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Dia da mãe


Desta pátria mãe.

“Eis aqui, quase cume da cabeça
De Europa toda, o Reino Lusitano,
Onde a terra se acaba e o mar começa,
E onde Febo repousa no Oceano.
Este quis o Céu justo que floresça
Nas armas contra o torpe Mauritano,
Deitando-o de si fora, e lá na ardente
África estar quieto o não consente.

Esta é a ditosa pátria minha amada,
A qual se o Céu me dá que eu sem perigo
Torne, com esta empresa já acabada,
Acabe-se esta luz ali comigo.
Esta foi Lusitânia, derivada
De Luso, ou Lisa, que de Baco antigo
Filhos foram, parece, ou companheiros,
E nela então os Íncolas primeiros.”

Os Lusíadas 
Canto III
estrofes 20 e 21

Recordar a Mensagem de S.A.R. Dom Duarte de Bragança de 1 de Dezembro de 2009

Portugal atravessa uma grave crise económica com reflexos políticos e sociais preocupantes. A crise financeira e económica internacional não constitui justificação suficiente para o estado em que se encontra o País: torna-se evidente que, quando esta se desvanecer, a crise estrutural interna permanecerá.

O País está doente e maltratado. Adivinham-se tempos difíceis: as instituições do Estado estão fragilizadas; o desemprego aumenta e a pobreza alastra; o sistema educativo tem sido contestado por alunos e professores ; a insegurança, a criminalidade organizada – violenta e económica – e a corrupção, multiplicam-se; o poder judicial está ameaçado por falta de meios materiais e por legislação absolutamente desajustada das realidades. Nunca é demais relembrar que, onde não há Justiça, não há Democracia.

São muitas as vozes autorizadas e insuspeitas – como as da Cáritas e da AMI – que têm vindo a alertar para a vergonha da pobreza estrutural que existe no nosso País – acima dos 40%. De facto, se não se agir agora, as gerações futuras não nos perdoarão!

É chegado o momento de olharmos para o nosso Portugal tão desaproveitado nos seus recursos materiais e sobretudo na capacidade das nossas gentes, particularmente no interior onde me desloquei em

numerosas visitas a convite das Câmaras Municipais, tendo compartilhado as alegrias e preocupações de populações tantas vezes esquecidas.

Saibamos apoiar as organizações de voluntários que generosamente trabalham para resolver os problemas, desde as mais antigas, como as Santas Casas da Misericórdia, até às mais recente, leigas ou religiosas. Torna-se imperioso que o Estado colabore melhor com elas em vez de desperdiçar recursos e prejudicar o que temos e fazemos de bem. Temos de nos lembrar que tudo o que o Estado gasta é pago por nós ou será pago pelos nossos filhos…

Saibamos defender o equilíbrio do meio ambiente e da nossa paisagem humanizada, temas em que, desde sempre, me tenho empenhado e que necessitam do envolvimento de todos.

Saibamos lutar pela promoção da Lusofonia e solidariedade entre os países membros da CPLP, como uma causa de importância decisiva do nosso futuro comum. Quero saudar o Brasil, terra da minha Mãe, onde a acção determinada do Presidente Lula da Silva tem possibilitado o estreitar das relações especiais que sempre existiram com Portugal.

Com a União Europeia temos um válido projecto político e económico comum, mas falta-lhe uma “ alma “, porque, infelizmente, quem decidiu recusou-se a reconhecer a matriz cristã da nossa cultura…

Mas é na Comunidade Lusófona que encontramos “a nossa família”, e os laços de família são mais fortes do que os interesses económicos, são de natureza afectiva. Mas nunca esqueçamos que, se não forem devidamente cuidados, o mais certo é desaparecerem…

Saibamos preservar instituições fundamentais da Sociedade como a Família. Esta, como outras, está sujeita a um desgaste sem precedentes visando a sua dissolução.

Ela é, na verdade, a base da construção de uma sociedade fortalecida no espírito de entreajuda, respeito pela vida humana e formação responsável, valores que, só no seu seio, são susceptíveis de ser naturalmente assimilados. Só por esta via, sairá reforçada a liberdade de consciência que permitirá, a cada um e a todos, resistir, preservando-a das crescentes tentativas abusivas de ingerência externa que pretendem impor novos conceitos de “família”.

É na Família, e não pelo Estado, que já hoje – e como o futuro próximo se encarregará de demonstrar – se desenvolve incondicionalmente o verdadeiro espírito de solidariedade para com os seus membros mais necessitados, seja na doença ou na pobreza.

É na Família que se constroem os alicerces de educação, respeito e disciplina, tão necessários à organização social, relativamente aos quais o Estado só consegue desenvolver acções complementares e pontuais.

Tudo isto porque a vida social autêntica e equilibrada tem início na consciência individual que cada um vai formando no seu próprio ambiente familiar.

Chegou a hora de acordar as consciências e reunir vontades para levantar Portugal, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse.

O futuro de Portugal tem de ser encarado com esperança assente num projecto para o País tal como fez, há seis séculos e no auge de outra crise, o nosso maior herói, D. Nuno Álvares Pereira.

O Condestável Nun’ Alvares colocou convicta e corajosamente, num invulgar espírito de serviço, todo o seu talento, competência e generosidade na defesa da independência e da identidade nacional, cujo projecto foi transformado num ideal grandioso de Pátria e de Missão o qual, pouco tempo depois, permitiu abrir “ novos mundos ao Mundo”.

O seu exemplo de abnegação, coragem na luta pelas suas justas convicções e amor por Portugal, deverá ser fonte de inspiração para todos os Portugueses, como felizmente parecem comprovar as inúmeras manifestações civis e militares que, espontaneamente, têm surgido, de Norte a Sul, no País.

Vem a propósito recordar a importância que o Condestável atribuía à liderança, disciplina e motivação nas Forças Armadas, e particularmente na formação cívica de jovens militares, numa altura em que o Colégio

Militar, a mais antiga Instituição Militar de Ensino da Europa é vítima de uma campanha de fins dissimulados. É bom realçar que, há mais de dois séculos, esta honrada e sólida Instituição tem formado gerações de jovens que vieram a prestar relevantes serviços à Pátria, quantas vezes com o preço da própria vida.

Numa época conturbada como a que se vive hoje em Portugal, prepara-se, com grande despesismo, a comemoração, em 2010, do centenário da República.

