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Lealdade

Declaro aqui publicamente a minha Lealdade à Casa Real Portuguesa, chefiada por Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e a quem lhe vier a suceder legitimamente.

Sendo vontade de Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, desde a criação da Causa Real e das Reais Associações, de que estas são onde os que se revêem no Ideal da Restauração da Monarquia para Portugal, se devem tornar Associados, é, então, por demais evidente, que a mesma Lealdade que tenho a Sua Alteza Real, também tenho à Causa Real, e em particular, à Real Associação de Lisboa de que sou Associado, e ao Núcleo de Sintra ao qual regressei às minhas funções, depois de um interregno.

Respeito todas as iniciativas que promovam o Ideal Monárquico, dentro e fora da Causa Real. Mas o Movimento Político que defende a Restauração da Monarquia é a Causa Real.

Definitivamente me coloco à margem, em tudo quanto sejam conversas bacocas de acusações, más línguas, etc. Os problemas entre Monárquicos devem ser resolvidos no lugar próprio para isso, que é a Causa Real.

Por tudo isto, embora, por motivos unicamente pessoais, não possa estar presente no XVIII Congresso da Causa Real, apelo a que haja muitos Observadores e que estes possam falar e dizer o que lhes vai na alma e darem sugestões.

Quero assegurar aqui a Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, e à Causa Real e Reais Associações, de que estou a fazer a minha parte e espero que confiem em mim.

Estou decidido em Instaurar uma séria Democracia, com a Restauração da Monarquia em Portugal, e assim será até ao meu último suspiro!

VIVA SUA MAJESTADE O REI DE PORTUGAL!

VIVA!

VIVA!

VIVA!

O “presidente honorário” do PSD…

retomou posse do seu sonhado cargo de 1º ministro sombra. Que vergonha, que falta de nível para a função constitucional, benza-o Deus! Nada de novo, confirma-se a falsidade do corriqueiro …”de todos os portugueses”, tratando-se apenas da mesma luta intestina do regime. Em suma, o discurso – entremeado por muito audíveis rosnares do lado esquerdo -, consistiu na oportunista “deolindação” de Belém. A uns dias da tal manifestação, fez os possíveis para que o seu nome – também – não seja proferido na rua. Isto, da parte de um até agora ostensivo colaboracionista e responsável de três décadas, pelo estado a que Portugal chegou.

 

Separadas as águas, se o PS tivesse um mínimo de decoro, reuniria esta noite a Comissão Política e declararia o seu apoio à instauração da Monarquia.

 

Pobres diabos…

Nuno Castelo-Branco – Estado Sentido

Portugal: Terra de um Povo Livre!

Em tempos bem distantes, ainda antes da Era de Cristo, Nosso Senhor, numa época em que o grande Império Romano estava em expansão, com os Exércitos de César a marcharem sobre a Europa, incluindo a Península Ibérica, existia, no extremo ocidental, na costa Atlântica, numa terra chamada Lusitânia, um povo guerreiro, com origens celtas e iberas que resistiu durante anos às invasões e à submissão às Leis de Roma. Esse povo guerreiro, era liderado por Viriato, que conseguiu, por diversas vezes derrotar tropas romanas que tentavam invadir o território de seu povo. Até que um dia, dois amigos de Viriato, decidem oferecer seus serviços a Roma e, por troca de dinheiro, mataram o grande Líder. Só que, quando estes foram para receber sua recompensa, o General Romano, disse-lhes que “Roma não paga a traidores” e mandou-os executar. Viriato morreu e seu povo acabou por ser subjugado pelos Romanos.

No século V, depois de Cristo, o Império Romano do Ocidente cai e a Península Ibérica é ocupada por povos germânicos, nomeadamente os Suevos que ocupariam uma boa parte do territórios que hoje se situa entre a Galiza e o Minho e os Visigodos ocuparam o resto da Península. Com uma crise de sucessão sueva, os Visigodos tomaram a sua capital, Portuscale, e acabaram por unir sob a sua Coroa toda a Península Ibérica.

Mas a Herança Sueva manteve-se. Quando em 711, os Mouros invadem a Península Ibérica, os Suevo-Visigodos, irão se refugiar nas Astúrias e conseguem resistir nessas terras altas e frias às investidas muçulmanas e acabarão, por contra-atacar ao longo dos séculos seguintes até que já no século XI, metade da Península Ibérica já era de novo, ocupada pelos descendentes dos povos Suevos e Visigodos, Cristão convertidos anteriormente, e criaram os novos Reinos de Leão, Castela, Navarra, Aragão e obviamente, Portugal que antes da formação do Condado Portucalense, já tinha nobres com ascendência Sueva e Visigótica que se juntaram ao Conde Dom Henrique, de origem Francesa, que se casou com Dona Teresa, filha Bastarda do Rei Afonso VI de Leão e Castela, e que procuraram junto dele, recuperar a velha Coroa Sueva que tinha sido tomada pelos Visigodos séculos antes.

Tal não se sucedeu com o Conde Dom Henrique, mas sim com o seu filho Dom Afonso Henriques, que graças aos seu grande espírito guerreiro, porá em prática as ideias de Seu Pai, e fundará o Reino de Portugal, nosso País.

A partir desse momento, Dom Afonso Henriques, enquanto Rei dos Portugueses, nunca pagou nenhuma tensa aos seus primos de Leão e Castela, porque efectivamente, o que ele sempre pretendeu, foi ser Rei Independente e Livre, numa Terra Livre, de Gente Livre.

Deste tempo, através dos princípios da nossa História – Pátria, surge o Pacto entre a Coroa e o Reino. Nenhum Rei subiria ao Trono sem ser Aclamado, isto é, sem ser eleito e confirmado por uma Assembleia. Inicialmente, até Dom Afonso III, as Cortes eram representadas apenas pela Realeza, a Nobreza e o Clero, mas este Rei, que veio de Bolonha para substituir o incapaz de seu irmão Dom Sancho II, que tinha sido excomungado pelo Papa, determinou, nas Cortes de Leiria de 1215 que os Concelhos, seriam representados, isto é, o Povo passava a ter os seus representantes nas Cortes, e assim foi até 1688, ano que Dom Pedro II decidiu já não ser preciso reunir Cortes para que um Rei suceda a outro. Contudo, desde a aclamação de Dom João V até ao Liberalismo Monárquico, os Reis foram sempre aclamados junto dos representantes de todo o Reino – Clero, Nobreza e Concelhos (Povo).

