Tag Archive | Kate Middleton

Elizabeth II se torna segunda monarca há mais tempo no trono britânico

LONDRES — A rainha Elizabeth II se tornou nesta quinta-feira, aos 85 anos, a segunda monarca há mais tempo no trono britânico, superada apenas por sua tataravó, a rainha Victoria.

A soberana britânica, que assumiu o trono em 6 de fevereiro de 1952, reinou até hoje 21.645 dias, um a mais que George III (1760-1820), conhecido pela “loucura”.

O recorde absoluto, no entanto, ainda pertenceu a Victoria, que reinou durante 63 anos, de 1837 a 1901.

Para superá-la, Elizabeth II, que celebrará em 2012 a marca de 60 anos como rainha, deverá reinar até setembro de 2015.

Isto pode aumentar ainda mais a espera de seu filho, o príncipe Charles, que em 20 de abril, se tornou o herdeiro que mais tempo ostenta este título em toda a história da monarquia britânica.

Dom Duarte de Bragança ao Correio da Manhã sobre a, agora, Princesa Catherine

“KATE TEM UM PERCURSO IMPECÁVEL”, Dom Duarte Pio, Duque de Bragança
 
Correio da Manhã – O casamento de William e Kate poderá unir os britânicos em torno da família real?
Dom Duarte Pio – Os casamentos nas famílias reais têm sempre um grande impacto positivo de natureza afectiva, mas também no campo político e económico. Os povos choram os seus reis quando eles morrem, preocupam-se com os seus problemas familiares e participam nas suas alegrias.
– Kate poderá aproximar mais os membros da Casa de Windsor e o povo?
 
– Acredito que o facto de Kate pertencer a uma família burguesa de uma pequena terra de Inglaterra faça a maioria dos ingleses identificar-se mais facilmente com ela. De resto, ela tem um percurso de vida impecável, sem nada que se lhe possa apontar pessoalmente.
– E não seria de esperar que Dom Duarte fosse convidado?
 
– As minhas relações de amizade e colaboração com o Príncipe Carlos e com o seu pai não proporcionaram a criação de uma amizade particular com os filhos. Por outro lado, o Príncipe herdeiro é o Príncipe Carlos, como tal, este casamento não tem o mesmo protocolo. De Portugal só foi convidado o embaixador em Londres.
Correio da Manhã - 27-04-2011
Publicada por Maria Menezes em “Família Real Portuguesa

Hoje é dia da Santa Raivinha anti-monárquica

Calculo as cólicas, cãibras estomacais, ranger de dentes e erupções que hoje acometerão por esse mundo fora o grande partido da inveja anti-monárquica. Hoje, a Santa Liga da micro burguesia dos “direitos” e das “conquistas” do “somos todos iguais” estará indisposta. Mais abespinhada, a multidão de patetas endinheirados que se perguntarão “o que é que eles têm a mais ?” “Com que direito, só por serem príncipes, merecem tanta atenção ?” Há dois ou três anos, em Banguecoque, frequentando alguns meios “farang“, sobretudo americanos, angustiados pela monarquia tailandesa deles não querer saber para nada, apercebi-me da real expressão do anti-monarquismo da maioria dos ditos republicanos. Trata-se, pura e simples, de inveja: inveja por terem dinheiro e não poderem comprar um lugar na Casa Real, inveja por saberem que a monarquia está acima dos negócios, dos lóbis e até da macaqueação snob – isto é, Sans Noblesse – que dá pelo nome de “alta sociedade”; inveja, por se chamarem Smith, Jones, Lorent, Silva, Petit, Bauer e não Windsor, Orléans, Bourbon, Habsburg, Chakri.
A monarquia é mais atraente, possuiu uma dignidade quase genética e inspira nas pessoas bem formadas uma instintiva atitude reverente e comedimento nobilitador. A monarquia não são apenas pessoas, como os Reis não são burgueses, não têm “carreira” e não vivem derrancados no “negócio”, a alma da burguesia. É isto que não compreendem os fulanizadores. Por outro lado, a monarquia é mais bonita: pelos seus protagonistas, pela grandeza de que se reveste, pelas atitudes generosas que inspira. A monarquia apela a categorias do belo e do estético que contrariam, bem sei, o mundo moderno. A chave da sua magia está precisamente em reunir numa instituição tudo o que é passado, sem ser velha, tudo o que é presente, sem ser seguidista e aspirar ao futuro, naturalmente.
Publicada por Combustões em 29.4.11