Tratarei desse tema em ocasião mais apropriada. Apenas saliento que a actual “terceira República“,de constituição Democrática , é bastante semelhante à Monarquia vigente em 1910. A diferença maior está na Chefia de Estado, de eleição periódica por sufrágio universal, na República, e de permanência vitalícia na Monarquia, salvo no caso dos Portugueses, democraticamente, num caso extremo, promoverem a substituição do Rei .

Eu não duvido que uma Chefia de Estado independente dos poderes políticos e económicos, livre de pressões, respeitadora das instituições e defensora do seu correcto funcionamento, alheia a querelas partidárias e a favoritismos, preocupada com o longo prazo e não com imediatismos influenciados por calendários eleitorais é o complemento fundamental que a Monarquia pode oferecer a um Estado moderno.

Não é por acaso que, as Democracias mais desenvolvidas e estáveis da União Europeia são Monarquias.

Em vários países do Norte da Europa ouvi destacados políticos afirmarem que “vivemos em República, mas o nosso Rei é o melhor defensor da nossa República”. Chegou o tempo de os portugueses pensarem com coragem e em consciência se, o que se entende por República, não seria melhor servida por um Rei?

Estou convicto que saberemos encontrar o nosso caminho, discernindo as nossas prioridades, e encontrando pacificamente, as melhores soluções para o verdadeiro progresso do País.

Apelo a todos, autoridades e políticos, autarcas eleitos, empresários, agricultores, profissionais do sector público ou privado, apelo aos que se vêm no desemprego, aos estudantes e reformados, apelo à Igreja e aos cultos confessionais, aos que emigram e imigram, que ponham as suas capacidades ao serviço de Portugal.

É tempo de solidariedade, é tempo de acção e de esperança num futuro melhor para as gerações dos nossos descendentes.

Servir Portugal, estar próximo dos portugueses, essa foi a Herança que recebi e que aqui uma vez mais assumo, e que, com a minha Mulher, também transmitirei aos nossos filhos!

Viva Portugal!

Nota: Por vezes é importante recordarmos Mensagens antiga do Senhor Dom Duarte para reflectirmos sobre o Presente, nos seus múltiplos aspectos.

Fonte: Movimento 1128

Onde está o 25 de Abril?

Estamos a aproximar-nos de mais um feriado em que o regime actual vai festejar, com toda a pompa, mais um aniversário da Revolução que depôs a II República e que deu inícios à actual III República.

Tendo em conta que a II República foi uma Ditadura, de 48 anos e que acabou tragicamente com uma Guerra nas ex-Províncias Ultramarinas, que matou muitos e bravos soldados portugueses pela Pátria, e que destruiu muitas outras vidas dos soldados sobreviventes que ficaram ou traumatizados ou com problemas físicos graves e irrecuperáveis, etc…

Enfim, é certo que a III República esqueceu-se, logo bem no início dos Portugueses que viviam e trabalhavam e muitos até nasceram em África e no Oriente, originando o malfadado e insultuoso “movimento dos retornados” (já agora, retornados porquê, se todas aquelas Paragens eram Portugal? Os que lá nasceram serão menos portugueses do que eu e outros que nasceram na Metrópole? É claro que não! Somos todos Portugueses!). Uma III República que por 3 fases bem claras e óbvias, destruiu o nosso tecido produtivo, que tinha promessas de Democracia, de Liberdade e de Desenvolvimento, transformou-se num espaço de 38 anos numa Corruptocracia, que domina a Justiça, e o Estado no seu todo.

As esperanças de um verdadeiro regime democrático goraram-se ao longo destes 38 anos!

Um verdadeiro regime democrático é aquele que tem um Estado de Direito digno desse nome, em que os criminosos são julgados e presos! Em que os inocentes são devidamente protegidos. Em que os políticos com cadastro não entram mais na Assembleia da República para serem Deputados! Assim como nenhum outro Político teria o direito de ser eleito Autarca! Um verdadeiro Estado de Direito não trás só direitos para a população, mas também deveres e equilibra a sociedade no seu todo. Um verdadeiro Estado de Direito, por fim, dá-se ao respeito!

Pelo que, por muito que eu seja um Democrata, também sou pragmático, pelo que não vou festejar o 25 de Abril de 2012, porque não me revejo nesta Democracia que se transformou numa corruptocracia dependente dos interesses estrangeiros. Mas não estou a dizer que sou a favor da II República. Não o sou! Aliás, não sou a favor de nenhuma República. Nem a do 5 de Outubro de 1910, nem a do 28 de Maio de 1926 e nem da do 25 de Abril de 1974.

A única república que defendo, é aquela que é sinónimo do bem comum de uma Comunidade que tem na Chefia do Estado o Eleito da História, o Aclamado pelo Povo. Quero que se instaure, o quanto antes uma Democracia em Portugal, com a Restauração da Monarquia!

Pelo que assim, à famosa pergunta “onde é que estavas no 25 de Abril?” eu contraponho com outra pergunta – Onde está, afinal o 25 de Abril neste regime?

O fim do 1.º de Dezembro?

Foi neste dia 30 de Março de 2012 aprovado o novo Código do Trabalho, na Assembleia da República com um voto, particularmente contra, do Deputado, José Ribeiro e Castro.

No novo Código, agora aprovado, acabou-se com o Feriado do 1.º de Dezembro, dia que em Portugal celebramos a Restauração da Independência, mas mais do que isso, a nossa Liberdade e Independência enquanto Povo Soberano.

Reparei em algumas reacções na Internet que não se importavam muito com o fim do feriado, já que o dia em si, nunca será esquecido e será sempre comemorado. Quero acreditar que sim.

Mas, pensando a longo prazo, o fim do feriado, não trará mesmo o fim do 1.º de Dezembro no que toca, naturalmente à comemoração do seu significado histórico?

Num País como Portugal em que se calhar mais de metade dos Portugueses não sabe o significado de cada feriado, por ter uma atitude verdadeiramente “marimbista” sobre isso, (o que realmente interessa, afinal de contas é “mais um feriado” ;que é como quem diz, mais um dia de descanso e mais um dia sem ter que aturar os patrões e alguns colegas), a tendência não será a de passar uma esponja daqui a uns anos, fazendo com que o 1.º de Dezembro acabe por deixar até mesmo de ser comemorado?

Esta é a minha grande dúvida.