O Povo Livre, sempre quis ser independente do Reino de Espanha (anteriormente, Leão e Castela …), foi assim, ao aclamar Regedor e Defensor do Reino o Mestre de Avis, Dom João, que passaria a ser Rei de Portugal, como Dom João I.

Foi o povo que se juntou ao Prior do Crato, Dom António I, aclamado em Santarém que lutou com bravura no Vale de Alcântara, contra o Duque de Alba, acabando por perder a batalha, mas o sentimento de querer ser livre, manteve-se sempre vivo durante os 60 anos de domínio espanhol.

Foi o povo, que se juntou aos 40 Conjurados que derrubaram o poder espanhol em Lisboa e no Reino, participando patrioticamente, diria, na luta pela liberdade do Reino, aclamando Dom João IV como seu Rei.

Foi o povo, que se juntou ao Infante Dom Pedro, para derrubar o Rei Dom Afonso VI, e selar a Paz de uma Guerra da Restauração que estava a esgotar todo o Reino e Dom Pedro assinou a Paz com a Espanha em 1668.

Foi o povo, que mais uma vez se uniu, contra as invasões napoleónicas, juntando-se aos nossos heróis nacionais que acabariam por liderar a revolução Liberal de 1820, lutando pela Constituição e o Estado de Direito que Portugal acabaria por ser apenas 14 anos depois e com total consolidação, a partir de meados do século XIX.

Foi o povo, que se uniu, entregando seus dinheiros e jóias, para financiar uma possível guerra com a Grã-Bretanha por ocasião do Ultimatum de 1890.

Foi o povo, que nos anos da agonia da Monarquia, esteve sempre do lado dos seus Reis.

Não foi o povo que proclamou a República, mas sim um bando de traidores à Pátria, que nunca perceberam nada da História do seu Povo, matando o Rei e o Príncipe Real e impondo um regime anárquico e ditatorial, seja na I República, seja na II República e na III República. As falsas expectativas criadas pelos diversos golpes militares, regimes políticos republicanos, autoritários, militares, guerras inúteis levaram ao actual estado da Nação.

Viriato foi o nosso Primeiro Grande Líder, nesta terra de Liberdade.

Dom Afonso Henriques e seus descendentes perceberam que desde o início devíamos ser um Povo Livre e Independente.

Nós somos livres e o nosso Rei é livre.

Nós somos livres, pela Lei consagrada numa Constituição. E o Rei é Livre, pois não depende de ninguém a não ser de si próprio para prover ao bem do Reino, garantindo a Paz Interna, a Democracia e as Liberdades e Garantias do seu Povo; nós todos, Portugueses, Lusitanos!

Em todos os momentos da História da “Lusitania antiga Liberdade” – como lhe chamou o Grande Camões, o Povo fez-se ouvir e clamou sempre pela sua Liberdade.

Foi a República que lhe tirou a Liberdade impondo modelos políticos estrangeiros, afrancesados que nada correspondem às ânsias do Povo.

Devemos nos concentrar naquilo que fomos e no que nos tornámos.

Façamos ouvir a nossa Voz. Erguêmo-nos uns após os outros, até que de cordeiros, passemos a ter vozes de leões e impugnemos a nossa vontade junto de quem nos enganou, aclamando o nosso Rei, nosso Líder, Dom Duarte de Bragança, Herdeiro dos Nossos Maiores.

Viva o Rei!

Viva Portugal!

103º ANIVERSÁRIO DO REGICÍDIO: UMA COMOVEDORA HOMENAGEM

No 1º de Fevereiro ao final da tarde a Igreja da Encarnação foi pequena para acolher as centenas de patriotas que quiseram marcar presença ao lado da Família Real Portuguesa na homenagem a SS.AA.R.R., El- Rei Dom Carlos e do Príncipe Real Dom Luiz Filipe por ocasião do 103º aniversário da passagem do seu cobarde assassinato no Terreiro do Paço. A emotiva cerimónia religiosa foi presidida pelo Padre Gonçalo Portocarrero de Almada cuja Homilia pode ser lida aqui
Seguiram-se os testemunhos de pesar
(Clique nas fotos para ampliar) 

Fonte: Blogue “Família Real Portuguesa

O Rei da CPLP

 

No excelente blog que é o Bic Laranja, corre uma enorme polémica acerca do pedido da nacionalidade timorense, atempadamente enviado pelo Senhor D. Duarte às autoridades de Dili. Passando sobre umas tantas habituais e inócuas grosserias, a maioria dos comentadores – mais de 80! -, manifesta uma certa estupefacção pelo pedido real, dada a total incompreensão daquilo que é o direito sucessório à Coroa e a manifestação de um visionário projecto de uma portugalidade renovada.

 

Jamais qualquer londrino ou edimburguês questionou o facto de Isabel II ter a nacionalidade britânica e simultaneamente, ser canadiana, australiana, jamaicana,  ou neo-zelandesa. O conceito da Commonwealth que tão bem tem servido uma imensa comunidade de povos e de interesses, normalizou este aspecto marginal da “nacionalidade”. Antes de tudo, Isabel II é a soberana em título, como tal reconhecida representante da dita comunidade de valores e dos interesses que até hoje ditam a ainda forte presença britânica no mundo. Mais, Isabel II é o chefe da Commonwealth, onde pacificamente coexistem monarquias – entre as quais as acima citadas e outras que como Tonga, o Lesoto e a Suazilândia, têm soberanos próprios – e repúblicas como a África do Sul, a Índia, o Ceilão ou a Tanzânia.

 

Arrepelam-se os cabelos, atira-se cinza do tabaco para a chávena de café e roem-se unhas em estupor pela “perda do Rei”. Mas que perda? Onde está ela, que ninguém no seu perfeito juízo a vislumbra?