Momentos do Casamento Real de Suas Altezas Reais, o Principe William e da Princesa Catherine, Duques de Cambridge

Não há República nenhuma do Mundo, que possa chegar aos calcanhares de uma Monarquia! Nem em sonhos!

Vivam os Noivos!

Viva a Monarquia!

Power & Glory of the British Monarchy

Casamento Real em Terras de Sua Majestade Britânica

Dia 29 de Abril de 2011 é um dia histórico para a História da Monarquia Britânica. Sua Alteza Real, William of Wales e Catherine Middleton vão se unir, esperemos que para sempre, num Casamento que será transmitido em Directo para várias cadeias de televisão a nível mundial e a Boda Real entrará por nossas casas e seremos, a nível global mais de 100 milhões de pessoas a assistir.

É de facto, um evento Histórico. E como qualquer evento histórico, o PDR junta-se à festa que é também uma festa Monárquica, uma festa que celebra a união de um povo à sua Casa Real. É bom aqui sublinhar, que não é o Reino Unido que tem o FMI e o BCE a fazer inquéritos às suas contas públicas, pelo que, as críticas republicanas portuguesas e de outras partes, que são uma minoria e às quais ninguém dá a menor importância, não terão qualquer fundamento.

Entre hoje à noite e amanhã à noite, o PDR estará trajado celebrando o Casamento Real. Serão colocados artigos e vídeos alusivos à Monarquia Britãnica, acabando o dia com resumos do Casamento do Príncipe William e Catherine Middleton.

As Bandeiras da Monarquia Portuguesa voltarão a ser fundo de Página a partir de Sábado, meia noite.

Da minha parte, os meus votos para o Príncipe William e para Catherine Middleton toda a sorte do Mundo. Muita felicidade e façam da Rainha Isabel II, à semelhança da Vossa Antepassada a Rainha Vitória, uma Bisavó rapidamente.

Vivam os noivos!

Sigam todas as notícias do Casamento do ano, no Site do Casamento Real.

POPULARIDADE DA MONARQUIA – A fama de uma família inglesa

por SUSANA SALVADOR (EM LONDRES)Ontem

A fama de uma família inglesa

Isabel II acaba de completar 85 anos e a sua popularidade entre os britânicos é superior a 80%. Mas por estes dias todos os olhares se concentram no seu neto William.

A bandeira britânica está hasteada no Palácio de Buckingham, o que significa que Isabel II está em casa. Mas é no espectáculo do render da guarda e nos militares com o seu fato de gala e chapéu de pêlo de urso que os milhares de turistas se concentram. É, provavelmente, o mais perto que vão estar da Rainha. A monarca acaba de completar 85 anos e a sua popularidade entre os britânicos é superior a 80%. Mesmo os que não ligam muito à monarquia reconhecem o trabalho que Isabel II tem feito ao longo de quase 60 anos no trono.

“Não sou a maior fã da monarquia, mas sou da forma como a Rainha tem desempenhado o seu papel”, conta Pauline Brazier, enquanto aproveita a sombra de St. James Park, numa Sexta-Feira Santa em que as temperaturas ultrapassam os 26 graus em Londres. “Penso que é bom tê-la por perto, apesar das críticas de que custa muito aos cofres dos contribuintes”, acrescenta esta reformada. “Além disso, será que haveria assim tanta gente em Buckingham se não fosse a Rainha?”, questionou.