Porque, neste momento presente, acabar com o feriado ou não, pode até ser indiferente para algumas pessoas, mas daqui para a frente, o significado desse dia, estou convicto, irá se perder algures na História do nosso Futuro enquanto Pátria.

Permitir que tal aconteça, é a mesma coisa que dizer que somos “uma espécie de portugueses”, que vivemos aqui neste cantinho à beira mar plantado, e que temos por “irmãos” os nossos vizinhos espanhóis, que festejam os seus Dias importantes de recordação da sua Memória Colectiva e nunca, de certeza, iriam acabar com um Feriado, sabendo da sua importância simbólica e mais do que simbólica, uma Herança de Liberdade do nosso País que nos foi deixado pelos nossos antepassados que venceram a Guerra da Restauração para que hoje pudéssemos dizer que Somos Portugueses com muito orgulho!

Como interpretar a atitude do Governo?

Torna-se complicado aqui dizê-lo, pois, este espaço é Monárquico e não tem filiação partidária. Mas tenho que dizer apenas isto: havia outros feriados que podiam se calhar ser mais facilmente eliminados. Não me venham dizer que o Feriado da Restauração da Independência, prejudicava a recuperação da Economia Portuguesa. Quando bem sabemos, que os Feriados ou as Celebrações mais importantes da História do nosso País, são os que nos dão maior auto-estima, como Povo, e por isso mesmo, dar-nos-ia ânimo para ultrapassarmos as dificuldades e encararmos o nosso futuro colectivo e individual, com optimismo.

Andam a destruir a Língua Portuguesa original com o Acordo Ortográfico.

Andam a destruir a nossa Memória Colectiva.

Vão querer, obviamente, destruir Portugal.

E quando assim acontece, significa que estes políticos que nós temos, não acreditam em Portugal e querem o entregar à mão estrangeira, mais cedo ou mais tarde.

Isto também significa o fim de um regime que traiu os Portugueses, com promessas de Democracia, mas que acabou por implantar a “corruptocracia”, numa espécie de “Democracia Totalitária”.

Creio que se torna óbvio, o que realmente temos que fazer de ora em diante. Salvar Portugal, enquanto é tempo!

Desafio todas as Organizações Monárquicas Portuguesas, para que façam cartazes para afixar em todas as ruas de Portugal, precisamente com este slogan: SALVAR PORTUGAL, ENQUANTO É TEMPO!

Os Portugueses precisam de um Novo Portugal. Um Novo Começo. Uma Nova História. Uma História de Dignidade, Liberdade, Amor, Compaixão e Prosperidade e só uma Dinastia poderá assegurar tal, com uma renovação da Classe Política. Precisamos de Novos Políticos, verdadeiros servidores da Nação. Precisamos de uma “Revolução Cultural”, como já o disse o Senhor Dom Duarte, por diversas vezes.

A continuarmos assim, seguramente, não iremos longe!

VIVA PORTUGAL!

Nota: Os Portugueses têm que ir buscar no actual Representante da Dinastia de Bragança, aquele cujos antepassados, jamais traíram os Portugueses e Portugal!

Deus – Pátria – Rei ou o Divórcio dos Portugueses com Portugal

A Trilogia Nacional fundada pelo Santo Condestável, Dom Nuno Álvares Pereira, Deus, Pátria e Rei, é de um enorme significado.

Portugal um Reino Cristão, com Fé no Criador, com Fé em Deus e Deus é a Fonte de Todo o Amor e de toda a Vida, logo não há razão para temer algo de tão belo e luminoso e pleno de Esperança.

Portugal um Reino, com quase 900 anos de História, com venturas e desventuras, mas que é a Pátria onde nós Portugueses nascemos.

O Rei, Herdeiro dessa História e Representante Máximo na actualidade da Continuidade da Pátria.

O Divórcio com Deus, foi quando começámos a viver sob o medo e a coação do laicismo maçónico e republicano.

O Divórcio com a Pátria, foi quando aceitámos remover da nossa memória colectiva que temos uma razão para existirmos e eliminando um feriado como o 1.º de Dezembro, citando Ribeiro e Castro “como feriado Fundador”, estamos a passar uma esponja na Liberdade da Pátria e por ela, todos os valentes Portugueses que morreram para sermos Livres e Independentes.

O Divórcio com o Rei, foi com a chamada revolução do 5 de Outubro de 1910, mas com a mesma Fé que tenho em Deus e na Pátria, acredito que cada vez mais os Portugueses farão as pazes com a sua História e o seu mais Alto Representante.

Viva o Rei!

Viva Portugal!

Amor e Lealdade ao Rei

Amor ao Rei é a mesma coisa que ter Amor à Pátria, à sua História, à sua Identidade. É algo que nos vem no sangue. Esse sangue que provém dos nossos antepassados. Um sangue que clama por Glória, Vitória, Serenidade, Humildade, Sacrificio em prol do próximo.

Um Sangue muitas vezes deixado em campos de batalha ao longo de 900 anos de História. Um campo de batalha, nesta bem antiga Terra Lusitana. Terra Majestosa. Terra Humilde. Terra Grandiosa. Terra Lutadora. Terra de um Povo que deu as voltas ao Mundo. Esse povo pelo qual por vezes não somos dignos de viver. Um Povo tão grande e ao mesmo tempo tão ingrato. Um povo que sofre, mas ao mesmo tempo tão fiel às suas raízes.

Amor ao Rei é amor à Pátria.

O Rei não representa apenas o presente. Mas vem nele o Sangue de Heróis, Reis, de várias origens, desde Cristãs, a Muçulmanas, e Judaicas, entre outras.

No Rei não está só a sua figura física que bem conhecemos. No Rei está a representação actual de todos aqueles que antes dele morreram pela Pátria.

Amor ao Rei é dizer ao Rei sempre o que vai mal, ter caracter, dar-lhe também boas notícias, claro, mas estar com ele nos bons e nos maus momentos, porque quando o Rei sofre, sofre com a Pátria, sofre por todos nós.

E por isso é preciso lhe ter Lealdade. O Rei é o primeiro Servidor da Pátria e por isso lhe é o mais Leal. Pela Pátria o Rei sacrifica-se. Pela Pátria o Rei vive. O Rei pela Pátria, por todos nós. O Rei está ao nosso Serviço! O Rei abdicou da sua liberdade por nós. Ao Rei fazemos uma Vénia, de respeito por tudo isto. Pelo Rei morreríamos num campo de batalha, se sentirmos, efectivamente, no nosso coração, este sentimento tão nobre que é de servir a Pátria e suas Gentes.

