raquel Sá Lemos Guedes 

Sr. Luddor
Já venho tarde, mas gostaria de lhe dizer o seguinte:
Um Rei é um homem, com virtudes e defeitos. Diz que D. Sebastião tinha um defeito (hoje considero uma coisa repugnante mas naquele tempo não sei se o seria (?) e também não faço… a minima ideia se é verdade ou mentira)
mas não deixou de se levantar e ir combater por nós em Alcácer Quibir!
Não se pode usar esse “pormenor” para deitar abaixo 800 anos de História.Caravagio sofria da mesma doença ( atenção: hoje tem tratamento
antigamente não) e até hoje não ouvi dizer que lhe tivessem, alguma vez, rasgado as suas belas telas. Outro “idem aspas” foi Tchaikovsky
e todos nos deliciamos com a sua música … no Natal até levam as crianças para ver o”Quebra-Nozes”, a “Bela Adormecida” o” Lago dos Cisnes”….enfim também eram homensVer mais
13/12 às 3:26 ·
 

Pedro Fragoso David, só queria dizer-te o seguinte em relação ao teu último comentário: as tuas considerações são, do meu ponto de vista, absurdas e totalmente distintas do meu pensamento político. 

Abraço

13/12 às 10:33 ·
 

David Garcia 

Pedro,
É a tua opinião. Tu tens uma visão da História da Monarquia Portuguesa diferente da minha. Cada um interpreta à sua maneira. Mas o facto de considerares absurdas as minhas afirmações, significa desde já a falta de argumentos para elas…, no mínimo. Mas enfim, a Democracia é, ao menos, algo que nos une e enriquece o debate.
Abraço e até logo.Ver mais
13/12 às 12:22 · · 1 pessoaA carregar…
 

Pedro Fragoso 

dizer que um argumento é absurdo significa não concordar minimamente com ele. Tu nesta discussão nunca foste capaz de rebater os meus argumentos, apenas apresentas a tua versão da história. Nunca admitiste que o Obama foi eleito eleitoralme…nte, que a grande maioria dos reis não eram os primeiros filhos de uma relação. e
Dizeres que o Rei representa mais do que um país e depois debitares uma série de considerações sem sentido, nunca esclarecendo o que queres dizer com isso, é muito pouco para quem se afirma monárquico. Os vossos argumentos baseiam-se sempre numa dimensão de honra e prestígio. Muito pouco para quem defende um regime em que o povo não tem, repito, NÃO TEM, qualquer interferência na eleição da chefia de estado. E se tu dizes que os presidentes da república não servem para nada, então para que serviria a vossa realeza? E, mais do que isso, atacas pessoalmente os políticos republicanos. Queres-me convencer que os monárquicos são todos perfeitos?Ver mais
13/12 às 12:36 ·
 

David Garcia 

Ok, não concordas, é um direito que te assiste em Democracia. Nunca admiti que Obama foi eleito? Quem disse? Estávamos a falar da Convenção Democrata. Mas o que me preocupa é Portugal. Pelo que deixemos o “Baraca Abana” em paz, que ele até …é boa pessoa. ;)
Pedro, relação a quem sucedia a quem, como deves calcular, não tenho aqui à minha frente uma árvore genealógica para te dizer se houve mesmo ou não igualdade entre os sexos na sucessão real, o que te posso dizer, é que, é natural que se havia filhas mais velhas dos Reis irmãs dos futuros monarcas, é natural que tenham casado com outros príncipes e Reis Europeus. Mas não sei de cor tudo, como é evidente….
Quando eu falo que a Monarquia Portuguesa era Electiva, que os Reis eram Aclamados, que as Revoluções deram legitimidade às Dinastias de Avis e de Bragança (por exemplo), isto não te diz nada?
Finalmente, não ataquei pessoalmente todos os políticos republicanos. É verdade que há bons políticos que são republicanos. Caricaturei o Almirante Américo Tomaz, admito, e até te posso dizer que Ramalho Eanes, Mário Soares, Jorge Sampaio e agora Cavaco Silva, de uma forma ou de outra, entraram claramente no jogo politico-partidário, ao longo dos seus mandatos e já agora, se foram eleitos 2 vezes seguidas, porquê que a Constituição não permite reeleição, imagina que era essa a vontade do Povo.Contudo, a Constituição não limita o número de mandatos do Primeiro-ministro, o que é uma grave contradição.
Dizer que em Monarquia o povo não tem interferência na eleição do Chefe de Estado – que aliás em Portugal a tinha, como já o referi – e ao mesmo tempo, bloquear a hipótese do povo poder eleger mais do que 2 vezes o Presidente da República, é muito contraditório, já que o Primeiro-ministro, como disse, não tem limitações deste género. Já para não falar, de algo ainda mais grave que é, proibir um povo soberano democraticamente de poder escolher se quer uma Monarquia ou uma República.
Ninguém é perfeito, Pedro. Mas eu vejo os níveis económicos e desenvolvimento humano das Monarquias Europeias e olho para Portugal a afundar-se. Sinceramente não deixará de ser preocupante, até para um republicano convicto como tu, certo?
Espero ter respondido a tudo.
Abraço.Ver mais
13/12 às 12:50 ·
 