Isabel II pode estar no trono, mas por estes dias todos os olhares concentram-se no seu neto William. Dentro de menos de uma semana, o filho do príncipe Carlos e de Diana vai casar com Catherine Middleton. E os súbditos de Sua Majestade estão radiantes. “Tem sido um motivo de orgulho para o País e para os britânicos”, diz Pauline, que cresceu com Isabel II no poder e mal se lembra de quando o rei Jorge VI morreu. Kate, essa, nunca será uma Diana. “Ela era um ícone, nunca mais vai haver outra como ela.”

“Diana era muito mais popular do que a família real. Era ela que todos amavam, que todos queriam ver e com quem todos queriam estar”, afirmou o perito em relações públicas Max Clifford à AFP. De facto, segundo uma sondagem de há quatro anos, a morte da princesa Diana, em 1997, foi o acontecimento que mais marcou a actual visão que os britânicos têm da família real (o terceiro acontecimento da lista foi o casamento de Carlos e Diana).

Mas a monarquia aprendeu a lição, tornando-se menos distante (pelo menos em aparências). A prova disso é o uso que faz das novas tecnologias, desde o Facebook ao YouTube, plataformas que serão usadas para a transmissão do casamento de William e Kate e que apelam a um público mais jovem. Mas são também essas as armas utilizadas pelos grupos antimonarquia, como o Republic, que estão a aproveitar a oportunidade para recolher apoios. “Alguns republicanos sugeriram que devíamos simplesmente ignorar o casamento e manter a cabeça baixa por alguns meses”, escreveu Graham Smith, porta-voz do Republic, num artigo de opinião no seu site. Mas o grupo fez precisamente o contrário, aproveitando para gerar publicidade, organizando a sua própria festa de rua em Londres, no dia do enlace. Resultado, desde o anúncio do noivado, o número de membros do Republic duplicou, ultrapassando mais de 14 mil apoiantes. E a caneca “I’m not a royal mug” (não sou uma caneca real) é um sucesso.

Fonte: DN

Uma indústria turística chamada monarquia

por LUMENA RAPOSOOntem

Uma indústria turística chamada monarquia

O casamento de Kate Middleton e do príncipe William, sexta-feira, está a ter um impacto significativo no aumento do número de turistas que por estes dias se encaminham para Londres.

No momento em que a crise económica e financeira se faz sentir também no Reino Unido, o já denominado “casamento do século” é encarado como uma “bênção dos deuses” para a economia do país.Os mais cépticos afirmam, porém, que o impacto será menor.

Menor ou não, o facto é que o enlace, no próximo dia 29, do príncipe William e Kate Middleton – como qualquer evento da família real britânica – está já a reflectir-se no número de turistas que rumam ao Reino Unido e em especial a Londres, onde irão fazer o “roteiro” dos monumentos que estão intimamente ligados à monarquia. Esta constatação reforça a ideia de que se a família real – acusada de ser uma das mais dispendiosas da Europa – constitui uma despesa para o erário público e, por isso, é alvo de críticas, ela é também geradora de fundos ao ponto de haver quem refira a monarquia como indústria turística. Segundo um estudo publicado em 2010, turistas estrangeiros que em 2009 visitaram locais relacionados directa ou indirectamente com a monarquia “contribuiram” com mais de 600 milhões de euros para os cofres britânicos.

O turismo, com os seus 2,1 milhões de postos de trabalho – 7% do total do país – é uma das maiores indústrias do Reino Unido. Este recebeu 23,9 milhões de turistas, em 2010, que terão contribuído com mais de 12 mil milhões de euros para a economia britânica. E, segundo alguns estudos, não se está perante o melhor ano do turismo do Reino Unido. Em 2009, por exemplo, foram mais de 28 milhões os estrangeiros que chegaram a Londres, um número que deverá ser ultrapassado este ano com o casamento real e mais ainda em 2012, ano do Jubileu da rainha Isabel II, dos Jogos Olímpicos e dos Paraolímpicos.