Tão Majestoso é o Senhor Dom Duarte.

Tão Grandioso é o Senhor Dom Duarte.

Tão Humilde é o Senhor Dom Duarte.

Tão Português é o Senhor Dom Duarte.

Por Dom Duarte de Bragança, entreguei a minha vida ao serviço da Instituição Real, de Portugal e dos Portugueses, por todas as próximas gerações. Eu pertenço a uma geração de Portugueses que querem Instaurar a Democracia, restaurando a Monarquia. Queremos que a Pátria renasça. Queremos que a Pátria volte a acreditar em si. Queremos que a Pátria encontre o seu rumo e que siga em frente por felicidade de todos aqueles que viverão nesta Majestosa, Grandiosa e Humilde, Terra Portuguesa.

Amaremos o Rei e a Família Real.

Teremos Lealdade ao Rei.

Por Portugal!

Sempre por Portugal!

Longa vida ao Rei!

Nota: dedico este artigo, a Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte de Bragança. Por um Portugal Real!

Comprometimento. Serviço. Aclamação.

Quando alguém se inscreve numa organização, seja ela qual for, mas sobretudo se tiver caracter Partidário, ou Associativo, ou mesmo que seja um Movimento Político, acaba por se comprometer  com essa Entidade. Acaba por se comprometer, nos Valores, nas Causas, nos Objectivos e portanto, acaba por participar, o máximo que pode, naquilo em que acredita.

O que é o Comprometimento com o Reino?

Enquanto Cidadão da República Portuguesa, quer goste ou não, é um facto, por agora, claro, tenho que por um lado, me comprometer, a respeitar a Lei, e também respeitar quem está na mais alta esfera pública. Mesmo que não goste das pessoas ou do cargo que ocupam. Mas isso não faz de mim alguém que goste de insultar seja quem for, muito menos quem está, pelas regras actuais, a prestar um serviço (bom ou mau, agora não interessa) ao meu País.

Mas isso, não implica que não possa ter um Comprometimento com o Reino que quero voltar a ver estabelecido. E portanto, ser comprometido com o Reino, é:

1.º Amar a Pátria, terra dos nosso País e Avós e Antepassados;

2.º Amar a sua Cultura e as suas Tradições;

3.º Amar o seu Povo;

4.º Amar o seu Rei e a sua Família Real, no sentido de lhes ser Leal, pois os de hoje, representam, hoje, os que no Passado mais ou menos longínquo, lutaram para que hoje fossemos uma Pátria de 900 anos de História, e isso, merece-nos todo o respeito e amor.

Respeito pela dedicação ao País, como única razão de vida dos Reis, Príncipes e Família Real.

Amor, enquanto fazendo um conjunto fundamental com a História da Pátria, e sendo por isso mesmo, um Enorme Motivo de Orgulho em ser Português.

O que é o Serviço ao Reino?

O Rei dá o grande exemplo de entrega da sua vida ao bem comum de todos, esteja ele a reinar ou não. Pouco importa, ele é o Eleito da História da Pátria, ele tem exactamente a mesma missão que seus avós, que reinaram em Portugal, tiveram: SERVIR!

O Rei assume, perante as Cortes servir o seu Reino, respeitar as Leis, e prover ao bem geral do Reino. O Rei ao assumir isto, ao jurar isto, está a abdicar da sua liberdade pessoal e está-se a entregar de corpo e alma ao Serviço do seu Povo.

Para que serve a Aclamação?

Este acto solene feito depois do Juramento da Constituição, pelo Rei, é o acto final da chegada ao Trono de um novo Rei de Portugal. É o Reino, através dos seus Representantes Eleitos, que, tendo o Príncipe Real jurado cumprir as Leis Fundamentais do Reino, tem, por isso mesmo, toda a Confiança do Reino, para assumir o Título de Rei e de Primeiro Servidor do Bem Comum, de Todos. E por isso mesmo, é Aclamado, através de um Acto Simbólico!

Comprometer,

Servir,

Aclamar.

Nós, Monárquicos Portugueses, devemos nos comprometer com o Reino que queremos. Entender que só uma Monarquia Democrática é viável. Respeitando, desde já, todos aqueles Monárquicos que na oposição à II República lutaram pela Liberdade e pela Democracia para o Povo Português. E o nosso comprometimento, tem que ser este mesmo: Lutar, pela Felicidade do Povo Português!

E por isso, estamos dispostos a Servir a Pátria, Terra dos nossos Avós, por respeito a eles, que fizeram da nossa Pátria uma Nação respeitada em todo o Mundo.

Comprometemo-nos a servir a Pátria, agora mais do que nunca, para que o quanto antes, possamos todos, num Brado Patriótico, por todos os cantos do Reino,  aclamar o nosso Rei, Dom Duarte de Bragança!

 