Pedro Fragoso 

Claro que deixamos o Obama em paz: o teu argumento não tinha pés nem cabeça. 

mais uma vez david: a aclamação dos reis de que falas não pode ser comparada a um acto eleitoral. Nunca, nunca. É um argumento que me deixa doente, pensar que há al…guém que acha que o povo teve alguma interferência na escolha dos reis portugueses ao longo de vários séculos. Não foi o povo.

A não possibilidade de reeleição é um pilar republicano que distingue do do vosso projecto. Pessoas agarradas ao poder, não obrigado. Eu até sou favorável ao mandato único do presidente da república, mais extenso obviamente.

E quanto ao primeiro-ministro, deixa que te diga que um estudante de Ciência POlítica não pode confundir eleição de deputados com eleição do governo. Tu não votas para primeiro-ministro, tu não eleges um governo. Eleges deputados.

Querem o referendo? Quantas assinaturas conseguem reunir?

Comparares países a nível económico e afirmares que uns são evoluídos por serem monarquias e outros não porque são repúblicas é um disparate total. Mas pronto.Ver mais

13/12 às 13:27 ·
 

Raquel Sá Lemos Guedes Pedro Fragoso, sugere-nos leituras sobre a república.Talvez seja isso que lhe falta também fazer! Onde leu que o dia 5 de Outubro de 1910 foi um dia de eleições? 

13/12 às 13:34 ·
 

Pedro Fragoso onde leu que eu disse que 5 de outubro foi um dia de eleições? 

13/12 às 13:35 ·
 

Raquel Sá Lemos Guedes Quando diz que o rei não era eleito pelo povo , eu pergunto se se lembra de ter lido algo relativo a alguma eleição feita nesse maldito dia 5 de Outubro de 1910! Pergunto melhor: foi o povo que elegeu a república? 

13/12 às 14:22 ·
 

David Garcia 

Se não foi o povo, foi quem?
Ah, a não possibilidade de reeleição é um pilar republicano, mas ao afirmares que o mandato presidencial deve ser de mais tempo, estás a contradizer o principio republicano…
Ah os Reis para ti estão “agarrados …ao poder”….. Curiosa afirmação.
Meu caro, não me ensinas absolutamente nada em relação a eleições. Eu sei muito bem que nas Eleições Legislativas eleges Deputados e o Partido mais votado, isto é, o Líder desse Partido é indigitado pelo Chefe de Estado – Rei ou Presidente, para formar Governo!
Contudo, é engraçado, não contrapores o meu argumento em relação à limitação de mandatos. Quer dizer, o Primeiro-ministro pode, sendo líder partidário, ser reeleito várias vezes e o Presidente da República não o pode. E se o povo o quisesse para um terceiro mandato ou até um quarto (falo nesta frase de um PR).
Portanto, para estabilidade das Instituições, queres que um Presidente tenha um único mandato e extenso. Ora meu caro, tens isso num Rei por natureza. Ao contrário de um presidente que sim se agarra ao “tacho”, o Rei dedica toda a sua vida ao serviço da respublica.
Referendo? É a República que o proíbe, no artigo 288-b) da Constituição. Ah é verdade o sistema “protege-se”, porque tem medo da ignorância do povo. É exactamente como os ditadores pensam…
Por outro lado, quero te lembrar que a República foi uma consequência do Regicídio que fragilizou um sistema Parlamentar, uma Democracia embrionária que era a Monarquia Constitucional. Foi a Monarquia Portuguesa que foi dos Primeiros Países a abolirem a Pena de Morte, a República não só matou o Rei e o Príncipe Herdeiro, como até se tornou favorável ao aborto livre condenando seres inocentes à morte.
Pois, em relação ao desenvolvimento, Portugal só está no estado em que está, porque viveu 3 republicas, pior uma que a outra.
A Monarquia favorece o crescimento económico a todos os níveis. Em áreas como o Turismo, os indicadores são claros. Melhor Educação, melhores Serviços Públicos, uma mentalidade aberta. Um Mercado próspero. Enfim, coisas que não existem em Portugal, onde aliás temos por hábito ver monumentos nacionais com grafitis demonstrando a decadência da sociedade onde vivemos. Mas claro, é a liberdade, já me esquecia.
Abraço.Ver mais
13/12 às 14:23 ·
 