 

D. Duarte vê um Portugal maior e mais extenso que jamais, composto por uma miríade de povos livres e soberanos, mas voluntariamente unidos num interesse comum ditado não apenas pelo passado, mas pela necessidade do gizar de um futuro que hoje, nesta fase de acelerado desaparecimento de um mundo que durante tanto tempo conhecemos, urge erguer e garantir. O espaço atlântico, alargado ao Índico e às longínquas paragens do Pacífico ocidental, são a meta tentadora que é imperioso atingir. Incluir na CPLP a Guiné Equatorial, o Senegal, a Indonésia e quem pretenda revigorar ancestrais laços com a velha e quase desaparecida potência do alvorecer da globalização, consiste em primeiro lugar, numa enorme honra e distinção para os portugueses. Torna-se ainda mais importante, por dar total consistência ao nosso secular projecto nacional, por si só capaz de atrair a simpatia e o sentido de pertença de gentes de características tão díspares e separadas por oceanos e continentes.

 

Existe um discreto sentimento de temor pela incerteza destes dias e a procura da segurança, induz à acção. Estando Portugal incluído em alianças colectivas de inegável poder no mundo, tal servirá para a aproximação de muitos países com difíceis problemas de afirmação e de progresso. Foi isso que o Duque de Bragança entendeu, ao viajar ininterruptamente por paragens onde Portugal deixou marca indelével. Preocupada com a sua irreversível decadência que ameaça a própria existência do Estado, a república deveria estar-lhe sumamente agradecida e entusiasticamente aderir ao projecto.

 

Melhor contributo, não seria possível deixar à posteridade. Estamos possivelmente no começo de um novo tempo e o caminho parece tão evidente quão infalível.

 

* Há precisamente 35 anos e aproveitando a loucura que grassava em Lisboa, o regime de Suharto invadiu Timor-Leste. Quem não se recordará daquilo que D. Duarte representou para a Libertação daquele povo, hoje dono do seu território?


Fonte: Estado Sentido

Cumprir Promessas

É bom esclarecer este povo teimoso, que em Monarquia não sustentamos ex-Reis. Em Monarquia o Rei ou Rainha reinam até morrer ou abdicar e mesmo se abdicarem, vivem dos rendimentos das suas Famílias e não é o Estado que os sustentam! Era só …o que faltava!
Na republica das bananas, são os contribuintes que sustentando o Estado, também sustentam os vários ex-Presidentes, como actualmente Ramalho Eanes, Mário Soares, Jorge Sampaio e proximamente, Cavaco Silva. Ambos com dois mandatos cada um! Façam as contas e vejam o que é melhor!
Vejam este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=h_ECOy8gE4M
Francamente, quero eu lá saber se ao chegar aos 35 anos posso ser Candidato a Presidente ou se posso eleger o Chefe de Estado. Quando uma República, como a Portuguesa é claramente e descaradamente mais cara que a Monarquia Espanhola, eu digo mas é Viva o Rei Dom Duarte! e a Monarquia Portuguesa! Qual republica qual quê…. Em Monarquia também há Democracia e onde aliás, os Partidos que chegam ao Governo cumprem muito mais as promessas eleitorais do que em Portugal. No Reino Unido, só para terem uma noção a taxa de cumprimento de promessas eleitorais está acima dos 80%. Portugal estima-se que esteja à volta dos 40% – se estiver!
Alguma vez a República é credível?

Já agora aqui vai uma classificação relativa às taxas de cumprimento de promessas eleitorais:

1.º Reino Unido – 85% – Monarquia

2.º Suécia – 83% – Monarquia

3.º Nova Zelândia – 76% – Monarquia

4.º Estado Unidos – 65% – República

5.º Noruega – 60% – Monarquia

6.º França – 60% – República

7.º Itália – 58% – República

8.º Países Baixos – 57% – Monarquia

9.º Espanha – 55% – Monarquia

10.º República da Irlanda – 52% – República

11.º República Checa – 45% – República

Creio que o Exemplo de serviço que as Monarquias dão aos seus Cidadãos, gere, claramente confiança pública destes nas suas Instituições. Os Políticos, em termos gerais sabem bem qual é o seu dever e os Cidadãos também sabem qual é o seu Dever.

Quando os Políticos cumprindo o seu dever, respeitam os Direitos dos Cidadãos, o Pacto Social entre as instituições públicas e a nação, está selado na confiança. Quando tal não acontece, surgem tumultos e desconfianças que podem levar e gerar crises políticas sérias.

As Monarquias demonstram, neste sentido, serem os regimes mais estáveis onde o nível de confiança dos cidadãos nos políticos é maior. Isto aliás, até vem a propósito do Presidente Cavaco Silva, se mostrar preocupado com a falta de prestígio da nossa classe política. É necessário, tendo em conta a crise, os detentores de cargos políticos, fazerem bem as contas e olharem bem para as diferenças entre as Monarquias muito mais baratas e a República Portuguesa, cada vez mais cara, atrevo-me a dizer.

Pela Monarquia Progressista

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A Monarquia para Portugal tem que marcar a diferença, estar com quem a República nunca esteve nem estará, ouvir quem a República nunca ouviu, respeitar, quem a República nunca respeitou. Tem que ser um regime Progressista, que não exclui absolutamente ninguém e que crie uma harmonia universal com todas as culturas e origens sociais. São por estes valores que luto e lutarei sempre esteja onde estiver.

Entendo que só assim faz sentido no século XXI em Portugal, defender a Monarquia. Outras vias, por muito respeitosas ou respeitáveis que sejam, não causaram tanto impacto e nunca terão tanto sucesso. Parabéns a aqueles que acreditam nos valores acima enunciados, pois estão no caminho certo, apesar de ainda ser penoso e dificil, mas nunca impossível seja em que momento se viver.

 

Se repararem bem, são estes valores que permanecem na grande maioria das Monarquias Europeias. Regimes que têm futuro, ao contrário da dita “república portuguesa” que tem cada vez mais os dias contados. É Dever dos Monárquicos Progressistas  aproveitarem a onda.
Acredito, que mesmo havendo Monárquicos na grande maioria do espectro político nacional, o papel do PPM, como Partido Progressista, pode ser muito útil. Se este Partido, uma dia havendo Monarquia deixará de existir, então faz todo o sentido que seja uma das várias vias para atingir o fim que TODOS os Monárquicos aspiram. Não considero, por isso, que estejamos divididos. Se todos queremos a Monarquia, lutaremos todos juntos por ela, cada um na sua área de acção. No fim, seremos todos vencedores. Melhor dizendo: no fim ganharão os Portugueses um melhor futuro! TODOS OS PORTUGUESES! VIVA O REI! VIVA PORTUGAL!