Quando o Rei é aplaudido de pé

 
Parabéns ao Manuel Beninger e à Comissão Organizadora do Jantar dos Reis em Braga. Nas palavras de um dos 6 presidentes das Reais Associações presentes no jantar: “o último a discursar foi o Senhor Dom Duarte, que foi o único aplaudido de pé por todos os cerca de 300 pessoas, no princípio e no fim, tornando-se uma verdadeira manifestação monárquica a que aderiram a generalidade dos presentes, incluindo os membros das Confrarias, Associações várias regionais e outras entidades.”
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Caro Manuel,
O email não poderia ser mais apropriado, pois acabámos de deixar mais um “post” na nossa página do Facebook dando-lhe os parabéns que bem merece pelos resultados que conseguiu. Temos que continuar a lutar!
Um abraço,
Luís Lavradio
(Presidente da Causa Real)
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Caro Eng. Manuel Beninger
Venho felicitá-lo pela forma como decorreu o jantar no sábado e, em particular, por ter conseguido juntar tantas pessoas e organizações.
No final, foi agradável e entusiasmante ver todos a aplaudirem de pé S.A.R.
Com a maior estima e
Saudações monárquicas
Jorge Leão
(Presidente da Real Associação do Porto)
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No rescaldo do magnífico evento realizado no último fim-de-semana em Braga, impecavelmente organizado, nunca será demais afirmá-lo, impõe-se a realização de uma breve e sucinta análise do estado actual em que se encontra a Monarquia em Portugal.
Assim, foi com agrado que vi a forma como D. Duarte foi ovacionado, com o entusiasmo e a alegria própria das grandes individualidades, pessoas de bem e queridas pela sua Pátria.
O Rei quer o Povo e o Povo quer o Rei, é visível e notório o agrado deste pelo banho de multidão que lhe foi proporcionado.
Deixem o REI vir até ao seu POVO!!! Deixem o POVO ir ao encontro do seu REI!!! Só assim a Monarquia poderá triunfar e inverter o caminho  obscuro que tem vindo a ser trilhado para Portugal ao longo destes 100 anos de república e de propósito a escrevo com r pequeno.
Que mais haverá a dizer “Quando o Rei é aplaudido de pé”?
VIVA O REI!!!! VIVA PORTUGAL!!!!
Cesar Braia
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Caro Engº Manuel Beninger
Agradecemos uma vez mais o Vosso simpático e importante convite. Em meu nome pessoal foi um prazer participar num jantar tão bem pensado e organizado e para nós foi uma honra receber Senhor Dom Duarte na Adere-Minho.
A Direção ficou muito bem impressionada com Sua Alteza. Bem hajam Vocês por esta oportunidade.
Com os meus melhores cumprimentos.
Teresa Costa
(Directora Geral Adere-Minho)
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Caro amigo
Venho, novamente, felicitar-te pelo Real evento que proporcionas-te, o qual foi um sucesso.
Parabéns ao casal.
Um abraço amigo e um bj à tua mulher
Luís Guilherme Fonseca e Margarida
(Tesoureiro da Real Associação de Braga)
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Bom dia, Senhor Eng.
Parabéns pelo evento de ontem.
Uma braço.
Carlos Aguiar Gomes
(Presidente da Associação Famílias)
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Caro Manuel Beninger,
Não podendo estar presente ao Jantar de Reis pelo motivo que lhe invoquei oportunamente, e infelizmente também ausente no Congresso Homenagem a meu saudoso Tio, o insigne pianista e compositor Prof. Luís Costa, por razões de saúde, não quero deixar de me associar a todos os Companheiros de Luta pelo nosso imorredouro Ideal da Restauração. Por isso, abraço-vos a todos e reitero na Pessoa de SAR o Senhor D. Duarte, nosso REI, a minha inalterável FIDELIDADE à Sereníssima Casa de Bragança.
Vosso Companheiro.
Fernando de Sá Monteiro.
Fonte: PPM-Braga
O meu comentário:
Quando o Rei é aplaudido de pé, e se curva perante a assistência, é sinal de uma forte ligação entre o Rei e a Nação. O Rei está ao Serviço da Nação. Olha pela Nação. Procura, mesmo não estando no Trono, a prover ao seu bem-estar.
Chegará o dia, caros amigos, em que aclamaremos todos juntos, o nosso Rei. A República Portuguesa não durará para sempre, como nos querem impôr. Venceremos! VIVA O REI!!!

DEUS, PÁTRIA, REI – A Trilogia da Nação portuguesa definida por D. Nuno Alvares Pereira

DEUS-  O altíssimo princípio e dogma, origem e força de toda a autoridade, da fé e da moral.

PÁTRIA- Mais que um pouco de terra e um punhado de famílias; uma autêntica e profunda ideia, princípio espiritual, conceito elevado da terra e dos homens.

Estes passam; a ideia tem carácter de permanência; e só por isso as pátrias podem ressurgir sempre que se retorne à pureza primitiva dos princípios.

A Pátria é um pensamento a realizar-se na história; e esta é a vida dos povos; e estes têm a vida e o valor de cada um dos seus homens.

REI- a personificação do homem português, o representante da autoridade, o sinal visível da unidade do pensamento e amor nacionais.

Selo de D. Afonso Henriques

A respeito de D. NUNO pode pensar-se o que, para cada português devia constituir lei de formação HUMANA e CRISTÃ:

CADA HOMEM UM SERVIDOR;

CADA SERVIÇO, UMA DIGNIDADE;

CADA DIGNIDADE, UM DEVER;

CADA DEVER, UMA VITÓRIA.

D.NUNO faz parte daqueles santos VALORES que não esmorecem na história;

Os únicos que erguendo os olhos para outras claridades,

enchem os espíritos daquelas certezas absolutas e ardentes,

que ainda podem salvar a história e os homens da

mediocridade da vida e

renovar os caminhos da Verdade imutável;

Onde se encontram  os grandes construtores da civilização,

Os triunfadores infalíveis de ontem,

de hoje e de sempre.

Fonte: Facebook

O (re)nascer de um tempo novo!

Depois de lembrar os 103 anos do Regicídio, e também de recordar a alocução do 5 de Outubro passado, em Guimarães, proferida por Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e Chefe da Casa Real Portuguesa, nosso muito querido e estimado Rei, entendo que é tempo recordar, os princípios do Projecto Democracia Real e o que me proponho fazer, não em concreto, mas já com ideias bem claras quanto ao futuro.

Tenho defendido, com este Projecto Monárquico, um regime moderno, contemporâneo, que é como quem diz, actual e com futuro, nunca esquecendo as raízes históricas do seu passado, mas também, e muito importante, não esquecendo estes 100 anos de república que o nosso povo tem vivido.

Não podemos fazer tábua rasa sobre os 100 anos da República. Seria a mesma coisa que a República fazer o povo esquecer a História da Monarquia Portuguesa, dos seus Reis e Povo e Heróis Nacionais.

De mesmo modo, não podemos fazer tábua rasa sobre os símbolos nacionais. O Hino Nacional foi dedicado à Família Real Portuguesa, antes de se o Hino da República.

A Bandeira que é apresentada neste Blogue e no Canal no Youtube, representa, através das cores azul e branco, o Liberalismo e actualmente a própria Democracia e a Liberdade do Povo e do Estado. A Esfera Armilar, pois só pode representar não só o período Manuelino, mas também a perspectiva universalista de Portugal, graças às descobertas e sua respectiva herança. O Escudo com os Castelos, representa os esforços guerreiros para a consolidação da Pátria, as Quinas representam, tradicionalmente, as Chagas de Cristo e todos estes símbolos representam a Unidade Nacional. Os mesmos símbolos foram adoptados para a Bandeira da República Portuguesa, porque bem se sabia, e se sabe, da importância destes mesmos símbolos no contexto da História de Portugal. A Coroa, desde 1641, com a Graça de Deus, pertence a Nossa Senhora da Conceição, Rainha de Portugal. A Bandeira da futura Monarquia, na minha modesta opinião, não precisa de ter uma Coroa. Mas esta questão dos símbolos nacionais, não está em debate agora, nem tem sentido, mas faço questão de explicar o porquê de aparecer esta bandeira no presente Blogue.