Pedro Fragoso 

David,
ao dar mais tempo de mandato não dou cinquenta anos, mas sim 6 ou 7. Se achas isto uma contradição ao principio republicano não te entendo. Se não te ensino nada em relação a eleições, cometes vários erros de análise. Elegemos deputad…os e não é obrigatório ser o líder partidário a formar governo. E não tenho nada que rebater o teu argumento. Aliás, se defendes uma monarquia constitucional, irias nesse sistema impor a limitação de mandatos no poder legislativo e executivo? Espanha, Inglaterra, p.e., são monarquias onde o PM pode ser o mesmo em várias legislaturas. Não percebo onde é que isso te afecta tanto. O PR no nosso sistema é o garante da democracia e uma espécie de árbitro. E, como tal, não pode estar nessa situação durante anos seguidos sob pena de abusar desse seu estatuto. É apenas um garante a limitação de mandatos. 

Outro ponto: “o rei dedica toda a sua vida ao serviço da respublica”. Com esta frase, não sei que diga. Respeito muito as opiniões dos outros mas só pode ser para rir. Onde é que a presidência da república é um tacho? E diz-me lá actividades que um rei pratica ao serviço da respublica, tou curiosíssimo….

Quanto à forma da implantação da república: pode não ter sido a mais democrática, obviamente. Mas comparem Portugal e outros países monárquicos da altura, a nível social, económico, financeiro, político. Estávamos optimamente, não era? Erámos um país ao nível dos mais desenvolvidos, correcto? Pois não. A monarquia caiu porque não conseguia dar ao povo o que ele merecia. E dizeres que a monarquia favorece o crescimento económico a todos os níveis deves estar noutro mundo. Essa correlação é absurda. Tanto há países monárquicos desenvolvidos como repúblicas desenvolvidas: EUA, Alemanha, França, p.e.

ah, e o aborto livre, já me esquecia. Votei sim no referendo, e orgulho-me de ter contribuído para o avanço civilizacional do meu país. Coisa que a Monarquia durante os seus últimos cem anos se esforçou para não fazer.Ver mais

13/12 às 14:45 ·
 

David Garcia 

É óbvio que tu como bom republicano não irias dar um mandato tão alargado, não faz o género de nenhum bom republicano que se preze :)
A Monarquia favorece a estabilidade do regime democrático, seja na Chefia do Estado, seja no Governo e é es…sa estabilidade que permite um maior crescimento económico e desenvolvimento social, porque as políticas dos vários governos não são interrompidas de uma forma abrupta e irresponsável como acontece em República.
Se em República o Presidente é o garante da Democracia “e uma espécie de árbitro” (esta última parte faz-me lembrar os Gatos Fedorentos ….), em Monarquia, é a garantia Institucional da preservação da Democracia e o Rei é o Árbitro por excelência do “jogo político”, porque precisamente não tem origem político-partidária, é isento, independente, exerce a sua magistratura com Equidistância, Transparência, não tem nunca um dêdo a apontar que favoreceu o partido A, B ou C, ao contrário da República, em que por exemplo, o Presidente Sampaio ao demitir o Governo de Santana Lopes, abriu um precedente, que levou à vitória de José Sócrates e do Partido Socialista. Sampaio é Socialista. Muita gente criticou e critica obviamente este acto. Bons motivos ou maus, pode-se discutir, mas indirectamente, Sampaio favoreceu o PS, e isto não acontece nas Monarquias. Não se dissolve um Parlamento estável, fomentando instabilidade política. Quanto muito um Governo pode se demitir e procurar consensos para a formação de um novo executivo. Sim, nem sempre são os líderes partidários indigitados primeiros-ministros, eu sei bem disso. Logo, neste contexto, Santana Lopes afastava-se e nomeava-se outro, teríamos poupado dinheiro em eleições.
O Rei dedica toda a sua vida ao serviço da respublica, isto é, ao serviço do bem comum. Respublica em Latim quer dizer o bem comum, a coisa pública. Pelas razões já diversas vezes apontadas.
Portugal a nível de desenvolvimento em 1910 estava a meio da tabela de desenvolvimento, hoje está nos últimos lugares…. São tempos diferentes, é claro. Mas quero dizer com isto, que a República, ou melhor, as 3 Repúblicas não fomentaram o desenvolvimento humano e bem pelo contrário fizeram certas correntes políticas acreditar que é um avanço “civilizacional” (espantosa palavra) permitir a morte de seres inocentes devido à irresponsabilidade de seus progenitores, acho brilhante.
O aborto para ti é um avanço civilizacional. Deixa-me te dizer uma coisa:
Eu até posso concordar com os casamentos homossexuais, porque todos os seres humanos têm direito à felicidade, não importa como entendem as suas vidas. Agora matar seres inocentes, é incompreensível.
Ok, podes dizer, casos de violação, a SIDA, etc… Estou plenamente de acordo contigo com estas chamadas de atenção. Mas, entendo que deve caber ao Estado proteger não só as mulheres vítimas, como também procurar dar qualidade de vida aos recém-nascidos. Uma criança não deve pagar pelos erros ou infortúnios dos adultos. Os adultos devem ser responsáveis e responsabilizados por aquilo que fazem. E o Estado não deve proteger “negócios abortivos” mas sim, proteger a dignidade da pessoa humana – está aliás na Constituição.
Ah e também sou a favor da adopção por casais homossexuais e também sou a favor da Eutanásia. Em relação a esta última, sim, a pessoa deve ter o direito de dizer e optar pela sua própria morte se estiver estendida, por exemplo, numa cama de um hospital há anos, sem se mexer e a alimentar-se por uma palhinha, como tantas vezes acontece. Ninguém merece tal sofrimento.Ver mais
13/12 às 15:08 ·
 