Notas

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1- As eleições presidenciais parecem mais ser leilões nos quais aquele que tiver mais dinheiro e influência ganha e como da noite para o dia, se torna o “Presidente de Todos os Portugueses”, mesmo quando há uma Abstenção igual ou superior a 50% e que numa escala de 0 a 100%, o candidato vencedor só terá recebido 25 %, ou seja 1/4 dos eleitores portugueses votou no vencedor. E ainda se fala em Igualdade?

2- Muito francamente prefiro não ter nem o direito a ser candidato a Presidente da República e muito menos ter o direito a votar para a Presidência. A Chefia de Estado não pode partir de uma Eleição directa, fracturante da sociedade. O Supremo Magistrado, para ser BOM MAGISTRADO, não pode fazer parte desta ou daquela facç…ão para ser contra outra ou entrar em conflito com o Governo.

3- Neste contexto a Chefia de Estado Monárquica, não sendo electiva directamente, mas por um processo de Aclamação – Pacto Social entre o Povo e as Instituições Representativas – é uma Entidade que Une e não Fracciona e a figura do Rei torna-se no mais perfeito exemplo de Supremo Magistrado da Nação, porque não pertence a nenhum grupo ou partido.

4- Concluíndo, sendo o Rei o melhor Supremo Magistrado da Nação que existe, permite uma muito melhor estabilidade Governativa, que não se consegue, nem com algum esforço dos Presidentes da República, consegue ultrapassar estes. Portugal precisa urgentemente de um novo Pacto Social.

Rodapé: Chegou a hora de nas Presidenciais, os Portugueses aclamarem Rei de Portugal, Dom Duarte de Bragança e acabar com preconceitos que nada servem o futuro da Pátria.

Conclusões do XXIII Congresso Nacional do Partido Popular Monárquico

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O XXIII Congresso Nacional do PPM decorreu este fim-de-semana (23 e 24 de Outubro) no Hotel Ritz em Lisboa. De forma, necessariamente sintética destacamos:
O Partido procedeu a uma profunda alteração estatutária, de entre as alterações efectuadas destacamos: a limitação dos mandatos do Presidente da Comissão Política Nacional (que passa a poder realizar apenas 3 mandatos sucessivos); a descentralização estatutária dos locais de reunião dos órgãos do Partido que passam a realizar-se obrigatoriamente em diversos locais do país; a criação de órgãos de organização local do Partido à escala territorial dos concelhos; a criação de um senado do Partido que agrega os Fundadores e ex-presidentes dos órgãos nacionais do Partido, no sentido de garantir a ligação do Partido com a sua História e fundamentos programáticos. Todas as propostas de alteração aos Estatutos foram aprovadas por unanimidade, algo sem precedentes na história do Partido. 
De destacar também a eleição dos novos órgãos do Partido num clima de grande consensualidade e de união interna. Nesse sentido, foram apresentadas listas de consenso para todos os órgãos do Partido. Algo também sem precedentes na história recente do Partido. Paulo Estêvão, líder parlamentar do Partido nos Açores foi eleito Presidente da Comissão Política Nacional com 99% dos votos.
Foram também aprovadas um conjunto de moções que defendem a integração do Partido numa futura coligação no espaço político-partidário ocupado pela antiga Aliança Democrática (AD). Nesse sentido os órgãos do Partido tudo farão para despoletar a criação duma aliança política pré-eleitoral entre o PSD, o CDS e o PPM.
Do ponto de vista especificamente programático, o PPM centrou o seu discurso na recuperação do sector agrícola, na continuação da defesa do discurso ecológico cuja paternidade em Portugal lhe pertence, na priorização da construção de uma grande estratégia nacional para a exploração do 10ª maior Mar Territorial do mundo, no regresso de critérios de grande exigência e qualidade ao sistema educativo, na manutenção de um grande esforço de carácter orçamental para auxiliar os mais desfavorecidos (política social) e na defesa deste tipo de princípios programáticos nas restantes áreas de actividade aqui não referenciadas.
No que diz respeito à actualidade política, o PPM solicita a todos os agentes político presentes na Assembleia da República que ajam com moderação e sentido de Estado. Não temos nenhuma dúvida que este Primeiro-Ministro não tem soluções para o país e que deve ser rapidamente substituído, mas isso não pode significar lançar o país numa grave crise orçamental que dirija o país para o abismo. Relativamente à Revisão Constitucional, o PPM defende a alteração da Constituição no sentido de possibilitar aos portugueses a opção de escolha do regime em referendo (Monarquia ou República). No que se refere à questão do reforço das competências das autonomias regionais, o PPM – que tem assento no Parlamento Açoriano – defende um amplo conjunto de alterações constitucionais. Entre outras coisas refere-se, a extinção do Representante da República, o aumento das competências do Parlamento Açoriano e a blindagem constitucional da Lei das Finanças Regionais.

ÓRGÃOS ELEITOS

PRESIDENTE HONORÁRIO

JOSÉ JORGE MONIZ CORTE-REAL DA ASSUNÇÃO ANDRADE
MESA DO CONGRESSO

PRESIDENTE – PAULO CORTE-REAL CORREIA ALVES
VICE-PRESIDENTE – ADRIÃO SARAIVA GONÇALVES
SECRETÁRIA – MARIA ALEXANDRA SILVANO PATO

CONSELHO NACIONAL

BELBINA LAUREANA FERREIRA EURICO MATIAS
MARIA ORLANDA FERREIRA EURICO MATIAS
LUÍS MARIA BARREIROS
JOSÉ CARLOS SÁ MENESES
PEDRO PAULINO NORONHA
ANTÓNIO MANUEL CABRAL OLIVEIRA
ALCIDES BRANCO MENDES ANDRADE
SANDRA TORRALVO MENDONÇA
ANA DE JESUS MARIA PEREIRA
GABRIEL JORGE PATO
FLORBELA PINHEIRO TORRALVO
FLORA TORRALVO DA SILVA MENDONÇA
ANA MARIA FARIA REIS CARVALHO
AUREA DE FÁTIMA GOMES DA ROCHA
PEDRO TOMÉ ALEIXO
ANA ISABEL SILVANO PATO
AMARO JORGE BORDA D’ÁGUA
FÁBIO REIS FERNANDES
TERESA MARIA BARBOSA DORDIO
JOSÉ MANUEL SANTIAGO