Ser Proto-monárquico, é o que todos nós Monárquicos devemos ser. Devemos defender um regime realista, estar com os pés bem assentes no chão. Não defender fantasias e muito menos um passado que ficou na nossa memória colectiva, mas que não se enquadra no mundo em que vivemos, por muito que tenhamos pena. É a realidade e temos que a aceitar, sob pena de prejudicarmos a imagem da Monarquia quanto ao futuro junto da Nação.

Devemos olhar para as Monarquias Europeias. Estuda-las. Aprofundar conhecimento e ter propostas realistas para o nosso País.

Olhemos sobretudo para Países com a dimensão, seja ela demográfica seja geograficamente, semelhante a Portugal, tais como a Dinamarca, a Suécia, a Noruega, a Bélgica, os Países Baixos. E o que vemos?

Regimes Democráticos, parlamentares, cuja nota mais importante aqui trata-se da neutralidade do Rei e da transparência do sistema democrático junto do povo. Corrupção nesses Países. Não digo que  não haja totalmente, mas os índices apontam claramente realidades muito pontuais.

Que mensagem transmitem essas Monarquias?

Uma mensagem de prosperidade. Uma mensagem de responsabilidade no presente quanto ao futuro. Uma preparação quanto ao futuro.

Alguns poderão se questionar: para quê, então, um Rei sem poderes praticamente nenhuns? O Rei da Suécia tem apenas e só o poder de representação do Estado Sueco. Não lhe é conferido nenhum poder de dissolução do parlamento, nem demissão do governo. Mas, está presente! E está presente, porque a História assim o determinou e porque o povo lhe deu a ele e à sua dinastia, em 1975, através de um referendo constitucional, condições para continuar, porque o povo se revê, na Família Real, no Rei e na Sucessão Dinástica. A neutralidade do Monarca permite obviamente, tratar todos os governantes da Suécia (como exemplo) por igual. O Rei não tem que assegurar o seu lugar, pois está assegurado. O Rei não tem que viver sob pressão eleitoral, porque o seu cargo é vitalício e está já com aprovação do povo. A sucessão dinástica garante, assim, a perenidade do Estado, da Democracia, e por estes, da Constituição que confere ao povo, os seus Direitos, Liberdades e Garantias.

Existe nas Monarquias Europeias Democráticas e Civilizadas, mais do que um Pacto Social: um Pacto Histórico; entre a Dinastia e o Povo.

O Rei de Espanha, nas vésperas da aprovação da Constituição de 1978 chegou a temer vir a ter exactamente os mesmos poderes que o Rei da Suécia. Mas se tal viesse a suceder, e estando ele plenamente convencido e consciente das vantagens da Instituição Real como garantia da Democracia para o Povo, ele teria aceite naturalmente. Pois teria sido a vontade de uma Assembleia Constituinte com legitimidade dada pelo povo espanhol, em assim o determinar.

Tendo em conta a realidade e a repercussão do regime republicano em Portugal e tendo em consideração a forte influência da esquerda no próprio Parlamento, creio que, não estaria muito longe de arriscar que havendo uma nova Monarquia em Portugal num futuro mais ou menos próximo, o Rei teria exactamente as mesmas funções que o Rei da Suécia. Seria um Parlamentarismo puro. O Rei seria, naturalmente, aclamado no Parlamento, jurando a Constituição e teria um papel, extremamente importante, aliás, de representação do Estado, com total neutralidade e independência.

Haveria, então, duas realidades bem distintas:

a) a Instituição Real;

b) as Instituições Democráticas.

Tal como na Suécia, não havendo sucessão directa ao Trono, deve ser nomeado um Regente pelo Parlamento, que será um membro do Parlamento, até que se encontre uma nova Dinastia ou que o Parlamento decida da mudança de regime para uma República. Isto está muito claro na Constituição Sueca.

A Suécia é uma Democracia Real pura. É exactamente isso que pretendo para Portugal, auferindo do meu direito de opinião:

Uma Instituição Real continuadora da Tradição Portuguesa, garantia da continuidade do País, representadora ao mais alto nível de Portugal, junto das Nações amigas e Instâncias Internacionais variadas.

E Instituições Democráticas sujeitas ao voto popular. Quero aqui frisar, que a própria Instituição Real, se tal for opinião da maioria do Parlamento, deve ser sujeita ao voto popular. Ao contrário da República, acho muito bem, que a Monarquia seja sujeita à vontade popular, pela via referendária, periodicamente. Acho saudável para qualquer Democracia que se preze e Portugal não pode fugir à regra.

É evidente que, a realidade política nacional é muito diferente da da Suécia. Só a nível de desenvolvimento, ainda temos que dar um salto qualitativo enorme.

Em quê que a Democracia Real pode ajudar?

Em primeiro lugar, podemos começar pelo mais fácil: poupar dinheiro aos contribuintes;

Em segundo lugar, sanear a vida pública. Resolver os problemas de corrupção que existem em Portugal e que enfraquecem o Estado;

Em terceiro lugar, dar lugar a políticas de desenvolvimento sustentável, em que se dê prioridade ao desenvolvimento humano.

Entre outras ideias.

Então mas para quê um Rei?

Precisamente, porque temos que ter respeito para com a nossa própria História e Identidade Nacional que muitos de nós Portugueses já esquecemos. Portugal nasceu com a Monarquia. Portugal afirmou-se com a Monarquia. O período mais alto da nossa História foi com a Monarquia.

Tivemos Reis incompetentes? É um facto que sim! Mas os que foram incompetentes, foram substituídos segundo as normas constitucionais da época. A Monarquia Portuguesa regia-se por princípios. Nenhum Rei incapaz conseguiu se manter no Trono sem a simpatia popular. Foi o povo que saiu às ruas clamando por Dom Afonso III, por Dom João I, por Dom Pedro II!

Foi também o povo que participou patrioticamente na construção do liberalismo em Portugal, ainda no tempo da Monarquia.