Um estudo recente publicado em alguns jornais britânicos dava conta de que o “casamento do século” deverá render mais de mil milhões de euros extra para a economia britânica, tendo em conta o movimento de turistas que estarão então na capital, que visitarão os monumentos da cidade e regressarão, depois, com as inúmeras “recordações” que ali adquirem para celebrar não só o momento mas também outros elementos da família real, como Isabel II ou a “Princesa do Povo”. Eles são as moedas, os DVD, as bonecas de papel a representar o jovem casal, os coloridos pratos, as toalhas de chá, as canenas de cerveja, etc..

“Sempre quis ver Buckingham Palace.” Esta é uma frase vulgarmente utilizada por muitos dos milhões de turistas que, anualmente, visitam a residência e local de trabalho da rainha em Londres e que só está aberta oito semanas por ano. No entanto, o local mais procurado por visitantes estrangeiros é precisamente a Torre de Londres, célebre por ter sido o local onde Ana Bolena, a segundo mulher de Henrique VIII, esteve presa, foi julgada e executada. Em 2009, por exemplo, só a Torre de Londres – onde podem ser vistas as jóias reais – recebeu 2,4 milhões de visitantes. Não existem, assim, dúvidas de que a monarquia é geradora de fundos, mas também é facto que a família real constitui um item algo pesado nas despesas do erário público.E as críticas aos seus gastos são tanto mais acesas quanto maior é a crise económica ou os escândalos em que se envolvem alguns príncipes.

Fonte: DN

The T-Mobile Royal Wedding

Um vídeo alusivo ao Casamento Real do próximo dia 29 de Abril. Vídeo com quase 700 mil visualizações no Youtube!

Casas Reais

A ideia monárquica em Portugal ou, talvez ainda melhor, “realista”, como se diz noutros países europeus,  está condicionada por “cem anos sem rei”, facto que fez desaparecer a vivência directa do que significa ter um chefe de Estado cuja legitimidade assenta na cultura e na história nacionais, e não em processos eleitorais. Por outro lado, a memória desse facto tem vindo a crescer mercê do esforço da convicção dos que nunca desistiram, do que tem revelado a investigação histórica e das novas formas de comunicação das redes sociais digitais.

Entretanto o “feitiço virou-se contra o feiticeiro” porque as criticas à Casa Real portuguesa de há cem anos atrás, viraram-se contra o regime republicano. A crise da dívida externa portuguesa que explodiu com a crise internacional de 2008 parece-se demasiado com a crise de financeira de 1892. A falta de soluções convincentes dos partidos do Bloco Central da 3ª República recorda o empastelamento dos partidos rotativos da Monarquia. E mesmo os gastos da Presidência República Portuguesa são tão superiores em bruto e em termos relativos aos da Coroa espanhola, por exemplo, que todos se interrogam se, em tempo de crise, também daqui não poderá vir alguma solução.

Falta ainda definir claramente na opinião pública como, em Portugal, monarquia e democracia precisam uma da outra. Houve uma manipulação evidente dos ideais monárquicos pelas forças salazaristas desde o Estado Novo e nunca houve uma alternativa muito clara a este “roubo do realismo” . D Duarte de Bragança, , representante da Casa Real Portuguesa tem dado os passos decisivos ao responder quando lhe perguntam se “foi educado para ser rei”, que “foi educado para servir Portugal”. Esse sentido de serviço, que é o melhor da cidadania, ajuda a explicar a popularidade crescente da ideia monárquica entre uma população farta de ver os políticos “servirem-se a si próprios” em vez de servir o país.