COMISSÃO POLÍTICA NACIONAL

PRESIDENTE: PAULO JORGE ABRAÇOS ESTÊVÃO
1º VICE-PRESIDENTE: GONÇALO MARIA PACHECO DA CÂMARA PEREIRA
2º VICE- PRESIDENTE: MANUEL MARIA BENINGER SIMÕES CORREIA
3º VICE-PRESIDENTE: ARMANDO CARLOS FERREIRA
SECRETÁRIO-GERAL: VALDEMAR PEDRO ALMEIDA
VOGAIS: FREDERICO DUARTE CAVACAS TEIXEIRA DE CARVALHO
                VANDA CRISTINA DA CRUZ RAIMUNDO
                JORGE HENRIQUE DE ALEGRIA CIRNE
                ALINE GALLASCH- HALL
                PEDRO MORAIS MESQUITA BORGES DE MACEDO
                SÍLVIA MARIA RODRIGUES DE OLIVEIRA
                GIL FRANCISCO CAVALEIRO PINTO
                JOÃO PEDRO FONSECA PINTO
                MANUEL MARIA CÂMARA MELLO VAZ DE SAMPAYO
                MARIA DO CARMO CABRAL DA CAMARA PEREIRA MUNOZ

CONSELHO DE JURISDIÇÃO NACIONAL

PRESIDENTE: MANUEL HUMBERTO S. JOÃO
SECRETÁRIA: DEOLINDA ROSA MACHADO VIEIRA ESTÊVÃO
SECRETÁRIO: JOÃO MANUEL ALFERES DAS PEDRAS

SENADO

PRESIDENTE: MIGUEL PIGNATELLI DE ATAIDE QUEIROZ

(Fonte: Sítio oficial do Partido Popular Monárquico)

S.A.R. o Duque de Bragança lança Instituto dos Mares da Lusofonia

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    S.A.R. o Duque de Bragança lança Instituto dos Mares da Lusofonia

 
 
 
 
 
 
 
 
  
  
22 de Outubro 2010 
 
O Duque de Bragança encerrou hoje em Cascais, Portugal, o II Congresso dos Mares da Lusofonia anunciando a criação do Instituto dos Mares da Lusofonia. O novo organismo terá como objectivo aprofundar, de forma continuada, as matérias relacionadas com o interesse estratégico do Mar no universo lusófono numa altura em que a extensão das Plataformas Continentais junto da ONU constitui a preocupação central para a maioria destes países.
  
 
 O II Congresso decorreu durante dois dias e contou com a participação de dezenas de especialistas da área do Mar de todos os Países de Expressão Oficial Portuguesa, constituindo uma iniciativa da Fundação D. Manuel II com o apoio da CPLP e da Câmara Municipal de Cascais.

Na sessão final, foi ainda revelado que o Instituto, que irá funcionar nas novas instalações da Fundação D. Manuel II no Chiado, está em fase adiantada de formação, já dispõe de estatutos e prepara-se para receber os primeiros associados membros dos países lusófonos. A sensibilização das academias para programas de licenciaturas e mestrados ligadas às ciências do Mar e o estabelecimento de protocolos com instituições de investigação internacionais para jovens lusófonos são alguns dos objectivos imediatos do novo instituto.

O Congresso que agora termina, sob o tema do alargamento da Plataforma Continental, conjugou os desígnios do Mar e da Lusofonia abordando os aspectos políticos, de segurança, jurídicos, ambientais, científicos e tecnológicos dos Oceanos. Foi uma oportunidade para confrontar as experiências dos oito países que falam português definindo objectivos concretos que serão publicados em breve e entregues à CPLP e às entidades competentes.
 
 
Clique para aceder à página do Congresso Mares da Lusofonia
 
 
 

 

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O Partido Popular Monárquico – PPM

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Flag of Portugal, land use (1830-1910).

Image via Wikipedia

Tendo em conta que hoje se realizou o XXIII Congresso do Partido Popular Monárquico – PPM, no qual, foi eleito para novo mandato, o Dr. Paulo Estêvão para Presidente do Partido, gostaria de tecer alguns comentários sobre os últimos acontecimentos relacionados com este Partido histórico da Democracia Portuguesa, enquanto Monárquico.

1- Se é verdade que até há bem pouco tempo havia uma situação de guerrilha entre o PPM, nomeadamente o seu ex-Presidente e os restantes monárquicos, hoje, apraz-me poder afirmar com enorme satisfação, que tal não acontece mais; a família monárquica está portanto bem unida, à parte ainda algumas pessoas que eventualmente não tenham concordado com esta união, relativamente, à Sucessão Dinástica Portuguesa, mas felizmente que em termos consequentes, tal situação já está sanada definitivamente!

2- O PPM, desde a sua fundação, tem sido mais do que um Partido pró-Monarquia. Tem sido um partido que tem defendido a nossa terra, a nossa paisagem, a identidade portuguesa. É um Partido cuja principal finalidade é contribuir para a restauração da Monarquia em Portugal, mas também é um Partido pró-exectivo, isto é, é um partido que se preocupa, como acabo de o referir, com as mais diversas áreas da vida portuguesa.

3- Permitam-me citar o Dr. Paulo Estêvão a uma Entrevista ao jornal “O Diabo”:

7 – Um dos maiores princípios não escritos do PPM é que se extinguirá no momento em que o regime em Portugal voltar à monarquia. Concorda?

Sim. A principal razão da nossa existência, para além de um Programa partidário muito rico em causas nacionais, tem a ver com a defesa de um sistema constitucional monárquico à semelhança dos que existem em países tão desenvolvidos e estáveis como a Suécia, a Holanda, a Nova Zelândia, a Bélgica, a Grã-Bretanha, o Luxemburgo, o Canadá, a Espanha, a Austrália, a Dinamarca, a Noruega, o Japão e muitos outros.

Somos monárquicos que acreditamos que a alteração do nosso sistema de governo se deve fazer no âmbito da luta partidária e democrática. Aliás, os republicanos fizeram o mesmo durante a nossa monarquia constitucional. O Partido Republicano Português obteve várias vezes representação parlamentar e diversas figuras emblemáticas da I República, como o Afonso Costa ou o Manuel de Arriaga, integraram o Parlamento da Monarquia Constitucional Portuguesa.