Cabe então ao povo, patrioticamente, uma vez mais, o dever de decidir que futuro quer para seus filhos e netos. Um regime que defraudou as expectativas dos nossos avós e bisavós, que viveram nestes 100 anos de república? Ou apostar num renascer de um tempo novo? Isto é, irmos buscar às raízes do nosso passado, uma fonte de inspiração, para recomeçar e ganharmos o futuro?

Deixo à sua consideração!

Eu já escolhi!

Quero um Rei! Mesmo que tenha as mesmas funções que o Rei da Suécia. Há mais vantagens do que se pensa. Portugal, acima de tudo, precisa de referências. Temos um Rei. Falta-nos instituições democráticas mais credíveis e justas. Não podemos continuar a perder tempo. É o Povo que perde. Somos todos nós!

David Garcia

Presidenciais

Portugal está neste momento em campanha eleitoral para eleger o Chefe de Estado. Esta campanha eleitoral tem sido uma prova clara de que os candidatos utilizam o cargo de Chefe de Estado como uma promoção pessoal e não como um sacrifício pela Pátria. Temos 6 candidatos a concorrer ao cargo de Presidente da Republica e cada um é mais brilhante do que o outro.
O Professor Cavaco Silva, actual presidente da Republica, provou a sua vulnerabilidade pois quando atacado por uma questão sem importância alguma, e que seria fácil rebater, como foi o caso de uma simples venda de acções do BPN, não se soube defender, deixando que a ondulação se tornasse num maremoto. É muito inquietante saber que podemos eleger um Chefe de Estado que não tem a habilidade necessária de cortar os boatos logo pela raiz. No mandato anterior do Professor Cavaco Silva, também ficou demonstrado que um Presidente da Republica tem limitações de poderes por estar dependente de um segundo mandato. Assistiu-se a esta situação quando sofreu um ataque do P.S. para desviar as atenções do País e ganhar umas eleições. No final de mandato, também ficou demonstrado que de 5 em 5 anos, existe um período de 6 meses em que não se pode demitir um Governo por mais incompetências que cometa.
Foi notório que o professor Cavaco Silva, neste primeiro mandato, não decidiu com consciência mas sim, com a frieza de nunca ser atacado de favorecer a sua família política e com isso prejudicou o País.
Por essas razões, é que um Rei que nunca pertenceu a uma família política pode decidir para o bem da Nação. O Rei não vem de uma família de esquerda nem de direita e não tem de se preocupar com as sensibilidades destas duas grandes tendências. O Rei não deve nada à Esquerda nem à Direita. O Rei olha para a frente e apenas tem como preocupação Portugal e os portugueses.
O Poeta Manuel Alegre, que se considera um herói da Pátria Portuguesa por ter desertado e ter efectuado uma resistência ao antigo regime através de Argel concorre a estas eleições para Chefe Supremo das Forças armadas. Que situação curiosa esta. Será mais uma valia desta Republica que permite que um desertor possa vir a comandar umas Forças armadas? E será que o Poeta Manuel Alegre, como Chefe de Estado iria homenagear os combatentes do Ultramar mortos em combate? Aqueles que morreram pela Pátria e que apenas são relembrados e a medo no dia 10 de Junho? E como se sentiriam os familiares com tal homenagem “sentida”? Mas o Poeta Manuel Alegre ainda vai mais longe. Acha que estas eleições estão marcadas por uma guerra de esquerda e de direita sendo que quer ser o Presidente de todos os portugueses impondo os valores de esquerda.
Na Monarquia, um Rei não pode ter tendências. Tem de ser imparcial e justo. Que justeza teríamos se este candidato ganhasse?
Este candidato acha que deve haver uma correlação de forças entre o Governo e a chefia de Estado e nunca cooperaria com um Governo de Direita. Seria sempre um Chefe de Estado corrompido pelos valores daqueles que os elegeram e um feroz adversário dos que não concordaram com ele nas eleições.
Manuel Alegre utiliza, nesta campanha, uma estratégia de descredibilização do Professor Cavaco Silva para tentar com isso forçar uma segunda volta. Demonstra-se assim que na república o que interessa são os fins e não os meios.
Prefere descredibilizar o Professor Cavaco Silva na sua seriedade, falando do caso BPN em vez de tentar expor o seu ponto de vista no papel de Chefe de Estado. E tanto atacou que foi atacado pelo caso BPP. Quem tem telhados de vidro não deve atirar pedras. Mas para este candidato, custe o que custar, o que interessa é ganhar mesmo que seja com calúnias ou processos de intenções. Pena que nunca o ouvimos a perguntar ao ex amigo, o Dr. Mário Soares, sobre o caso Melancia. Pena que não o ouvimos a perguntar sobre a licenciatura ou o caso Freeport ao “Eng.º” José Sócrates.
Serão estes talvez os valores do ideal republicano. A política suja do ataque. A dita ética republicana.
Na monarquia não existe ética monárquica nem ética republicana. Apenas existe ética e ou se tem ou não se tem…Pelo menos nestas eleições definiu-se a ética republicana como sendo porca, suja, badalhoca…
O Doutor Defensor Moura, a “lebre” de Manuel Alegre, sabe que não tem hipóteses de vencer estas eleições e concorre para que haja uma segunda volta e consequentemente com maiores custos para um País endividado. Está a fazer um serviço ao Partido Socialista e não ao País. Quão patriota que é este candidato. Considera que ser eleito Chefe de Estado é mais uma etapa na sua carreira. Ou seja, na Republica o cargo de chefe de estado é garantido como uma progressão de carreira política.
O Dr. Fernando Nobre enganou-se nas eleições. Deveria concorrer às legislativas. Pretende mudar o País num cargo que tem mais um papel controlador do que transformador. É um idealista, um utópico e considero que se fosse eleito, acabaria 5 anos depois, desconsolado e triste por não ter cumprido aquilo que prometeu. Prova assim que um idealista pode chegar a chefe de estado e pode assim provocar uma desilusão geral.
O Sr. Francisco Lopes é o candidato que defende a ditadura do proletariado. O sonho deste candidato seria uma União Soviética em Portugal. Sobre este candidato, está tudo dito.
O Sr. José Manuel Coelho é o “Tiririca” português e a prova viva de que um “desbocado” pode chegar ao cargo supremo da Nação. Imaginemos que o Povo de tão descontente votaria nele como protesto. Veja-se a vergonha que seria para Portugal no Mundo. Uma vergonha que sairia cara pois trazia falta de credibilidade em que ninguém confiaria no nosso País nem nos portugueses. Veríamos os juros dos empréstimos a aumentar exponencialmente e provavelmente levaria a uma falência do País. E o grande problema é que há muita gente descontente com o nosso sistema político.
Eu, Pedro Borges de Macedo sou um deles mas considero que a melhor forma de demonstrar esse descontentamento seria pedir uma mudança de regime pacífica alterando a constituição e o famigerado artigo 288 alínea b para que seja decidido a forma de regime. Quando o Povo puder decidir sobre a forma de regime, poderemos viver numa democracia pois a actual forma de regime foi imposta.
É por isso que nestas próximas eleições irei votar, como sempre votei.
Irei votar com um voto nulo a dizer Viva o Rei.
Pedro Borges de Macedo
Vice-presidente da distrital de Braga do PPM

Uma nova postura. Um novo caminho.