Pedro Fragoso 

David, david, 

Sampaio não promoveu instabilidade política. O voto dos cidadãos nas legislativas deu razão a Sampaio dando ao PS uma maioria absoluta. Não vejo onde anda a instabilidade política. Não sei onde vês Gatos Fedorentos. Tu também c…hamas ao rei árbitro: estarás a gozar com a monarquia, é isso?!

Eu sei o que é a respublica, não vejo é onde o rei faz tanto assim por ela.

Hoje está nos últimos lugares?!?! Essa visão pessimista e de desprezo que já admitiste ao longo desta discussão por várias vezes pelo nosso país é reveladora do que pretendes.

Quanto ao aborto: nem vou começar a discutir. É outro assunto, dá para muito teclar. Mas, pegando nas tuas palavras, uma mulher “deve ter o direito de dizer e optar pela sua própria” vida – neste caso, o direito a ter ou não ter o filho. Tu partes do pressuposto que o aborto até às 10semanas significa matar uma pessoa. Eu não penso assim logo estamos esclarecidos.Ver mais

13/12 às 16:24 ·
 

David Garcia 

Pedro, Pedro, Pedro…. 

És tão republicano que não percebes as jogadas de bastidores, é pena de facto.
Alguma vez o Presidente da República, ajudando indirectamente o seu partido a ganhar eleições legislativas é independente, isento, transpar…ente? Só se for no mundo da utopia republicana. Não na prática. Não vou discutir se a intenção foi boa ou má. Para ti, foi, sem dúvida. Agora, que havia outras soluções, havia.

Eu não brinco com coisas sérias. O Rei é, por natureza, um verdadeiro árbitro.

Vou te ser muito sincero. Não é desprezo pelo Nosso País. Mas sim, desprezo e total descrença na continuidade e credibilidade deste regime político que nos desgoverna.

Não apontaste uma única verdadeira vantagem da República sobre a Monarquia. O que disseste é o que muitos republicanos dizem.

Pois, a mulher tem esse direito, desprezando a inocência e a Vida daquele que não pediu para acabar por ser a mais fácil vítima.

Uma pergunta apenas: importavas-te que pegasse neste debate e o colocasse no meu blogue para a posteridade?

Abraço.Ver mais

13/12 às 22:47 ·
 

Pedro Fragoso 

David, eu nunca disse que Sampaio foi isento, independente. Apenas disse que não promoveu instabilidade política – as eleições assim o confirmaram. E a dissolução da Assembleia não foi a primeira medida de Sampaio, antes deu a Santana a che…fia do executivo. Correu muito mal. Se eu não apontei vantagens da república, não sei onde apontaste vantagens da monarquia. 

Podes, claro. Desde que sejas fiel ao que escrevi.

AbraçoVer mais

14/12 às 9:29 ·
 

David Garcia Não apontei nenhuma vantagem da Monarquia? Aconselho-te a releres desde o início.
Ok, é óbvio que respeitarei o que foi dito. 