O que se passou é que como nunca lograram ganhar nas urnas decidiram matar o Rei e provocar um golpe de Estado contra um Governo eleito democraticamente. A seguir o PRP criou um regime não democrático, em que através da coacção e do assassinato político logrou ganhar todas as eleições que se realizaram durante a I República (sendo que apenas votava 30% da população masculina, algo confrangedor quando comparado com os 70% da população masculina que votava na monarquia).

Em síntese, manter-nos-emos fiéis aos mecanismos democráticos e deixamos métodos como o assassinato político e a revolta armada para o cardápio comemorativo da República. Se viermos a ser novamente uma monarquia, o Partido Popular Monárquico extinguir-se-á ao contrário do que fez o Partido Republicano Português que dedicou o melhor do seu tempo a tentar extinguir a oposição política.

8 – Os monárquicos em Portugal parecem divididos entre os apoiantes de D. Duarte e os detractores. Faz sentido? Deve o PPM participar nessa luta?

Não faz nenhum sentido e nós não participamos, nem promovemos, esse género de questões.

9 – Para si, quais os valores que o partido defende e que mais nenhum, em Portugal, considera? O que me fará votar PPM?

Os nossos valores são, glosando o que disse em determinada altura o Primeiro-Ministro que temos a infelicidade de nos governar: ”Portugal, Portugal … Portugal”. Fonte: Blogue do PPM

O Partido Popular Monárquico é o único partido que defende, do ponto de vista programático e estatutário, a criação de uma monarquia constitucional. Ou seja, uma alteração do regime político vigente e uma alternativa real para Portugal. Quando a situação económica e político-partidária do país entrou em colapso em 1926, a solução encontrada por alguns sectores foi um Golpe de Estado que deu origem à ditadura militar e ao Estado Novo. Por sua vez, o envelhecimento e a decadência do regime que sucedeu à I República teve como desenlace final o golpe militar de 1974.

Actualmente vivemos, novamente, uma situação de ruptura económica, social e política. O sistema político está arruinado pela lógica de facção e o triunfo da mediocridade dos carreiristas políticos. A situação orçamental do Estado é dramática, mas os agentes político-partidários estão reféns do sistema clientelar que criaram e demonstram total incapacidade de inverter o rumo dos acontecimentos. O sistema judicial está transformado num caos e é refém do sistema partidário vigente.

Nesta situação, algo tem de mudar antes que se instale a desordem, a bancarrota e o caos. Tudo precisa de começar de novo, de forma a extirpar os cancros instalados no corpo da nação. A solução não passa, nos nossos dias, por um pronunciamento militar. A solução passa pela regeneração do sistema político, através da criação de uma monarquia constitucional. Pelo surgimento e afirmação de novos partidos políticos imbuídos de um forte sentimento patriótico e libertos das clientelas tradicionais. Tudo isto arbitrado, com total isenção, por um Rei que seja fonte e garante da unidade da nação portuguesa. A restauração da monarquia portuguesa é a única válvula de escape que nos resta para regenerar o país. Não existe outra alternativa.

O PPM tem todas as condições para corporalizar uma alternativa real ao actual regime. Descrevemos, nesta entrevista, os nossos propósitos para o futuro, mas o nosso passado, enquanto partido de Governo (1979-1983), não deixa dúvidas em relação à firmeza da nossa proposta política: foi nossa a iniciativa parlamentar de extinguir o Conselho da Revolução (1982) e o consequente início do trilho rumo a uma sociedade verdadeiramente pluralista e democrática, livre de tutelas político-militares de natureza marxista.

Lisboa, 4 de Julho de 2010

Paulo Estêvão”

Conclusões: Cabe ao PPM acima de tudo, lutar por um Portugal melhor. Não vejo, por que não haver um Partido Monárquico, afinal, se este havendo no futuro Monarquia acabará por deixar de existir, porque obviamente, um Rei não pode ter nenhum partido a apoiá-lo, nem o Rei poderá apoiar um partido político, seria contrasensual. Assim, ao contrário do que pensava anteriormente, em que era contra a existência do próprio PPM, a verdade é que se a Família Monárquica está unida no essencial, podem os monárquicos perfeitamente estar com quem bem entendem e trabalhar o melhor possível para a mudança de regime em Portugal. Uns não são nem serão nunca mais monárquicos do que outros.

Sou Associado da Real Associação de Lisboa, entrei em rotura com a actual Direcção da mesma e também pretendo me demitir do cargo de Conselheiro Monárquico, mas não deixarei nunca de participar na vida associativa da dita associação. Agora, nada me impedirá, nestes novos contextos actuais, de um dia, se me der na cabeça, me tornar Militante do Partido Popular Monárquico; por uma simples razão:

a) é verdade que há monárquicos noutros partidos;

b) o problema é que nesta fase “do campeonato” já não consiggo me rever em nenhum dos partidos do sistema, digamos….

Os meus sinceros votos para que a Direcção liderada pelo Dr. Paulo Estêvão, seja bem sucedida por um Portugal melhor; tendo em conta a realidade actual do nosso País, neste momento, precisamos mesmo de uma mudança e ajudar o PPM a ganhar mais militantes, certamente, poderá ser bastante entusiasmante; pois só assim, se tornará num partido cada vez mais forte.

 Nota final: ao defender directamente ou indirectamente a existência do PPM e ao mostrar disponibilidade em ajudar este partido, não estou a trair nem o principio monárquico, e muito menos Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte de Bragança, em quem reconheço total Legitimidade na Sucessão Dinástica Portuguesa, tal como anteriores Dirigentes do Partido assim o fizeram.

900 anos

DISCURSO DE S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA NO 5 DE OUTUBRO DE 2010 EM GUIMARÃES - PAÇO DOS DUQUES DE BRAGANÇA
Amigos, se tivermos sorte, se o altíssimo assim quiser, se o belzebu cancerígena for pregar para outra freguesia, nós vamos comemorar o 900.º aniversário de Portugal. Em 2043, Portugal vai fazer 900 anos. Este meia-leca à beira-mar plantado vai assim cumprir nove séculos de impertinente soberania. Na ONU, se os países fossem ordenados pela antiguidade, Portugal só seria suplantado pela China e Inglaterra. E se o critério fosse a imutabilidade das fronteiras, então, até os chineses teriam de se curvar perante o ancião tuga. Isto, meus amigos, conta. A idade é um posto. E, reparem, eu não estou a invocar a ladainha manuel-alegrista da ‘missão universal’. Nada disso. Estou apenas a falar desta calma serena, desta paz que nasce da simples constatação: estamos aqui há 900 anos. Quando lhe resta um mísero século para atingir um milénio de existência, um país deixa de ser um país e passa a ser uma civilização, essa coisa que funde a história com o mito. E Portugal é uma civilização. Confusa, caótica e suicidária, mas uma civilização.