Com este Blogue tenho mostrado um caminho que decidi traçar desde o encerramento do PDR – Projecto Democracia Real. Um caminho que auto-propus-me será, pelo menos nestes primeiros tempos, percorrido sozinho, sem depender de ninguém, livre, bem livre de pressões várias, calendários, suseranias, etc.

Com esta nova postura, decidi marcar um ponto fundamental – poder dizer claramente que não recebo nem receberei ordens de ninguém.

Poder defender a Monarquia, sem receber ordens de ninguém, respeitando totalmente o principio monárquico, com lealdade ao Soberano – Sua Alteza Real, o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e Chefe da Casa Real Portuguesa, permite-me com maior facilidade escrever o que me vai na alma ou divulgar o que entender que deva divulgar, sem estar sujeito a timings,ordens, pressões, calendários. E não deixo de servir a Monarquia na mesma.

Quando um soldado se afasta do resto da companhia, pode ser, uma estratégia para distrair o inimigo comum. Não estou a dizer que, obviamente as amizades que criei no seio da Causa Monárquica Portuguesa, não existam e não se mantenham, mas ajudarei, à minha maneira, sozinho, de acordo com as minhas possibilidades.

Assim, consigo ser Monárquico Democrata, nem sou de esquerda ou de direita de uma forma lata. Posso ser de esquerda quando digo que sou a favor do casamento homossexual e ser de direita ao dizer que sou pela vida e contra o aborto. Posso ser de esquerda ao defender, por exemplo, a liberalização das drogas leves e de direita quando defendo uma melhor e maior autoridade por parte do Estado no que toca à Segurança Pública.

Posso defender e ser muita coisa, dentro da minha dignidade como Ser Humano que sou, e nesta qualidade, enquanto Cidadão Português, respeitador do Estado de Direito Democrático e das Instituições actualmente em vigor.

Como sempre defendi, e defendo, a Monarquia, só poderá ser reimplantada em Portugal, através de um processo que passará em primeiro lugar por uma revisão da Constituição, substituindo a forma republicana de governo pela forma democrática de governo no artigo 288b da Constituição, e a realização de um Plebiscito perguntando aos Portugueses se preferem em vez de terem um Presidente da República, um Rei, na Chefia do Estado. A Monarquia ganhando, será, sem margem para dúvidas um grande motivo de alegria para mim e muitos monárquicos. Se perder, há que aceitar democraticamente a vontade popular e continuar a lutar para um novo referendo para o futuro.

Ser Monárquico é defender a Pátria, a Democracia com Lealdade ao Rei.

Ser Monárquico é seguir a linha de rumo traçada pelo Rei de jure de Portugal, Dom Duarte III! Seguir doutrinas autoritárias, em pleno século XXI não é ser-se politicamente coerente e responsável. Confunde e divide os Monárquicos.

Salazar já morreu! Assim como os outros Ditadores de Direita na Europa. A Monarquia de 1910 não mais voltará. Cabe-nos a difícil tarefa de preservar a Memória dos Monárquicos Liberais, respeitando os Monárquicos Tradicionalistas e unidos num único propósito: a salvação da Pátria.

Em breve divulgarei ensaios de trabalhos que estou a fazer para o meu Mestrado em Ciência Política. Espero que sejam do agrado de todos e que possamos debater as ideias subjacentes.

 

 

Dom Afonso Henriques, 1.º Rei de Portugal

Há 825 anos, em Coimbra, morria, El-Rei Dom Afonso Henriques, Primeiro Rei de Portugal, o Pai da Pátria, da Lusitania Antiga Liberdade, o Fundador, o Conquistador, o Pai da Monarquia Portuguesa, de quem, Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e Chefe da Casa Real Portuguesa e Rei de jure de Portugal, é o legítimo Herdeiro e descendente directo.

Foi a 6 de Dezembro de 1185.

 

 

 

Notas

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1- As eleições presidenciais parecem mais ser leilões nos quais aquele que tiver mais dinheiro e influência ganha e como da noite para o dia, se torna o “Presidente de Todos os Portugueses”, mesmo quando há uma Abstenção igual ou superior a 50% e que numa escala de 0 a 100%, o candidato vencedor só terá recebido 25 %, ou seja 1/4 dos eleitores portugueses votou no vencedor. E ainda se fala em Igualdade?

2- Muito francamente prefiro não ter nem o direito a ser candidato a Presidente da República e muito menos ter o direito a votar para a Presidência. A Chefia de Estado não pode partir de uma Eleição directa, fracturante da sociedade. O Supremo Magistrado, para ser BOM MAGISTRADO, não pode fazer parte desta ou daquela facç…ão para ser contra outra ou entrar em conflito com o Governo.

3- Neste contexto a Chefia de Estado Monárquica, não sendo electiva directamente, mas por um processo de Aclamação – Pacto Social entre o Povo e as Instituições Representativas – é uma Entidade que Une e não Fracciona e a figura do Rei torna-se no mais perfeito exemplo de Supremo Magistrado da Nação, porque não pertence a nenhum grupo ou partido.

4- Concluíndo, sendo o Rei o melhor Supremo Magistrado da Nação que existe, permite uma muito melhor estabilidade Governativa, que não se consegue, nem com algum esforço dos Presidentes da República, consegue ultrapassar estes. Portugal precisa urgentemente de um novo Pacto Social.

Rodapé: Chegou a hora de nas Presidenciais, os Portugueses aclamarem Rei de Portugal, Dom Duarte de Bragança e acabar com preconceitos que nada servem o futuro da Pátria.

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