14/12 às 11:28 ·
 

Pedro Fragoso David, a eleição do chefe de estado não é uma vantagem? ah, e outra coisa, eu gosto que os presidentes actuem conforme a sua ideologia, suas convicções, sejam pessoais, partidárias, o que seja. Fantoches como reis não me agradam. Se o PPM elegesse um PR querias que ele actuasse à margem dos seus ideais políticos? E quanto à tua descrença e desprezo: o pior cego é aquele que não quer ver os avanços do país, em todas as matérias. 

14/12 às 12:15 ·
 

David Garcia 

Esse é o argumento primordial republicano que eu já sei há alguns anos. Não houve, na verdade nenhuma evolução no pensamento. É o favorecimento do individualismo que levado ao extremo leva ao egocêntrismo de cada cidadão, fazendo com que es…te se esqueça que pertence a uma Comunidade Nacional.
Deve ser primeira convicção de qualquer política servir o bem comum. O pior cego é aquele que não quer ver os avanços das Monarquias Europeias e saber compara-los com Portugal. A I República não passou de intenções ideológicas e pouco mais. A II República foi a Ditadura. Esta III República levou-nos ao mesmo nível económico que estávamos em 1910. Obviamente com realidades bem diferentes. Mas esta crise endémica é fruto de 100 anos perdidos. Enquanto vários países europeus monárquicos evoluíram humanamente, Portugal atrasou-se e agora precisa de um TGV para ver se apanha o tempo perdido. As obras de país rico a cobrirem realidades próximas do terceiro mundo, fascinam qualquer cego, mas quem tem uma visão global da realidade nacional, percebe o que está mal.
Com a injecção de dinheiro estrangeiro na economia, e obras de luxo, criou-se um endividamento insustentável.
Como Português e Monárquico, já não tenho paciência para ver tantas asneiras e as pessoas ainda defenderem de corpo e alma a República, só porque se pode eleger o Chefe de Estado. É a mesma coisa que impedir um povo soberano de poder escolher o tipo de Regime que pretende, no quadro da Democracia. Podemos estar num poço a afogar-nos e ainda se dá Vivas à República! Até quando isto vai durar? Não faço ideia. Mas gostava que não durasse muito mais, para bem não só nosso, mas das próximas gerações.
Somos um dos Povos mais atrasados da Europa e isso deve-se a três repúblicas. Na Monarquia estávamos bem melhor, não duvido.
Viva Portugal! (E não a República Portuguesa)

No Brasil, S.A.R. D. Duarte, soma e segue

 

Em política, não existem coincidências.

 

Desde há alguns dias, a comunicação social tem noticiado as declarações do Duque de Bragança, referindo-se à disposição do Brasil ajudar Portugal a combater a crise económica e financeira.  Enquanto alguns ignoraram totalmente a hipótese, houve quem tivesse exercido o seu “direito de troça” e ainda ontem, o nosso colega Portugal dos Pequeninos – que acusa D. Duarte de ócio! – desferiu um dos seus habituais ataques, talvez maçado pela evidente vacuidade e circunspecto mutismo, de um re-candidato a certas “cooperações estratégicas” entre-palácios.

 

Os noticiários dizem que o governo do ainda presidente Lula da Silva, parece disposto à ajuda e que o sr. Teixeira dos Santos foi pragmático, ouvindo in loco a notícia daquela possibilidade. A compra de títulos de dívida, consiste na primeira fase e se existir vontade e competência no trato, poderemos chegar muito longe. Bem vistas as coisas, o governo português beneficia da diplomacia paralela da Casa Real, sem que isso implique qualquer tipo de despesa para os contribuintes. Gostem ou não gostem os detractores, engulam a evidência e aproveitemos a oportunidade.

 

A acção do cada vez mais nosso Rei, parece ter sido um factor de inegável relevo.

 

Estamos mesmo assim: gastamos quase 20.000.000 de Euros com Cavaco Silva – não contando com os outros três ex -, para que permaneça calado e ocasionalmente surja em cimeiras, como mero apêndice de S.M. João Carlos I de Espanha. O caríssimo ocioso residente de Belém, cada vez mais se parece com um sucedâneo do senhor Moralles e uns tantos outros de quem poucos sabem pronunciar o nome.

 

Definitivamente, chegámos a uma fase de transição e a par da cada vez mais estranha Europa, ressurgem outras possibilidades bem ao nosso gosto. Às montanhas com cumes nevados, os portugueses sempre preferiram praias bordejadas por coqueiros. Fazem bem.

Nuno Castelo Branco

Fonte: Estado Sentido

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O meu muito obrigado!

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João Gomes de Almeida
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