Esta idade milenar devia encher de orgulho os portugueses. Afinal, não é todos os dias que uma nação atinge esta idade profética, chinesa, bíblica. Ora, se bem repararam, eu escrevi “devia encher de orgulho”, e não ‘enche de orgulho’. Por que razão fiz isso? Porque os portugueses, na verdade, estão desligados da fundação do seu próprio país. Portugal foi fundado em 5 de Outubro de 1143. Sim, não me enganei no dia. Portugal foi fundado num mui medieval 5 de Outubro, o mesmo 5 de Outubro do golpe de Estado que implementou um regime antidemocrático e violento vulgarmente conhecido pelo eufemismo de ‘I República’. Como já perceberam, estas contas querem dizer uma coisa: na terça-feira, Portugal fez 867 anos, mas a nossa elite comemorou os 100 anos de um golpe de Estado.

Ao comemorar o 5 de Outubro de uma certa esquerda e não o 5 de Outubro de todos os portugueses, a III República está a privilegiar um regime em detrimento do país. E é um absurdo esta coisa de comemorarmos uma ideologia enquanto desprezamos a fundação de Portugal. O país é anterior às ideologias. O país precede os regimes. Os regimes e as ideologias existem para servirem o país, e não o contrário. Ao celebrar 1910 em vez de 1143, a III República está a dizer que Portugal existe para servir a ideologia da esquerda jacobina. Para a nossa classe dirigente, a ideologia da Lisboa carbonária é mais importante do que o país. E isto, meus amigos, é imperdoável. É imperdoável que 16 anos de caos e violência (1910-1926) sejam mais importantes do que 900 anos de história. Imperdoável. Mas, calma, amigos: em 2043, fazemos contas com esta amnésia jacobina.

PS: não, não sou monárquico. Mas também não sou parvo.

Fonte: Expresso

Monarquia ou República. Uma Questão de Direito e de Cidadania

S.A.R. Dom Duarte de Bragança
S.A.R. Dom Duarte de Bragança

S.A.R. Dom Duarte de Bragança

A questão Monarquia ou República está cada vez mais em voga em Portugal, tanto que, o actual regime político demonstrou já aos Portugueses daquilo que é verdadeiramente incapaz de resolver, e que é, de facto, não só a crise de Identidade, a luta contra a despreocupação social, e acima de tudo isto, joga-se o futuro de Portugal no que toca à aprovação ou não do próximo Orçamento de Estado para 2011, a aproximação das próximas eleições presidenciais, com a cada vez maior probabilidade da vitória do Prof. Cavaco Silva para um Segundo Mandato – apesar de, este, até à presente data, ainda não ter anunciado a sua recandidatura.

A crise social endémica, que poderá piorar a partir do próximo ano. A possibilidade de entrada do Fundo Monetário Internacional para resolver a crise orçamental Portuguesa, e os altos níveis de desemprego, o fim de certos beneficios fiscais, e o aumento das despesas do Estado em obras de luxo, apesar de tudo, poderão criar muito rapidamente um grande descontentamento na população portuguesa e revolta.

Por tudo isto, a questão do regime é cada vez mais urgente. O artigo 288.ºb) da Constituição da República Portuguesa, nos limites materiais de revisão é claro: “As Leis de revisão constitucional deverão respeitar … a forma republicana de governo”, querendo dizer com isto que os Portugueses, mesmo com um regime decadente e que dia após dia está a prejudicar o futuro da Nação, são obrigados a viver com ele. O Direito Democrático de poder escolher outro regime, em Portugal não existe e é uma falha gravissima na actual Democracia, desta III República. Não só obriga os Portugueses a viverem sob o regime republicano, mesmo que não o queiram, como também marginalizam uma boa parte da população portuguesa que se revê na Monarquia. O actual regime português, cujo monopólio está claramente nas mãos do Partido Socialista e da Maçonaria – perdoem-me se me engano – contradiz-se até nos seus valores fundamentais que são a Liberdade, a Igualdade e a Fraternidade; isto é, não há liberdade de escolha de regime em Portugal, alegando que salvam a Democracia impedindo qualquer acesso à Monarquia à Chefia do Estado, insultando deste modo, aliás, todas as Monarquias Europeias que são Democracias de excelência, assim como insultando os Portugueses, como se estes não soubessem escolher o que pretendem para o seu futuro; não há Igualdade, porque se houvesse, a Constituição seria não só ideológica, mas não marginalizaria parte da população que é Monarquica, e a nível de Fraternidade, se como disse marginaliza parte da população que é Monárquica, de fraterna, esta República tem pouco, porque não só impede os Portugueses de escolherem o que querem, mas também usa e abusa dos dinheiros dos contribuintes para grandes privilégios, que em várias Monarquias Europeias, estão, aliás, a cortar nisso tudo, porque estamos TODOS em crise!

Por outro lado, esta é também uma questão de Cidadania.

Se é verdade que Nós Portugueses não podemos escolher viver em Monarquia Parlamentar e Democrática, retiram-nos, portanto, o direito à realização de um Referendo sobre esta matéria. Felizmente, os Monárquicos estão organizados de uma forma oficial ou não oficial, mas com iniciativas válidas e que a Família Real Portuguesa, Chefiada por Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte de Bragança, tem ganho, sobretudo nestes últimos anos, uma grande projecção nacional e até internacional.

Os Monárquicos, segundo Miguel Esteves Cardoso, “ formam o maior partido clandestino em Portugal.”; isto é significativo, porque segundo recentes estudos, mais de 30% da população Portuguesa se considera Monárquica. Como é que é possível, a República Portuguesa fechar os olhos a esta realidade? Culpam os Monárquicos de serem a favor de ideologias francamente ultrapassadas, mas esquecem-se que muitos monárquicos até chegaram a estar na oposição contra o Estado Novo da II República. Os Monárquicos também lutaram pela Liberdade do Povo Português.