Quanto ao casamento do príncipe Harry Windsor com Kate Midleton, ele significa, a meu ver, mais uma aliança das Casas Reais  com os respectivos povos.  Embora os tradicionais casamentos dinásticos entre monarcas e seus sucessores ainda sejam por vezes apresentados  na “imaginação mediática” como de “sangue azul”, sempre corresponderam a alianças no quadro europeu. Começaram a desaparecer nas monarquias nórdicas desde a década de 80, devido ao sólido posicionamento dos respectivos países dentro da realidade comum europeia, o que dispensa casamentos entre príncipes de nações estrangeiras e reforça os sentimentos de coesão nacional.

Mendo Henriques

Presidente do Instituto da Democracia Portuguesa

Fonte:  Blogue do “Movimento de Unidade Monárquica”

Elizabeth II da Inglaterra celebra o 59º aniversário do reinado

Elizabeth II da Inglaterra celebra o 59º aniversário do reinado

(AFP) – Há 5 horas

LONDRES — A rainha Elizabeth II da Inglaterra celebrou neste domingo, discretamente, o 59º aniversário do reinado, iniciado em 6 de fevereiro de 1952.

Ela sucedeu ao pai, o rei George VI, que faleceu enquanto dormia. Na época, a princesa realizava uma visita oficial ao Quênia, junto com o esposo, o então tenente Philip Mountbatten, hoje duque que Edimburgo.

Foi coroada em 2 de junho de 1953 na abadia de Westminster, aos 27 anos de idade.

Neste domingo, foi a uma igreja de West Newton, oeste da Inglaterra, para missa solene comemorativa.

As salvas de canhão ficaram para a segunda-feira.

Tradicionalmente, ela inaugura hospitais e estradas de ferro, batiza barcos, preside banquetes oficiais e recebe as credenciais de embaixadores: a rainha Elizabeth II, que faz 85 anos em abril, tem um papel sobretudo simbólico, mas nem por isso menos importante na Grã-Bretanha.

Elizabeth II acumula os títulos de chefe de Estado do Reino Unido, chefe das Forças Armadas britânicas, da Comunidade Britânica e da Igreja da Inglaterra.

Teoricamente, tem o poder de dissolver o Parlamento e de nomear um novo primeiro-ministro, com quem se reúne regularmente, no final da tarde.

Mas este poder é apenas teórico. Se o fizesse, provocaria uma crise constitucional sem precedentes em uma das mais antigas monarquias da Europa.

Todos os anos, em uma cerimônia majestosa, Elizabeth II, usando a coroa e vestida com uma túnica de arminho, senta-se no trono e inaugura a sessão parlamentar. Mas limita-se a ler um discurso preparado pelo premier.

Além disso, assina as leis decretadas no país. Em quatro décadas, assinou mais de três mil, segundo o Palácio de Buckingham.

Mas na verdade, apesar da onipresença na vida dos britânicos, a rainha da Inglaterra, que está no trono há 59 anos, não tem nenhum poder real, reconhecem os especialistas da monarquia.

O site da realeza britânica na internet lembra que a soberana ocupa “funções constitucionais significativas”.

Sempre sorridente e transmitindo serenidade, a rainha cumpre centenas de funções oficiais durante o ano e diariamente responde pessoalmente de 200 a 300 cartas, segundo o Palácio.

Quando fez 21 anos, a então princesa prometeu aos britânicos: “Dedicarei toda a minha vida, seja curta ou longa, a servir à nação e à grande família imperial, à qual todos pertencemos”.

Para seus súditos, ela cumpriu a promessa.

Mas há outra a explicação sobre o papel da soberana dada pelo site dedicado à monarquia, e talvez seja mais exata: a rainha é “um símbolo da unidade nacional”, destaca.

Os analistas reconhecem este importante papel “simbólico” da soberana.

Segundo Robert Lacey, um dos biógrafos da rainha, Elizabeth II é considerada uma grande figura nacional que os britânicos têm muito orgulho de mostrar ao mundo.

“É algo emocional, a monarquia encarna uma história milenar”, disse Lacey.

Para Ingrid Seward, outra especialista em realeza, a figura da rainha representa a estabilidade.

Copyright © 2011 AFP. Todos os direitos reservado

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