Pelo que, o melhor que os Monárquicos têm a fazer, é continuar o seu exercício de cidadania, na divulgação do Ideal Monárquico à população, de diversas formas. Assim como dar mais e melhor destaque às actividades da Família Real Portuguesa. Precisamos de todos os Portugueses para mudar o destino de Portugal. Em termos morais, e éticos, a República não tem o direito de vedar, democraticamente, ao Povo, a livre escolha do seu futuro.

Já que se fala em Revisão Constitucional para estes dias, então, está na hora de mudarmos essa malfada vergonha constitucional para a “forma democrática de governo”, porque o que não poderá nunca estar em causa é a Democracia. Se os Portugueses quiserem ter um Rei, pois que tenham, no quadro de uma Monarquia Parlamentar, Democrática, Portuguesa, Europeia e Universalista.

O Senhor Dom Duarte de Bragança tem demonstrado ao longo da sua vida que tem todas as capacidades e qualidades para ser um dos melhores Reis que Portugal alguma vez teve. E mais! Mesmo não sendo Rei de facto, é-o, Rei de jure, e neste sentido, tem servido a Pátria Portuguesa, com um invulgar exemplo e alto sentido de dever.

Em jeito de conclusão:

Deve ser um Direito aos Portugueses de poderem escolher a Monarquia democraticamente e nada nem ninguém nos deve impedir;

É um Dever da República garantir esse direito democrático;

A Constituição deve ser ideologicamente neutra;

A Monarquia tem que ser vida como uma esperança, e certamente a única para o futuro dos Portugueses;

A Causa Monárquica no seu todo, tem que continuar a exercer o seu direito de cidadania e lutar pela mudança;

A Causa Monárquica tem que também chamar a atenção para injustiça desse artigo da Constituição, que além de ser anti-democrático, marginaliza boa parte da sociedade portuguesa.

Biografia de S. Nuno de Santa Maria

Nuno Álvares Pereira (1)

Image via Wikipedia

Biografia

 

Nuno Álvares Pereira nasceu nos Paços do Bonjardim, na vila de Cernache do Bonjardim, concelho da Sertã, mas há também historiadores que defendem que ele nasceu em Flor da Rosa, concelho do Crato. É um dos 26 filhos conhecidos do prior do Crato, D. Álvaro Gonçalves Pereira e de Iria Gonçalves do Carvalhal (Alentejo).

Casou com Leonor de Alvim a 1377 em Vila Nova da Rainha, freguesia do concelho de Azambuja.

Quando o Rei Dom Fernando I morreu em 1383, sem herdeiros a não ser a princesa Beatriz casada com o rei João I de Castela, Nuno foi um dos primeiros nobres a apoiar as pretensões de Dom João, o Mestre de Avis à Coroa. Apesar de ser filho ilegítimo de Dom Pedro I, Dom João afigurava-se como uma hipótese preferível à perda de independência para os castelhanos. Depois da primeira vitória de Álvares Pereira frente aos castelhanos na batalha dos Atoleiros em Abril de 1384, Dom João de Avis nomeia-o Condestável de Portugal e Conde de Ourém.

A 6 de Abril de 1385, Dom João I é reconhecido pelas Cortes reunidas em Coimbra como Rei de Portugal. Esta posição de força portuguesa desencadeia uma resposta à altura em Castela. João de Castela invade Portugal com vista a proteger os interesses de sua mulher Beatriz. D. Nuno Álvares Pereira toma o controlo da situação no terreno e inicia uma série de cercos a cidades leais a Castela, localizadas principalmente no Norte do país.

A 14 de Agosto, D. Nuno Álvares Pereira mostra o seu génio militar ao vencer a batalha de Aljubarrota à frente de um pequeno exército de 6000 portugueses e aliados ingleses, contra as 30 000 tropas castelhanas. A batalha viria a ser decisiva no fim da instabilidade política de 1383-1385 e na consolidação da independência portuguesa. Finda a ameaça castelhana, Nuno Álvares Pereira permaneceu como Condestável do Reino e tornou-se Conde de Arraiolos e Barcelos. Entre 1385 e 1390, ano da morte de João de Castela, dedicou-se a realizar raides contra a fronteira de Castela, com o objectivo de manter a pressão e dissuadir o país vizinho de novos ataques.

Do seu casamento com Leonor de Alvim, o Condestável teve 3 filhos, mas apenas uma filha teve descendência, Beatriz Pereira de Alvim, que se tornou mulher de Dom Afonso, o primeiro Duque de Bragança, dando origem à Casa de Bragança, que viria a reinar três séculos mais tarde e da qual descende Dom Duarte, Duque de Bragança e actual Herdeiro do Trono Português. Lembrado como um dos melhores Generais Portugueses, abraça, nos últimos anos, a vida religiosa carmelita.

Vida religiosa

 

Após a morte da sua mulher, tornou-se carmelita (entrou na Ordem em 1423, no Convento do Carmo, que fundara como cumprimento de um voto). Toma o nome de Irmão Nuno de Santa Maria. Aí permanece até à morte, ocorrida em 1 de Novembro de 1431, com 71 anos.

Durante o seu último ano de vida, o Rei Dom João I fez-lhe uma visita no Carmo. Dom João sempre considerou que fora Nuno Álvares Pereira o seu mais próximo amigo, que o colocara no Trono e salvara a independência de Portugal.

O túmulo de Dom Nuno Álvares Pereira foi destruído no Terramoto de 1755. O seu epitáfio era: “Aqui jaz o famoso Nuno, o Condestável, fundador da Casa de Bragança, excelente general, beato monge, que durante a sua vida na terra tão ardentemente desejou o Reino dos Céus depois da morte, e mereceu a eterna companhia dos Santos. As suas honras terrenas foram incontáveis, mas voltou-lhes as costas. Foi um grande Príncipe, mas fez-se humilde monge. Fundou, construiu e dedicou esta igreja onde descansa o seu corpo.”

Há uma história apócrifa, em que Dom João de Castela teria ido ao Convento do Carmo encontrar-se com Nun’Álvares, e ter-lhe-á perguntado qual seria a sua posição se Castela novamente invadisse Portugal. O irmão Nuno terá levantado o seu hábito, e mostrado, por baixo deste, a sua cota de malha, indicando a sua disponibilidade para servir o seu país sempre que necessário.

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